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A Europa e a colheita da irresponsabilidade

por Prof. Paulo Cristiano da Silva - dom nov 22, 3:29 pm

A EUROPA, AS IMIGRAÇÕES MUÇULMANAS E A COLHEITA DA IRRESPONSABILIDADE

Na sociosfera, habitat construído pelo homem, nada acontece por acaso, pois este mundo artificialmente criado possui cadeias de sentidos imbricantes. As redes de contatos que antigamente estavam restritas apenas às localidades de seus países, com a globalização ampliou seu círculo atingindo múltiplas esferas, haja vista, que as decisões tomadas em qualquer país são sentidas imediatamente em outros. Mesmo sabendo que esta expressão não goze de unanimidade entre os especialistas do assunto, estamos de fato em uma aldeia global sem volta. O mundo está pequeno demais! E isso traz implicações concretas para o choque cultural entre Ocidente e Oriente.

Os atentados que estão acontecendo na Europa não possui uma causa única, seria simplista demais pensar assim, antes é a junção de diversos fatores ligados a bases historicamente concretas.

Por décadas a Europa vem sofrendo um lento, mas contínuo processo de mudança de paradigma. Essa mudança sísmica de mentalidade começou a ser sentida desde o apogeu do iluminismo e continua até hoje como uma enorme fenda tectônica que afunda cada vez mais a Europa em um abismo ético, moral e espiritual.

As implicações desse deslocamento de mentalidade podem ser verificadas na desterritorialização simbólica do cristianismo da esfera pública para a esfera da vida privada.

Com sua secularização acelerada, os europeus entraram irremediavelmente numa fase pós-cristã, onde a liberdade, a tolerância e o progresso, como uma versão moderna dos antigos deuses e deusas pagãs, ditam as regras de sua adoração.

Não precisa muito esforço para concluir que os europeus estão colhendo o que vem plantando há anos com uma política irresponsável e complacente para com as imigrações em massa de muçulmanos para seus países. Em nome de uma tolerância doentia a Europa islamizasse cada vez mais, a ponto de tolerar guetos muçulmanos dentro de seus próprios países permitindo que estas comunidades, geralmente pobres, abasteçam as redes terroristas com material humano barato.

O avanço do domínio destas comunidades é tal que até uma igreja foi queimada por militantes muçulmanos dentro da própria Alemanha, berço do protestantismo. Mas em vez de se espantarem com isso, líderes de países como Alemanha, França e até o presidente dos EUA fazem questão de declarar que esses grupos terroristas não representam a religião islâmica, que na mente deles é uma religião de paz e fraternidade, mas que é uma minoria (sic) radical que distorce os ensinamentos do islã. Mas como, se os adeptos do islã, mesmo em países que não são considerados terroristas queimam igrejas, assassinam cristãos e perseguem aqueles que não compartilham de suas ideias?!

Na França há bairros inteiros de muçulmanos, onde até mesmo a polícia não entra. O que vale e impera é a sharia, a ferrenha lei muçulmana.

Enquanto, governos de países que se dizem cristãos como a Inglaterra dificultam a entrada de cristãos refugiados, por outro lado dão total apoio à comunidade muçulmana. Os cristãos sírios são perseguidos, molestados e humilhados pelos muçulmanos, quer nas viagens de travessias, quer nos campos de refugiados. Mesmo assim, os governos destes países fazem vistas grossas à humilhação que sofre a comunidade cristã que é minoria.

A bem da verdade, o que muitos destes grupos almejam com sua entrada na Europa é conquistar e dominar pela tática do controle populacional. Enquanto a Europa está envelhecendo devido a uma política estúpida de controle de natalidade, as famílias muçulmanas multiplicam-se rapidamente pela Europa, assim como multiplicam suas mesquitas. Parece radical demais, mas é a pura verdade, esses grupos estão levando a sério o que apregoava o seu fundador – Maomé. Eles querem transformar o mundo em um grande califado, porque esse era o sonho de seu fundador e esse é o plano desde há muito tempo. Quem conhece a história mesmo de modo superficial sabe que a expansão do islã se deu pelo poder da espada. O Alcorão, livro sagrado muçulmano, deixa claro que a tão propalada misericórdia e amor de Alá só são validos para aqueles que lhes obedecem. Aos inimigos resta a escolha entre a submissão e a morte. Definitivamente, o deus muçulmano não ama seus inimigos e, por conseguinte, não ama os europeus.

Tem-se falado tanto na Turquia como exemplo de país islâmico moderado, pluralizado e democrático, mas mesmo lá há uma pluralidade hierarquizada, onde as crenças cristãs são toleradas desde que não se faça adeptos.

Países que optam por receber refugiados apenas cristãos como a Polônia e outros poucos países do leste Europeu e alguns municípios da França, são tachados de intolerantes e xenofóbicos. Mas, e a intolerância para com os cristãos, ninguém vê isso?

O que esperar dessa Europa daqui há dez ou vinte anos? Só o tempo dirá! Mas não vislumbro, debaixo da lua crescente, um futuro promissor para o velho continente.

 

 


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