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A idolatria das Testemunhas de Jeová

por Pr. Natanael Rinaldi - ter abr 26, 9:28 am

DEVOÇÃO A UMA ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA – Quando Isso Se Torna Idolatria?

Paulo, falando aos judeus que se vangloriavam de ser guias religiosos dos gentios, disse: “Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo?” (Romanos 2.21).

As Testemunhas de Jeová quando saem de porta em porta têm consigo a convicção de que vão ensinar, não lhes sendo permitido dialogar com qualquer pessoa que procure ensiná-las, quando tal pessoa tem conhecimento bíblico suficiente, e também conhece sua história a partir de Charles Taze Russell, podendo mostrar-lhes suas falsas profecias e suas doutrinas contraditórias.

Mas, dentro desse propósito de ensinar, até que as Testemunhas de Jeová (daqui para frente identificadas pela sigla TJs) ensinam certas coisas boas, porque, como elas mesmas afirmam “…nem tudo o que se origina de Satanás parece repelente” (Raciocínios à Base das Escrituras, p. 308). Isto posto, vamos citar algumas das coisas boas que as TJs ensinam:

“Coloque aquilo que lê acima dos seus conceitos pessoais preconcebidos. Esteja disposto a revisar as suas atitudes, em harmonia com isto. Aplique tudo o quç. aprende à sua vida diária”. Despertai! 08/11/1964, p.32.

E prosseguem orientando:

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“Essa é uma pergunta muito, direta, não é? Mas, antes de dar qualquer resposta que seja, considere o seguinte: Ninguém quer crer que a sua religião seja errada. A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que perderam a vida porque recusaram aceitar o fato de que estavam praticando a religião errada. Deve o leitor arriscar-se a isso?” Despertai! 08/10/1964 p. 32.

Deve uma Testemunha de Jeová arriscar-se e ler até o fim este artigo? Se aceitar a recomendação da sua própria Organização não vemos razão por que não ir até o fim.

Retornado ao assunto objeto deste estudo surgem as pergunta: 1) É possível alguém se arvorar ser adorador do verdadeiro Deus e cair na idolatria? 2) É possível – repetimos – dar imprópria devoção a algo ou a alguma coisa com intenção de estar promovendo a verdadeira adoração?

A resposta é: Sim! E sim! De fato, a Bíblia cita exemplos:

Números 21.8-9: “E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o mordido que olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal, e ficava vivo”.

2Reis 18.4: “Este tirou os altos, e quebrou as estátuas, e deitou abaixo os bosques; e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã”.

Noutra ocasião os judeus passaram a confiar na linhagem davídica e no sacerdócio aarônico para serem salvos dos invasores, dizendo:

Jeremias 7.4: “Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este”.

Quando Jeremias expôs seus erros, eles o prenderam como inimigo de Deus:

Jeremias 32.2-3:“Cercava, porém, então o exército do rei de Babilônia a Jerusalém e Jeremias, o profeta, estava encerrado no pátio da guarda que estava na casa do rei de Judá. Porque Zedequias, rei de Judá, o tinha encerrado, dizendo: Assim diz o Senhor: Eis que entrego esta cidade na mão do rei de Babilônia, e ele a tomará”.

Jeremias 37.13-16: “E estava ele à porta de Benjamim, achava-se ali um capitão da guarda, cujo nome era Jerias, filho de Selemias, filho de Hananias, o qual prendeu a Jeremias, o profeta, dizendo: Tu foges para os caldeus. E Jeremias disse: Isso é falso, não fujo para os caldeus. Mas ele não lhe deu ouvidos; e assim Jerias prendeu a Jeremias, e o levou aos príncipes. E os príncipes se iraram muito contra Jeremias e o feriram, e o puseram na prisão, na casa de Jônatas, o escrivão, porque a tinham transformado em cárcere. Entrando pois Jeremias na casa do calabouço, e nas suas celas, ficou ali Jeremias muitos dias”.

Esses judeus, que olhavam para a organização do templo como para sua salvação (mais do que a Deus mesmo), foram culpados de idolatria. A propósito, concordamos com o ensino das TJs nesse particular, pois afirmam que é idolatria “imputar salvação a uma pessoa ou a uma organização”.

“Não podemos participar em nenhuma versão moderna de idolatria – seja em forma de gestos adorativos diante de uma imagem ou um símbolo, seja por imputar salvação a uma pessoa ou a uma organização. (1 Coríntios 10:14; 1 João 5:21)”. A Sentinela, 01/11/1990.

Mas, se “imputar salvação a uma organização” constitui idolatria, então não estariam também as TJs envolvidas na mesma idolatria por elas condenada, quando o “escravo” ensina da mesma forma?

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Se foi idolatria para os filhos de Israel elevar sua religião tão altamente, o que dizer das TJs de hoje, que ensinam da mesma forma? Por qual padrão se pode determinar se se presta adoração idolátrica por meio de uma organização religiosa? Vamos de novo seguir a orientação traçada pelas TJs, embora pratiquem o contrário do que ensinam:

“Não pense nisto como se limitando aos que frequentam lugares de adoração ou se empenham em alguma forma de serviço ou prática religiosa. Se uma pessoa rende serviço em obediência a alguém ou a alguma organização, quer voluntária quer compulsoriamente, considerando como algo em posição superior de domínio e com grande autoridade, então se pode dizer biblicamente que tal pessoa é adoradora”.     A Sentinela, 01/03/1962, p. 141.

E esse ensino é confirmado:

“E a pretensão de todas as organizações religiosas é que a adoração a Deus deve ser feita mediante uma ou outra das múltiplas organizações religiosas, com seus grandes e pequenos sistemas clericais como ‘representantes’ de Deus. Elas também são imagens, obras das mãos dos homens, e destinadas à destruição com todas as outras formas de idolatria — Êxodo 22: 20; Miqueias 5:13; Sofonias 2:11”.       Seja Deus Verdadeiro, p. 137.

E as TJs afirmam também que isso é idolatria:

“O apóstolo Paulo preveniu que imediatamente depois da sua morte os homens apostatariam da fé verdadeira e se voltariam à religião. O apóstolo João avisou do mesmo efeito da obra de Satanás (Actos 20:29-31; 2 Tessalonicenses 2:1-3; 1 João 2:18-23). O apóstolo Pedro disse acerca desses: “Prometendo-lhes a liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção; porque o homem é feito escravo daquele por quem há sido vencido” (2 Pedro 2:1-3,19)”. A Verdade Vos Tornará Livres, p. 282.

Aplicando o princípio exposto pelas TJs, os leitores perceberão que poucas pessoas no mundo concordam com as pretensões da Igreja Católica Romana, que afirma não existir salvação fora da sua organização:

“168. Pode alguém salvar-se fora da Tprpr Catálka. Apostólica, Romana?

Não. Fora da Igreja Católica Apostólica Romana ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta igreja.

3º Catecismo de Doutrina Cristã, p. 41.

Por seguir o mesmo proceder da Igreja Católica, ao olhar para sua organi zação como meio de salvação e obedecê-la sem relutância, a Sociedade Torre de Vigia tem se colocado como meio de salvação para seus associados, e então tem se tornado um ídolo organizacional, tomando o lugar de Jesus (João 14.6; Atos 4.12; 1Timóteo 2.5).

“Simplesmente não é verdade que todas as religiões conduzem ao mesmo fim (Mateus 7:21-23; 24:21). Você precisa pertencer à organização de Jeová e fazer a vontade de Deus, a fim de receber Sua bênção de vida eterna. — Salmo 133:1-3″. Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra, p. 255.

Observe o leitor que o 3º Catecismo de Doutrina Cristã, ao responder a pergunta “PODE ALGUÉM SALVAR-SE FORA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA?” responde que a Igreja é como a arca de Noé. Como ninguém pôde salvar-se fora da arca, ninguém pode salvar-se fora dessa igreja. Não usa a Sociedade Torre de Vigia a mesma figura, julgando-se a arca de Noé? Meias verdades confundem e analogia tem limites. Dizer que ninguém salvou-se fora da arca de Noé é verdade, mas dizer que ninguém se salva fora da Igreja Católica, ou da Sociedade Torre de Vigia, é mentira religiosa. E nós sabemos quem é o pai da mentira (João 8.44).

“Continuando fieis até o Armagedon, as “outras ovelhas” que buscam a mansidão e a justiça, da mesma maneira que os sobreviventes do dilúvio dos dias de Noé, serão escondidas na arca antitípica, a organização de Deus, e entrarão numa terra purificada da maldade (Isaías 26:20; Sofonias 2:1-3; Mateus 25:31-40″.  Seja Deus Verdadeiro, p. 260.

E pior: desde 1985, com efeito, as pessoas entre as TJs têm sido batizadas em nome do Pai, e do Filho e da “organização de Deus, dirigida pelo espirito”.

“No fim do discurso sobre o batismo, na assembleia, os batizandos estarão em condições de responder com profundo entendimento e apreço de coração a duas perguntas simples, que servem para confirmar que eles reconhecem o que está envolvido em seguir o exemplo de Cristo. A primeira pergunta é:

À base do sacrifício de Jesus Cristo, arrependeu-se dos seus pecados e dedicou-se a Jeová para fazer a vontade dele?

A segunda é:

Compreende que a sua dedicação e o seu batismo o identificam como uma das Testemunhas de Jeová, em associação com a organização de Deus, dirigida pelo espírito dele?

Respondendo com um sim a estas perguntas, os batizandos estão na condição correta de coração para se submeterem ao batismo cristão”.                                                                A Sentinela, 01/06/1985 p.31.

Enquanto usurpa o lugar do Filho como Senhor e Salvador, e toma para si o lugar do Espírito Santo na fórmula batismal de Mateus 28.19, a Sociedade Torre de Vigia só deixa vago o lugar do Pai, com a exceção que presurme falar em nome dele como seu único canal de comunicação:

“A Bíblia é um livro de organização e pertence à congregação cristã como organização, não a indivíduos, não importa quão sinceramente creiam poder interpretar a Bíblia. Por esta razão, a Bíblia não pode ser devidamente entendida sem se ter presente a organização visível de Jeová”. A Sentinela, 01/06/1968.

São as verdades bíblicas que as TJs pregam de porta em porta, ou as “verdades” que esse canall de comunicação transmite?

“Ele não alimenta cada um individualmente nem designa sobre eles uma só pessoa. Nenum estudante individual da Palavra de Deus revela a vontade de Deus tão pouco interpreta a Sua Palavra (2 Ped. 1:20,21). Deus interpreta e ensina mediante Cristo, o Servo Principal, que por sua vez usa o escravo discreto como canal visível”. A Sentinela, nov/1952, p. 164.

“As verdades que havemos de publicar são aquelas que a organização do escravo discreto fornece, não algumas opiniões pessoais contrárias ao que o escravo providenciou como sendo sustento conveniente”.  A Sentinela, nov/1952, p. 164.

Pode uma TJ discordar do ensino dado pelas publicações da Sociedade?

“Pergunta do promotor Douglas Waslh Trial, Scotland, 1954, p. 122-123: Uma Testemunha não tem alternativa, ou tem de aceitar como de autoridade divina e ser obediente às edições de A Sentinela, Informante e Despertai!? Resposta – Ela precisa obedecê-las…”

E por que tem de obedecer ao que o “escravo” publica? Por que isso representa vida eterna para elas:

“Os que permanecem leais à organização de Jeová assumem o parecer que os apóstolos tinham, quando muitos dos discípulos de Jesus deixaram de segui-lo. Pedro expressou os sentimentos deles, dizendo: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna” (João 6:68, ALA). As “ovelhas” leais vêem que o caminho da vida é com a organização fiel de Jeová”. A Sentinela, 01/05/1963.

Ainda no seu costume de propor para os outros fora da sua Organizacão aquilo que elas mesmas praticam, dirigem uma pergunta aos Católicos:

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E então perguntamos às TJs: A BÍBLIA OU O “ESCRAVO FIEL E DISCRETO”? – Um dilema para as Testemunhas de Jeová sinceras.

O que acontece se uma TJ passa a estudar a Bíblia sem o auxílio das publicações da Sociedade?

“Dizem que basta ler exclusivamente a Bíblia, quer em particular, quer em pequenos grupos em casa. Mas, o que é estranho é que por meio de tal ‘leitura da Bíblia’ voltaram novamente para trás, para as doutrinas apóstatas que os comentários dos clérigos da cristandade estavam ensinando há 100 anos!”               A Sentinela, 01/06/1982, p. 28.

É como se dissessem que a leitura da Bíblia sem as “ajudas” da Sociedade levariam as pessoas a crer diferentemente delas, porque o que elas ensinam não tem apoio bíblico.

Deve-se ter presente ainda que o elevar-se a Sociedade Torre de Vigia à posição de Pai, falando às TJs como canal de comunicação, coloca-a na condição de “mãe”. Desde que as TJs nunca ouvem diretamente do Pai, mas sempre através da “mãe” que lhes fala do Brooklyn, New York (USA), é a Sociedade Torre de Vigia quem determina o que deve ser feito com respeito à adoração.

“Jeová Deus proveu também sua organização visível, seu “escravo fiel e discreto”, composto dos ungidos com o espírito, para ajudar os cristãos em todas as nações a entender e a aplicar corretamente a Bíblia na sua vida. A menos que estejamos em contato com este canal de comunicação usado por Deus, não avançaremos na estrada da vida, não importa quanto leiamos a Bíblia – Veja Atos 8:30-40”.      A Sentinela, 01/08/1982, p. 27.

E continuam falando como “mãe” das TJs:

“Se andarmos na luz da verdade, teremos que reconhecer não só Jeová Deus como nosso Pai, senão a sua organização como nossa mãe”.  A Sentinela, mai/1957, p. 273, em inglês.

Enquanto Moisés estava se demorando no Monte Sinai, onde estava recebendo as tábuas da lei, o povo embaixo decidiu adorar a Deus através do bezerro de ouro. Eles, evidentemente, pensaram que poderiam servir ao Deus verdadeiro desse modo, porque os seus líderes introduziram o bezerro de ouro com as seguintes palavras:

“E ele os tomou das suas mãos, e formou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Estes são teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito. E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e Arão apregou, e disse: Amanhã será a festa ao Senhor” (Êxodo 32.4-5).

Mas embora usassem o nome de Deus, e proclamassem estar servindo a Deus, Deus não aceitou sua adoração idólatra. Deus desejava que pusessem fé nele, antes que pusessem fé em algo que pudesse representá-lo – o bezerro de ouro (1João 5.21).

Ironicamente, a Sociedade Torre de Vigia fez publicar:

“Não pertencemos a NENHUMA organização terrena, portanto, se se mencionasse toda a lista de seitas, responderíamos: Não, a cada uma e a todas. Aderimos apenas àquela organização celestial – ‘cujos nomes estão escritos no céu’ (Lucas 10.20; Hebreus 12.23)”. A Sentinela, 01/09/1979, p. 16.

As TJs têm sido traídas por sua Organização, sediada no Brooklyn, New York,USA?

Não se tem dúvidas de que a maioria das TJs são pessoas sinceras e fieis à Sociedade Torre de Vigia, mas elas mesmas ensinam:

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E se as TJs reconhecem que têm sido enganadas pela Sociedade Torre de Vigia, que abusa do seu poder religioso para impor sua vontade e controlar as TJs, que fazer? É só proceder de acordo com o conselho que elas dão para situações análogas de pessoas enganadas por uma religião falsa:

“Crer sinceramente em alguma coisa e praticá-la não a torna certa, se realmente for errada. Qual deve ser sua reação caso se lhe apresente prova de que aquilo em que crê é errado? Por exemplo, digamos que esteja viajando de carro pela primeira vez para certo lugar. Você tem um mapa rodoviário, mas não tomou o tempo para verificá-lo bem. Alguém lhe disse qual a estrada que devia tomar. Você confiou nele, crendo sinceramente que lhe indicou o caminho certo. Mas, suponhamos que não o seja. O que faria se alguém lhe apontasse o erro? O que faria se este, recorrendo ao mapa que você mesmo tem, lhe mostrasse que tomou a estrada errada? Será que o orgulho ou a obstinação lhe impediriam admitir que está na estrada errada?” Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra?, p. 32.

Quão melhor seria, quando pessoas estão sendo enganadas e conduzidas a uma forma de idolatria, e como tais destinadas ao lago de fogo (Apocalipse 21.8) se arrependessem de tal prática e pusessem sua fé em Deus e em seu Filho – Jesus Cristo: “Não se turbe o vosso coração; crede em Deus, crede também em mim” (João 14.1).

Que motivo nos leva a escrever este artigo? Perseguição religiosa? Não! Apenas, como dissemos a princípio, para alertar as TJs, e de certo modo utilizando os argumentos que as mesmas TJs usam para outros fora da sua organização.

“Quando há pessoas em grande perigo, duma fonte de que não suspeitam, ou quando são desencaminhadas por aqueles que consideram ser seus amigos, será que é desamoroso adverti-las? Talvez prefiram não acreditar na advertência. Podem até mesmo ressentir-se dela. Mas livra isso alguém da responsabilidade moral de dar tal advertência?” A Sentinela, 15/07/1974, p. 419.

Finalmente, perguntamos à TJ que nos lê:

De quem é a decisão?

“Neste caso, está enfrentando um problema sério. É o problema de decidir se aceita a veracidade da Bíblia ou se a rejeita em favor de ensinos não apoiados pela Bíblia (Atos 17:11). A decisão, naturalmente, terá de ser a sua própria”. A Verdade Que Conduz À Vida Eterna, p. 126.

Veja o vídeo:


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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