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A liberdade religiosa versus o domínio da Torre de Vigia

por Artigo compilado - sáb abr 02, 9:29 am

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Os “servos de congregação”, que estão encarregados do Salão do Reino, dar-lhe-ão boas vindas com rostos sorridentes e braços abertos. Falarão do amor que é encontrado na “Organização de Deus”. Mas, uma vez que você foi convertido em Testemunha de Jeová, então eles mesmos governarão sua vida com mão de ferro. Eles hão de indicar o que você deve falar, pensar e ainda a forma como você deve pentear seus cabelos!

“EVITE IDEIAS INDEPENDENTES… Como se manifestam tais ideias independentes? Um modo comum é questionar o conselho provido pela organização visível de Deus”.

A Sentinela, 15/07/1983, pág. 22.

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O verdadeiro cristianismo está caracterizado pela liberdade. A Bíblia fala de “espreitar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, a fim de que nos escravizassem completamente” (Gálatas 2:4), mas as seitas, como as Testemunhas de Jeová, levam seus seguidores à escravidão.

Muitas pessoas, inocentemente, unem-se às Testemunhas de Jeová pensando que têm achado o caminho que leva a Deus, mas somente quando é tarde demais é que descobrem que têm perdido sua liberdade de expressão. Não podem exprimir qualquer opinião contrária às “linhas mestras” da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados.

“As mulheres entre as Testemunhas de Jeová não deveriam exprimir discordância alguma com relação às decisões judiciais dos servos? — nem mesmo por suas expressões faciais”.  A Sujeição Teocrática, discurso da Assembleia de Circuito das Testemunhas de Jeová, 1981.

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A Sociedade Torre de Vigia muda seus ensinamentos mais que qualquer outra religião. E quando as “novas verdades” são introduzidas, aplica-se certa pressão para fazer com que cada Testemunha de Jeová se adapte a elas e as obedeça, sem se importar se crê ou não crê na “nova verdade”.

Uma vez dentro da organização da Torre de Vigia, não há um caminho honroso para sair dela. Se você ousar emitir um juízo a respeito do que a Torre de Vigia ensina, os “servos” levarão você a julgamento, repreendendo-o durante horas em pé, e denunciando-o publicamente perante seus escravizados ouvintes. E aos seus amigos da organização proibirão que o visitem e ainda que lhe falem um simples “oi” na rua.

“Por que é sábio evitar falar com alguém que foi expulso? …um simples ‘Oi!’ dito a alguém pode ser o primeiro passo para uma conversa ou mesmo para amizade. Queremos dar este primeiro passo com alguém desassociado?”

A Sentinela, 15/12/1981, p. 20-21.

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Esta disciplina organizacional vai mais longe, como até de separar as famílias se determinado membro se opuser aos ensinamentos da Sociedade. Muitos pais se acham separados de seus filhos, netos e outros parentes, os quais obedecem cegamente as determinações impositivas da Sociedade Torre de Vigia nesse particular.

“PARENTES DESASSOCIADOS …cristãos aparentados com um desassociado, que não vive na mesma casa, devem esforçar—se a evitar a associação desnecessária, mantendo até mesmo os negócios reduzidos ao mínimo”         A Sentinela, 15/12/1981, p. 25.

Este medo de perder a família, faz com que muitas pessoas que discordam da Sociedade não a abandonem, ainda que deixem de acreditar nela. Essas pessoas seguem a Sociedade Torre de Vigia presas pelo medo.

De sua sede no Brooklyn, Nova York, EUA, os líderes anônimos da Sociedade governam sobre um “reino” que se extende pelo mundo todo. Milhões de Testemunhas ao redor do mundo lhes prestam obediência papal. O “reino” da Sociedade possui suas próprias leis, seus próprios tribunais, suas próprias escolas — e sem liberdades.

Os dormitórios das fábricas abrigam milhares de operários que moram separadamente de suas famílias. Eles produzem mais de um milhão de obras literárias por dia, incluindo “Bíblias” com as palavras chaves mudadas e acomodadas de conformidade com o ensino peculiar da Sociedade Torre de Vigia.

Armadas com essa literatura enganosa, cada Testemunha de Jeová é obrigada a ir de porta em porta pregando “as boas novas” — não o evangelho de Cristo, mas uma proclamação falsa de que Cristo voltou à terra em 1914, e colocou a responsabilidade do reino de Deus nas mãos dos líderes das Testemunhas.

O oferecimento das Testemunhas para “realizar um estudo bíblico em casa” abre muitas portas. O estudo da Bíblia, porém, é prontamente desviado para um dos livros da Sociedade Torre de Vigia, e aí começa o processo de lavagem cerebral. As pessoas sem profunda convicção religiosa não são problema para uma Testemunha que esteja bem doutrinada. Como resultado, milhares de pessoas são levadas cada ano para esta organização.

As pessoas enganadas e presas pela Torre de Vigia necessitam de ajuda, e não de atitudes grosseiras. É difícil para elas escapar da armadilha em que têm se metido. Se você tem parentes e amigos na Sociedade Torre de Vigia, e deseja ajudá-los, o melhor que pode fazer é procurar o conselho e a assistência de um pastor cristão.

A verdadeira liberdade vai mais além de estar evitando e escapando de organizações opressoras religiosas ou políticas. A verdadeira liberdade é também libertação do pecado, da culpa, do medo e de qualquer condenação.

Esta liberdade só pode ser encontrada em Cristo. Ele sofreu por nós e morreu na cruz para que os homens fossem livres, realmente (João 8.32, 14.6). Jesus ressuscitou dos mortos. Ele está vivo! Vá diretamente a Ele e reconheça-O como Salvador e Senhor — hoje mesmo!

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Veja o vídeo:

Fonte: Texto do grupo missionário evangélico Amigos de Jeová.


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