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A marcha dos pixulecos defende Dilma e o PT

por Artigo compilado - sex ago 21, 8:02 am

Integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais sindicais protestam em frente à Candelária no centro do Rio de Janeiro - 20/08/2015
Integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais sindicais protestam em frente à Candelária no centro do Rio de Janeiro – 20/08/2015(Paulo Campos/Folhapress)

Não foi hoje que os movimentos historicamente cooptados pelo Partido dos Trabalhadores conseguiram “retomar as ruas”, como pretendia o presidente da sigla Rui Falcão. Organizadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em dia de expediente, as passeatas em diversas capitais do país atraíram além dos sindicalistas, grupos de sem-terra e de sem-teto, e militantes de pequenos partidos de esquerda. Em São Paulo, onde houve a maior concentração, a Polícia Militar estimou em 40 000 o número de participantes – pouco mais de um décimo dos 350 000 manifestantes que, segundo a mesma PM, foram à rua no domingo para protestar contra o governo de Dilma Rousseff.

Segundo Rui Falcão, o PT e seus satélites pretendiam “defender a democracia”. Para tanto, eles não se limitaram a gritar palavras de ordem em favor do partido e da presidente. Também ostentaram faixas de apoio a petistas presos por desviar dinheiro da Petrobras.

Em São Paulo, o alvo preferencial dos ataques foi o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adversário número um do Palácio do Planalto, e o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato. Também sobraram queixas contra o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por causa do ajuste fiscal.

Do alto de um carro de som, um cutista chamou o “grito de guerra”, mas ninguém entendeu: “O golpe tem nome, chama-se Agenda Brasil”, em alusão ao pacote de medidas proposto pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tentar dar fôlego ao governo. O ato terminou por volta das 21h45, com um grito de “fora Cunha, fora já daqui, e leva junto o Levy” e a leitura de um manifesto contra o ajuste fiscal e a Agenda Brasil.

Nas redes sociais, petistas tentaram emplacar diversas hashtags, mas a que fez mais sucesso nesta quinta-feira foi #marchadospixulecos, em referência à palavra preferida pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para se referir à propina que recebia.

Extraído da Revista Veja em 21/08/2015


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3 Comentários

Comentários 1 - 3 de 3Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. essa marcha deveria chamar-se de “marcha dos vadios”  bando de puxa saco dos petralhas e cutralhas … mas não mostram esses ignorantes reclamando em casa de sua própria conta tarifa de energia elétrica ? bando de cachorros sem dono ! lambedores do forebe do lula e dilma.

  2. O povão foi protestar no domingo contra o governo,mas estes vadios foram em dia de semana,dia de trabalho,fazer protesto,atrapalhando o transito…quem quer o progresso do Brasil?…eles(minoria)ou NÓS(maioria)?

  3. marcha dos vagabundos isso sim, “marcharam” a troco de pão com mortadela e uma lata de coca cola e esse custo quem paga? é o bolso do contribuinte, cuja verba os petralhas devem ter desviado de algum serviço social da criança, para sustentar essa cambada de malandros ociosos.

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