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A misoginia alcorânica

por Pr. João Flávio Martinez - qui dez 27, 12:02 am

Sempre lemos em sites e livros muçulmanos a escandalosa mentira: “No Islã homens e mulheres têm o mesmo valor”. Será que os muçulmanos ocidentais acham que somos tapados a ponto de pensar que vamos acreditar em suas mentiras estapafúrdias? Será que os imãs brasileiros ou os teólogos do Islã acham que somos obtusos e que de nós podem esconder os crimes do Islã e do seu profeta?

Os muçulmanos gostam de defender a tese de que o seu profeta trouxe isonomia entre homens e mulheres, além de uma grande valorização do sexo frágil. Há várias questões aqui que precisam ser levadas ao conhecimento do público. É verdade que no tempo de Maomé havia tribos beduínas que davam pouco valor à mulher, e esse desprezo pela mulher nós temos até hoje – e o islamismo é um dos exemplos desse lamentável episódio da História. Agora, também é verdade que havia muitas tribos que exacerbavam a mulher e até as cultuavam como deusas. Nas sociedades romana e grega, nos tempos da fundação do Islã, temos fatos que mostram que as mulheres tinham uma envergadura social considerável diante dos homens. As romanas e gregas podiam exercer o divórcio tanto quanto o esposo e tinha seus diretos civis assegurados por lei. Há na História de Roma mulheres poderosíssimas com virtudes até superiores aos homens. Na mitologia grega há também várias deusas poderosas e que despertavam fascínio nas sociedades e as faziam totalmente matriarcais. O orientalista Margoliouth, em sua obra “Maomé e a ascensão do Islã”, retrata que “Em algumas (tribos árabes antes do Islã), o nascimento de uma filha era ocasião de felicitações especiais, em alusão ao dote ou dinheiro que traria aos pais”. Mostra também que em alguns casos “a dissolução do casamento era prerrogativa da mulher, não do homem… As instituições do paganismo não eram desfavoráveis à preeminência das mulheres que tinham os atributos da coragem ou do discernimento”. Então, o que vemos na historiografia, é que na época do profeta havia mulheres que possuíam status na sociedade e condições sociais para oferecer mais para o sexo feminino do que o proposto pelo profeta. A própria Karen Armstrong, em sua obra de Apologética em favor do Islã “Maomé: Uma Biografia do Profeta” mostra que Khadija, a primeira esposa do profeta, era uma viúva rica e bem sucedida, tanto que comprou a fidelidade do “santo” homem (ele só teve várias esposas depois da morte de Khadija).

O que compreendemos é que nos tempos do profeta já havia sociedades bem mais avançadas no cuidado com as mulheres e que a proposta alcorânica é inferior às já existentes na Arábia do século VII. Infelizmente, Maomé preferiu fazer uma dogmática retrógrada que envergonharia o mais pagão dos romanos e deixaria pasmado o mais singelo cristão grego do seu tempo. Ele foi conspurco, promíscuo e covarde com as mulheres. O Alcorão, escrito por ele (supostamente), é um livro que anatemiza, amaldiçoa, desvaloriza, desprestigia e estigmatiza as mulheres, deixando-as em uma situação inaceitável para a convivência em nossa sociedade. Corrobora comigo Margoliouth ao afirmar em sua obra que “…o Alcorão assegura que o nascimento de uma filha era considerado um infortúnio… Mesmo no período civilizado do califado, constatamos que a morte de uma filha na infância era vista como motivo para congratulações, sendo o pai, portanto, poupado de uma possível fonte de risco para sua honra”.

É impossível aceitar o desrespeito do Islã para com as mulheres e vamos mostrar o porquê disso dentro do próprio Alcorão citando alguns pontos.

A vontade da mulher é subjugada pelos desejos do marido. A fêmea deve estar sempre à disposição do macho, como se fosse um objeto seu que tem que servir para o deleite do homem.

Diz o Alcorão: “Vossas mulheres são vossas semeaduras. Desfrutai, pois, da vossa sementeira, como vos apraz” (Surata 2.223)

Corrobora com isso a hadith (ditos e feitos do profeta): “Se um homem convida sua esposa para dormir com ele e ela se recusa a ter com ele, então, os anjos enviam sua maldição sobre ela até a manhã.” (Bukhari)

Os maridos estão um grau acima de suas esposas e até no inferno a mulher é inferior ao homem.

O Alcorão na Surata 2.228 diz: “… embora os homens tenham um grau sobre elas”.

Veja a hadith: “O Profeta disse, Eu olhei para o Paraíso e encontrei pessoas pobres compondo a maioria dos habitantes; e eu olhei para o Inferno e vi que a maioria dos habitantes eram mulheres.” (Bukhari). Aqui é explicitada a visão estereotipada de Maomé, mostrando que a maioria dos habitantes do inferno são as mulheres, isso porque elas são ingratas e duras para com seus esposos. Entretanto, não há uma hadith que fale da dureza dos maridos para com suas esposas e dos muitos maus tratos perpetuados sobre o sexo feminino pelos algozes maridos.

O homem deve ganhar o dobro da partilha da herança que a mulher.

Diz o Alcorão na Surata 4.11: “Daí ao varão a parte de duas filhas”.

Claro, isso é absurdo e uma injustiça sacramentada. A mulher muçulmana não tem como fugir disso. Caso ela exija do irmão que a herança seja repartida de acordo com as leis democráticas (dos países ocidentais), ela se tornará uma transgressora da lei maometana. Os muçulmanos não têm como negarem: ou aceitam o Alcorão e admitem que a mulher é inferior ao homem, ou aceitam que isso é uma injustiça e que sua religião cometeu uma tirania histórica ao negar às mulheres um direito certo.

O testemunho de uma mulher vale metade do testemunho de um homem.

O Alcorão na Sura 2.282 diz: “… Chamai duas testemunhas masculinas dentre vossos ou, na falta destas, um homen e duas mulheres de vossa preferência …”

E ainda, o próprio profeta explica o porquê disso: “Não é que o testemunho de uma mulher equivale à metade do de um homem? As mulheres disseram, Sim, Ele disse: Isso é por causa da deficiência da mente feminina.” (Bukhari).

Está resolvido. Para o Islã o testemunho de uma mulher só pode valer metade do de um homem e isso devido ao fato de sua deficiência mental. Pessoalmente, penso que uma mulher no Ocidente aceitar esse tipo de coisa, só tendo mesmo deficiência mental.

Escravas são propriedades sexuais de seus donos masculinos e o livro “sagrado” do islamismo aprova esta conduta

O Alcorão na Surata 4.24 diz: “E vos é proibido esposardes as mulheres casadas, exceto as escravas que possuís … ”

Samir El Hayek, um dos teólogos mais relevantes no Brasil, diz o seguinte sobre o texto vergonhoso: “… isto é, as cativas da guerra contra aqueles que perseguem a fé… era permitido o casamento com as cativas casadas…” Ou seja, os homens podem casar com mulheres casadas de infiéis. Pior, admitem a possibilidade de se ter escravas ainda hoje. El Hayek chega admitir que ainda hoje em nossa sociedade ocidental existam casos de “escravidão branca”, mostrando que tal absurdo continua sendo tangível, apesar do fato ser visto de uma (fonte) hodierna. Acho que ele está se referindo a mulheres que são cativas no mundo da prostituição. Sei que é uma tentativa desesperadora na possibilidade de argumentação explicativa do texto obtuso e obscuro do Alcorão. Seria mais fácil admitir que tal impropério não seja mais válido pra hoje – mas fazer o quê, se o besteirol alcorânico não pode ser alterado?

Um homem pode ser polígamo com até quatro esposas, mas a mesma regra não se aplica às mulheres – elas não podem ter quatro maridos, pois seriam adúlteras e, por conseguinte, apedrejadas.

Surata 4.3: “podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tendes à mão…”

Alguém poderia argumentar que este texto traz em si uma cosmovisão tribal impraticável em nossos dias e como tal, para ser entendido, precisaria ser reinterpretado e contextualizado. Infelizmente, isso não poderia ser feito, pois para os muçulmanos o Alcorão não deve ser contextualizado ou reinterpretado, mas vivido na íntegra. Tanto é verdade que em países muçulmanos a poligamia é normal e até sacramentada como boa e religiosa. Mas o texto é pior do que parece, ele não só autoriza o homem a ter até quatro esposas (sendo uma injustiça com as mulheres que não têm o mesmo direito), mas a desfrutar vulgarmente das escravas que esse homem possa ter – “conformai-vos com o que tendes à mão”. A nota de rodapé do Alcorão traduzido por El-Hayek confirma que o texto se refere a escravas cativas. Não sei se o leitor já percebeu o grau de crueldade de Alá. O texto manda, se o homem tiver dinheiro, a ter quatro esposas com equidade entre elas. Agora, caso ele não tenha tantos recursos, pode-se contentar em abusar vulgarmente das suas escravas-objetos. Nem na Bíblia Satânica o diabo consegue ser mais sórdido do que Alá. Como costuma bazofiar o jornalista Boris Casoy – “Isso é uma vergonha”. Se eu fosse muçulmano, com certeza teria embaraço de ler um livro tão retrógrado e maldoso como o Alcorão.

Maomé desonrava as mulheres conscientemente e ao sabor dos seus próprios desejos sexuais

O Alcorão, na Surata 33.50 mostra isso: “Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas ou escravas), que Deus tenha feito cair em tuas mãos, as filhas de teus tios e tias paternas, as filhas de teus tios e tias maternas, que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), em relação às suas esposas e às que suas mãos direitas possuem, a fim de que não haja inconveniente algum para ti. E Deus é Indulgente, Misericordioso”.

Maomé teve na sua vida, além de Khadija, mais 12 esposas segundo a pesquisadora e escritora Sherry Jones. Ele realmente viveu, mesmo pra sua época, como um desregrado na questão sexual. Pior, sacramentou sua atitude banal como santa e religiosa colocando o texto no Alcorão como se ele estivesse recebendo uma autoridade especial vinda do céu pra ter as suas 13 esposas. Esta atitude desrespeita não só as mulheres, mas coloca em dúvida toda a inspiração do livro sagrado dos islâmicos. E mais, os muçulmanos gostam de dizer que Maomé foi apenas um profeta e um homem comum, mas ao ter tantas esposas e limitar a quatro aos seus seguidores, colocou-se como um ser que merecia mais que os outros as dádivas sexuais de Alá. O apetite sexual do profeta era tanto que até a sua nora ele reivindicou em casamento, sendo o seu filho adotivo obrigado a deixá-la para seu pai. Também reivindicou em casamento a filha do seu melhor amigo, Abu Back, de apenas nove anos. O quadro psicológico que descrevemos aqui sobre a vida de Maomé, mostra que, mesmo para aqueles dias, estava fora da realidade normal de um homem. Ele foi um impiedoso e opressor para as mulheres! O Alcorão é injurioso ao sexo feminino! Toda mulher que se preze deveria repudiar o desrespeito perpetrado pelo islamismo.

Maridos podem bater em suas esposas pelo motivo que lhe apraz. Até mesmo se eles temerem a desobediência, a surra pode ser merecida.

O Alcorão na Surata 4.34 diz:“… àquelas de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes”.

É repulsivo ler esse tipo de coisa, mas o marido muçulmano pode bater em sua esposa (ou esposas) sempre que ele achar que ela merece. A banalidade da violência é corriqueira e justifica a argumentação da escritora Ayaan Hirsi Ali de que o Islã é uma religião violenta por natureza. No Brasil, mesmo sem esse tipo de incentivo, já temos em demasia violência contra a mulher. Diante desse quadro, uma lei chamada “Leia Maria da Penha” foi criada para colocar na cadeia os maridos violentos. Parece que aos poucos estamos vencendo essa batalha, mas se a ideologia islâmica vier com força sobre nosso território, poderemos ter um lamentável retrocesso. Esperamos que isso não ocorra.

Concluindo

Sei que muito mais poderia ser dito, mas o espaço aqui não comporta todas as ofensas, sandices e desrespeitos dirigidos às mulheres no Alcorão. Termino meu artigo com um texto do livro “Nômade” de Ayaan Hirsi Ali: “A mente muçulmana precisa ser aberta… o Islã se ergue sobre a desigualdade sexual e a abdicação da responsabilidade e da escolha individual. Isso não é apenas feio – é uma monstruosidade… Maomé diz que meu marido pode me bater e que eu tenho metade do valor de um homem. Serei eu quem desrespeita Maomé ao criticar seu legado ou será ele quem me desrespeita?”.

Assista o vídeo e veja do que estamos falando:

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Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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