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A Originalidade do Alcorão

[1]A preservação do Alcorão é um forte argumento de sua veracidade para os muçulmanos. Eles atribuem a Allah a sua preservação, pois o tem como sendo exatamente o mesmo desde sua revelação. Samir El Hayek confirma dizendo:

“Os textos originais da maior parte dos primitivos “Livros Divinos” foram em sua quase totalidade perdidos, sendo que somente as suas traduções existem hoje. O Alcorão, por outro lado, existe hoje exatamente como foi revelado ao Profeta; nem uma palavra a mais, nem uma letra sequer foi trocada. Encontra-se a disposição, em seu texto original, fazendo com que a Palavra de Allah seja preservada agora, bem como por todo o porvir “(HAYEK. 2010 pág. 36).

De acordo com ele, todos os escritos originais se perderam, restando apenas os escritos corânicos, exatamente da forma como foi revelado ao profeta. Em outro texto escrito por Samir El Hayek foi encontrado o seguinte trecho:

O Califa Omar sentiu a necessidade de enviar cópias do texto autêntico aos centros provincianos, pois o estudo do Alcorão tinha sido encorajado em toda parte do império. Um de seus comandantes ao retornar de uma viagem, relatou que havia encontrado divergentes cópias do Alcorão e que havia às vezes, desentendimentos entre os diferentes mestres do livro. Otman, agora sucessor do Califa Omar autorizou-lhes a revisão. Quando a tarefa foi concluída, o Califa efetuou uma recitação pública da nova edição perante os presentes e os companheiros do profeta, e então enviou todas as cópias aos diferentes centros do vasto mundo islâmico, ordenando que dali por diante todas as cópias fossem baseadas na edição autêntica. Ele ordenou a destruição das cópias que, de algum modo, se desviassem do texto oficialmente estabelecido. (HAYEK. 2010 pág. 35, grifo meu).

Percebe-se que existe uma contradição neste ponto sobre o Alcorão ser exatamente da mesma forma que o original. Existe ainda outra história que conta com detalhes o achado do mais antigo Alcorão existente.

“Em 1972, durante a restauração da Grande Mesquita de Sana´a, no Iemem operários trabalhando em uma galeria nos interiores de uma das estruturas tropeçaram em um notável sepulcro….mesquitas geralmente não abrigam sepulcros e este sítio arqueológico não continha túmulos, nem restos mortais, nem jóias. Na verdade, esta sepultura continha nada mais do que um misto de documentos, papel e velhos pergaminhos, livros danificados e páginas soltas contendo textos em árabe. Qadhi Ismail AL-Akwa, então presidente da autoridade iemenita de Antiguidades buscou assistência internacional e conseguiu atrair a atenção de um estudioso alemão que organizou um projeto de restauração. Logo após o início do projeto, eles concluíram que se tratava de uma “tumba de papel” neste caso contendo aproximadamente mil diferentes pergaminhos contendo versões do Alcorão”. (LESTER. site).

Este achado continha fragmentos do mais antigo Alcorão existente. A respeito disso Gerd R. Puin, o alemão responsável pela tradução desses documentos comenta: “alguns destes fragmentos revelavam pequenas, mas intrigantes aberrações a respeito do texto corânico padrão. “tais aberrações, ainda, possuem efeitos desconcertantes sobre as reivindicações por parte de muçulmanos ortodoxos que o Corão que chegou a humanidade hoje é simplesmente a perfeita, a eterna e imutável palavra de Deus” (LESTER site).

Veja o vídeo:

Extraído da Monografia “O Alcorão e a Bíblia” de Tatiana Rubas

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