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A pseuda mensagem do evangelho dos mórmons

por Enviado por email - sex jul 05, 9:27 am

No limiar da história eclesiástica, Cristo já advertia aqueles que iriam dar continuidade a sua obra salvífica acerca dos falsos evangelhos, falsos mestres, falsas doutrinas e as interpretações esdrúxulas da sua Palavra quanto a sua vinda.

Exatamente hoje, passado mais de 2000 anos da sua morte,  ressurreição e ascensão aos céus, percebemos quão atual são aquelas palavras de nosso Senhor, proferidas naquelas terras empoeiradas  da Judeia. E na convicção da inerrância da Palavra de Deus, é que podemos com clareza desmascarar muitas seitas e falsas religiões que pregam um pseudo-evangelho, como é o caso da seita dos Mórmons ou Igreja de Jesus Cristo dos santos dos Últimos Dias com seu proselitismo sedutor.

A seita é dividida  em dois grupos principais: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Últimos Dias, cuja sede fica em Salt Lake City, em Utah, e a Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos do Últimos Dias, com sede em Independence, Missouri. Seu fundador foi , Joseph Smith, que em seu cerne doutrinário, deu forma aos seus devaneios, elaborando  estórias miraculosas sobre dois povos ou civilizações, narradas no “Livro dos Mórmons”.

Conforme, o “profeta” Joseph Smith, o primeiro povo chamado Jareditas, oriundos  da Torre de Babel, que segundo eles viveram por volta de 2.250 a.C., e segundo, a narrativa do Livro, esse povo deslocou-se da Europa para a costa da América Central; o segundo grupo, composto de judeus justos, cujo líder era um homem chamado de Nefi  saiu de Jerusalém, antes da destruição do Templo e do cativeiro Babilônico, por volta do ano 600 a.C. e, chegaram á América do Sul. O livro dos Mórmons pretende ser uma narrativa condensada  dos pontos mais importantes dessas duas civilizações.

“Afirmam em seu livro que os nefitas, dividiram-se em dois grupos e guerrearam entre sí: Nefitas e lamanitas, segundo os registros mórmons, Cristo veio á América, revelou-se aos Nefitas e pregou o Evangelho para eles,  e instituiu o batismo e a Santa ceia do Senhor. A posteriori, foram derrotados pelos índios Lamanitas”, (MARTIN. 1992. pg.108).

Porém, não há até hoje nenhuma evidência  científica da existência dessas civilizações ou povos, inclusive eles cometem uma aberração, uma mentira  quando compararam os índios americanos, lamanitas como descendentes dos semitas, oriundos dos judeus. Biólogos e antro pólogos concordam que é impossível traçar essa genealogia genética entre os semitas e o índios americanos, considerando  seus genótipos e fenótipos, pois são de raças distintas com inúmeros caracteres genéticos diferentes e incompatíveis entre sí relacionando-os as suas etnias.

Corroborando com o texto acima, Joseph Smith criou também  do seu imaginário uma certa escrita em hieróglifos da língua egípcia-reformada, encontradas nas supostas placas recebidas por ele e escrita por Mórmon( profeta e líder dos nefitas) e traduzida por Smith para o inglês, porém, nunca foram encontradas evidências do suposto hieróglifo por nenhum  egiptólogo até os dias de hoje. Como adendo, registramos que J. Smith recebeu a revelação de quatro tipos de placas de ouro: de Nefi, de Mórmon, as de éter, e as de Latão, ou as placas de Latão de Labão.

– As placas de Nefi, em linhas gerais continham  principalmente as história secular, embora houvesse as menores que narravam eventos sagrados.

– As placas de Mórmon, que continha um resumo das placas de Nefi, acrescidos de comentários dele, e algumas citações históricas escritas por seu filho Moroni.

– As placas de Éter. Estas continham a narração da história dos Jareditas, sintetizada por Moroni, que as comenta.

– As placas Latão, que foram entregues a Nefi quando do seu retorno á Jerusalém, e que contém principalmente vários textos das Escrituras Hebraicas, e citações genealógicas. José Smith afirma que recebeu diretamente as placas do anjo Moroni, em 1827, que havia ressuscitado.

“*Smith declara em seu livro que o texto citado no Livro do Apocalipse, 14.6-7 refere-se ao Livro dos Mórmons, isto é, o Evangelho Eterno”; também  o livro dos Mórmons, em I Nefi 13.4-6,28-29 e II Nefi 29.36 condena a Bíblia Sagrada, chamando-a de Livro mutilado, incompleto e cheio de erros que Satanás usa para escravizar os homens”, assim como declara nos textos acima citados que o fundador da Igreja é Satanás,(MARTINS.2015. pg. 23-24)

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A Palavra de Deus afirma  que “nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”, cf. II Co.13.8b, e “…, e porque nenhuma mentira vem da verdade”, cf.  I Jo. 2.21b, também,  está escrito que “ assim tão pouco pode uma fonte dar água salgada e água doce”, cf Tg. 3.12b.

Como dar credibilidade a essa pseudo-religião, onde o que está registrado em um dos seus principais livros que fazem parte do cânon da seita, não seja possível comprovar a veracidade e evidências históricas do que é afirmado no livro e que vai frontalmente de encontro a Bíblia Sagrada?

Analisando teologicamente suas doutrinas, já começa a ficar notório suas mentiras e falácias doutrinárias. O apóstolo Paulo afirma “Mas, ainda que nós mesmos  ou um anjo  do céu anuncie outro evangelho além do que vos tenho anunciado, seja anátema”. “Assim  como já vô-lo dissemos, agora de novo também vô-lo digo: se alguém vos anunciar outro evangelho , além do que vós recebestes, seja anátema”, cf. Gl. 1.8-9. É a marca do evangelho pregado pela seita mormonista, um evangelho de maldição, pois, está escrito no livro deles que “Joseph Smith alega ter recebido em 1827 as placas de ouro a partir das quais teria escrito o Livro dos Mórmons, pouco depois do histórico encontro das placas , que ele desenterrou  no monte Cumorah perto da cidade de Palmyra, Smith pôs-se a traduzir  os hieróglifos  nelas escritos em egípcio-reformado”, cf. (MARTINS, 1992. Pg. 100).

José Smith, seus irmãos Hyrum Smith e Samuel Smith, Oliver Cowdery, Peter Whitmer Jr.  fundaram a seita.  Brigham  Young, King Follet, Lorenzo Snow, líderes, que exaustivamente disseminaram  as doutrinas dessa  religião não-cristã e diabólica!

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Por Leonardo Melo


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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