- CACP – Ministério Apologético - http://www.cacp.org.br -

A regeneração antes da fé e da salvação?

Porque os Calvinistas insistem que os homens devem ser regenerados soberanamente antes que eles possam crer no evangelho quando a Bíblia afirma repetidamente que a regeneração vem por meio de crer no evangelho? Três dos cinco pontos da TULIP [1] entrariam em colapso se a frase de Paulo “Crê…e serás salvo” (Atos 16.31) fosse verdade?

Vimos que Calvino apesar de afirmar que “Somos justificados apenas por fé,”[1] insistiu que Deus regenera e justifica crianças sem fé. Ele então afirmou que Deus deve regenerar soberanamente todos que seriam salvos, embora a Escritura requeira a fé no evangelho para a regeneração ocorrer: “Sendo de novo gerados…pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre…e esta é a palavra que entre vós foi evangelizada” (1 Pedro 1.23, 25). Convencidos por Calvino, muitos evangélicos que rejeitam o erro das crianças ser regeneradas pelo batismo, aceitam, contudo a ideia que o eleito deve ser regenerado soberanamente antes que eles possam crer no evangelho.

De fato, a ideia de que a regeneração deve preceder a fé é essencial ao Calvinismo. O Sínodo de Dort afirmou: “Portanto, todos os homens…sem a graça regenerativa do Espírito Santo…nem são capazes nem desejosos de se voltar a Deus.”[2] White afirma que “A afirmação reformada é que o homem não pode entender e abraçar o evangelho nem responder em fé e arrependimento [ênfase dele] em direção a Cristo sem Deus primeiro o livrar do pecado e o dar vida espiritual (regeneração).”[3] Sproul afirma que “A visão Reformada da predestinação ensina que antes que a pessoa possa escolher a Cristo…ele deve nascer de novo…primeiro não se crê para se tornar nascido de novo.[4] O ponto básico da teologia Reformada é a máxima ‘regeneração precede a fé.'”[5] Igualmente Palmer insiste que “Somente quando o Espírito Santo regenera o homem, o torna vivo espiritualmente, o homem pode ter fé em Cristo e ser salvo.”[6] Concordando com esse dogma básico do Calvinismo, Piper afirma, “Nós não pensamos que a fé precede e causa o novo nascimento. A fé é a evidência de que Deus nos gerou de novo.”[7]

Mas a Escritura não diz que o novo nascimento vem como um resultado da fé? Paulo relembrou aos Gálatas que eles eram “todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3.26 ênfase adicionada). Ainda, White insiste que a “regeneração deve ocorrer primeiro.”[8] Aqui estão ainda mais afirmações de Calvinistas que contraditam diretamente a Palavra de Deus: “Um homem não é salvo porque ele crê em Cristo, ele crê em Cristo porque ele é salvo.”[9]; “Um homem não é regenerado porque ele primeiro creu em Cristo, mas ele crê em Cristo porque ele já foi regenerado.”[10]; “Nós não cremos a fim de ser nascido de novo, nós somos nascidos de novo a fim de de que possamos crer.”[11]; “Nenhum homem pode crer, a menos que ele seja gerado de Deus.”[12]

A Escritura diz o oposto repetidamente: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos 16.31); “Se creres em teu coração…serás salvo” (Romanos 10.9). Aqui estão mais alguns dos muitos textos da Escritura que afirmam, sem margem de erro, que a fé precede e é o sine qua non para receber a salvação/vida eterna por meio da regeneração: “e vem o Diabo e tira-lhes do coração a palavra, para que não se salvem, crendo” (Lucas 8.12); “Para que todo aquele que nele crê…tenha a vida eterna.” (João 3.15); “Aquele que crê…passou da morte para a vida.” (João 5.24); “Todo aquele…que crê nele…tem a vida eterna.” (João 6.40); “Aquele que crê em mim tem a vida eterna.” (João 6.47); “Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (João 11.25); “Estas coisas foram escritas…para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (João 20.31); “Se creres…serás salvo.” (Romanos 10.9); “aprouve a Deus…salvar os creem.” (I Coríntios 1.21); “Pela graça sois salvos por meio da fé.” (Efésios 2.8); “Para que em mim…Jesus Cristo mostrasse o exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna.” (I Timóteo 1.16); “Nós somos…daqueles que creem para a conservação da alma.” (Hebreus 10.39).

Que o evangelho deve ser crido especificamente para o novo nascimento ocorrer é claro: “O evangelho…é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.” (Romanos 1.16); “porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo.” (I Coríntios 4.15); “Ele nos gerou pela palavra da verdade.” (Tiago 1.18); “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus.” (I João 5.1).

Os Calvinistas às vezes revelam a falsidade de suas posições, por inadvertidamente fazer afirmações bíblicas, como quando Sproul escreve: “Uma vez que Lutero captou o ensino de Paulo em Romanos, ele nasceu de novo.”[13] Se Deus deve regenerar soberanamente o eleito antes que ele possa crer no evangelho, que nascer de Novo foi esse que Lutero recebeu depois que ele creu no evangelho?

White pergunta “Se uma pessoa pode ter fé salvífica sem o novo nascimento, então o que o novo nascimento efetua?”[14] Faz aqueles que creem em Cristo “filhos de Deus” como João disse: “deu-lhes o poder de serem feitos [por meio do novo nascimento] filhos de Deus, aos que creem no seu nome; foram…nascidos de Deus.” (João 1. 12, 13, ênfase adicionada).

Porque os Calvinistas, apesar de tantos textos bíblicos contrários, insistem que Deus deve regenerar os pecadores soberanamente antes que eles conheçam e creiam no evangelho? A resposta é simples: se esse não fosse o caso, três dos cinco pontos da TULIP entrariam em colapso: depravação total, eleição incondicional e graça irresistível. O totalmente depravado é incapaz de crer e, portanto deve ser regenerado sem fé. Nem a eleição incondicional ou a graça irresistível seriam necessárias se o não regenerado pudesse crer no evangelho.

White utiliza um capítulo inteiro (“A Inabilidade do Homem”) tentando provar que o homem “totalmente depravado” necessita da “habilidade” para crer no evangelho e, portanto deve ser regenerado soberanamente a fim de ser dada a fé para crer.[15] Que habilidade é requerida para crer em Cristo e recebê-lo? Nenhuma, claro. O “dom de Deus é a vida eterna” (Romanos 6.23). White falha em mostrar que alguma habilidade especial é requerida para crer em Cristo e assim receber o dom gratuito de Deus, a vida eterna.

O dom de Deus da vida eterna está em Cristo e é dada a todos que o recebem. Não há indícios que alguma habilidade é necessária para crer em Cristo. Para se crer em alguma coisa depende de duas habilidades que toda pessoa normal tem: um entendimento dos fatos e o desejo de crer. A Bíblia nunca diz que crer no evangelho é o único ato de crença que requer uma habilidade especial para a qual se deve ser primeiro regenerado – uma habilidade que Deus nega a todos, exceto a um grupo seleto. A menor criança com qualquer entendimento é capaz de crer em Cristo e em uma fé infantil receber o presente do perdão e a vida eterna, que Deus oferece graciosamente como um dom a todos. Paulo relembrou Timóteo que “E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.” (I Timóteo 3.15).

Como o Calvinista pode ignorar o ensino claro da Bíblia que a salvação é por fé e concluir que a fé vem como o resultado de ser salvo? Chega-se a essa teoria por dedução de alguns textos da Bíblia enquanto se ignora muitos outros, como, por exemplo, a afirmação de Cristo que “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer” (João 6.44). Desse texto White raciocina que o Pai deve regenerar uma pessoa antes que ele possa ter a fé para crer em Cristo. Mas Cristo não diz que nenhum homem pode vir a Ele a menos que o Pai o regenere, e não existe nenhuma base para concluir que o trazer [atrair] do Pai significa regeneração.

Além disso, enquanto a Escritura nunca diz que para vir a Cristo requer qualquer habilidade especial, a afirmação de Cristo não pode significar inabilidade. Antes, é como dizer “Ninguém pode entrar no museu sem um ticket.” Isso não tem relação com a habilidade passar pela porta; tem a ver com o fato que o acesso é restrito aos que possuem o ticket. É uma simples afirmação ao efeito que o pai deve trazer os homens a Cristo. Ele não diz que o Pai traz apenas alguns e não outros.

Para dar apoio à afirmação Calvinista concernente à alegada inabilidade do homem natural para crer no evangelho, White cita a declaração da Confissão Batista de Londres que “o homem perdeu toda a habilidade para querer desempenhar qualquer daquelas obras, boas espiritualmente, que acompanham a salvação.”[16] Mas que obras e que bem espiritual é requerido para a salvação? Absolutamente nenhum. As boas obras seguem a salvação como Efésios 2. 10 claramente diz: “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras.”

White argumenta que enquanto o “homem não regenerado” pode entender o evangelho, ele não pode “se submeter a esse evangelho.”[17] De fato, ele não é chamado para se submeter, mas simplesmente para crer. Nem White pode produzir um simples verso que afirme em linguagem clara que a pessoa não salva é incapaz de crer no evangelho.

White trabalha duro para apoiar “a doutrina Reformada da depravação total do homem e a servidão do homem ao pecado.”[18] Ele argumenta que um homem não regenerado “pode escolher não cometer um ato particular de pecado: o que ele não pode escolher é fazer o que é espiritualmente agradável a Deus…não se pode escolher fazer o que é santo e justo diante de Deus a menos que lhe seja dada uma nova natureza na regeneração.”[19] Claro. Ele parece esquecer que a salvação é oferecida a pecadores, não a feitores de boas obras que “espiritualmente agradam a Deus.” Mesmo se o não regenerado pudesse fazer obras agradáveis a Deus, elas não ajudariam, porque a salvação não é “por obras” (Efésios 2.9). Fé, não obras, é o ingrediente essencial: “Aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe.” (Hebreus 11.6). A fé deve preceder até mesmo a vinda a Deus.

Em The Potter’s Freedom, White cita as palavras de Cristo aos Judeus: “Por não poder ouvir a minha palavra.” (João 8.43) e faz uma paráfrase da afirmação de Paulo que “O homem natural…não pode entender…as coisas do Espírito de Deus” (I Coríntios 2.14) como uma prova a mais da inabilidade do homem natural, não regenerado, para crer no evangelho.[20] Ele então argumenta que “algo deve acontecer antes [ênfase dele] que uma pessoa possa ‘ouvir’ ou crer em Cristo: e essa é a obra de Deus em regenerar o homem natural e o trazer a vida espiritual.”[21] Esta é uma dedução que, como tenho mostrado, não apenas não tem nenhum apoio bíblico, mas é contraditada repetidamente pela Bíblia.

Não pode é usado com frequência na palavra de Deus com o significado de outra coisa além de inabilidade. Por exemplo, é usado com frequência no sentido de restrição moral; e.g., Genesis 34.14; 44.22; Números 22.18; Juízes 11.35; Isaías 59.1. É usado também com frequência, como no caso dos exemplos de White, a denotar não inabilidade, mas falta de disposição, não uma impossibilidade, mas uma escolha: e.g., Josué 24.19; Salmo 77.4; Jeremias 24.3, 8; Marcos 11.33; Lucas 11.7; 14.20; 16.3; Hebreus 9.5. Além disso, como destacamos no capítulo 12, em I Coríntios 2.14, Paulo não está se referindo ao evangelho, mas as “profundezas de Deus” (I Coríntios 2.10), que Pedro diz que “os ignorantes e instáveis” deturpam para sua própria destruição (II Pedro 3.16).

O Calvinista falha (de fato, ele nem sequer tenta) apoiar da Bíblia a ideia que mesmo o pecador mais depravado é incapaz de crer no evangelho, muito menos que para fazê-lo necessite de alguma “habilidade” que falta no homem natural. Existem muitas passagens na Bíblia afirmando que o homem é pecaminoso, um ímpio rebelde alienado de Deus. Mas não existe nenhuma para apoiar a declaração que os pecadores depravados, não importa o grau de impiedade, carecem de alguma habilidade especial requerida para crer em Cristo. Nenhuma!

Não há nem sinal em lugar algum da Escritura que alguma habilidade especial é requerida para realizar alguma ordem, desde não comer do fruto da árvore do conhecimento a não cometer assassinato ou adultério. Não existe nem sugestão alguma de habilidade especial foi jamais requerida para realizar a Páscoa, clamar a Deus por misericórdia para “se voltar ao Senhor” (Isaias 55.7). Não há nenhum texto bíblico que diz que alguém necessita de uma habilidade especial para buscar ao Senhor com todo o seu coração e encontrá-lo (Jeremias 29.13-14). O requerimento de habilidade especial foi inventado para apoiar o Calvinismo.

A Páscoa (a qual retornaremos) é reconhecida mesmo pelos Calvinistas ser uma bela figura do Sacrifício de Cristo e a redenção oferecida a todos por meio do Seu sangue derramado pelos pecados do mundo. Inquestionavelmente, a oferta de livramento do julgamento de Deus naquela noite no Egito foi feita por todos sem exceção – mesmo os Egípcios que estavam desejosos de se juntar a Israel.[22] Tudo o que foi requerido – e foi requerido de todos – foi crer no pronunciamento de julgamento de Deus e na promessa de livramento e em fé matar o cordeiro, aplicar o sangue nos umbrais e comer a Páscoa dentro da casa enquanto o anjo destruidor passava por toda a terra.[23] Isto foi feito aparentemente por todos de Israel sem qualquer habilidade especial requerida. Nem sequer existe alguma sugestão de que Deus teve que os regenerar a fim de os dar a fé para crer e obedecer os seus mandamentos.

Certamente nem os israelitas ou os egípcios foram regenerados para os capacitar a crer nas promessas de Deus e realizar a Páscoa. Nicodemus foi um rabino piedoso que observou a Lei no melhor de sua habilidade e ele ainda não havia nascido de novo ou mesmo ouvido o termo, porque este conceito não se encontra no Antigo Testamento. Ainda houve muitos homens e mulheres no Antigo Testamento, de Enoque e Noé, a Davi e os Profetas, que viram, conheceram e obedeceram a Deus. Então, como pode ser dito que para buscar a Deus e crer nele deve-se primeiro ser regenerado soberanamente? Isto não é bíblico.

A maioria dos israelitas eram impiedosos, como sua rebelião e idolatria subsequente provaram. Embora “totalmente depravados” – e sem ser “regenerado” e dada fé de forma sobrenatural – eles creram na promessa da Páscoa e cumpriram as obras requeridas “agradando a Deus” aplicando o sangue do cordeiro. Talvez dois milhões creram, obedeceram e foram libertos do Egito. Ainda, a grande maioria daqueles que viajaram com Moisés pelo deserto por 40 anos provaram que eles não eram do Senhor por sua idolatria e rebelião contínua contra Ele.[24]

Inquestionavelmente a promessa de Deus foi por todo o Israel e foi sua boa intenção os abençoar, a todos, com seu cumprimento.[25] Todo israelita (não apenas alguns “eleitos” entre eles) foi esperado crer nas promessas de Deus e entrar na Terra Prometida por fé. No entanto, de toda esta geração que realizaram a Páscoa e deixaram o Egito, apenas Calebe e Josué entraram em Canaã.

O tratamento de Deus com Israel nem mesmo sugere que a regeneração teve que ocorrer antes que os israelitas pudessem ouvir Sua voz e obedecê-lo. Seus mandamentos, promessas e advertências não foram para certo número entre eles, mas para todos:

Agora, pois ó Israel, que é que o Senhor pede de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus Caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma, que guardes os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem? (Deuteronômio 10. 12-13).

Não há sinal que Deus precisou regenerar soberanamente nenhum deles antes que eles pudessem se submeter a Ele totalmente. Mas o Calvinista argumenta que o homem natural estando “morto em transgressões e pecados” (Efésios 2. 1) é “não mais capaz de responder a Deus do que um cadáver.” MacArthur reitera “Como pode uma pessoa que está morta em pecado, cegada por Satã…exercer fé salvífica? Um corpo não poderia sair do túmulo e andar.”[26] Então porque nós somos ordenados a pregar o evangelho aqueles que nem podem ouvir nem crer?

Não há nenhum texto bíblico para apoiar esta visão. De fato, como vimos, a Bíblia ensina o oposto. O erro está em igualar morte espiritual com morte física. Claro, um corpo não pode andar – mas também não pode pecar. E que o espiritualmente morto pode crer é claro: “Que vem a hora e agora é…em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem [ou seja, prestar atenção e crer] viverão.” (João 5.25; veja também Efésios 5.14). Claramente o espiritualmente morto, longe de precisar ser primeiro regenerado soberanamente, ouve o evangelho, crê nele, e como resultado de crer, recebe por fé a vida eterna, ou seja, a regeneração. No entanto, o Calvinista continua a ensinar que a regeneração precede da fé porque do contrário a TULIP entraria em colapso.

Por Dave Hunt

Tradução Walson Sales

Fonte:

HUNT, Dave. WHITE, James. Debating Calvinism: Five Points, Two Views. Colorado Springs, CO.: Multnomah Books, 2004, pp. 281-291

____________________________________

[1] John Calvin, The Epistles of Paul the Apostle to the Romans and to the Thessalonians (grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1961), 28-29.

[2] Canons of Dort (Dordrecht, Holland: 1619), III, IV: 3.

[3] James R. White, The Potter’s Freedom: A Defense of the Reformation (Amityville, N.Y.: Calvary Press, 2000), 101.

[4] R. C. Sproul, Chosen by God (Chicago: Tyndale, 1986), 72.

[5] Ibid., 10.

[6] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1999), 27.

[7] John Piper and Pastoral Staff, TULIP: What We Believe about the Five Points of Calvinism (Minneapolis, Minn.: Desiring God Ministries, 1997), 11.

[8] White, Potter’s Freedom, 84.

[9] Loraine Boettner, The Reformed Doctrine of Predestination (Phillipsburg, N. J.: Presbyterian & Reformed, 1932), 101.

[10] Arthur W. Pink, The Holy Spirit (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1978), 55.

[11] Grover E. Gunn, The Doctrines of Grace (Memphis, Tenn.: Footstool, 1978), 8.

[12] John Calvin, Commentary on the Gospel According to John (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1984), 43; citado em White, Potter’s Freedom, 183.

[13] R. C. Sproul, The Holliness of God (Chicago: Tyndale, 1993), 144.

[14] White, Potter’s Freedom,185.

[15] Ibid., 75-89.

[16] Citado em White, Potter’s Freedom, 78.

[17] Ibid., 101.

[18] Ibid., 79.

[19] Ibid., 113, 115.

[20] Ibid., 109.

[21] Ibid., 112-3.

[22] “Assim partiram os Filhos de Israel…cerca de seiscentos mil a pé…sem contar as crianças. E subiu com eles muita mistura de gente” (Êxodo 12. 37-38). “E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo…” (Números 11.4).

[23] Êxodo 12. 6-13.

[24] Atos 7. 40-43.

[25] Exemplo, Salmo 81.

[26] John MacArthur Jr., Saved Without a Doubt (Colorado Springs, Colo.: Chariot Victor, 1992), 58.

[2] [3]Compartilhar [4]