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A Septuaginta

por Prof. Paulo Cristiano da Silva - seg set 10, 5:16 pm

Geralmente a tradução do hebraico para o grego chamada Septuaginta é colocada em dúvida pelos adeptos do Nome Yehôshuah.

Dizem que um rei pagão a fim de adulterar a Palavra de Deus ordenou que os tradutores judeus mudassem o nome do Messias na nova versão. Mas como veremos isto é mais uma acusação sem provas. Por exemplo, se os gregos estivessem com um plano premeditado em mudar o nome do Messias a fim de zombá-lo com nomes pagãos, por que então mudaram todos os nomes? Por que não mudaram somente o nome Yeshuah? Por que o resto dos outros nomes foram mudados também; inclusive nomes de deuses pagãos? Estariam eles tentando fazer o mesmo (zombando) com o nome dos outros deuses pagãos? Os adeptos destes deuses não teriam a mesma razão em usar os mesmos argumentos que os adeptos do Nome Sagrado? Pense nisso!

O Contexto Histórico

A advertência de um grande exílio para o povo de Deus era uma profecia conhecida de todo judeu.

A profecia dizia que a partir do momento que Israel deixasse o seu Deus, Ele os desterraria para os quatro cantos da terra. Quando isto aconteceu o Senhor enviou o povo para a terra dos assírios e babilônios. As tribos do norte de Israel nunca voltaram e só uma parte das tribos do sul de Judá retornaram a terra.

Os setenta anos de Judá no cativeiro provocaram grandes mudanças nas pessoas. Até certo tempo abandonaram o verdadeiro Deus e desobedeceram Sua Lei. Mas ao mesmo tempo, eles não eram tão diferentes dos hebreus que eles tinham sido. Muitos haviam se casado com mulheres estrangeiras e seus filhos já não falavam a língua de seus pais (Nm. 13.23,24). Muitos escolheram ficar nos países em que ficaram desterrados, onde perderam a habilidade de falar o hebraico.

Entre 336-324 a.C., Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, conquistou muito do que era então o mundo conhecido. Além de ser um grande conquistador militar, também foi um conquistador cultural e trouxe com ele em seus novos territórios a cultura e o idioma grego. Alexandria, no Egito, se tornou o centro de sua cultura helênica. Um considerável número de judeus, particularmente aqueles em Alexandria, aceitaram o grego como seu idioma.

Aos judeus de dentro e fora de Israel, as Escrituras tinham se tornado um livro fechado.

Mais judeus viveram fora da Palestina que dentro dela. Poderiam se encontrar comunidades de judeus em Alexandria (Egito), Antioquia (Síria), Ásia Menor, Grécia e Itália. Seu idioma era o grego, a língua franca do mundo mediterrãneo. Inclusive a tradição de se passar a Escritura de pai para filho corria perigo. O povo precisava da Escritura em seu próprio idioma se desejavam continuar na fé.

A origem da Septuaginta 

Muito se tem debatido sobre a origem da Septuaginta. Existem duas versões: uma lendária e a outra mais realista.

A versão lendária 

A história mais popular da tradução da septuaginta é envolta em mito e lenda. Segundo Aristéias, um judeu helênico do século II a.C., Ptolomeu Filadelfo preparou sua corte em Alexandria e se dedicou a aumentar sua biblioteca ali para conter tantos livros quanto possível. O presidente da biblioteca, Demétrio, falou ao rei sobre os livros da Lei dos judeus e pediu ao rei que os tivesse em grego na biblioteca. Segundo este relato, Filadelfo enviou setenta e dois estudiosos hebreus, seis de cada tribo de Israel, para a empreitada. Ele colocou estes homens na ilha de Faros, onde cada um trabalhou em separado em sua própria tradução, sem a consulta entre si. Segundo a lenda, quando foram comparar seu trabalho, as setenta e duas cópias mostraram-se idênticas.

Esta história, talvez improvável, convenceu a muitos (como Agostinho) que a septuaginta tinha uma qualidade sobrenatural (inspirada).

Crítica

Ainda que possua características lendárias, a narrativa de Aristéias ganhou crédito pois continha fatos reais: Aristóbulo (170-50 a.C.), em uma passagem preservada por Eusébio, afirma que “através dos esforços de Demétrios de Fálero, uma tradução completa da legislação judaica foi realizada nos dias de Ptolomeu”; o relato de Aristéias é repetido quase que literalmente por Flávio Josefo (Ant.Jud. XII,2) e substancialmente – com a omissão do nome de Aristéias – por Filo de Alexandria (De Vita Moysis II,6). A carta e o relato foram aceitos como genuínos por muitos escritores eclesiásticos até o início do séc. XVI; outros detalhes que serviram para enfatizar a extraordinária origem da versão foram acrescentados ao relato de Aristéias: os 72 intérpretes foram inspirados por Deus (Tertuliano, Santo Agostinho, o autor de “Exortação aos Gregos” [Justino?], entre outros); durante a tradução eles não consultaram uns aos outros, pois foram mantidos em celas separadas – quer individuais, quer em duplas – e suas traduções, quando comparadas, estavam em perfeita concordância com o sentido e expressões empregadas no texto original e, inclusive, de umas com as outras (“Exortação aos Gregos”, Santo Ireneu, São Clemente de Alexandria – São Jerônimo rejeitou o relato das celas isoladas afirmando que era fantasioso e falso (Praef. in Pentateuchum; Adv. Rufinum II, 25), bem como a alegada inspiração da Septuaginta); e, finalmente, de que os 72 intérpretes traduziram não apenas os cinco livros do Pentateuco mas todo o Antigo Testamento hebraico.

A versão mais razoável

Como para o Pentateuco o seguinte ponto de vista parece plausível, podemos também aceitar em linhas gerais: os judeus, nos dois últimos séculos antes de Cristo, eram tão numerosos no Egito, especialmente em Alexandria, que, em certo momento, passaram a constituir 2/5 da população total. Pouco a pouco a maioria deles deixou de usar ou esqueceu a língua hebraica em grande parte, caindo no perigo de esquecer a Lei. Conseqüentemente, tornou-se costumeiro interpretar na língua grega a Lei que era lida nas sinagogas e, naturalmente, após certo tempo, alguns homens zelosos pela Lei resolveram compilar uma tradução grega do Pentateuco. Isto ocorreu por volta de meados do séc. III a.C.. Para os demais livros hebraicos – os proféticos e históricos – foi natural que os judeus alexandrinos, fazendo uso do Pentateuco traduzido em suas reuniões litúrgicas, desejassem também a tradução destes; então, gradualmente, todos os livros foram sendo traduzidos para o grego, que se tornara a língua maternal destes judeus; tal exigência aumentava conforme o seu conhecimento de hebraico ia reduzindo dia a dia. Não é possível determinar com precisão o tempo ou os eventos que levaram a estas diferentes traduções; mas é certo que a Lei, os Profetas e, ao menos, parte dos outros livros (i.é, os Hagiógrafos) existiam antes do ano 130 a.C., como aparece no prólogo do Eclesiástico, que não data abaixo deste ano. É difícil determinar também onde as diversas traduções foram feitas, pois as informações são muito escassas. A julgar pelas palavras e expressões egípcias que ocorrem na versão, a maioria dos livros deve ter sido traduzida no Egito, muito provavelmente na Alexandria. Ester, entretanto, foi traduzido em Jerusalém (XI, 1).

Quem e quantos eram os tradutores? Existe algum fundamento para o número de 72, como declara a lenda (Brassac-Vigouroux, nº 105)? Parece impossível responder essas questões; os talmudistas dizem que o Pentateuco foi traduzido por cinco intérpretes (Sopherim, c.1.). A história não nos oferece outros detalhes, mas um exame do texto mostra que, em geral, os autores não eram judeus palestinenses enviados ao Egito; diferenças de terminologia, método etc. provam claramente que os tradutores não eram os mesmos para os diferentes livros. É impossível também dizer se a obra foi executada oficial ou privativamente, como parece ser o caso de Eclesiástico; contudo, os diferentes livros, após traduzidos e dispostos em conjunto (o autor de Eclesiástico conhecia a coleção), foi recebida como oficial pelos judeus de língua grega.

O caso é que a versão grega é uma realidade inegável e foi bem acolhida pelos judeus alexandrinos, que logo a difundiu pelas nações onde o grego era falado; foi usada por diferentes escritores e suplantou o texto original nas cerimônias litúrgicas. Filo de Alexandria a utilizou em seus escritos e considerava os tradutores profetas inspirados; finalmente, ela foi acolhida pelos judeus da Palestina e foi notavelmente empregada por Josefo, historiador judeu palestinense. Sabemos também que os escritores do Novo Testamento fizeram uso dela, utilizando-a na maioria de suas citações. Ela tornou-se o Antigo Testamento da Igreja e foi altamente estimada pelos cristãos primitivos, de modo que muitos escritores declararam-na inspirada. Os cristãos recorriam à ela constantemente em suas controvérsias com os judeus; estes logo reconheceram suas imperfeições e, finalmente, a rejeitaram em favor do texto hebraico ou de traduções mais literais (Áquila e Teodocião).

Os apóstolos usaram a Septuaginta?

Tudo parece indicar que sim. Muitas passagens do Velho Testamento citadas pelos autores do Novo Testamento seguem de perto a Septuaginta ao invés do texto hebraico.

Isto é fácil de constatar, pois embora ofereça exatamente em forma e substância o verdadeiro sentido dos Livros Sagrados, difere consideravelmente do texto hebraico. Essas discrepâncias, porém, não são de grande importância, mas apenas assunto de interpretação. Podem ser assim classificadas: algumas são oriundas dos tradutores que tiveram à sua disposição recensões hebraicas diferentes daquelas que são conhecidas como massoréticas; às vezes os textos variam, outras vezes, os textos são idênticos, mas lidos em ordem diferente. Outras discrepâncias devem-se à personalidade dos tradutores; para não se falar da influência exercida em suas obras em razão de seus métodos de interpretação, as dificuldades inerentes da tarefa, seus maiores ou menores conhecimentos de grego e hebraico: eles acabaram traduzindo diferentemente dos massoretas justamente porque liam os textos de forma diferente; é pois natural que o hebraico, escrito em caracteres quadrados, e certas consoantes bem similares na forma fossem vez ou outra confundidos, ocasionando erros de tradução; mais: o texto hebraico era escrito sem qualquer espaçamento entre as palavras e os tradutores facilmente poderiam confundir a separação das palavras; finalmente, como o texto hebraico não dispunha de vogais, eles poderiam suprir as palavras com vogais diversas daquelas que foram usadas mais tarde pelos massoretas.

Passagens em que o Novo Testamento cita a Septuaginta

“As citações do Antigo Testamento são 41 no total, das quais 21 em comum com Marcos e Lucas; todas essas 21 citações seguem o texto da LXX (Septuaginta)…”. (Dicionário Bíblico John L.Mackenzie pág 588)
É óbvio como veremos que os escritores do Novo Testamento basearam-se na versão LXX para citar os textos do Novo Testamento. Se eles considerassem errado transliterar o nome Sagrado Eloim para Théos, o tetragrama YHWH para Kuryos e Yehoshuah para Iesous, nunca teriam feito uso dela. Mas o caso é que eles a citaram em abundância no Novo Testamento.

Eis alguns poucos exemplos:

Encontramos um bom exemplo do uso da Septuaginta entre os judeus da Judéia quando lemos os capítulos 6 e 7 dos Atos dos Apóstolos. Aí lemos que Estêvão, cheio do Espírito Santo (At. 6,10), foi levado ao Sinédrio pela multidão (At. 6,12); Estêvão, então, se dirigiu aos judeus e contou-lhes como Jacó trouxe seus 75 descendentes para o Egito:

“Então José mandou buscar Jacó, seu pai, e toda sua parentela, em número de setenta e cinco pessoas. Desceu Jacó para o Egito e aí morreu, ele e também nossos pais” – Atos 7,14-15

Mas os manuscritos hebraicos nos dizem que Jacó trouxe 70 descendentes para o Egito (cf. Gên. 46,26-27; o texto hebraico também recorda “70” em Deut. 10,22 e Ex. 1,5). Ora, o Sinédrio judaico e os sacerdotes bem sabiam que Deut. 4,2; 12,32; Sal. 12,6-7 e Prov. 30,6 proíbem que se acrescente ou retire algo da Palavra de Deus. Com efeito, por que o Sinédrio e os sacerdotes não se escandalizaram com a afirmativa feita por Estêvão, de que Jacó trouxera 75 descendentes? Por que não o acusaram de “perverter a Escritura”? Quando lemos esses versículos, notamos que os judeus pareciam nem mesmo piscar. Em ponto algum desta passagem encontramos qualquer sugestão de que a raiva nutrida pelos judeus contra Estêvão havia se originado de uma possível “perversão das Escrituras”. Ao contrário, eles mataram Estêvão porque foram por este confrontados com a pessoa do Senhor Jesus – que era realmente o Cristo, e, ao contrário de ser por eles recebido, foi assassinado do mesmo modo que seus predecessores, os profetas (At. 7,51-53)!

A explicação para a discrepância numérica na história de Jacó narrada por Estêvão é simples: ele está citando Gênese (46,26-27) a partir da versão grega dos Setenta, a Septuaginta, a qual possui cinco nomes a mais (total de 75 nomes) que o texto massorético hebraico. Os cinco nomes que faltam no texto hebraico foram preservados na Septuaginta, em Gên. 46,20, onde Makir, filho de Manassés, e Makir, filho de Galaad (=Gilead, no hebraico), são apontados, posteriormente, como os dois filhos de Efraim, Taam (Tahan, no hebraico) e Sutalaam (Shuthelah, no hebraico) e seu filho Edon (Eran, no hebraico).

O Sinédrio certamente teria contestado a afirmação de Estêvão se a Septuaginta não fosse usada ou aceita pelos judeus da Judéia. Com efeito, o fato de a Septuaginta ter sido encontrada entre os manuscritos do Mar Morto bem demonstra que esse era o caso.

Sendo, pois, uma realidade que ambas as versões (a Septuaginta e a hebraica) eram de uso comum na Judéia do primeiro século, o Sinédrio não se surpreendeu ou se escandalizou com a declaração de Estêvão. Afinal, o fato de serem 70 ou 75 o número de descendentes de Jacó não se revelava doutrina importante para os judeus e, ao que parece, também havia muitos judeus no outro lado da questão.

Outro exemplo, ainda usando as citações de Estevão, é o nome de um deus pagão que se encontra em Atos 7. 43. Estevão citou-o como Renfã. Acontece que esta citação é de Amós 5.26. No texto hebraico o nome do deus é Quijum ou Quijum. Estevão citou a versão da Septuaginta que traz Renfã e não Quijum do texto hebraico.

Um caso interessante do uso dos escritores do NT da septuaginta é Mt. 1.23 no qual o escritor do Evangelho cita Is. 7.14. A palavra hebraica almah, traduzida por alguns como “mulher jovem” e não necessariamente uma virgem, traduz-se na septuaginta como parthenos. Esta palavra grega significa virgem, indicando que os judeus antes do tempo de Cristo entenderam perfeitamente esta profecia. Outros judeus depois do advento do cristianismo traduziram a palavra em grego como neanis, ‘jovem mulher’, para afastar a profecia sobre Jesus. Mateus cita a septuaginta e a aplica a Jesus.

Outros escritores do NT também usaram a clara tradução da septuaginta em seus escritos.

Um exemplo é o uso que Jesus faz da versão Septuaginta que se encontra em Sua resposta ao diabo em Mt. 4.4. O texto hebreu em Dt. 8.3 diz: “da boca do Senhor”; a Septuaginta diz “da boca de Deus.” É este último que Jesus cita.
Também a citação de Êxodo 3.6 em Mateus 22.32, quando Deus diz: “Eu sou o Deus de teu pai…” Essa citação corresponde ao texto da Septuaginta que apresenta a palavra “sou” (eimi) que não está de fato expressa no original hebraico.

Em Hb.1.6, há uma citação do salmo 97.7. A passagem do VT fala das “imagens esculpidas”, “ídolos” e “deuses”. A palavra final em hebraico é elohim (deuses); a septuaginta reza aggeloi (anjos). O livro de Hebreus toma a septuaginta e a incorpora, na qual diz que “todos os anjos de Deus” adorem a Jesus.

Por isso, quando Lucas afirma que os crentes de Beréia conferiam nas Escrituras as citações de Paulo feitas do Antigo Testamento podemos ter certeza que eles tinham às mãos a versão grega da LXX.
Suponhamos que Paulo tivesse decidido elaborar nova tradução mais exata para a língua grega com base no texto hebraico, sem intermediações. Não poderiam os bereanos replicar: “Não é assim que lemos em nossa Bíblia. Como vamos saber se você não distorceu a Palavra, produzindo versões diferentes aqui e ali?”

A fim de evitar suspeitas e más interpretações, era imperativo que os apóstolos e evangelistas permanecessem fiéis à Septuaginta em sua pregação e ensino, tanto na forma oral como na escrita.

Sabemos que esta versão usada e citada amplamente pelos apóstolos e posteriormente pela igreja primitiva trazia o nome Iesous para Josué. E quando os apóstolos foram escrever sob a inspiração do Espírito Santo, transliteraram o nome do Salvador para Iesous de onde vem o nosso Jesus.


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22 Comentários

Comentários 1 - 22 de 22Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. Maravilhoso artigo.

    Glória a Deus.

  2. Muito bom, muito bem explicado, glória a Deus

  3. Eu acredito que a Septuaginta foi completada antes de 130 A.C para Judeus que falavam Grego no Egito.mais também a Septuaginta foi a Versão Grega do Antigo Testamento Usada pela Igreja de Jesus.

  4. O texto é bom. Mas cadê a bibliografia?

  5. Manasses SENDO FILHO DE JOSE PODERIA TER SUBIDO AO EGITO COM JACÓ ? OS FILHOS DE MANASSÉS NETOS DE JOSÉ E BISNETOS DE JACÓ TAMBÉM PODERIAM TER SUBIDO COM JACÓ ? …

  6. ..entao os nomes nao faltam no hebraico porque esses nomes nao fazem parte dos que subiram com Jacó ao Egito  foram acrescentados na XLL não se pode então usar a expressão “esses nomes foram preservados na XLL”…

  7. esses nomes nem deveriam serem relacionados com os que subiram com JACÓ..JESUS falou como diabo em grego ou hebraico,aramaico? …os apostolos sabiam exatamente o nome e a pronuncia do  nome de JESUS e mesmo assim é 

  8. entao os catolicos tem razao ao afirmar que nossas biblias sao incompletas, se a igreja primitiva usava  a Septuaginta com os tais livros apocrifos.

    1. “nossas biblias incompletas ” que ignorância ! onde Jesus e ou algum dos apostolo do Senhor citou macabeus ? Judite ? Tobias ? anjo Rafael ? os judeus ortodoxos também não aceitam esses livros. a tradução Almeida não é incompleta, e sim a católica que é extrapolada em livros. 

    2. Exato ! A igreja Primitiva usava a “Bíblia Católica”

    3. Hey JCP na Epístola de S. Judas é citada uma profecia do livro de Enoque … ele não tá em nenhuma destas bíblias mas sabe-se que era sim um livro usado pelos apóstolos …

      Estudar é bacana… parem de pensar no que o pastor fala … pesquisem …

    4. Perfeito. A Santa Igreja Católica, COLUNA E SUSTENTÁCULO DA VERDADE.
      Não tenha preconceitos com os dogmas da Santa Igreja. Tudo de baseia na Fé Apostólica, na Fé da Igreja primitiva. Não existe nada de “novo”. O que foi evoluindo foi o entendimento da Revelação em Cristo.

    5. Opa, jcp,

      Os Ortodoxos ACEITAM sim estes livros. Na verdade eles aceitam alguns a mais que os católicos.

  9. Carlos Luminatti qua ago 17 at 6:51 pm “na Epístola de S. Judas é citada uma profecia do livro de Enoque … ele não tá em nenhuma destas bíblias mas sabe-se que era sim um livro usado pelos apóstolos ”

    o trecho ou o verso inspirado é somente o que Judas citou.

    1. Carlos Luminatti qua ago 17 at 6:51 pm “…parem de pensar no que o pastor fala …”

      está me chamando de maria-vai-com-as-outras ? saiba que não sou isso, sabe por que? porque não sou filho de seu pai e nem de sua mãe para tal. rsrs .
      tradução dinâmica só Almeida e similares.

  10. Bom dia, O relato de que os 72 judeus se reuniram na Ilha de Faro está presente também na Carta de Aristeias? Estou perguntando, pois até onde sei este relato ocorre somente na obra do filósofo Fílon de Alexandria. Por favor, enviem também a bibliografia utilizada? Obrigado.

  11. muito top!
    falta só a bibliografia,por favor cadé a bibliografia isso será + confiavel!

  12. Mas a versão usada pelos cristão é a versão dos setenta amigo, eles foram inspirados por Deus? ou estou errado?

  13. A versão que os 70 usamos vem da versão dos setenta, amigos..Eles foram inspirados por Cristo? Ou estou enganado? Cadê as fontes confirmando que vc diz?

  14. No primeiro século falava aramaico (hebraico) At 21:40, Jesus faz uso da Bíblia hebraica tendo em vista cita-la na ordem hebraica Lc 24:44; Lc 11:51, a placa colocada na cruz foi escrito em 3 idiomas, a saber, aramaico, latim e grego, não se tem nenhum fragmento da Septuaginta anterior a 300a.C.

  15. Corrigindo o comentário, não existe nenhum fragmento da Septuaginta anterior à 300 d. C. Uma versão grega do AT foi anexada a uma das colunas da hexapla de Orígenes III séc d. C. , 2 séculos depois que o NT teria sido escrito o que explica as similaridades das citações.

    1. Corrigindo a informação de que não existe nenhum fragmento da Septuaginta anterior à 300 d. C.: 1- Papiro 458 (Ralfs 957) da J. Ryland Library do II a. C. fragmento de Deut. 23-28.
      2- Papiro Fouad Inv Nr 266 (Ralfs 848) datado em torno de 50 a.C.
      3- (Ralfs 819) 4QLXXDeut do II sec. a. C.

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