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A veneração de Maria

por Enviado por email - sex fev 07, 12:02 am

idolatria papal2

Com efeito desde remotíssimos tempos, a bem-aventurada Virgem é venerada sob o título de ‘Mãe de Deus’, sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os seus perigos e necessidades (…) Este culto (…) embora inteiramente singular, difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo encanado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente “; este culto encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração Mariana, tal como o Santo Rosário, “resumo de todo o Evangelho”.”

Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 971

    Os Evangélicos e Protestantes têm, desde a reforma até os dias atuais, apregoado que o Catolicismo é um sistema idólatra. Os Católicos, por sua vez, sempre se defenderam de tal acusação da forma que lhes era possível. Se o caro leitor for Católico, sinta-se convidado a analisar de forma sincera as ideias que irei propor neste item, pois considero esse assunto um dos mais importantes dentro da doutrina Mariana do Catolicismo.

A citação retirada o Catecismo da Igreja Católica afirma que Maria não é adorada, mas tão simplesmente venerada e honrada com um culto particular que difere do culto prestado unicamente a Deus. Tentando aperfeiçoar este argumento, a Igreja Católica criou três tipos de culto com definições e alvos diferentes. Entendamos estes três tipos:

a)      Dulia

A palavra Dulia vem do grego Douleuo (no original “δουλεύω“) que significa “servir como escravo, subservente”. Este verbo é usado em passagens como Mt 6:24 e At 20:19 para expressar nosso dever de servir a Deus. A Igreja Católica ensina que este “tipo de culto” é prestado aos Santos.

b)     Hiperdulia

Não há menção deste termo nas Escrituras. A Igreja Católica ensina que este “tipo de culto”, que é prestado unicamente à Maria, é um culto maior do que o de Dulia, porém menor que o de Latria. Seria um culto intermediário; maior que o prestado aos santos e menor que o prestado a Deus.

c)      Latria

A palavra Latria em do grego Latreia (no original “λατρεία”) que significa adoração no sentido de culto, ritos e cerimônias. Este verbo é usado em passagens como Mt 4:10 e Hb 9:1 onde expressa serviço devido unicamente a Deus. A Igreja Católica ensina que este “tipo de culto” é prestado somente a Deus.

O Catolicismo ensina que o culto espiritual pode ser divido em tipos que diferem entre si. Ensinam que, assim como o amor de uma mulher pelo seu esposo difere de seu amor por seus filhos, assim também seu culto a Deus difere de seu culto à Maria e aos santos. Entretanto, existe uma grande diferença nesta comparação. O amor de uma mulher, em sentido absoluto,  não é exclusivo do marido, ela pode e deve amar todas as pessoas, como o próprio Jesus nos ensina (Jo 13:34). Desta forma, surgem vários tipos de amor que também variam de intensidade. O amor de uma pessoa por outra pode ser maior ou menor.

A Bíblia nos ensina que o nosso culto é exclusivo para Deus. Jesus ensina que “Ninguém pode servir a dois senhores;” (Mt 6:24a). Neste verso, a palavra no original grego para servir é douleuo, que é o tipo de culto que a Igreja Católica aplica aos santos. Agora, uma pessoa pode muito bem amar duas outras pessoas, não é verdade? No entanto, Jesus ensina que ninguém pode servir (do grego douleuo) a dois Senhores. Pergunto ao caro leitor: diante destas palavras de Jesus Cristo, você acha que uma pessoa pode cultuar (douleuo) a Deus e à Maria ao mesmo tempo? Se o leitor acha que não, então pergunto: a quem se deve cultuar (douleuo)? A Maria e os santos ou a Deus? Leia todo o versículo de Mt 6:24 para garantir sua resposta.

Gostaria de analisar mais profundamente este assunto, apresentando quatro argumentos contra a dulia e a hiperdulia prestados aos santos e Maria.

    1º Argumento: As orações

A Igreja Católica ensina que é bom fazer orações aos santos e à Maria, como já vimos anteriormente. A palavra grega para oração é proseuche (no original “προσευχή”) que tem sentido de adoração e é usada em vários casos (Mt 21:13, 22; Lc 1:13; At 1:14; Ef 6:18; Fp 1:9). Outra variante muito usada no grego é a palavra proseuchomai (no original “προσεύχομαι) que também significa oração, porém com sentido de adoração, súplica, usada em casos como o de 1Ts 5:17.
O caso mais clássico é que a palavra adorar (culto que a Igreja Católica diz prestar unicamente a Deus) vem do latim “Adorare” que significa literalmente “fazer oração”. Assim, fazer oração não seria o mesmo que adorar? Render súplicas, orações e clamores a Deus não é uma forma de adorá-lo? Quando rendemos súplicas, orações e clamores a qualquer criatura, não estamos praticando um culto idólatra? Finalmente pergunto: existe diferença entre dulia, hiperdulia e latria quando estamos fazendo uma oração, uma vez que fazer oração é o mesmo que adorar?

    2º Argumento: Dulia e Hiperdulia na Bíblia

A Bíblia não apresenta três tipos de culto, mas um único tipo de culto que só é devido a Deus.  O próprio Deus fala aberta e diretamente a sua lei: “Não terás outros deuses diante de mim.” (Êx 20:3), isto é, Deus não queria que seu povo dividisse a glória que é dele para outras criaturas. Isto se evidencia muito claramente quando Deus diz: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei,” (Is 42:8).

Desta forma, podemos perceber claramente que não existe tipos de culto na Bíblia, mas tão somente um único, devido somente a Deus. As palavras de Jesus em Mt 4:10 são bem claras: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”; culto espiritual é devido somente a Deus. Toda vez que este culto é direcionado a uma criatura torna-se um culto idólatra (Êx 23:24; Dt 4:19; Jz 3:6,7; 1Sm 15:23; 2Cr 14:3; Sl 106:36; At 7:41-42).

A Bíblia nos ensina a honrar todos os homens (Fp 2:29; 1Pe 2:17), mas não nos ensina a cultuá-los. Será que realmente existe diferença entre hiperdulia e latria como quer a Igreja Católica? Ou seriam apenas palavras diferentes para o mesmo ato? Como já vimos, não existem três tipos de culto, mas apenas um, o qual é devido somente a Deus.

    3º Argumento: A Bíblia não nos ensina a cultuar Maria

Em nenhuma parte da Bíblia encontramos qualquer tipo de sugestão de uma superioridade de Maria em relação aos demais Cristãos. Pelo contrário, encontramos várias passagens onde sua igualdade conosco é afirmada. Senão vejamos:

Ora, enquanto ele dizia estas coisas, certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste.” (Lc 11:27)

A mulher citava Maria, tentando engrandecê-la. Jesus tinha a oportunidade perfeita para ensinar a superioridade de sua mãe terrena. Mas será que ele o fez? Veja a resposta de Jesus: “Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam.“ (Lc 11:28). Por que Jesus não difundiu a superioridade de sua mãe? Por que ele não concordou com a afirmação da mulher? Perceba que Jesus ensinou que antes, ou seja, mais bem- aventurados são os que ouvem a palavra e a observam. Esta fala de Jesus simplesmente destrói o argumento do clero romano de que Maria é superior ou merece algum culto por ter sido a mãe de Jesus.

A verdade é que Maria foi mais bem-aventurada por ter aceitado a vontade de Deus, do que pelo fato de ter sido mãe de Jesus. Agora, ter aceitado a vontade de Deus a torna digna de ser cultuada ou a torna superior a alguém? Vejamos outro caso:

Disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, e procuram falar contigo. Ele, porém, respondeu ao que lhe falava: Quem é minha mãe? e quem são meus irmãos? E, estendendo a mão para os seus discípulos disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Pois qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe.“ (MT 12:48-50).

Jesus estava no meio de uma pregação e sua mãe e seus irmãos queriam interrompê-lo. Jesus novamente teve a oportunidade de afirmar a superioridade de sua mãe, mas ele fez o contrário. Ele estende sua mão para seus discípulos e diz que eles eram a sua família, não por serem de sangue, mas por fazerem a vontade do Pai. Jesus estava ensinando que o título de mãe de Jesus não era um fator de engrandecimento para Maria, pois todos podemos ser mãe, irmãos e irmãs de Jesus, basta que façamos a vontade de Deus.
Isso nos leva a uma compreensão maior do caso das bodas de Caná (Jo 2:1-10), onde Maria intercedeu pelos noivos. Maria não obteve êxito em seu pedido por ser mãe de Jesus e por isso ser superior ou ter privilégios especiais, mas sim por fazer a vontade de Deus. Veja o que Jesus ensina em Lucas 11:5-10:

Disse-lhes também: Se um de vós tiver um amigo, e se for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, pois que um amigo meu, estando em viagem, chegou a minha casa, e não tenho o que lhe oferecer; e se ele, de dentro, responder: Não me incomodes; já está a porta fechada, e os meus filhos estão comigo na cama; não posso levantar-me para te atender; digo-vos que, ainda que se levante para lhos dar por ser seu amigo, todavia, por causa da sua importunação, se levantará e lhe dará quantos pães ele precisar. Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á.

O que Jesus ensinou nesta parábola foi exatamente o que Maria usou: persistência e fé. Quando Maria fez o pedido a Jesus dizendo que o vinho havia acabado, Jesus lhe respondeu: “Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegado a minha hora.” (Jo 2:4). Maria desistiu? Não; continuou a bater na porta e declarou com fé: ”Fazei tudo quanto ele vos disser” (Jo 2:5). Jesus atendeu ao pedido de Maria, não por que ela era sua mãe, mas sim porque ela fizera do jeito que Jesus ensinou. Portanto, a frase que muitos Católicos utilizam – Pede à mãe que o filho atende – não tem respaldo Bíblico algum.

Ainda para reforçar esta ideia, a Bíblia nos mostra outra intercessão que obteve êxito por causa da insistência e da fé:

Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada. Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós. Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me. Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ao que ela disse: Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mt 15:21-28).

Caro leitor, você pôde perceber que as atitudes desta mulher Cananéia foram as mesmas de Maria? Ela não agiu com insistência e com fé? Por que Jesus atendeu seu pedido? Por que ela era especial? Certamente que não; pelo contrário, ela era a menos especial possível, pois era gentia e Jesus não tinha a missão de atender gentios durante seu ministério terreno. Então por que ele a atendeu? Se Maria fez Jesus adiantar sua hora, esta mulher não fez Jesus abrir uma exceção em sua importante missão? Sim, pois ambas tiveram fé e pediram com insistência, por este motivo as duas alcançaram o que pediram, não porque eram especiais, mas porque agiram da forma de que Deus se agrada.

Caro leitor: Jesus ensinou a superioridade de Maria? A Bíblia ensina a superioridade de Maria? Ensina-nos a cultuá-la? Ensina que devemos prestar hiperdulia a ela? Certamente o leitor já deve ter uma resposta para estas questões. No entanto, resta ainda o último argumento.

    4º Argumento: Onde estão os exemplos?

Outro ponto interessante que deve ser analisado é este: durante seu ministério terreno, Jesus foi adorado (Mt 2:11, 14:33, 28:17), servido (Mt 8:15; Mc 15:40-41) e honrado (Mt 26:6-7). Ele ajuntava multidões para ouvir suas palavras e verem seus milagres e prodígios. As pessoas ouviam falar de Jesus e das grandes coisas que ele realizava e isso as levava a procurá-lo.
Diante destas verdades, surge a pergunta: onde estava Maria? Onde estava a hiperdulia? A Bíblia não narra nenhuma ocasião onde Maria tenha sido venerada, procurada ou honrada. Nem mesmo depois da ascensão de Jesus os apóstolos falam sobre uma “peregrinação à casa de Maria” ou algo do tipo. Em nenhuma das cartas existe qualquer alusão a uma hiperdulia e nem no livro do apocalipse Maria é citada como alvo de um culto especial. Onde está, pois, a tão importante hiperdulia?

Gostaria de completar estes quatro argumentos com três perguntas simples: onde a Bíblia ensina uma superioridade de Maria? Onde a Bíblia ensina que devemos cultuá-la? Onde a Bíblia ensina que existem três tipos de culto? Se o leitor for Católico, pense nestas questões de forma sincera, Deus deseja que todos “cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4).

Conclusão

Muitos Católicos dizem que nós Evangélicos odiamos Maria e gostamos de ridicularizá-la e ofendê-la. Isso não é verdade. É claro que existem maus exemplos, como em todos os lugares existem pessoas mal intencionadas. Existem Evangélicos que realmente desrespeitam Maria sem razão. No entanto, estes poucos maus exemplos são exceções e não podemos fazer da exceção uma regra.

Os Evangélicos em geral, têm grande consideração com Maria. Certa vez, eu estava fazendo uma pesquisa na internet e vi um site dizendo: “Os protestantes fazem de tudo para exaltar o pastor e rebaixar Maria”. A verdade não é esta. Nós não rebaixamos Maria, nós apenas não a engrandecemos além do que a Escritura nos permite dizer. Tudo o que nós Evangélicos afirmamos sobre Maria,  podemos provar como uso da Palavra de Deus. Se dissermos que ela foi uma mulher cheia da graça de Deus, podemos provar em Lucas 1:30; se dizemos que ela é bem-aventurada, podemos provar isto em Lc 1:48; se dizemos que ela é bendita entre as mulheres, podemos provar isto em Lc 1:42; se dizemos que ela foi uma fervorosa serva de Deus, podemos provar isto em At 1:14. Mas, se dissermos que ela é rainha do céu, onde provaremos isto? Se dissermos que ela é medianeira e intercessora, onde provaremos isto? Se dissermos que ela é imaculada, onde provaremos isto?

Nós Evangélicos odiamos Maria? Nada está mais longe da verdade. Nós a consideramos uma grande serva de Deus, um exemplo a ser seguido. Nós só procuramos, de forma humilde e de acordo com a vontade do Senhor, não criar dogmas e doutrinas sobre Maria que não estão dispostas na Bíblia. Só queria deixar isto bem claro: Maria foi uma grande mulher e uma grande serva de Deus, nada além disso.

Durante este capítulo, vimos que a Igreja Católica ensina o seguinte sobre Maria:

  • Maria nasceu sem pecado e nunca pecou
  • Maria teve só um filho
  • Maria é medianeira dos homens
  • Foi assunta ao céu de corpo e alma
  • Deve-se venerar, respeitar e orar a Maria

Dentre as várias doutrinas da Igreja Católica, a mais forte e mais arraigada no coração dos fiéis é a doutrina Mariana. Isso ocorre, pois a figura de Maria é amplamente divulgada no mundo; é um símbolo do evangelismo Católico mundial. A cada ano, milhares de fiéis fazem peregrinações à lugares onde Maria teria supostamente aparecido, esperando receberem milagres. Como isso estaria de acordo com a palavra de Deus?

É interessante pensar no fato de que tudo o que a Igreja Católica ensina hoje sobre Maria era desconhecido na era apostólica. Por que Paulo, João, Tiago, Judas, nunca ensinaram alguma doutrina sobre Maria? Se Maria é tão importante a ponto de ser extremamente engrandecida pela igreja, por que a Bíblia fala tão pouco sobre ela? Estas são perguntas válidas que deveriam ser examinadas com mais apreço pelos Católicos.

Resta ainda aos amigos Católicos responderem a algumas perguntas. Se a Bíblia é a palavra inspirada de Deus (1Tm 3:16) e ela é a verdade absoluta (Jo 17:17), logo tudo que está fora da Palavra é equívoco e portanto irreal. Paulo nos diz:“para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito,” (1Co 4:6). Pensem os sinceros: Será que o que o Vaticano fala sobre Maria está realmente de acordo com a Bíblia? Será que o que o Catolicismo ensina realmente procede de Deus? Será que você, amigo Católico, realmente está na fé certa? Paulo nos diz: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé;” (2Co 13:5). Não estou falando de uma religião ou de uma crença religiosa, mas do autêntico Cristianismo ensinado por Jesus e pelos apóstolos, a verdadeira palavra de Deus, da qual Tiago diz: “recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas.” (Tg 1:21).

Deus deseja que cada Católico chegue ao conhecimento da verdade plena. A Palavra de Deus não mente, mas os homens sim. A Bíblia afirma que “Maldito o homem que confia no homem,” (Jr 17:5a), isto porque os homens mentem e podem ser lobos devoradores em pele de cordeiros. Por este motivo é que a Bíblia chama aos Tessalonicenses de nobres em At 17:11, pois eles verificavam o que Paulo e Silas diziam nas escrituras. Da mesma forma caro amigo Católico, não quero que acredite em minhas palavras, mas sim no que a Bíblia diz. Faça como os nobres Tessalonicenses: verifique nas Escrituras para se certificar do que é e o que não é verdade.

Extraído do livro “O Catolicismo Romano e a Bíblia” – Rafael Nogueira


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