Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP

O NÚMERO DA BESTA  NA VISÃO ADVENTISTA

Por Paulo Cristiano da Silva

A
Bíblia de fato possui alguns pontos obscuros. As seitas aproveitam essa dificuldade, usando justamente essas passagens para extrair delas novas revelações, até então desconhecidas para o mundo. As seitas alimentam esta utopia teológica baseadas na suposição de que Deus esteja através delas revelando mistérios para os tempos do fim.  Isso é sintomático entre esses movimentos. Essa patologia teológica incurável em algumas seitas tem feito especulações absurdas em torno do número 666. Entre elas está a Igreja Adventista, vejamos:

 

  O Papa é a Besta:

 

Para os adventistas o Papa é inquestionavelmente o anticristo. Embora não se possa achar nada de concreto nos escritos de Ellen G. White sobre este cálculo, alguns pioneiros adventistas como Uriah Smith, em seu livro As profecias do Apocalipse, já trazia o cálculo do número 666 aplicando-o ao papa.

Fazem isso partindo da premissa de que o papa mudou a lei de Deus, principalmente o quarto mandamento, então chegam a conclusão que ele deve ser o anticristo conforme fala Daniel 7.25.

Para confirmar tal fato era preciso forjar uma ligação de seu nome com o número 666, provando assim que o líder religioso católico seria então a besta apocalíptica. A consequência desta exegese defeituosa é óbvia: provando que o papa é a besta e que ele mudou o sábado para o domingo, os cristãos protestantes que guardam o domingo estariam adorando a besta como afirma o texto de Apocalipse.

Como não conseguiram o resultado usando o nome de nenhum papa, inventaram um título latino que supostamente o papa usaria em sua Tiara, o VICARIUS FILII DEI (Vigário do Filho de Deus). Daí a famosa sominha que passou a fazer parte da teologia adventista até hoje: