ÿþ<html> <head> <title>Quem São os Verdadeiros Restauradores do Sábado?</title> <META HTTP-EQUIV="Refresh" CONTENT="0 ; URL= adventismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=61&cont=1&menu=1&submenu=2"> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"> </head> <script type="text/javascript"> var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? 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Segundo eles, estas passagens indicam uma suposta profecia que se cumpriria nos &uacute;ltimos dias. &Eacute; claro, o cumprimento desta profecia se cumpriria neles mesmos, ou melhor, na Igreja Remanescente que diz estar profetizada em Apocalipse 14.12 como os que guardam os mandamentos de Deus. Ela seria a igreja que taparia a brecha que o papado fez na lei de Deus Isa&iacute;as 58.12-14.<br> Vejamos o que disse Ellen G. White no livro &quot;O Grande Conflito&quot; no cap&iacute;tulo 26 p&aacute;gina 451 sob o t&iacute;tulo &quot;Restaura&ccedil;&atilde;o da Verdade&quot;.</p> <p align="left">&quot;A obra da reforma do s&aacute;bado a realizar-se nos &uacute;ltimos tempos acha-se predita na profecia de Isa&iacute;as...56:1, 2, 6 e 7.&quot;</p> <p align="left">E mais: &quot;Os disc&iacute;pulos de Jesus s&atilde;o chamados para que o estabele&ccedil;am, exaltando o s&aacute;bado do quarto mandamento &agrave; sua devida posi&ccedil;&atilde;o...&quot; (p&aacute;g. 452)</p> <p align="left">Como vimos eles acreditam piamente que s&atilde;o os restauradores do antigo dia judaico de descanso.<br> Mas qu&atilde;o ver&iacute;dica s&atilde;o essas afirma&ccedil;&otilde;es? Resistem elas ao escrut&iacute;nio de uma pesquisa bem apurada? Ag&uuml;entariam elas a um exame hist&oacute;rico? Veremos no desenrolar deste estudo em quem se encaixa melhor estas prerrogativas.</p> <p align="left"><b>ANALISANDO A PROFECIA DE ISA&Iacute;AS</b></p> <p align="left">Isa&iacute;as 56.1-7 - &quot;Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lan&ccedil;ar m&atilde;o disto: que se abst&eacute;m de profanar o s&aacute;bado, e guarda a sua m&atilde;o de cometer o mal... Pois assim diz o Senhor a respeito dos eunucos que guardam os meus s&aacute;bados, e escolhem as coisas que me agradam, e abra&ccedil;am o meu pacto... E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o s&aacute;bado, n&atilde;o o profanando, e os que abra&ccedil;arem o meu pacto&quot;</p> <p align="left">Em cima desta profecia os adventistas extraem os seguintes argumentos:</p> <p align="left">&quot;Estas palavras se aplicam &agrave; era crist&atilde;, como se v&ecirc; pelo contexto: &quot;Assim diz o Senhor Jeov&aacute;, que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que j&aacute; se lhe ajuntaram.&quot; Isa&iacute;as 56:8. Aqui est&aacute; prefigurado o ajuntamento dos gentios pelo evangelho. E s&ocirc;bre os que ent&atilde;o honram o s&aacute;bado, &eacute; pronunciada uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o. Destarte, o dever relativo ao quarto mandamento estende-se atrav&eacute;s da crucifix&atilde;o, ressurrei&ccedil;&atilde;o e ascens&atilde;o de Cristo, at&eacute; ao tempo em que os Seus servos deveriam pregar a t&ocirc;das as na&ccedil;&otilde;es a mensagem das alegres novas.&quot; (ibdem)</p> <p align="left">O fato &eacute; que esta n&atilde;o &eacute; uma profecia para a igreja de Cristo como querem os adventistas.<br> Ali fala de gentios que se juntariam ao povo de Israel, n&atilde;o como crist&atilde;os, mas como pros&eacute;litos judeus. Tanto &eacute; assim que o texto condiciona estas b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os somente aqueles que &quot;abra&ccedil;am o meu pacto&quot;. Para provar que este pacto n&atilde;o se refere ao Novo Pacto inaugurado por Cristo, mas antes, ao Velho Pacto israelita, o profeta cita &quot;meu santo monte&quot;, sem d&uacute;vida o monte Si&atilde;o onde ficava o templo (casa de ora&ccedil;&atilde;o) que era o cora&ccedil;&atilde;o da religi&atilde;o judaica. Menciona tamb&eacute;m &quot;holocaustos&quot;, &quot;sacrif&iacute;cios&quot; e &quot;altar&quot;. N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas que estes &quot;estrangeiros&quot; do qual fala o texto s&atilde;o aqueles que aceitavam o pacto israelita e se juntavam ao povo de Israel debaixo do Antigo Concerto. Eles n&atilde;o s&oacute; guardariam o s&aacute;bado, mas todas os 613 preceitos da Alian&ccedil;a do Sinai. Eis as provas:<br> &quot;Uma mesma lei e uma mesma ordenan&ccedil;a haver&aacute; para v&oacute;s e para o estrangeiro que peregrinar convosco.&quot; Nm. 15.16</p> <p align="left">Portanto, este trecho n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima base para as alega&ccedil;&otilde;es adventistas. Neste mesmo diapas&atilde;o s&atilde;o todos os textos do VT invocados por eles. Nada fala sobre uma pretensa profecia para a igreja crist&atilde; e menos ainda que isto se cumpriria na igreja adventista. Mas ent&atilde;o, por que os adventistas, mesmo n&atilde;o tendo base exeg&eacute;tica ainda sustentam de unhas e dentes essas cavila&ccedil;&otilde;es? Simples, somente pelo fato de elas terem sido &quot;reveladas&quot; a sua profetiza em uma suposta vis&atilde;o: </p> <p align="left">&quot;Foi-me mostrado que as preciosas promessas de Isa&iacute;as 58:12.14 se aplicam aos que trabalham pela restaura&ccedil;&atilde;o do verdadeiro s&aacute;bado&quot; (Vida e Ensinos p&aacute;g. 85)</p> <p align="left">Veja que toda essa exegese defeituosa parte de pressuposto suspeitad&iacute;ssimos. A teologia adventista nasceu n&atilde;o de uma exegese sadia dos textos, mas de alegadas vis&otilde;es espirituais. Observe outro trecho do mesmo livro citado: &quot;Em algumas ocasi&otilde;es o Esp&iacute;rito de Deus descia sobre mim, e por&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis eram esclarecidas pelo modo indicado por Deus, e havia ent&atilde;o perfeita harmonia. &Eacute;ramos todos de um mesmo pensamento e esp&iacute;rito.&quot; (ibdem p&aacute;g. 192)</p> <p align="left">Agora podemos entender por que os adventistas, mesmo n&atilde;o tendo apoio b&iacute;blico algum, nem respaldo de eruditos s&eacute;rios na &aacute;rea da teologia, ainda insistem nestas interpreta&ccedil;&otilde;es distorcidas. Eles precisam for&ccedil;ar ao m&aacute;ximo as escrituras para se ajustar &agrave;s interpreta&ccedil;&otilde;es vision&aacute;rias de sua profetisa. <br> <br> <b>ONDE SE CUMPRIU ESTA PROFECIA?</b></p> <p align="left">Sabemos que na &eacute;poca de Isa&iacute;as o povo havia abandonado a lei de Deus. O povo outrora escolhido estava agora agindo pior do que os pag&atilde;os. Eles haviam se voltado para os &iacute;dolos e deixado de praticar todos os s&aacute;bados, seja quais fossem, semanais ou anuais. Com o passar dos anos todas essas transgress&otilde;es haviam chegado ao limite e Deus ent&atilde;o permite os inimigos de Israel levarem-no cativo como havia predito por Mois&eacute;s dizendo:</p> <p align="left">&quot;Espalhar-vos-ei por entre as na&ccedil;&otilde;es e, desembainhando a espada, vos perseguirei; a vossa terra ser&aacute; assolada, e as vossas cidades se tornar&atilde;o em deserto.Ent&atilde;o a terra folgar&aacute; nos seus s&aacute;bados, todos os dias da sua assola&ccedil;&atilde;o, e v&oacute;s estareis na terra dos vossos inimigos; nesse tempo a terra descansar&aacute;, e folgar&aacute; nos seus s&aacute;bados. Por todos os dias da assola&ccedil;&atilde;o descansar&aacute;, pelos dias que n&atilde;o descansou nos vossos s&aacute;bados, quando nela habit&aacute;veis.&quot; (Lev&iacute;tico 26.34-43)</p> <p align="left">&quot;E aos que escaparam da espada, a esses levou para Babil&ocirc;nia; e se tornaram servos dele e de seus filhos, at&eacute; o tempo do reino da P&eacute;rsia, para se cumprir a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, at&eacute; haver a terra gozado dos seus s&aacute;bados; pois por todos os dias da desola&ccedil;&atilde;o repousou, at&eacute; que os setenta anos se cumpriram.&quot; (II Cr.36.14-21)</p> <p align="left">Passaram cativos 70 anos (Daniel 9.2) em Babil&ocirc;nia, pois haviam transgredido o mandamento dos s&aacute;bados (Daniel 9.10). Enquanto isto a terra teve seu repouso sab&aacute;tico. Mesmo assim durante o cativeiro o povo continuou quebrantando o s&aacute;bado (Ezequiel 22.26). Quando Deus permitiu que seu povo retornasse ao seu territ&oacute;rio atrav&eacute;s de Esdras e Neemias esta profecia da restaura&ccedil;&atilde;o dos s&aacute;bados se cumpriu de modo cabal (Neemias 13). Da &eacute;poca de Neemias, passando pelos Macabeus e culminando nos fariseus da &eacute;poca de Cristo a lei do s&aacute;bado foi cada vez mais acentuada &agrave; ponto de muitos judeus torn&aacute;-lo insuport&aacute;vel. Portanto, se houve um cumprimento desta profecia, seu cumprimento foi aqui e n&atilde;o no s&eacute;culo XIX como querem os adventistas.</p> <p align="left"></p> <p align="left"><b><br> COMO A DOUTRINA DO S&Aacute;BADO ENTROU NO MEIO ADVENTISTA</b></p> <p align="left">Muitos ficariam surpresos ao descobrirem que os adventistas do s&eacute;timo dia nem sempre guardaram o s&aacute;bado. Isto por que 99% dos mileristas, que segundo alguns, chegou a cifra de 1 milh&atilde;o, eram fi&eacute;is guardadores do domingo. <br> A respeito de Miller certo escritor adventista afirma: &quot;Miller jamais se tornou um adventista do s&eacute;timo dia. Rejeitou doutrinas b&aacute;sicas dos adventistas do s&eacute;timo dia - como o s&aacute;bado...Finalmente morreu como membro da igreja batista, e irredut&iacute;vel observador do domingo.&quot; (Subtilezas do Erro, p&aacute;g. 40)<br> Como vimos, Miller, o l&iacute;der deste movimento nos EUA era observador do domingo, assim como Tiago White e Ellen G. Harmon, mais tarde Ellen White.</p> <p align="left">Muitos adventistas acreditam que a doutrina do s&aacute;bado foi divinamente inculcada atrav&eacute;s da chamada &quot;luz progressiva&quot;, &quot;verdade presente&quot; e termos afins. &Eacute; exatamente isso que tenta passar Ellen White ao dizer: &quot;O Esp&iacute;rito de Deus tocou o cora&ccedil;&atilde;o dos que estudavam a sua palavra. Impressionava-os a convic&ccedil;&atilde;o de que haviam ignorantemente transgredido este preceito...&quot; (O Grande Conflito p&aacute;g. 433) </p> <p align="left">Mas a verdade &eacute; bem diferente. O caso &eacute; que o s&aacute;bado foi introduzido no movimento adventista por influencia de pessoas que j&aacute; guardavam-no.</p> <p align="left"><i>Falando daqueles primeiros tempos de forma&ccedil;&atilde;o do movimento, historia certo escritor:</i></p> <p align="left"> &quot;Este grupinho de fi&eacute;is testemunhas, desapontadas, mas n&atilde;o desiludidas; foram aos poucos recebendo novas luzes. E assim, aceitaram o s&aacute;bado como em vigor na dispensa&ccedil;&atilde;o crist&atilde;. Este mandamento da imut&aacute;vel lei de Deus foi introduzido no movimento pela senhora Raquel Preston, egressa da igreja Batista do S&eacute;timo Dia, aceito e pregado veementemente por Jos&eacute; Bates, e mais tarde ratificado atrav&eacute;s de vis&otilde;es celestiais, por Ellen G. White. Por&eacute;m foi T.M Preble, o primeiro a comunicar esta grande verdade por meio da imprensa aos mileritas do advento&quot; (Assim Diz o Senhor, Louren&ccedil;o Gonzalez - ed. ADOS p&aacute;g. 415)<br> <br> Em agosto de 1844, Thomas Preble, antes ministro batista, por si mesmo ou por influ&ecirc;ncia de Rachel Oakes ou Frederick Wheeler, tamb&eacute;m aceitou a observ&acirc;ncia do s&aacute;bado do s&eacute;timo dia. A Sra. Raquel Preston, batista do s&eacute;timo dia chegou a visitar a igreja de New Hampshire em Washingtom, conseguindo persuadir seus membros &aacute; observ&acirc;ncia do s&aacute;bado. Tempos depois em meados de 1845, o sr. Joseph Bates visitou aquele grupo e foi influenciado por eles e pela leitura do artigo de T.M. Preble sobre a quest&atilde;o do s&aacute;bado. (LeRoy Edwin Froom - The Prophetic Faith of our Fathers, vol. IV, p&aacute;ginas 920 a 936 e 941)</p> <p align="left">Bates come&ccedil;ou a guardar o s&aacute;bado em mar&ccedil;o de 1845, sendo assim o primeiro dos preeminentes guias pioneiros do povo adventista do s&eacute;timo dia a aceitar o s&aacute;bado.( Fundadores da Mensagem, p&aacute;g. 98) <br> Bates, posteriormente, publicou um folheto intitulado &quot;The Seventh-day Sabbath&quot;, que foi lido por Tiago e Ellen White. Assim, o trio de firmes lideres da denomina&ccedil;&atilde;o adventista uniu-se quanto ao s&aacute;bado. Mais tarde a sra. White viria confirmar com suas vis&otilde;es a doutrina sabatista. <br> Como pormenorizado acima, apesar de a id&eacute;ia do s&aacute;bado ter sido introduzida por outros sabatistas, quem maior labutou para sua propaganda no meio adventista foi o ex-marinheiro Jos&eacute; Bates. <br> &Eacute; interessante acompanhar este pormenor, pois revela algo curioso. </p> <p align="left"><b>A POL&Iacute;TICA DO TOMA L&Aacute; DA C&Aacute;</b></p> <p align="left">Quando Bates veio fazer parte do movimento adventista ele n&atilde;o cria nas vis&otilde;es e profecias de Ellen White. Observe as queixas de Ellen White a este respeito:</p> <p align="left">&quot;A primeira vez que me ouviu falar manifestou profundo interesse, Depois que eu acabara de falar, levantou-se e disse: 'Eu duvido como Tom&eacute;. N&atilde;o creio em vis&otilde;es...&quot;(Vida e Ensinos p&aacute;g. 84)</p> <p align="left">&quot;Ele n&atilde;o cria ent&atilde;o inteiramente que minhas vis&otilde;es provinham de Deus.&quot; (ibdem, p&aacute;g. 87)</p> <p align="left">Por sua vez a senhorita Harmon n&atilde;o aceitava a doutrina do s&aacute;bado, dizia ela: </p> <p align="left">&quot;O pastor Bates guardava o s&aacute;bado, s&eacute;timo Dia da semana, e para esse dia nos chamava a aten&ccedil;&atilde;o como sendo o verdadeiro s&aacute;bado. Eu n&atilde;o compreendia sua import&acirc;ncia e achava que ele errava em ocupar-se com o quarto mandamento mais do que com os outros nove&quot; (ibdem)</p> <p align="left">&Eacute; preciso ressaltar que ela veio atestar com suas &quot;revela&ccedil;&otilde;es&quot; a doutrina do s&aacute;bado, somente depois que ele (Bates) aprovou suas vis&otilde;es como sendo de proced&ecirc;ncia divina. Logo ap&oacute;s esta concess&atilde;o feita por Bates ela teve uma vis&atilde;o da arca, do propiciat&oacute;rio e do 4&ordm; mandamento. Assim ela recebia a luz concernente ao s&aacute;bado...</p> <p align="left"><br> <b>VIS&Otilde;ES: A FERRAMENTA DA MANIPULA&Ccedil;&Atilde;O</b></p> <p align="left">&quot;O Senhor por&eacute;m, me deu uma vis&atilde;o do santu&aacute;rio celestial...Jesus levantou a cobertura da arca e contemplei as t&aacute;buas de pedra...Fiquei aterrada quando vi o quarto mandamento mesmo no centro dos dez preceitos, com uma suave aur&eacute;ola de luz rodeando-o.&quot; (Ibdem p&aacute;g.92) </p> <p align="left">Depois deste acordo subjetivo ela come&ccedil;ou a pregar a doutrina sabatista. </p> <p align="left">&quot;Nos primeiros anos de seu trabalho, numa ocasi&atilde;o em que ela, seu esposo e o pastor Bates eram quase os &uacute;nicos que pregavam a verdade do s&aacute;bado...&quot; (Vida e Ensinos p&aacute;g. 249)</p> <p align="left">Isso n&atilde;o &eacute; no m&iacute;nimo suspeito? Esse esquema de concess&otilde;es explica como o s&aacute;bado entrou para o bojo das doutrinas adventistas. Este pequeno epis&oacute;dio tamb&eacute;m serve como uma amostra de como Ellen White usava e abusava de sua autoridade como profetisa no meio do movimento. A credibilidade dos leigos em suas supostas revela&ccedil;&otilde;es, vis&otilde;es e profecias deram a ela a ferramenta ideal para controlar e rebater aqueles que lhe contestavam. Todas as vezes que algu&eacute;m se opunha &agrave;s suas opini&otilde;es religiosas, imediatamente ela &quot;caia&quot; em vis&otilde;es. O interessante disso tudo &eacute; que tais vis&otilde;es sempre confirmavam seu ponto de vista na quest&atilde;o, at&eacute; mesmo seu marido n&atilde;o escapou desta artimanha. <br> Certa vez Tiago White intentou deixar o trabalho de publica&ccedil;&atilde;o o informativo &quot;Revista do Advento e Arauto do S&aacute;bado&quot;, devido a v&aacute;rios problemas, mas Ellen White n&atilde;o era da mesma opini&atilde;o, ent&atilde;o logo ap&oacute;s ter recebido a not&iacute;cia ela conta a rea&ccedil;&atilde;o que tivera:<br> <br> &quot;Quando ele saiu da sala para levar a nota a reda&ccedil;&atilde;o, desmaiei&quot;. <br> No dia seguinte ela imp&ocirc;s seu ponto de vista com uma de suas vis&otilde;es, &quot;Na manh&atilde; seguinte, durante o culto dom&eacute;stico, ca&iacute; em vis&atilde;o e fui instru&iacute;da a respeito do assunto. Vi que meu marido n&atilde;o devia abandonar o jornal...&quot; (Vida e Ensinos, p&aacute;g. 140)<br> <br> Outro caso foi quanto ao s&aacute;bado. Um jovem adventista do primeiro dia ainda resistia a id&eacute;ia de guardar o s&eacute;timo dia, mas ent&atilde;o...: &quot;Um deles n&atilde;o estava de acordo conosco quanto &agrave; verdade do s&aacute;bado...Ellen se levantou em vis&atilde;o, tomou a B&iacute;blia grande, elevou-a perante o Senhor, e falou fazendo uso dela levando-a at&eacute; aquele humilde irm&atilde;o...&quot; (Vida e Ensinos, p&aacute;g. 119) <br> <br> As vis&otilde;es de Ellen White era o arbitro em mat&eacute;ria de f&eacute; e doutrina. Veja o que diz certo livro adventista:<br> <br> &quot;Segundo Ford, 'Ellen White mudou v&aacute;rias posi&ccedil;&otilde;es doutrin&aacute;rias' tais como o hor&aacute;rio de in&iacute;cio do s&aacute;bado, o uso da carne de porco, benevol&ecirc;ncia sistema versus d&iacute;zimo, o significado da porta fechada, a lei em G&aacute;latas, etc. A concep&ccedil;&atilde;o de Ellen White acerca de certos pontos das Escrituras de fato mudou, como resultado do estudo da B&iacute;blia e da luz progressiva que ela recebia do Senhor. V&aacute;rios dos exemplos de Ford s&atilde;o v&aacute;lidos, mas outras n&atilde;o o s&atilde;o. Os pr&oacute;prios escritores b&iacute;blicos por vezes encontravam-se em erro quanto a sua teologia, e tinham de ser corrigidos. O mesmo ocorreu com Ellen White. Por vezes ela n&atilde;o compreendia certos ensinos b&iacute;blicos at&eacute; que eles lhe eram apresentados em vis&atilde;o.&quot;(o grifo &eacute; nosso)<br> (101 Quest&otilde;es Sobre o Santu&aacute;rio e sobre E. G. White, p. 68,69) (o grifo &eacute; nosso)</p> <p align="left">&quot;Ellen White teve participa&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento da doutrina, mas n&atilde;o foi ela quem 'lan&ccedil;ou as bases da f&eacute; adventista'...Com suas vis&otilde;es, Ellen apenas confirmou o que j&aacute; se havia estudado.&quot; (Revista Adventista Abril 2001 p&aacute;g. 10)</p> <p align="left">Por fim Ela chegou &agrave;s raias do absurdo em dizer: &quot;Santificar o S&aacute;bado ao Senhor importa em salva&ccedil;&atilde;o eterna.&quot; (Testemunhos Seletos, vol. III, p. 23)<br> Contudo, muitos foram humildes em reconhecer seu erro como fez o pr&oacute;prio l&iacute;der do movimento, Guilherme Miller e abandonou estes absurdos.Quanto a isso lamenta Ellen White: </p> <p align="left">&quot;A Maioria dos adventistas rejeitaram as verdades atinentes ao santu&aacute;rio e &agrave; lei de Deus...&quot; ( O Grande Conflito p&aacute;g. 456)</p> <p align="left"><b>BATES: UMA PE&Ccedil;A IMPORTANTE NO QUEBRA CABE&Ccedil;AS<br> </b><br> Dirk Anderson, ex-adventista que se tornou um incans&aacute;vel pesquisador sobre adventismo e do fen&ocirc;meno Ellen White, revela o seguinte: <br> <br> &quot;O pioneiro adventista Joseph Bates j&aacute; se revelava grande entusiasta e promotor da causa do s&aacute;bado em princ&iacute;pios da d&eacute;cada de 1840 e escreveu um livro expondo id&eacute;ias sobre &quot;a marca da besta&quot; como sendo o domingo antes de sequer ter conhecido o casal White. Posteriormente, em seu outro livro, Second Advent Waymarks and High Heaps, publicado em 1847, declara que uma linha de separa&ccedil;&atilde;o fora tra&ccedil;ada entre os adventistas da experi&ecirc;ncia de 1844 e as &quot;igrejas nominais&quot; da &quot;Grande Babil&ocirc;nia&quot;. O s&aacute;bado seria o &quot;teste de sua sinceridade e honestidade quanto &agrave; Palavra de Deus integral&quot; (Op. Cit., p&aacute;g. 114). <br> Bates entendia que todos os seres humanos estavam no per&iacute;odo de &quot;sete anos&quot; antecedentes ao advento, que, imaginava, ocorreria em 1851 (calculados &agrave; base das sete aspers&otilde;es de sangue sobre o santu&aacute;rio-cf. Lev. 16:14). Os que aceitassem o testemunho da observ&acirc;ncia do s&aacute;bado at&eacute; o fim desse &quot;per&iacute;odo de prova&quot; receberiam o &quot;Selo de Deus&quot;, e os que o rejeitassem receberiam a &quot;Marca da Besta&quot;, identificando-se com as igrejas &quot;babil&ocirc;nicas&quot;. <br> Em Primeiros Escritos, p&aacute;gs. 42, 43 (cap&iacute;tulo &quot;A Porta Aberta e a Fechada&quot; com data de 24-03-1849), a Sra. White fala repetidamente da &quot;prova presente do s&aacute;bado&quot;, &quot;prova quanto ao s&aacute;bado que temos agora&quot;, &quot;este tempo de selamento&quot;, e at&eacute; de &quot;clamor da meia-noite terminado no s&eacute;timo m&ecirc;s, 1844&quot;. Tal tese da &quot;prova do s&aacute;bado/selamento agora&quot; parece clara indica&ccedil;&atilde;o de que as id&eacute;ias de Bates quanto a ser o s&aacute;bado um teste entre 1844-1851 foram adotadas pelo casal White, que tinha especial amizade por Bates. <br> Assim, os conceitos de &quot;lei dominical&quot; e &quot;s&aacute;bado X domingo&quot; como confronto final na hist&oacute;ria humana antecedem a reda&ccedil;&atilde;o de O Conflito dos S&eacute;culos, tendo por base as id&eacute;ias propagadas por Joseph Bates mesmo antes de a Sra. White e esposo terem-se definido pessoalmente pela guarda do s&aacute;bado. <br> Urias Smith, grande entusiasta da decodifica&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;mbolos prof&eacute;ticos da B&iacute;blia, ajustou mais tarde a interpreta&ccedil;&atilde;o de Apocalipse e Daniel &agrave;s no&ccedil;&otilde;es sabatarianas de Bates, aproveitando velhas interpreta&ccedil;&otilde;es anticat&oacute;licas que prevaleciam entre protestantes conservadores quanto a Babil&ocirc;nia, a besta, o n&uacute;mero 666, etc. Essas quest&otilde;es todas encontraram espa&ccedil;o em O Conflito dos S&eacute;culos, n&atilde;o sendo tais conceitos, pois, fruto de supostas vis&otilde;es.&quot; (At&eacute; aqui Dirk Anderson)<br> <br> <b>BATISTAS OU ADVENTISTAS?</b></p> <p align="left">Os adventistas se ufanam em dizer que neles se cumpre a profecia da restaura&ccedil;&atilde;o do s&aacute;bado. Este, segundo Ellen White, seria o mandamento mais transgredido pelos homens. Alguns adventistas chegam ao absurdo em dizer que sua transgress&atilde;o &eacute; diferente, sendo at&eacute; mesmo pior do que pecar contra os demais mandamentos das Escrituras, tal &eacute; o valor que tributam ao 4&ordm; mandamento. Mas como j&aacute; vimos toda esta pretens&atilde;o fantasiosa cai por terra quando sabemos que muitas igrejas j&aacute; guardavam o s&aacute;bado muito antes dos adventistas do S&eacute;timo Dia entrar em cena. <br> Vimos que foi uma ex-batista do s&eacute;timo dia que trouxe este costume para dentro do movimento e que mais tarde foi solidamente difundido por Joseph Bates e ratificado pelas vis&otilde;es de Ellen White. Na verdade, os Batistas j&aacute; pregavam h&aacute; muito tempo a doutrina do s&aacute;bado. Se os adventistas alegam que receberam a doutrina do s&aacute;bado atrav&eacute;s duma &quot;luz adicional&quot; ou &quot;luz progressiva&quot;, n&atilde;o poderiam os batistas do s&eacute;timo dia ter tido tal revela&ccedil;&atilde;o? Vamos ver o que eles entendem por luz progressiva. Christianini criticando as Testemunhas de Jeov&aacute; sobre utilizar tal recurso para desculpar seus erros teol&oacute;gicos, arrazoa dizendo:</p> <p align="left">&quot;As testemunhas de Jeov&aacute;, baseadas em Prov. 4:18, especialmente na express&atilde;o de que a luz vai &quot;brilhando mais e mais at&eacute; ser dia perfeito&quot;, afirmam que recebem revela&ccedil;&atilde;o progressiva. <br> Entendemos por revela&ccedil;&atilde;o progressiva a descoberta de uma verdade at&eacute; ent&atilde;o ainda n&atilde;o entendida. ( Arnaldo B. Christianini em Radiografia do Jeovismo)</p> <p align="left">Ora, nisto os adventistas se contradizem, pois alegam que receberam tal doutrina atrav&eacute;s duma luz adicional, e como constatamos acima tal luz adicional significa &quot;a descoberta de uma verdade at&eacute; ent&atilde;o ainda n&atilde;o entendida&quot;.<br> Porventura, os batistas h&aacute; muito j&aacute; n&atilde;o haviam descoberto esta tal verdade do s&aacute;bado? Diante disso se torna inconsistente as alega&ccedil;&otilde;es adventistas.<br> <br> Para confirmar esta verdade vamos lan&ccedil;ar m&atilde;o de um depoimento encontrado no site da Conven&ccedil;&atilde;o da Igreja Batista do S&eacute;timo Dia:</p> <p align="left">&quot;Grande n&uacute;mero de igrejas denominadas Batistas do S&eacute;timo Dia apareceram no s&eacute;culo dezesseis. Havia ent&atilde;o trinta e duas igrejas com essa denomina&ccedil;&atilde;o nas Ilhas Brit&acirc;nicas. A igreja de Mill Yard, em Londres, fundada em 1617, ainda est&aacute; viva. Na Europa tamb&eacute;m existem igrejas da mesma f&eacute;, na Holanda, Alemanha, Pol&ocirc;nia, grupos na Finl&acirc;ndia, Tchecoslov&aacute;quia, Hungria e outros pa&iacute;ses.Da Inglaterra o movimento propagou-se para a Am&eacute;rica, sendo organizada a primeira Igreja Batista do S&eacute;timo Dia em Newport, Rhode Island, em 1671/1672. A funda&ccedil;&atilde;o de igrejas dessa denomina&ccedil;&atilde;o na Am&eacute;rica seguiu a onda de emigra&ccedil;&atilde;o e se estendeu a todos os continentes e ilhas do mar. Atualmente os Batistas do S&eacute;timo Dia possuem igrejas em muitos pa&iacute;ses, de todos os continentes; e, por meio deles, outros grupos de crist&atilde;os t&ecirc;m aceito o S&aacute;bado.&quot;<br> <br> O mesmo autor adventista acima citado tamb&eacute;m confirma este fato:<br> <br> &quot;No s&eacute;culo XVII, fundou-se em Newport, (Rhode Island, EE. UU.). precisamente em 1671, a Igreja Batista do S&eacute;timo Dia. No s&eacute;culo XVIII fundou-se a Comunidade Efrata, por John Conrad Beissel, em Lancaster. precisamente em 1 732.Convenceu-se depois do dever de observar o s&eacute;timo dia como dia de repouso e publicou Das B&uuml;chlein vom Sabbath (Philadelphia, 1728). E no s&eacute;culo XIX, em 1844 surgiu nos Estados Unidos o movimento que, anos depois, teria a denomina&ccedil;&atilde;o de Adventistas do S&eacute;timo Dia, de &acirc;mbito mundial&quot; (Subtilezas do Erro, p&aacute;g. 167)<br> <br> Se a profecia de Isaias sobre a tal restaura&ccedil;&atilde;o realmente alcan&ccedil;ou a era crist&atilde;, cabe aqui uma pergunta: quem restaurou o s&aacute;bado afinal? Os adventistas em 1846 ou os Batistas em 1617?<br> Ser&aacute; que a profecia de Apocalipse 14.12 &eacute; exclusiva dos adventistas? N&atilde;o se cumpriria tamb&eacute;m em outras denomina&ccedil;&otilde;es que j&aacute; guardavam o s&aacute;bado bem antes dos adventistas aparecerem?<br> Dos Batistas do S&eacute;timo Dia &eacute; que surge Samuel Mumford, que emigrou para a Am&eacute;rica Colonial em 1664, tornando-se o primeiro guardador do s&aacute;bado do s&eacute;timo dia no Novo Mundo.(LeRoy Edwin Froom - The Prophetic Faith of our Fathers, vol. IV, p&aacute;ginas 906 e 907)<br> <br> Os adventistas passam a imagem de que s&atilde;o os &uacute;nicos no mundo que preenchem de modo cabal tal vers&iacute;culo. Perguntamos mais uma vez: os batistas do s&eacute;timo dia t&ecirc;em f&eacute; em Jesus e guardam os mandamentos de Deus ou isso &eacute; exclusivo dos adventistas? Deixemos que eles mesmos respondam:<br> &quot;Pela miseric&oacute;rdia de Deus e gra&ccedil;a de nosso Senhor Jesus Cristo, humilde e sinceramente cremos que sempre houve e haver&aacute; um remanescente de crist&atilde;os fi&eacute;is &agrave; Sua Palavra, aos quais se aplicam as palavras prof&eacute;ticas do Apocalipse: &quot;Aqui est&aacute; a paci&ecirc;ncia dos santos; aqui est&atilde;o os que guardam os mandamentos de Deus e a f&eacute; de Jesus&quot;(Apoc. 14:12).&quot; (extra&iacute;do do site oficial dos Batistas do S&eacute;timo Dia)</p> <p align="left">Os adventistas sabem muito bem disso, pois chegaram at&eacute; confessar o d&eacute;bito que t&ecirc;m para com esta &uacute;ltima denomina&ccedil;&atilde;o:</p> <p align="left">&quot;J&aacute; indicamos o d&eacute;bito especial que os adventistas t&ecirc;m para com os batistas do s&eacute;timo dia.&quot; (Hist&oacute;ria do Adventismo, pag. 109)</p> <p align="left"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></p> <p align="left">&Eacute; preciso um esfor&ccedil;o exeg&eacute;tico descomunal para acreditar nas alega&ccedil;&otilde;es adventistas referentes a serem os verdadeiros restauradores do s&aacute;bado. Diante das provas irrefut&aacute;veis expostas acima, n&atilde;o estaria na hora dos l&iacute;deres adventistas mudarem sua hist&oacute;ria? Pelo menos se harmonizaria melhor com os fatos! Se a profecia de Isa&iacute;as cap&iacute;tulos 56 e 58 refere-se a uma restaura&ccedil;&atilde;o esta nunca poderia ter se cumprido entre os adventistas pelos motivos j&aacute; vistos. Se alega-se que a profecia tem duplo cumprimento este s&oacute; pode ter sido preenchido pelos batistas do s&eacute;timo dia. Mas isto &eacute; pouco prov&aacute;vel diante de textos como o de Os&eacute;ias 2.11 que prediz de modo inequ&iacute;voco a abroga&ccedil;&atilde;o de todos os s&aacute;bados (conf. com Col. 2.16) na era crist&atilde;. N&atilde;o estamos debaixo do s&aacute;bado mais como mandamento, a n&atilde;o ser que este seja um tipo de modo espiritual em Cristo (Mat. 11.28).</p> <p></p> <p></p> <p></p> <p></p> <p></p> <hr> <p align="left"><font size="2"><span style="font-family: Courier New; color: black">*Paulo Cristiano</span><span style="font-family: Courier New"><span style="font-family:&quot;Courier New&quot;; color:black">, é presbítero da Igreja Evangélica Assembléia de Deus e há mais de dez anos pesquisador de seitas;palestrante co-fundador e vice-presidente do CACP (Centro Apologético Cristão de Pesquisas). É membro da comissão revisora do curso teológico do Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em São José do Rio Preto(IBADERP). Já desenvolveu pesquisas e escreveu artigos sobre temas relacionados à fé cristã em </span><span style="font-family:&quot;Courier New&quot;">diversos periódicos evangélicos e seculares<span style="color: black; font-family: Courier New">. Dentre os muitos publicados na revista <i>Defesa da Fé.</i> Leciona Heresiologia e Novo Testamento na Faculdade de Teologia da Assembléia de Deus do Calvário (FATAC). <o:p> </o:p> </span></span></span></font><span style="font-family:&quot;Courier New&quot;; color:black"><font size="2">É autor do livro  Desmascarando a Idolatria , ainda sem data prevista para lançamento.</font></span></p> </div> <p></p> <p></p> <p></p> <hr> <p align="left"><font size="3" face="Arial Narrow">Gostou desta matéria? Leve até sua igreja os palestrantes do CACP. Para mais informações acesse o link &quot;<a href="palestras.htm">Palestras</a>&quot;, na página principal ou ligue para nós (17) 225-8002.<br> Adquire também nossas apostilas. Para maiores informações, acesse o link &quot;<a href="apostilas.htm">Apostilas</a>&quot; na página principal ou ligue para nós.<br> Faça a assinatura da melhor revista apologética da América Latina, revista &quot;Defesa da Fé&quot;. Quer saber mais? então ligue.</font><br> </p> <p></p> <hr> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><b><span style="COLOR: black; FONT-SIZE: 8pt">CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS</span></b><span style="COLOR: black"><O:P> </O:P> </span></p> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><b><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt"><a href="advmenu.htm"><span style="COLOR: black">Voltar</span></a></span></b><span style="COLOR: black"><O:P> </O:P> </span></p> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 7.5pt">&nbsp;&nbsp;&nbsp;©<b> </b></span><b><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 8pt">Copyright CACP 2005&nbsp;<O:P> </O:P> </span></b></p> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><b><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 8pt">Todos os direitos reservados </span></b><span style="COLOR: black"><O:P> </O:P> </span></p> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Pr. João Flávio &amp; Presb. Paulo Cristiano</span> <p align="center" style="TEXT-ALIGN: center"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><br> </span> </div> </td> <td rowspan="2" valign="top" bgcolor="#000000">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td height="19" colspan="2" valign="top" bgcolor="#000000">&nbsp;</td> </tr> </table> </body> </html>