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LEGALISMO Geralmente os adventistas
do sétimo dia são tachados pelos demais evangélicos de legalistas devido a
ênfase exagerada que dão à lei. Muitos entendem que a salvação para os
adventistas não está desassociada da guarda da lei. A lei de certa forma é
imprescindível para a salvação. Em contrapartida os teólogos adventistas se
defendem de tais acusações da seguinte maneira: "Fica reafirmado:
jamais pregamos a salvação por obras da lei..." (Subtilezas do Erro,
pág. 14) Quem está com a razão
afinal? Os adventistas que acabaram de negar que sua salvação não se baseia
nas obras da lei, ou os evangélicos que vêem nisso nada mais que argumentos
sutis? DEPOIMENTO DE UM
EX-LEGALISTA Ubaldo Torres de Araújo
ex-adventista, expressou de modo preciso este problema no meio adventista: "A literatura
legalista, ao contrário da evangélica, está impregnada de justificação pelas
obras. Mas é justo o legalismo que procura um meio de classificar a atitude
legalista que supõe existir nos outros. No livro Fé que Opera, do pastor
Morris Venden, podemos ler, à página 348: "A relação com Deus não se
baseia em nossa conduta, e sim, em nossa comunhão com Ele. Todo aquele que
pensa que sua relação se baseia em sua conduta, cedo ou tarde acabará
desistindo. E todo aquele que abandona sua relação devido sua conduta é
LEGALISTA" (destaque meu). A quem o autor está aplicando o termo
"legalista"? Aos evangélicos? Espero que não, porque estes, ao que
se sabe, buscam a comunhão divina pela luz que vem do Espírito de Deus,
independentemente da Lei. Agora mesmo, posso exigir de minha memória uma
relação das teologias que têm a Lei como base ou fundamento, e enxergo o adventismo,
seguido de todas as suas filhas igualmente legalistas. Pelo que sei e
pratiquei, é exatamente o legalismo que busca o relacionamento com Deus pela
sua conduta, isto é, pelas obras. |
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