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Alá: um deus pagão

missoes islamicasAssiste-se cada vez mais ao espírito de confusão causado pela ignorância e pelo erro em que tantos incautos vão caindo, numa atitude de pacifismo e tolerância, em nome de um “ecumenismo” humanista, mas que salienta indevidamente o “espírito da unidade” às custas da verdade absoluta revelada nas Sagradas Escrituras.

A minha preocupação não é tanto com as opiniões verberadas pelos fabricantes e comentadores de notícias, normalmente manipulados por interesses políticos ou econômicos, ou até do público em geral, mas com a crescente e subtil tendência que se nota em muitos ditos “cristãos” para acreditarem e defenderem que o Deus de Israel revelado nas páginas da Bíblia é o mesmo “deus” do Islã…

E esta tendência vai-se notando visível e frequentemente nos“encontros ecumênicos”, ou, numa linguagem mais “politicamente correta”, nos assim-chamados“diálogos inter-religiosos”, em que nos temos acostumado a ver líderes evangélicos e católicos dando as mãos aos “irmãos muçulmanos”, em nome de um pretenso entendimento e convergência espiritual, e à sombra de um mesmo pretenso “deus.”

Existe até já uma nova doutrina ecumênica denominada Crislão que assegura que tanto os judeus como os cristãos e os muçulmanos adoram o mesmo deus. Isso não é mais do que o fruto da ignorância, só que é bem pior do que isso: é uma autêntica heresia.

A Bíblia diz que o “povo perece por falta de entendimento”, e a atual geração religiosa peca exatamente por essa falta de conhecimento e sabedoria transmitidos pelo único e verdadeiro Deus, Aquele que Se revela nas Sagradas Escrituras.

A ORIGEM DE ALÁ

Durante os dias do profeta Maomé, a palavra “Alá” surgia nos textos judaicos e cristãos na língua árabe. O nome Alá tem a mesma raiz que o nome “Elohim”na língua aramaica, ambos os nomes significando “Deus.” Mas visto que tanto judeus como cristãos rejeitaram Maomé como o último e o maior dos profetas, Maomé decidiu então rejeitar o Deus dos judeus e dos cristãos, e substitui-l’O pela maior de todas as divindades pagãs dos árabes, Alá, o deus-lua, deus da guerra e deus da espada.

Segundo a tradição pagã árabe – os antigos sabeus – Alá, o deus-lua (Ilumquh), era casado com o deus-sol (Dhat Hamymand), que era a mãe; e as três estrelas mais brilhantes – as primeiras visíveis ao pôr do sol e mencionadas pelo nome no Alcorão – são as filhas da lua e do sol (Allat, Al Uzza, e Al Manat). Assim, os três maiores deuses pagãos da antiga Arábia eram a lua, o sol e as estrelas: o pai, a mãe e as três filhas.

O VERDADEIRO DEUS PROÍBE O CULTO À LUA E AOS ASTROS CELESTES

Não devemos esquecer o aviso da Palavra de Deus, de que qualquer um em Israel que adorasse ou se curvasse perante a lua, o sol e as estrelas devia ser levado aos portões da cidade e apedrejado (Deuteronômio 17). Segundo as Sagradas Escrituras dos judeus e dos cristãos esta forma de idolatria é uma ofensa capital.

ALÁ PASSA A SER “DEUS ÚNICO”

Doze anos depois de Maomé ter começado a sua nova religião, o Islã, começou a enfrentar problemas com alguns dos seus seguidores que reclamavam que conquanto ele lhes tivesse prometido uma religião monoteísta, ele tinha pelo contrário mantido uma trindade de deuses segundo a tradição árabe.

Havia 360 deuses na antiga Arábia, e apesar de ter abolido 357, Maomé tinha permitido que os três mais importantes permanecessem. Mas isso não chegava, pelo que os seus seguidores exigiram a abolição do sol e das estrelas como deuses.

Assim, Maomé foi alegadamente consultar  o anjo Gabriel, o qual o terá ostensivamente instruído a abolir o sol e as estrelas, deixando apenas a lua como deus monoteísta islâmico. Foi uma decisão difícil, uma vez que aos olhos dos árabes a lua, o sol e as estrelas eram considerados uma família, sendo como que um talismã da sorte. É por essa razão que ainda encontramos hoje esses símbolos no mundo islâmico.

Os antigos arábios (árabes) cultuavam odeus-lua Alá, curvando-se várias vezes ao dia em oração na direção da Kaaba, a “casa de Alá”, na cidade de Meca. A Kaaba é uma casa que aloja um meteorito – uma pedra negra caída dos céus. Os antigos árabes visitavam a pedra uma vez por ano e caminhavam várias vezes à sua volta durante a sua visita. É exactamente isso que os actuais muçulmanos hoje fazem, provando-se assim que o culto a Alá é nada mais do que a continuação do antigo culto pagão ao deus-lua.

Assim, o islamismo é realmente um sistema monoteísta, mas Alá é odeus-lua e não o Deus de Abraão, Isaque e Jacob. Quando os muçulmanos pronunciam “Allah hu akbar” nas suas orações, isso não significa que Alá é grande, como se interpreta vulgarmente, mas que Alá é maior. Em outras palavras, Alá al-Hahi é maior que o Deus de Israel. Segundo a tradição cristã, Satanás foi aquele ser que disse ser maior do que Deus…

ALÁ É UM FALSO DEUS

O segundo dos 10 Mandamentos diz: “Não terás outros deuses diante de Mim.” O Alá do Islã é um outro deus, um deus que eles alegam ser maior que o Deus de Abraão, Isaque e Jacob.

A Bíblia afirma claramente que o Deus de Israel é o Único Deus, o verdadeiro Deus, e portanto maior do que Alá.

Há várias questões básicas que comprovam a incompatibilidade entre o verdadeiro Deus, tal como nos é revelado na Bíblia, e o deus Alá descrito no Alcorão: a Bíblia revela que Deus é Triuno, ou seja, uma unidade de 3 Pessoas partilhando a mesma essência e atributos; o Alcorão nega a Tri-unidade de Deus, alegando que isso é uma blasfémia (Sura 5:73). O Islã nega que Jesus é Deus incarnado (Sura 4:172) e que Ele é o Filho Unigênito. Nega também que Jesus tenha sido crucificado (Sura 4:158). Para o Islã, Maomé é o “consolador”, enquanto a Bíblia afirma que o Espírito Santo é o verdadeiro “Consolador”.

É importante que ponhamos as coisas no seu devido lugar, e não nos deixemos enredar nas teias da confusão, ignorância espiritual e conveniências. Jesus disse: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará!”

Extraído do site http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/ em 16/01/2015

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