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As cosmovisões sobre a Soberania de Deus

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Depois de efusivos dois anos de estudos, analisando a questão da soberania de Deus [1] e do livre arbítrio do homem [2], conclui que existem algumas teorias que tentam dar elucidação aos textos bíblicos que falam dessa problemática, entre elas estão: Agostinianismo, Tomismo, Molinismo – aqui três visões do catolicismo – Luteranismo, Anglicanismo, Calvinismo, Arminianismo, Wesleyianismo e teísmo aberto – ambos cosmovisões protestantes. Desses, o único que teve a ostentação de fechar a questão, foi o Calvinismo [3]. João Calvino [4] fez um “sistema monobloco” e fechado, aprimorado no sínodo de DORT [5] (em 1618 e 19) em cinco pontos chamado TULIP [6]. Apesar de complexo, pude perceber que o determinismo calvinista aliado ao que eles chamam de livre agência é o conceito mais basilar e simplista para tentar compatibilizar as incongruências teológicas envolvendo a questão. Talvez por isso seja o que mais tenha fracassado na exegese bíblica e apresente um distanciamento agudo da interpretação da Igreja Primitiva. [7]

Já os demais teoremas são complexos, ricos e de uma alucinante racionalização para tentar entender o Divino e seu agir na vida de suas criaturas humanas. Entretanto, todos os teoremas, de certa forma, colocam Deus dentro do tempo – principalmente o calvinismo e o teísmo aberto (que eu classifico como o oposto de uma mesma moeda).

Contudo, um dos sistemas, apesar de ter sido criado no século XVIII com precisão de física quântica moderna, tira Deus do tempo e O coloca como atemporal e sem passado e futuro, mas em um eterno presente. John Wesley [8] faz isso com imensa exatidão retórica ao dizer:

O Reverendo Francisco Belvedere Neto coloca assim a cosmovisão de Wesley:

Então, diante dos pressupostos, incentivo ao estudante pesquisar todos os métodos, entendendo que Wesley conseguiu ser explicito em suas colocações, mais teológico e menos rígido em seu esclarecimento.

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