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Bairro de maioria islâmica é celeiro de terrorista

por Artigo compilado - seg nov 16, 11:03 am

Bairro de maioria islâmica em Bruxelas se torna alvo de buscas

People shop at a market in the neighbourhood of Molenbeek, where Belgian police staged a raid following the attacks in Paris, at Brussels, Belgium November 15, 2015. Belgian authorities say two of the gunmen who staged the deadly assaults on Paris on Friday were from the capital Brussels, and its poorer municipality of Molenbeek. Police detained several people in the mainly Muslim neighbourhood, and brought a bomb disposal van to the area. REUTERS/Yves Herman ORG XMIT: YH01
Feira no bairro Molenbeek, em Bruxelas, onde suspeitos de ligação com ataques foram detidos

uem passa por Molenbeek Saint-Jean se sente mais em um país do norte da África do que na Europa, tamanha a quantidade de passantes trajando longas túnicas até os pés e de mulheres usando o hijab (tipo de véu das muçulmanas) a circular pelas ruas do bairro, onde se veem lojas de produtos árabes e comida halal.

Os moradores desse bairro na zona oeste de Bruxelas são basicamente imigrantes, em sua maioria islâmicos.

Há famílias que passeiam pelas ruas e crianças nos parques, como no resto da cidade. Mas Molenbeek é também conhecido por abrigar religiosos e extremistas. O bairro já exportou vários jihadistas para a Síria.

Após os atentados de Paris, o ministro do Interior belga, Jan Jambon declarou que está pronto para “fazer uma limpeza na área”.

Molenbeek foi endereço temporário de Mehdi Nemmouche, atirador que matou quatro pessoas no Museu Judaico de Bruxelas, em maio de 2014, e de Ayoub El-Khazzani, autor do ataque frustrado em um trem de alta velocidade entre Paris e Amsterdã, em agosto passado.

O tráfico de armas também é intenso no país.

Segundo a imprensa belga, foi de Bruxelas que saiu parte das armas usadas em Paris pelos irmãos Chérif e Said Kouachi, que mataram 12 pessoas no ataque ao jornal satírico “Charlie Hebdo”, em 7 de janeiro, e por Amedy Coulibaly, que dois dias tomou um supermercado kosher da capital francesa, matando 4 pessoas.

Adaptado da Folha em 16/11/2015


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1 Comentário

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  1. um potencial alvo de ataques.Vi uma noticia que os governantes estão querendo dissolver rmesquitas com clerigos radicais.Já deviam ter feito isso

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