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Blogueiro crítico de radicais islâmicos é assassinado

por Artigo compilado - sáb ago 08, 12:04 am

Blogueiro crítico de radicais islâmicos é assassinado em Bangladesh

Niloy Neel é o quarto blogueiro assassinado no país em pouco mais de sete meses

O grupo jihadista Ansar al-Islam (AQIS), vinculado à Al Qaeda, reivindicou o assassinato do blogueiro Niloy Neel, comprometido com a luta contra o fundamentalismo religioso em Bangladesh. Ele foi morto a golpes de facões nesta sexta-feira. Esse é o quarto ataque fatal do tipo registrado no país em 2015, segundo a polícia local.

O blogueiro, de 40 anos, foi assassinado por volta de meio-dia (3 horas da madruagada em Brasília) em sua casa por cinco agressores, informou o porta-voz da polícia, Mustafizur Rahman. “Entraram em seu quarto, no quinto andar, empurraram seu amigo para um lado e o atacaram até matá-lo. Estava incluído entre os alvos dos ativistas islamitas”, disse à agência de notícias France Presse o líder da rede de Blogueiros e Ativistas de Bangladesh, Imran H. Sarker.

Niloy Neel criticava o radicalismo religioso que levou à explosão de bombas em mesquitas e ao assassinato de vários civis no país, afirmou Sarker. “Estamos sem palavras. Ele estava exigindo justiça para o assassinato de outros blogueiros”, disse Imran. “Quem agora pedirá justiça para Niloy?”.

O grupo Ansar al-Islam reivindicou o assassinato no Twitter e Facebook e alertou que haverá outros. Este mesmo grupo reivindicou o assassinato, em março, de blogueiro Washiqur Rahman. Desde fevereiro, foram assassinados outros dois blogueiros além de Neel e Rahman: Ananda Bijoy Das, em meados de maio e Avijit Roy, em fevereiro. Em junho, a polícia prendeu o fotojornalista Idris Ali por sua suposta relação com o assassinato de Bijoy Das.

Extraído da Revista Veja em 07/08/2015


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3 Comentários

Comentários 1 - 3 de 3Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. por que as grandes potencias não toma postura contra esses radicais?

  2. por que as grandes potencias não tomam postura contra esses radicais?

    1. Presenciamos um conflito mundial, mas diferente do que houve na 1ª ou 2ª Guerra, os radicais não “apontam a cara” atacam como terroristas e se escondem, não tem um força formal que a Colisão tem que atacar frontal, e outra guerra como no Iraque e afeganistão custaria muito $.

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