Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP
A "Cruz Vergada" de Bento
XVI
A partir
do papa Paulo VI, "suas santidades" passaram a exibir publicamente
a cruz vergada, em substituição ao antigo crucifixo.
JP2 usou-a durante os seus mais de 25 anos de reinado e agora o Ratzinger,
ou melhor, Bento XVI, está usando-a também, pois a cruz
ocultista é especialmente apropriada para esses papas dos últimos
tempos.
Como nos ensina o historiador católico Piers Campton, em seu
livro "The Broken Cross: Hidden Hands in Vatican", editado
em 1981, Essa cruz é "um símbolo sinistro, usado
pelos satanistas no século VI, o qual foi recolocado em uso desde
o tempo do Concílio Vaticano II. Nessa cruz vergada é
exibida uma figura distorcida e repulsiva de Cristo, a qual era usada
por todos os praticantes de feitiçaria e magia negra, na Idade
Média, expressando a passagem bíblica da Marca da Besta..."
Esse tenebroso objeto que os papas exibem, combinando com a sua vestimenta
espalhafatosa e a mitra (cabeça de peixe, símbolo do deus
Dagon), destina-se a ser reverenciado pelas multidões, representando
o futuro Anticristo, detalhe esse totalmente ignorado pelas pessoas
que não lêem a Bíblia, nem pesquisam a história
do Catolicismo Romano.
Infelizmente, os católicos, em vez de buscarem a verdade que
liberta da mentira religiosa, a qual é facilmente encontrada
na Bíblia e em bons livros de história (muitos deles de
autores católicos), preferem fechar os olhos. Confiam em seus
padres e bispos, os quais, segundo disse o Senhor, referindo-se aos
fariseus do Seu tempo, "...são condutores cegos. Ora, se
um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova" (Mateus
15:14).
Quem entendia bem deste assunto era o padre jesuíta Malachi Martin.
Durante o tempo em que trabalhou em Roma, ele sempre esteve próximo
ao papa João XXIII, tendo sido iniciado nos mais recônditos
segredos do Vaticano. Vamos dar a palavra ao Prof. Arthur Noble, no
artigo "Satan´s Hold on the Vatican" EIPS, 24/08/99.
"Seus anos [de Malachi Martin] em Roma também coincidiram
com a realização do Concílio Vaticano II (1961-1965).
Completamente decepcionado com a Igreja de Roma e a Ordem Jesuíta
à qual pertencia, em 1964 ele pediu dispensa de votos religiosos
e abandonou Roma às pressas, em julho do mesmo ano, tendo ido
para Nova York, onde trabalhou como lavador de pratos e motorista de
táxi, tendo conseguido a nacionalidade americana em 1970.
Sua sucessão de livros sobre temas católicos tornou-se
cada vez mais procurada por católicos desejosos de conhecer os
bastidores da "Santa Madre". No livro "The Pilgrim"
(O Peregrino), publicado em 1964, ele divulgou os esforços feitos
contra a intenção de João XXIII de revogar a doutrina
que culpava os judeus pela morte de Cristo. Em "Hostage to the
Devil" (Hospedagem ao Diabo), publicado em 1976, ele fala dos supostos
espiões soviéticos vivendo dentro do Vaticano. No livro
"The Keys of This Blood" (As Chaves Deste Sangue), publicado
em 1990, ele denuncia o delírio do papa JP2 de controlar o mundo
através da Nova Ordem Mundial (corroborando a afirmação
de que o Vaticano é a força propulsora por trás
da União Européia). Em "Windswept House", (Casa
Desarrumada) publicado em 1996, ele apresenta a versão fictícia
de um verdadeiro assassino. Em todos os seus escritos "o declínio
e queda" da Igreja de Roma são o tema principal.
Em 1981, Martin analisou bem a sua Igreja, afirmando que esta é
"uma igreja de seminários vazios, bispos politiqueiros,
freiras pintadas, usando maquilagem e mini-saias, laicato confuso, dentro
de um Vaticano que hospeda traidores comunistas, prelados marxistas,
um bordel sobrecarregado de exorcistas e burocratas hostis, com pouca
gente boa e calma, centro de 37% de clérigos e pessoas que faturam
para uma Igreja sufocada por Paulo VI..."
Martin é mais um exemplo do crescente número de sacerdotes
que têm testemunhado a iniqüidade da Meretriz Babilônia,
a partir do seu âmago, tendo resolvido clamar contra ela, de cima
dos telhados. Que material ainda mais sinistro teria ele descoberto,
se tivesse permanecido por mais tempo no Vaticano? O repórter
Felix Corley falou: "O Vaticano deve ter ficado satisfeito, por
ter ele saído no tempo certo". (Até aqui falou o
Prof. Arthur Noble).
Voltando à cruz vergada, em seu livro "The Keys of This
Blood", Martin nos esclarece que os papas atuais estão todos
comprometidos com a Nova Ordem Mundial, quer sejam ortodoxos ou liberais.
Como uma figura é mais contundente do que mil palavras, a cruz
vergada apresenta um Jesus desfigurado, para sempre pregado na cruz,
negando, portanto, a Sua Ressurreição e Ascensão
aos céus. Nenhum padre ou bispo católico crê realmente
na Divindade do Senhor Jesus Cristo. Por isso é que eles servem
fielmente a sua Igreja, o que seria impossível, se realmente
conhecessem a Palavra de Deus e cressem na Divindade do Senhor. Enquanto
isso, os católicos são uns pobres coitados, iludidos pelos
seus falsos mestres. E quando, depois de dez anos de pesquisa, eu tento
mostrar-lhes a verdade, recebo e-mails de crítica, me chamando
de "odiosa" e coisas desse naipe. Até ameaça
de morte já recebi de um mineiro, em dezembro do ano 2000!
A batata do Vaticano está assando, enquanto ele vai caminhando
a passo largos para a degradação final, quando colocará
no trono de Roma, e depois em Jerusalém, o "homem do pecado",
ficando o papa (quem sabe o atual Bento XVI) com o cargo de Falso Profeta,
cargo esse já exercido por 264 antecessores dele, todos se apresentando
como "Vigários de Cristo". Na realidade esses 265 usurpadores
não passam de tremendos blasfemadores contra o Espírito
Santo, o único e legítimo Vigário do Senhor, conforme
João 16:7-14: "Todavia digo-vos a verdade, que vos convém
que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não
virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. E, quando
ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e
do juízo. Do pecado, porque não crêem em mim; da
justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está
julgado. Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não
o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele, o Espírito
de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não
falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido,
e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará,
porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de
anunciar".
Mary
Schultze, abril 2005
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