Esqueceu a senha?

Controvérsias da Congregação Cristã no Brasil

por Pr. Natanael Rinaldi - qua maio 04, 12:53 am

Não podemos errar pela generalização, mas é fato que a irmandade da Congregação Cristã no Brasil (CCB) é, em grande parte, proselitista. Isto é, engajada na conversão dos “infiéis” a Cristo. É fato, também, que uma pequena parcela de membros da CCB não demonstra essa tendência, o que deveria servir de exemplo aos demais. Entretanto, membros de outras denominações evangélicas e, especialmente seus pastores, sabem que quando adeptos da CCB se aproximam de algum crente, quase nunca é para firmar laços de comunhão como irmãos de fé, mas sim com a intenção de encaminhar “o crente de estranha fé” à “verdadeira graça de Deus”, suposta e exclusivamente representada pela própria CCB. Em suma, para muitos membros da CCB, os “infieis” são os próprios crentes de outras igrejas evangélicas.

A Técnica Proselitista Empregada

Podemos perceber o proselitismo desenvolvido pelos membros da CCB em algumas situações típicas e cotidianas. Talvez, não seja difícil ao leitor reconhecer já ter vivenciado algum caso semelhante.

Não é incomum crentes da CCB lançarem julgamentos hostis sobre certos elementos observados e seguidos por outras igrejas. Num relacionamento de trabalho, por exemplo, quando dois crentes se conhecem, um da CCB e outro de qualquer denominação evangélica, existe a preocupação de o crente da CCB logo indicar pelo menos dois fatores muito criticados por eles dentro das outras igrejas evangélicas.

O primeiro fator contestado é o cargo de pastor, o qual costumam afirmar que se trata de uma posição exclusivamente ocupada pelo Senhor Jesus na CCB. Assim, com certo orgulho religioso, reiteram que a CCB é a única igreja evangélica em que o único pastor é Jesus Cristo.

O segundo fator criticado, decorrente do primeiro, é a idoneidade dos pastores evangélicos. Em geral, eles são apresentados como impostores que exercem sua função interessados no dinheiro das ovelhas. E contrastam: “os anciãos da CCB trabalham com as próprias mãos de onde retiram o sustento para suas famílias”. A oposição ao dízimo requerido pelas igrejas evangélicas, sob a alegação de que o mesmo foi uma observância dos tempos da lei, algo bastante tentador aos crentes que não têm fé suficiente para crer na provisão de Deus.

Tudo isso, embora seja apenas o começo, já é mais que suficiente para deixar em confusão muitos crentes evangélicos. A seguir, tentaremos esclarecer cada uma dessas oposições.

O Pastorado Eclesiástico E Seu Sustento

Qualquer leitor da Bíblia não ignora que Jesus é chamado de sumo pastor: “E, quando aparecer o sumo pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória” (1Pedro 5.4). Sumo pastor, como o próprio nome apresenta, é o chefe dos pastores, assim como o sumo sacerdote do Antigo Testamento era o maioral entre os demais sacerdotes. O termo sumo significa “máximo”, “supremo”, e é óbvio que isso infere pastores inferiores, menores, que estariam hierarquicamente abaixo do “pastor superior”.

Jesus, como sumo pastor, ordenou pastores para sua Igreja: “E ele mesmo [Jesus] deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” (Efésios 4.11-12).

Em relação à idoneidade dos pastores, reconhecemos, com pesar, que a imagem dos pastores realmente anda desgastada por escândalos em nossa nação, mas os envolvidos não representam, de forma alguma, a maioria dos servos de Deus. O que ocorre é que a mídia nunca perde a oportunidade de explorar, muitas vezes enfaticamente, casos de pastores que dão mau testemunho. Na verdade, nem poderíamos esperar outra coisa dos veículos informativos seculares. O que, porém, nos entristece é o fato de que alguns membros da CCB, e também outros evangélicos, peguem carona nessa atitude e ajudem a espalhar os escândalos aos quatro ventos do país.

O próprio Jesus falou desses pastores iníquos: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7.22-23).

Todavia, não podemos, jamais, perder de vista os fieis que existem no mundo. Elias também se equivocou ao julgar que era o único fiel a Deus, mas foi advertido pelo Senhor: “Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou” (1Reis 19.18). Graças a Deus, esses homens existem, e estão servindo ao Senhor em nossas igrejas evangélicas!

Em relação ao sustento pastoral, escreveu o apóstolo Paulo: “Porque diz a Escritura: Não amordace o boi enquanto está debulhando o cereal, pois o trabalhador merece o seu salário” (1Timóteo 5.18). O próprio Paulo recebia salário para o seu sustento, não da igreja de Corinto, mas de outras igrejas em que trabalhava: “Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado” (2Coríntios 11.8). Assim como os demais judeus, Paulo também tinha uma profissão alternativa. Ele era fazedor de tendas (Atos 18.3) e desse ofício tirava o necessário para o seu sustento, pois temia escandalizar os irmãos. Além disso, não queria correr o risco de ser interpretado como aventureiro em Corinto. Apesar de tudo, ele recomenda que o obreiro não se envolva com negócios estranhos ao seu ministério pastoral (2Timóteo 2.4). E Paulo foi reconhecido pelos demais apóstolos, quando da instituição do diaconato: “Mas nós [os apóstolos] perseveraremos na oração e no ministério da palavra” (Atos 6.4).

A Observância do Dízimo

Os dízimos eram destinados aos levitas e sacerdotes (Números 18.21-24; Hebreus 7.5), para que não faltasse mantimento na casa de Deus (Malaquias 3.10). Os filhos de Levi e os ministros do altar, por sua vez, pagavam os dízimos dos dízimos recebidos (Números 18.26).

Não é certo que o dízimo seja algo restrito aos tempos da lei de Moisés, pois sabemos que o primeiro dizimista na Bíblia foi Abraão e não Moisés: “E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o possuidor dos céus e da terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo” (Gênesis 14.18-20).

O que é interessante observar é que a lei que obrigava os israelitas a pagar o dízimo só foi dada 430 anos depois de Abraão: “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa” (Gálatas 3.17). Logo, o dízimo não teve origem na lei, mas na espontaneidade de Abraão, muito antes da lei.

O que os membros da CCB não contam aos seus prosélitos é que, mesmo criticando a contribuição dizima que ocorre nas igrejas evangélicas, a CCB criou cinco tipos de contribuições. Estamos falando de cinco modos para recolher dinheiro da irmandade. Vejamos: oferta de piedade (voltada ao trabalho social); oferta para compra de terrenos (voltada às construções); oferta de viagem (voltada às viagens dos anciãos); oferta para conservação de prédios (voltada à manutenção); e oferta de votos (voltada às necessidades especiais e excepcionais).

Ora, tudo isso, e muito mais, é suportado pelos dízimos entregues como sacrifício de adoração em nossas igrejas. O que a CCB fez foi mudar a nomenclatura. Aliás, não seria exagero dizer, que dependendo do coração do fiel da CCB, é possível que ele desembolse mais dinheiro nesta igreja do que em qualquer outra. Em resumo, a CCB critica, sem fundamentação bíblica, o sistema dizimal, e ainda o substitui por algo mais pesado de ser carregado por seus membros.

É preciso salientar também que o dízimo não é devolvido a Deus com o objetivo de salvação, mas apresentado com amor, pois Deus ama os que ofertam com alegria: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2Coríntios 9.7). Assim, cada oferta é como se fosse uma semente de bênçãos que, na hora certa, todos colheremos: “Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça” (2Coríntios 9.10).

Motivação para a Pregação do Evangelho

Não bastasse toda essa estratégia proselitista, grande parte dos membros da CCB defende uma motivação muito estranha para a pregação do evangelho. Segundo muitos deles, devem difundir as boas-novas apenas quando “sentirem” que devem fazer ou “sentirem” que determinada pessoa pode aceitá-lo.

Jesus não ordenou a seus discípulos que esperassem, até que alguém sentisse que deveria aceitar o evangelho. O Senhor Jesus jamais disse ao pecador: “Se sentires e fores ao templo, serás salvo”. Pelo contrário. Ele disse à sua Igreja: “Ide por todo o mundo; pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15). Se não formos bedientes a esse mandamento, estaremos pecando contra a Palavra do Senhor Jesus Cristo. Mas, a CCB, além de não cumprir o mandamento, escarnece de todos aqueles que obedecem à ordem de Cristo.

A CCB defende que não se deve sair para evangelizar utilizando-se de versículos bíblicos fora do contexto, como, por exemplo, Mateus 7.6, que diz: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem”.

É comum ouvirmos da irmandade que os crentes vão à praça pública para aparecer, escandalizando, assim, a Palavra de Deus. É importante que o leitor saiba, portanto, que a Igreja do Senhor Jesus cresceu porque os novos cristãos, bem como todos os membros cheios do Espírito Santo, saíam por todas as partes anunciando a Palavra, ou seja, pregando o evangelho. Dizer que quando alguém vai a algum lugar público anunciar o evangelho é porque deseja aparecer é uma atitude desprovida de qualquer realidade bíblica. Será que quando Estêvão pregava fazia isso para aparecer? E Paulo? Será que, na Grécia, ele fazia isso para aparecer? Será que, no dia de Pentecoste, quando Pedro pregou publicamente, fez isso para aparecer? (Atos 2.14-36). Será que Paulo, quando pregou na cadeia de Filipos, fez isso para aparecer (Atos 16.25-34)? E, quando ele pregou no areópago para os filósofos, fez isso para aparecer? (Atos 17.22-31). Será que homens de Deus imitariam esses exemplos só para aparecer?

Outro argumento da CCB é que devemos pregar o evangelho somente quando sentirmos, ou melhor, quando o Espírito Santo mandar. Esse argumento da irmandade é muito interessante, porque muitas vezes só sentem que devem “anunciar”, ou são ordenados pelo Espírito Santo a agir dessa forma quando, coincidentemente, alguém aceita Jesus em alguma igreja evangélica. Estranho! Por que, afinal, antes de a pessoa se converter ninguém sente nada? E o Espírito Santo, fica mudo?

Vejamos o que a Palavra de Deus ensina:

“E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém” (Lucas 24.47).

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (Atos 1.8).

“De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e os religiosos, e todos os dias na praça com os que se apresentavam” (Atos 17.17).

Ainda poderíamos citar mutos outros versículos! Por exemplo: Mateus 8.1; Marcos 1.15-20; Lucas 13.23 e 14.21-2.3; Atos 16.13 e 21.5; Romanos 1.14-15; 1Coríntios 9.16 e Hebreus 4.2.

Vejamos o que diz parte da letra de um dos hinos que os seguidores da CCB cantam em seus cultos, cujo título é: “Levemos a mensagem com amor”: “Por terra, pelo ar e pelo mar, o evangelho vamos proclamar…” (Louvores e Súplicas a Deus, nº 209).

Só não enxerga essa realidade quem não quer: a prática da CCB contradiz até mesmo a teoria dos seus hinos de louvor.

Finalizamos este pequeno comentário fazendo o seguinte alerta: Será que a CCB, ao invés de criticar a pregação do evangelho fora do templo, não deveria imitar o Senhor Jesus, a Igreja primitiva, os apóstolos e todos os verdadeiros discípulos de Cristo, que sem se deixarem intimidar levaram as boas-novas a todo o mundo? Será que não lhes seria mais glorioso entrar na seara e trabalhar?

Cristo morreu para que fôssemos um só nele, e antes de ir para a cruz, orou ao Pai pedindo a unidade dos cristãos: “E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim” (João 17.20-23).


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

27 Comentários

Comentários 1 - 27 de 27Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. que pena ver uma organizacao tão séria fazer um comentário tão injusto como este … não sou partidário de denominacão nenhuma… tenho curiosidade de entender melhor os ensinamentos da CCB .., mas com essas informaçoes aqui contidas não dá …. q pena ..

    1. “Examinais a escrituras porque nelas cuidais ter a vida eterna e são elas que testificam de mim”… Ore humildemente a Deus para que ele te dê entendimento para e então procure um povo que abraça integralmente a Sua Palavra sem hipocrisia e engano! Este video não tem valor algum…

    2. Irmão Darlan. Faça uma visita a Congregação e conhecerá uma igreja maravilhosa

    3. Muitas das coisas ditas nesse site, não são verdadeiras, realmente as pessoas falam mau da Congregação, eu mesmo fazia parte desse grupo, até o momento em q abri meu coração e conheci a verdadeira glória de Deus, e foi dentro da mesma, vá até lá e verás.

  2. Fico triste em ouvir uma interpretação inequívoca dos ensinamentos da CCB, primeiro não tem site da CCB; segundo estes pontos de doutrinas não são ensinados na CCB conforme foi descrito; terceiro a CCB não explora a fiéis; o batismo deve ser segundo ao descrito na bíblia entre outros.

    1. Irmão Jonas, lamentável esses “estudos” , sem conhecimento, assim como você, me entristeço com tais comentários, de pessoas tão sérias, que não conhecem a obra de Deus na Congregação

  3. Sobre o dízimo é sementante ao sábado é anterior a Lei de Moisés e era praticado atá no paganismo, Abraão não deu o dízimo de suas posses e sim dos despojos da guerra, Abraão deu o dízimo uma única vez e não era obrigatória.

    1. Deveis fazer isso [dizimo] sem omitir aqueles [ fé, justiça, misericórdia ] Mateus 23:23

      “deveis” Jesus disse que é um dever, mas se você acha o contrário que diremos pois ?

  4. Bom, conheço bem a doutrina santa, fui batizado em 2001, única coisa que entendo é que na Congregação Cristã no Brasil, muitos dos irmãos repudia pecadores, quando estes cometem pecados, são definitivamente excluídos do meio cristão

  5. Realmente esse texto é muito preconceituoso e o vídeo mais ainda, distorce completamente a doutrina ensinada na CCB.A primeira injustiça é e lançar comportamento hostis de certos membros, se eles se comportam de tal maneira eles realmente estão errados, mas isso nao foi ensinado pela doutrin

  6. no vídeo logo no inicio vejo o despreparo do Sr, falando que viu na NET em buscas, a ccb n tem sites feitos pela igreja,e ela n se responsabiliza por sites feitos em nome dela. E contou uma mentira terrível falando que colocamos a bíblia em segundo plano, e é claro que é obrigação nossa ler

  7. ” …falando que colocamos a bíblia em segundo plano, e é claro que é obrigação nossa ler.”

    Fato : a CCB não recomenda e diz que não precisa estudo bíblico, diz que a palavra é “revelada” através das profecias dos “irmãos-que-se-levanta”.

    1. ” … e é claro que é obrigação nossa ler.”

      Jesus mandou estudar a Bíblia, (João 5:39) e não SOMENTE fazer meras leituras, ler você lê um jornal ou gibi e logo esquece. vê se abre o olho rapaz.

    2. Amado conheça a obra do Senhor, para depois fazer comentário sem fundamento, o dia em que for de coração aberto ouvir a palavra do Senhor na Congregação , dificilmente vai querer sair de lá. Deus o abençoe grandemente

  8. Marcelo ter dez 20 at 12:04 am Examinais a escrituras porque nelas cuidais ter a vida eterna e são elas que testificam de mim”… Este video não tem valor algum…

    este verso biblico voce copiou e nem sabe onde está na Biblia, cara da CCB não conhece Biblia, não recomenda estudo.

  9. Em primeiro lugar, este véu não é o usado na CCB. Em segundo lugar, o tal “livro” que está na mão delas não é nem a Bíblia e nem o Hinário. Em terceiro lugar a CCB não tem portas nas janelas. Se nem a foto é fidedigna, que dirá o conteúdo do site.

    1. você deve ser então do minister “jandira” ……kkkkkkk

  10. Paula seg jan 30 at 4:17 pm

    conheça a obra do Senhor, para depois fazer comentário sem fundamento, o dia em que for de coração aberto ouvir a palavra do Senhor na Congregação , dificilmente vai querer sair de lá.

    1. o pessoal da CCB não sabe fazer um comentário com contexto bíblico simplesmente só ficam falando bravatas e máximas sobre como é bom ser CCB e ficar no convite …se alguém recusa diz que haverá maldição um caroço pode nascer no peão. dá licença …

  11. o dizimo não pode ser imposto e sim dado de coração.da nojo ver esses pilantras estorquindo os fiés sou da congregação e se estou cego ou errado em vez de criticar ore por nos

    1. ” … pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; DEVEIS, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas. Mateus 23:23

      “DEVEIS fazer estas coisas” (dizimo) sem omitir o mais importante da lei.

    2. “sou da congregação e se estou cego ou errado em vez de criticar ore por nos”

      seu problema não seria bem “certo ou errado” mas sua ignorância, e que não estuda a Bíblia, vocês são induzidos a não-estudar-a-Bíblia, isso é um erro grave. e uma heresia ensinada pelo ancionato.

    3. “da nojo ver esses pilantras estorquindo os fiés”

      depende da onde são estes supostos “fiés” que vc menciona. se voce entende errado algo, evidencie biblicamente, mas só tagarelar bravatas como vc faz vai esclarecer alguém?
      vae estudar rapá, depois volte a argumentar.

  12. Infelismente é asssim mesmo, meu esposo era da CCB ficou see anos e não conhecia a biblia. Começou a estudar a palavra e hoje entende a verdade.

  13. Olha vcs erram em varias coisas.
    Dentre elas esta o fato do dizimo
    Pois na CCB cada membro da a quantia q quiser seja até centavos ou milhas e essa quantidade sera dada no anonimato e por livre e espontânea vontade

  14. E o dinheiro dado anonimamente pelos membros da CCB e direcionado somente para construção e remormas das nossas próprias igrejas e suprir necessidades até mesmo de outros países como os países da África…

  15. povo da ccb nao le a biblia nao adianta contender com povo incredulo religioso sao cegos apenas no fim verao tamanho erro

Comentários 1 - 27 de 27Primeira« AnteriorPróxima »Última

Deixe seu comentário

Advertisement