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“Eu, robô”, razão e fé

por Artigo compilado - sáb nov 02, 3:15 pm

Este artigo foi apresentado ao curso de Automação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul como um dos pré-requisitos para aprovação na disciplina de Português Instrumental II, sob a orientação da professora Dra. Ana Maria Accorsi. Consiste em uma análise da perspectiva de Isaac Asimov sobre a controvérsia entre o ateísmo e o teísmo presente no livro de sua autoria “Eu, Robô”, mais precisamente no conto número três denominado “Razão”.

1- Pano de fundo

Quem nunca se questionou sobre o propósito da existência ou sobre a origem do universo e da humanidade? Essas são questões muito antigas e estão no centro do debate entre ciência e religião. As respostas para elas são diversas, mas para o bem desta análise considerar-se-á apenas duas: a naturalista e a teológico-cristã. A naturalista aponta para o acaso. Desconsidera haver um objetivo existencial para o ser humano. Firma suas justificativas no paradigma científico dominante, o qual prima pelas evidências e pela experimentação, muito embora, ao contrário do seu idealismo, adote premissas por vezes improváveis para enunciar suas teorias. A teológico-cristã, ainda que fundamentada na fé, recorre à racionalidade para validar seus argumentos. Crê em um propósito para a vida. Crê em um Deus criador de tudo o que há.

Os primeiros ensaios deste conflito são encontrados na antiguidade grega com o surgimento do racionalismo (século IV a.C.), movimento que se propôs a recorrer exclusivamente ao raciocínio lógico como método para resolver suas indagações. Em um passado mais recente, com o surgimento da ciência moderna (século XVI d.C) e com o desenvolvimento da metodologia científica naturalista, uma grande parcela da sociedade acadêmica passou a rejeitar qualquer explicação proveniente das ciências sociais que não pudesse ser minuciosamente investigada por seu método. Contudo, grandes cientistas cristãos da época como Nicolau Copérnico (1473-1543), Galileu Galilei (1564-1642), Johannes Kepler (1571-1630), René Descartes (1596-1650), Robert Boyle (1627-1691), Issac Newton (1642-1727), Michael Faraday (1791-1867), Charles Bells (1774-1842), etc., não viam qualquer desacordo entre suas pesquisas e sua fé. [1]. E mais do que isso, o cristianismo estava comprometido com o desenvolvimento da ciência, o que é comprovado pela insistência do reformador Lutero para a criação de escolas públicas [2] e pela fundação das universidades protestantes de Genebra [3], Leyden, Utrech [4], etc.

A devoção à ciência e sua nomeação como única fonte de respostas para as questões da humanidade tornaram-se mais fortes com o surgimento do empirismo e do positivismo, cujos idealizadores foram respectivamente os filósofos John Locke (1632-1704) [5] e Augusto Comte (1798-1857). [6] Porém, o cisma entre o naturalismo e a religião foi definitivamente instaurado no auge do desenvolvimento científico (séculos XIX e XX) com a elaboração das teorias sobre o surgimento do universo, da origem da vida e da evolução das espécies. A ciência julgou ter evidências suficientes para promover o “enterro de Deus”. Até mesmo dentro das escolas de teologia, um movimento chamado liberalismo teológico e seu método de interpretação histórico-crítico aderiu aos princípios metodológicos da ciência e retirou a essência divina dos elementos da fé cristã. [7]

Entretanto, um efeito contrário às expectativas naturalistas sucedeu o avanço da ciência. Ao invés da fé se tornar um instrumento apenas dos indoutos, inúmeros cientistas e filósofos importantes trouxeram à tona a fragilidade dos argumentos contra a existência de Deus, e demonstraram a possibilidade de se possuir uma fé consistente e racional. Willian Lane Craig, um dos principais filósofos apologistas contemporâneos, comenta:

Ao longo da última geração, entre os filósofos profissionais, cujo ofício é pensar sobre questões metafísicas difíceis, ocorre o avivamento do interesse nos argumentos para a existência de Deus. Esse ressurgimento de interesse não passou despercebido nem mesmo da cultura popular. Em 1980, a revista Time publicou um artigo importante intitulado “Modernizing the Case for God” [Modernizando a defesa de Deus], que descrevia o movimento entre os filósofos contemporâneos para remodelar os argumentos tradicionais a favor da existência de Deus. Time maravilhou-se que “numa tranquila revolução no pensamento e no debate, que quase ninguém teria previsto apenas duas décadas atrás, Deus está fazendo uma reaparição. O mais curioso é que isso não está acontecendo entre teólogos ou crentes comuns, mas nos seletos círculos intelectuais dos filósofos acadêmicos, onde há muito o consenso baniu o Onipotente do discurso proveitoso.”[8]

2- Mas o que “Eu, Robô” tem a ver com tudo isso?

Qualquer pensador que escreve histórias, mesmo que não seja um idealista, está sujeito a retratar em seus escritos sua cosmovisão, ainda que de forma encoberta. Asimov, ateu professo [9], criou o conto “Razão” [10] (terceiro conto do livro) justamente apoiado em seus pressupostos ateístas. “Eu, Robô”, uma das obras mais importantes da literatura mundial sobre robótica (1950), ridiculariza os religiosos, apresenta uma imagem totalmente distorcida da fé, zomba da racionalidade da teologia e por fim não apresenta nenhum argumento verdadeiramente significativo contra o teísmo.

“Razão” é a história de um robô (QT-1) extremamente inteligente construído para substituir os seres humanos na operação de uma estação espacial, cuja função é manter os raios solares direcionados ao planeta Terra. Além dele, a estação é tripulada por dois homens, Donovan e Powell, e outras máquinas menos inteligentes.

Contagiado pelo desejo de conhecer sua origem, QT-1 hesita em acreditar ser uma invenção humana, visto que é superior física e intelectualmente. Chega à conclusão que o único ser capaz de gerá-lo é o conversor de energia, uma máquina poderosa que é o centro de toda a atividade da estação. Passa a crer que toda a existência é criada pelo conversor. Despreza todas as evidências apresentadas por Donovan e Powell quanto à sua criação e quanto à existência de outros seres humanos, de outros planetas e do próprio universo. Para ele, tudo não passa de uma ilusão criada pelo “mestre” (conversor) para manter suas criaturas controladas. Os livros da biblioteca da estação, as imagens do universo e até as memórias dos dois homens são apenas as ferramentas pelas quais o mestre manipula a seu favor tudo o que existe.

O robô então influencia todas as outras máquinas, as quais passam a chamá-lo de profeta, e estabelece formas de culto ao conversor. Impede que humanos adentrem à sala principal e assume o controle de todas as operações da estação. Para Donovan e Powell, toda aquela situação é absurda, porém irremediável. A função da estação está comprometida nas mãos daquelas máquinas fanáticas.

Em um dado momento crítico da narrativa, durante uma tempestade de elétrons, QT-1 demonstra extrema capacidade técnica e consegue manter o diretor de raios focado na Terra. Powell, perplexo, entende que aquela fé tola do robô é o fator que torna a substituição dos homens pelas máquinas na estação possível, visto que os seres cibernéticos fazem qualquer coisa para cumprir a vontade do “mestre” e, neste caso, a vontade dele é que os raios solares sejam direcionados o mais perfeitamente possível ao suposto planeta Terra.

Desta forma, o objetivo da criação da série de robôs inteligentes fora alcançado. A crença irracional, ao invés de prejudicial, possibilita que os robôs substituam os homens no controle da estação espacial.

O leitor mais atento perceberá a analogia entre os elementos do conto e a realidade no contexto do embate ciência versus religião. De fato, Asimov demonstrou todo seu preconceito contra os teístas e foi extremamente injusto ao relatar as bases da fé. O robô QT-1 representa o homem dotado de boa capacidade intelectual e defensor de uma fé irracional. As demais máquinas são os fiéis, pessoas desprovidas de inteligência que normalmente seguem aqueles com maior poder de persuasão. Donovan e Powell representam o homem ateísta, cujo poder de influência é reduzido, visto que possui condição física e numérica menor, porém é conhecedor das “verdades” do universo através do empirismo (experiencialismo). A fé das máquinas é apresentada como se fosse algo ridículo perante aos fatos conhecidos pelos homens e reduzida a uma ferramenta de manipulação e controle.

3- Qual é a mensagem da narrativa?

É impossível conhecer as intenções de Asimov através do texto. Todavia, o enredo carrega uma mensagem, cujo teor pode ser resumido em quatro idéias básicas:

– Crer em um ser criador de todas as coisas é uma tolice.

– A fé é útil apenas como ferramenta de manipulação e controle.

– A fé de pessoas com menor acesso ao conhecimento é cega.

– Há evidências suficientes para o ateísmo.

Cada uma destas opiniões será tratada particularmente a seguir.

3.1- Crer em um ser criador de todas as coisas é uma tolice

Este ponto é totalmente compreensível. Não causa surpresa saber que um ateu pense desta forma. Do outro lado da moeda, os teístas também entendem que não crer em um ser criador de todas as coisas é uma tolice.

O problema aqui foi a representação. A analogia entre a fé de QT-1 e a fé teísta foi extremamente traiçoeira. A história deixa transparecer que a fé é algo irracional e sem fundamento, quando de fato não é. Willian Lane Craig aponta alguns dos diversos motivos para se crer de forma racional na existência de Deus:

(…) os argumentos e evidências que apontam para a Sua existência são mais plausíveis do que aqueles que apontam para a negação. Vários argumentos dão força à ideia de que Deus existe. Ele é a melhor explicação para a existência de tudo a partir de um momento no passado finito, e também para o ajuste preciso do universo, levando ao surgimento de vida inteligente. Deus também é a melhor explicação para a existência de deveres e valores morais objetivos no mundo. Com isso, quero dizer valores e deveres que existem independentemente da opinião humana.[11]

Há uma explicação melhor para que do nada tudo passe a existir? Se regredirmos gradualmente até o evento que deu origem ao universo, logicamente concluiremos que a causa é eterna; sempre existiu. A menos que se assuma que ela tem outra causa e assim sucessivamente, então a rede torna-se infinita e improvável. Deus é a única explicação para que do nada o universo passe a existir. O maior cientista da atualidade, Stephen Hawking, confirma que não há uma explicação cientifica possível para a origem de tudo:

Toda a evidência parece indicar, que o universo não existe desde sempre, mas que teve um início, cerca de 15 bilhões de anos atrás.(…) Como os eventos antes do Big Bang não têm consequências observacionais, pode-se também cortá-los fora da teoria, e dizer que o tempo começou no Big Bang. Eventos antes do Big Bang, simplesmente não estão definidos, porque não há nenhuma maneira de medir o que aconteceu com eles.[12]

Craig citando Anthony Kenny, professor da Universidade de Oxford, declara que o teísmo é mais plausível que a outra possibilidade:

A menos que sejam teístas, os proponentes da teoria do Big Bang são forçados a acreditar que o universo surgiu do nada. [13]

Para provar a razoabilidade do teísmo, além do argumento da origem do universo (argumento cosmológico), pode-se mencionar o do ajuste fino (argumento teleológico). A ciência descobriu nos últimos 40 anos que a existência de vida inteligente no universo depende de condições incalculáveis.[14] As chances de todos os fatores simultaneamente coincidirem  com os valores necessários para que haja vida inteligente são tão baixas que a mente humana não pode compreendê-las. Há somente três possibilidades de explicação para o referido ajuste: acaso, necessidade ou projeto. Afirmar que os ajustes são resultados de um projeto é tão ou mais sensato que afirmar aleatoriedade ou necessidade.

Em suma, é evidente que a crença em Deus é racional, até porque ela é a única explicação plausível para a origem de tudo. Isso não significa que as pessoas precisam concordar com ela, porém considerá-la uma alternativa tola é uma injustiça.

3.2- A fé é útil apenas como ferramenta de manipulação e controle

Ao aproximar-se do fim, a narrativa conta que Powell compreende a finalidade da fé dos robôs: mantê-los sob controle e induzi-los a fazer o trabalho desejado.

É verdade que a fé pode ser usada como ferramenta de manipulação, porém isso não lhe confere exclusividade. Pode-se também afirmar que o ateísmo, a ciência, a política, a violência, etc., são mecanismos utilizados para controlar grupos de pessoas em favor de objetivos que lhes são ocultos. Entretanto, essa não é a regra.

Muito embora os indivíduos mal-intencionados possuam maior evidência na mídia, há uma grande maioria de leigos, clérigos e acadêmicos que vivem uma fé sincera, não fazendo da religião um meio para obtenção de quaisquer benefícios ocultos. Talvez um belo exemplo seja a própria reforma protestante (século VXI d.C.) que levantou a bandeira do “Sola Scriptura”[15], rejeitando qualquer doutrina que não fosse única e exclusivamente baseada nas Escrituras, reduzindo a possibilidade de dissimulação.

Para o teísta, mais especificamente para o cristão, a fé é mais do que uma ferramenta de manipulação; “é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” Hebreus 11:1

Asimov foi extremamente injusto e parcial apresentando uma faceta da fé que lhe é extrinseca. Utilizou sua obra, ainda que de forma indireta, com o oculto objetivo de desacreditar a fé sem cuidar que suas crenças (ou falta de crenças) também estão sujeitas ao oportunismo; e isso, por si só, não tem validade para desconstruir um sistema.

3.3- A fé de pessoas com menor acesso ao conhecimento é cega

Os robôs coadjuvantes do conto “Razão” são retratados como fantoches, ou  seja, criaturas facilmente influenciáveis. Pela falta de capacidade crítica, são incapazes de ponderar sobre as evidências e as “doutrinas” de QT-1. Aceitam a fé pela ignorância. Isso é tudo o que o autor tem a dizer sobre os crentes em Deus. Todos são ignorantes, cegos e desprovidos de inteligência.

A pequena lista de cientistas fornecida no item 1 é suficiente para  provar que teístas tem sim elevada capacidade crítica. Pode-se citar outras centenas de proeminentes figuras mundiais portadores de uma fé inabalável com QI superior ao de Asimov. Mas de que adiantaria? A ideia de associar ignorância à fé é falaciosa; não passa de uma tentativa desesperada do autor para desmoralizar a outra parte (argumentum ad hominem), visto que não existem termos consistentes contra a fé dela.

3.4- Há evidências suficientes para o ateísmo

Donovan e Powell sabem exatamente a origem da estação espacial, de QT-1 e das demais máquinas da nave. Conhecem as exatas razões para estarem ali. Desta forma o autor faz parecer que o ateísmo é tão consistente quanto as informações detidas pelos dois astronautas. Porém isso é uma inverdade.

Ateísmo não passa de uma descrença em divindades. É bem verdade que os ateus recorrem frequentemente à ciência para justificar suas posições, entretanto, suas tentativas são frustradas ao perceberem que ciência e religião não são auto-excludentes.

A ciência moderna e sua metodologia, até os dias atuais, não apresentou nenhum argumento que invalide a existência de Deus (não que a intenção fosse essa). Ainda que as teorias do “Big Bang”, da origem da vida e da evolução das espécies fossem mais do que apenas teorias e pudessem ser testadas e comprovadas em laboratório, isso não excluiria a possibilidade da existência de um criador. Deus poderia muito bem ter usado os meios enunciados por elas para criar tudo o que há. Entretanto, elas são meramente especulações. Há inúmeros muros intransponíveis para a ciência provar que tais teorias são de fato possibilidades reais, e veja, ainda que passassem pelo crivo do método científico, não passariam de possibilidade, afinal, ninguém esteve lá para contar a história.

Por exemplo, sobre o “Big Bang”, o próprio Stephen Hawking reconhece que não há como saber o que o originou. Além do mais, por razões óbvias, é simplesmente impossível reproduzir o evento. Ainda, para se chegar à teoria definitiva, inúmeras suposições são assumidas como verdadeiras para possibilitar a consistência da teoria. Nada mais é necessário para mostrar que a origem do universo permanece em aberto para a ciência naturalista.

Quanto à origem da vida, os cientistas alegam ser impossível reproduzir o evento de geração espontânea (teoria mais aceita no meio científico) em laboratório. O máximo alcançado foi através da experiência (1952) de Miller e Urey, que reproduzindo a suposta atmosfera terrestre primitiva e aplicando descargas elétricas nela, observaram o surgimento espontâneo de aminoácidos. Entretanto, a vida é algo muito mais complexo que apenas aminoácidos. Jonathan Wells, um biólogo evolucionista, escreve:

Assim permanecemos profundamente ignorantes sobre como a vida se originou. O experimento de Miller-Urey ainda continua a ser usado como um ícone da evolução, pois nada melhor surgiu. Ao invés de ser dita a verdade, nós damos a enganosa impressão que cientistas demonstraram empiricamente o primeiro passo na origem da vida.[16]

Sobre a evolução das espécies de Darwin, há centenas de argumentos que minam a consistência da teoria. Cita-se a complexidade celular, a explosão Cambriana, as recentes descobertas da estratigrafia e a escassez de fósseis de transição. Mais direcionado ao darwinismo ateísta, um ponto confrontador é a moralidade do ser humano. Se Deus não existe, não existem valores morais objetivos. Se a evolução é verdadeira e Deus não existe, os valores que carregamos conosco são fruto da necessidade de sobrevivência e adaptação e, portanto, são relativos. Não há qualquer imoralidade no estupro de bebês, visto que não existe certo e errado. O que existe é luta pela sobrevivência.

Percebe-se então que o ateísmo carece mais de fundamentação do que o teísmo. Asimov erra ao relacionar a base de sua descrença a fatores consumados.

4- Conclusão

“Eu, Robô”, embora um obra prima da ficção científica, apresenta uma visão deformada tanto do teísmo quanto do ateísmo. Isaac Asimov procura fortalecer o que entende ser a verdade sobre as questões metafísicas atribuindo uma consistência que, de fato, sua posição não possui, ao mesmo tempo em que ridiculariza a visão contrária subestimando seus valores e razões.

A fé é uma posição racional. É possível se crer em Deus e possuir argumentos razoáveis para justificar essa postura. Religiosos não são pessoas menos inteligentes que ateístas. Da mesma forma que os crentes, os descrentes precisam possuir muita fé para aderirem ao ateísmo, afinal, as suas bases não são tão sólidas ao ponto de que não permitam a dúvida.

Autor Samuel Paulo Coutinho

Extraído do site deusamouomundo.com em 02/11/2013

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REFERÊNCIAS

[1] DEEM, Richard L. Cientistas famosos que criam em Deus. Disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/apologetica/cientistas_famosos.htm> Acesso em 10/12/2012.

[2] FERRARI, Márcio. Martinho Lutero, o autor do conceito de educação útil. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/autor-conceito-educacao-util-423139.shtml> Acesso em 10/12/2012.

[3] NICODEMUS, Augustus. João Calvino e a Universidade. Disponível em: <http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=307> Acesso em 10/12/2012.

[4] JANSEN, Johannes. Universidades protestantes: benefícios e riscos. Disponível em: <http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=165> Acesso em 10/12/2012.

[5] Disponível em: <http://www.brasilescola.com/filosofia/o-empirismo-critico-john-locke.htm> Acesso em 10/12/2012.

[6] OLIVIERI, Antonio Carlos. Positivismo: Ordem, progresso e a ciência como religião da humanidade. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/positivismo-ordem-progresso-e-a-ciencia-como-religiao-da-humanidade.htm> Acesso em 10/12/2012.

[7]  CONSTANZA, José Roberto da Silva. As raízes históricas do liberalismo teológico. Disponível em: <http://mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_X__2005__1/jose.pdf> Acesso em 10/12/2012.

[8] CRAIG, Willian Lane. O neoateísmo e cinco argumentos a favor de Deus. Disponível em: <http://www.reasonablefaith.org/portuguese/o-neoateismo-e-cinco-argumentos-a-favor-de-deus#ixzz2E6aUFCYn> Acesso em 10/12/2012.

[9] Isaac Asimov. Disponível em: <http://www.celebatheists.com/wiki/Isaac_Asimov> Acesso em 10/12/2012.

[10] ASIMOV, Issac. Eu, robô. Disponível em: <http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books/Isaac%20Asimov-2.pdf> Acesso em 10/12/2012.

[11] Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/e-possivel-acreditar-em-deus-usando-a-razao-afirma-william-lane-craig> Acesso em 10/12/2012.

[12] HAWKING, Stephen. The Beginning of Time. Disponível em: <http://www.hawking.org.uk/the-beginning-of-time.html> Acesso em 10/12/2012.

[13] CRAIG, Willian Lane. Deus existe?. Disponível em: <http://www.reasonablefaith.org/portuguese/deus-existe#ixzz2EeBulHrI> Acesso em 10/12/2012.

[14] CRAIG, Willian Lane. Deus existe?. Disponível em: <http://www.reasonablefaith.org/portuguese/deus-existe#ixzz2EeIrbLsz> Acesso em 10/12/2012.

[15] Disponível em: <http://www.gotquestions.org/Portugues/sola-scriptura.html> Acesso em 10/12/2012.

[16] WELLS, J., Icons of Evolution, p. 24, 2000. Citado em :http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/08/21/podem-processos-naturais-explicar-a-origem-da-vida/> Acesso em 10/12/2012.

 


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