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“Eu sai da Igreja Adventista”

por Enviado por email - seg jun 01, 10:26 am

Liberto00000678

Nota do CACP: O depoimento abaixo foi nos enviado por e-mail. O autor, dentro da sua liberdade cristã, presta voluntariamente um depoimento de sua experiência dentro do Adventismo e como saiu de lá.

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Desde que entrei na IASD, eu achei estranho como eles tem uma visão de mundo diferente do resto do Cristianismo. Como sou treinado em filosofia e teologia, depois de alguns estudos bíblicos eu pedi para o Pastor parar que eu precisava pensar bem sobre o assunto. No momento em que fiquei sabendo que a IASD interpreta que Jesus e revelou aos anos como Miguel, eu resolvi dar um passo pra fora. Mas esse foi apenas o penúltimo passo.

O primeiro passo

O primeiro passo fora do Adventismo foi dado no período inicial, quando comecei a freqüentar a igreja. Eu sou um Teísta Evolucionista, e me lembro de um pastor convidado dizendo que os Cristãos que acreditavam na evolução estavam sendo controlados por Satanás. Naquele momento, eu me lembro de sair de lá com raiva pensando que nunca mais deveria voltar. Mas pensei melhor e resolvi ficar, pois poderia ser “apenas a opinião de uma pessoa”.

O segundo passo

Meu segundo passo para fora foi quando fiquei sabendo de Ellen White. Por incrível que pareça, só fiquei sabendo de Ellen White depois de três meses freqüentando a IASD. Quando comecei a ler os escritos dela, eu vi de onde todas as idéias que me pareciam estranhas haviam vindo.

Eu havia decidido não crer nela. Então, perguntei ao Pastor “posso ser adventista sem crer em Ellen White?”, e ele me respondeu “Sim, vai perder muita coisa mas sim…”.

Quando comecei a perceber que os cultos giravam em torno do que ela ensinava, eu comecei a perceber que não tirava proveito algum deles. Não conseguia nem me focar nos momentos de oração.

O terceiro passo

Meu terceiro passo foi quando mostrei meus livros de filosofia para uma pessoa de lá que era membro freqüente. Ele me perguntou se “o Pastor havia autorizado a leitura”. Fiquei “O QUE?” Como assim “autorizado”? Não posso, sei lá… pensar?

A maioria dos membros de lá não ligavam muito e muitos até me pediam os livros emprestados, mas fiquei imaginando o que os membros mais velhos e conservadores pensariam. Eu não queria ser julgado por querer aprender.

O quarto passo

O quarto passo, embora seja meio egoísta e “tosco”, ocorreu quando percebi que nunca iria me casar ali. Um sonho que tenho é o de me casar, mas ali seria impossível. Isso porque de acordo com Ellen White, Cristãos que crêem na evolução e não crêem no “espírito de profecia” são “controlados por Satanás”. Quem iria querer se casar com uma pessoa dessas?

O quinto passo

O quinto passo veio quando falei a um recém-conhecido que eu não acreditava em criação de seis dias de 24 horas e ele perguntou se eu era ateu. (Tipo, o que??)

O sexto passo

O sexto passo aconteceu quando li este artigo do site BioLogos, que diz que o Criacionismo de Terra Jovem “explodiu” por causa das alegadas visões de Ellen White. Apesar de antes os pensadores Cristãos terem visões diferentes de Gênesis, antes de EGW ninguém dizia “com certeza” a duração dos dias de Gênesis. João Calvino e Lutero eram CTJ, mas eles também eram geocentristas.

O sétimo passo

O sétimo passo foi quando fiquei sabendo do “Jesus-Miguel”. Apesar dos argumentos bíblicos dos ASD terem certa lógica, eles não são conclusivos, e Ellen White deveria dar a palavra final.

Em uma troca de mensagens com o físico Aron Wall e o filosofo Michael do canal Inspiring Philosophy, eles me advertiram a sair de la por causa de tal doutrina herética.

O ultimo passo

O ultimo passo esta sendo dado quando comecei a pensar criticamente nas doutrinas do Sabbath, sono da alma, aniquilacionismo e Ellen White.

Sono da Alma e Holismo

O sono da alma não funciona com a visão holística de corpo-alma em um só. Pois, se nosso corpo e alma são uma só coisa que apenas dorme depois da morte, quando nosso corpo “vira pó” nos simplesmente deixamos existir. Somos aniquilados. Agora, pode ser dito “mas Deus vai ressuscitar a gente!” Porém, nesse caso Ele não estaria nos ressuscitando, mas sim nos “re-criando”. Ou seja, após a “re-criação” geral, vai existir um “novo eu”, mas não o mesmo “eu” de agora. O sono da alma só funciona com… uma alma! Mas não com um corpo-alma que é um só.

Aniquilação e ateísmo

A aniquilação é injusta e confortável ao ateu. O ateu já pensa que ele deixará de existir quando morrer. Então, se eu disser que ele será aniquilado, o resultado é o mesmo pra ele. Ele se sentiria inteiramente confortável em continuar rejeitando Deus, mesmo sabendo que Ele existe. O resultado, pro ateísta, é o mesmo. Não é justo da parte de Deus e isso pode atrapalhar no evangelismo.

Ellen White e o pecado original

Deus disse: não comereis da árvore do conhecimento do bem e do mal, se comerdes certamente morrerás. (Gên 2:17)

Quando contando para a serpente a ordem de Deus, Eva disse: Deus disse para não comer, e nem tocar, na arvore do meio do jardim. (Gên 3:3)

Eva adicionou palavras a Palavra de Deus. O adventista pode retrucar dizendo que “EGW também pode ser a palavra de Deus”, mas Eva também pensava que o que ela havia dito era a palavra de Deus. Note que ela diz que “Deus disse”.

Então, mesmo que algo pareça e palavra de Deus, adicionar a ela nos leva ao pecado, como levou Eva. “Ah, mas a Bíblia diz que no final virão profetas para falar de Jesus”. Bom, eu não estou tão certo sobre isso, mas de qualquer forma, a Bíblia também nos diz que virão Falsos Profetas no fim dos tempos (2 Pedro 2:1; Mateus 24:11)

Eu não poderia crer em White, assim como não poderia crer em Joseph Smith e Allan Kardec.

Do Sábado para Cristo

É logicamente impossível o Sabbath ser uma lei moral. Isso porque antes da criação do tempo, não havia semana, e sem semana não há sábado. Já que a Lei Moral é um reflexo do caráter de Deus, uma lei que envolve um dia da semana não pode vir dEle.

Em Colossenses, Paulo diz:

“Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou com relação a alguma festividade religiosa ou à celebração das luas novas ou dos dias de sábado. Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo.” – Colossenses 2:16-17

A resposta tradicional dos Adventistas e outros grupos que guardam o Sábado é que esse verso não fala dos dias de Sábado, mas sim das festas anuais. Porem, logo vemos que isso não faz sentido. A seqüência que Paulo escreve é muito importante. Aqui, ele esta falando de todos os Sabbaths do Antigo Testamento. Isso se torna mais visível quando comparamos com outras passagens que mencionam essas festas no Antigo Testamento:

“E para oferecerem os holocaustos do Senhor, aos sábados, nas luas novas, e nas solenidades, segundo o seu número e costume, continuamente perante o Senhor” – 1 Crônicas 23:31

“Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para a apresentação contínua do pão da proposição, para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas, e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua de Israel.” – 2 Crônicas 2:4

“Também sobre nós pusemos preceitos, impondo-nos cada ano a terça parte de um ciclo, para o ministério da casa do nosso Deus; Para os pães da proposição, para a contínua oferta de alimentos, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas solenes, para as coisas sagradas, e para os sacrifícios pelo pecado, para expiação de Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus.” – Neemias 10:32-33

“Acabarei com a sua alegria: suas festas anuais, suas luas novas, seus dias de sábado e todas as suas festas fixas.” – Oséias 2:11

“Será dever do príncipe fornecer os holocaustos, as ofertas de cereal e as ofertas derramadas nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da nação de Israel. Ele fornecerá as ofertas pelo pecado, as ofertas de cereal, os holocaustos e as ofertas de comunhão para fazer propiciação em favor da nação de Israel.” – Ezequiel 45:17

Tanto em Colossenses quanto nessas outras passagens as festas anuais (festividades), festas mensais (luas novas) e semanais (os Sábados) são mencionados. Então, claramente Paulo esta falando que todos os Sabbaths do Antigo Testamento são “sombras do que haveria de vir”.

Samuele Bacchiocchi, o Adventista maior defensor do Sábado reconhece isso. Ele diz que se fossemos interpretar essa passagem como sendo sobre apenas as festas anuais Paulo estaria dizendo, “suas festividades, luas novas e festividades”, o que não faz sentido nenhum. Ele então bola outra resposta, dizendo que Paulo não esta falando de guardar o Sábado, mas sim da “perversão” na observância do Sábado.

O problema com o argumento de Bacchiocchi é que Paulo diz logo em seguida que essas coisas são “sombras do que haveria de vir”. São sombras da realidade de Cristo. Esses Sabbaths eram prenúncios do que Cristo faria. Como poderia a perversão do Sábado ser uma sombra ou prenuncio de Cristo?

O Sábado também não é o selo de Deus:

“Nele, quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados com o Espírito Santo da promessa” – Efésios 1:13

“Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção.” – Efésios 4:30

“Ora, é Deus que faz que nós e vocês permaneçamos firmes em Cristo. Ele nos ungiu, nos selou como sua propriedade e pôs o seu Espírito em nossos corações como garantia do que está por vir.” – 2 Coríntios 1:21-22

Iremos guardar o sábado nos novos céus e nova terra?

“Assim como os novos céus e a nova terra que vou criar serão duradouros diante de mim”, declara o Senhor, “assim serão duradouros os descendentes de vocês e o seu nome. De uma lua nova a outra e de um sábado a outro, toda a humanidade virá e se inclinará diante de mim”, diz o Senhor. – Isaías 66:22-23

Se eu digo que “estudo de um dezembro a outro”, quis dizer que estudo apenas em dezembro?

A Igreja Católica mudou o Sábado para o Domingo séculos depois?

Não, e nós temos registros do inicio do segundo século para comprovar isso, no livro apócrifo de Barnabé:

“Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus.” – Epistola Apócrifa de Barnabé 15:8

A nova teoria de Samuele Bacchiocchi

Samuele Bacchiocchi, o grande historiador Adventista, percebeu que não havia sido a Igreja Católica séculos depois que havia mudado o Sábado para o Domingo. Então, ele bolou uma nova teoria, basicamente dividida em quatro argumentos.

Primeiro Argumento – “Não pode ter surgido na Jerusalém antiga”

Bacchiocchi diz que a guarda do domingo não pode ter surgido na antiga Jerusalém. Isso porque a igreja apostólica via a ressurreição como uma realidade existencial que devia ser vivida vitoriosamente pelo poder do Salvador ressurreto. Não era pratica lingüística associada a adoração no domingo.

Ele também argumenta que Lucas chama os membros da Igreja de Jerusalém de “zelosos da lei” em Atos 21:20. E que como não houve controvérsia entre Paulo e os Judeus, então isso mostra que o Sábado nunca foi disputado, pois devia ser observado pelos Cristãos.

A igreja de Jerusalém também não tinha autoridade e nem o desejo de mudar o Sábado para o Domingo, pois era composta por Judeus e Cristãos que cumpriam a lei.

O problema com esse argumento é que ele depende da ideia de que o Domingo começou como um Sabbath Cristão, de adoração e descanso, como um substituto do Sabbath Judaico. Porem, não há razão para isso. D. A. Carson, em seu livro “From Sabbath do Lord’s Day” (p. 270) [Do Sábado para o Dia do Senhor] argumenta que a adoração no Domingo começou na Palestina Cristã não como uma alternativa ao Sábado, mas como um adicional a observância do Sabbath Judaico. De acordo com Eusébio, os Ebionitas observavam tanto o Sábado como o Domingo, o que representa a pratica da igreja Palestina primitiva. Os outros que não guardavam o Domingo no tempo de Eusébio podem ser descendentes de grupos distintos que abandonaram o Domingo Cristão em 70 d. C., quando os Judeus Cristãos Palestinos foram pressionados pelas sinagogas com direito a serem excomungados.

Segundo Argumento – “A mudança veio do anti-judaísmo da época”

Bacchiocchi basicamente diz o seguinte: A irmandade gentílica de Roma ajudou na diferenciação de Judeus e Cristãos. Em 64 d.C., Nero culpou os Cristãos pelo incêndio que não atingiu o bairro Judaico Trastevere. Isso sugere que os romanos consideravam os Cristãos uma religião distinta da Judaica. A razão que ele chama de “mais provável” é a de que os Cristãos de Roma não faziam cultos nas sinagogas como na Palestina.

Depois de 70 d.C., o Bispo de Roma era uma autoridade, e ele assumiu a liderança da comunidade cristã. Ele seria o único com a autoridade para influenciar novas praticas religiosas.

Os Romanos impuseram novas medidas repreensivas fiscais, militares, políticas e religiosas contra os Judeus. Em 66 d.C., houve a Primeira Revolta Judaica contra Roma. O motivo fiscal seria que os Judeus tinham que pagar multa só por serem Judeus. Já o motivo militar, veio de Vespariano e Tito, que esmagaram a primeira revolta. O motivo religioso é que Vespariano aboliu o Sinédrio e o cargo do sumo sacerdote.

Existem escritos também de varias pessoas da época (Sêneca, Pérsio, Petrônio, Quintiliano, Marcial, Plutarco, Juvenal e Tácito) que escreveram vários documentos sobre uma propaganda anti-judaica, que ridicularizava os Judeus por causa do Sábado e da circuncisão.

Bacchiocchi nos mostra uma descrição da diferenciação anti-judaica do segundo século, o que foi um fator importante na atitude Cristã do segundo século com o Sabbath. Foi o fenômeno complexo, incorporar a teologia Paulina para a liberdade dos Cristãos Gentios da lei, com o desejo de não serem associados aos Judeus pelas autoridades Romanas, alem de outros fatores. E estes fatores devem ter feito os Cristãos do segundo século a falar mal do Sabbath Judaico. Devemos acrescentar também que a controvérsia com o Gnosticismo, o Cristianismo Católico recusou-se a abandonar a continuidade com o Antigo Testamento. A distinção de Marcião de Sinope entre o Deus mal dos Judeus que deu o mandamento do Sabbath, e o Deus Cristão revelado por Jesus era repudiado pela igreja. Se o Sábado tivesse sido uma mudado para o Domingo recentemente, deveria ter havido mais discussão sobre a superioridade do Domingo sobre o Sábado. E esse é o problema central do argumento. Se o Sábado era tão importante para os Cristãos, então porque não existe nenhum documento registrado de uma luta contra os Romanos? Uma Lei de extrema importância, dada por Deus, seria de extrema importância para os Cristãos se continuasse valida e eles com toda a certeza lutariam por isso. Sendo assim, deveríamos ter registros de algo. Em especial por ter acontecido depois das Revoltas Judaicas.

Terceiro Argumento – “O Bispo de Roma mudou o Sábado para o Domingo”

Em 135 d.C., Adriano publicou um decreto, três anos depois dos combates que visavam esmagar a Segunda Revolta Judaica. Após esmagar os judeus, fez de Jerusalém uma colônia Romana. Proibiu Judeus e Cristãos de entrar na cidade e baniu de todo o império as praticas Judaicas (incluindo o Sábado). Com isso, os Cristãos seguiram a orientação do Bispo de Roma e mudaram o Sábado para o Domingo e a Páscoa para o Domingo de Páscoa, isso para evitar semelhanças com o Judaísmo.

Por causa das proibições romanas e as zombarias, os Cristãos começaram a escrever contra os Judeus. A idéia era mostrar aos Romanos que o Cristianismo era diferente.

O problema desse argumento é que, em 190 d.C., o Bispo Victor, de Roma, não conseguiu impor a pratica de se guardar o a Páscoa depois do Domingo de Páscoa. Se o Bispo Romano não tinha poder para impor sua vontade na igreja em 190 d.C., como poderia o Bispo Romano em 130 ter imposto a pratica universal de guarda do Domingo semanal em toda a igreja? Deveríamos ter vários documentos mostrando uma grande controvérsia para a continuidade da guarda do Sábado.

Quarto Argumento – “A guarda do Domingo começou sob influencia da adoração ao Sol”

O quarto e ultimo argumento de Bacchiocchi é o de que os Cristãos do segundo século foram influenciados pela pratica da adoração ao Sol Invictus, predominante em Roma. Ele então oferece algumas evidencias como a repreensão de lideres Cristãos a praticas e uma citação de Eusébio sobre a criação do Sol no primeiro dia da criação.

Esse talvez seja o argumento mais fraco de Bacchiocchi. Isso porque os Cristãos primitivos vieram de uma tradição judaica extremamente anti-paganismo. Por esse motivo sabemos que a história de Cristo não é uma copia de mitos da época. Os Cristãos Judeus detestavam praticas pagãs e, por isso, não poderiam ter sido influenciados pela adoração ao Sol, já que Gênesis 1 também tinha como motivo nos dizer que o Sol não era um deus, mas algo criado por Deus. Talvez o que Eusébio se refira é que a época do Sabbath acabou e houve uma nova luz, como no primeiro dia da semana de criação, que deu inicio a uma nova era.

Se devemos cumprir os outros mandamentos, por que abolir o Sábado?

Dos Dez Mandamentos, apenas nove deles são repetidos no Novo Testamento:

  • Adorar apenas o Senhor Deus (53 vezes)

Mateus 2:2; 2:8; 2:11; 4:9; 4:10; 14:33; 15:9; 28:9; 28:17, Marcos 7:7, Lucas 4:7; 4:8; 24:52, João 4:20,21,22(x2),23,24(x2); 9:38; 12:20, Atos 7:43; 8:27; 16:14; 17:23(x2); 18:7; 18:13; 19:27; 24:11, Romanos 1:25; 12:1, 1 Coríntios 14:25, Filipenses 3:3, Colossenses 2:18, Hebreus 1:6; 9:1; 9:6; 10:2; 11:21, Apocalipse 4:10; 5:14; 7:11; 9:20; 11:1; 11:16; 14:7; 15:4; 19:4; 19:10; 22:8; 22:9

  • Não a idolatria (12 vezes)

Atos 15:20, 29, Romanos 1:25, 1 Coríntios 6:9; 8; 10:7,14; 12:2, 2 Coríntios 6:16, 1 Tessalonicenses 1:9, Gálatas 5:20, Efésios 5:5, Colossenses 3:5, 1 Pedro 4:3, 1 João 5:21, Apocalipse 2:14, 20; 9:20; 21:8; 22:15

  • Não profane (4 vezes)

Mateus 12:36, Efésios 5:4, Romanos 2:24, Apocalipse 16:9

  • Honrar os pais (6 vezes)

Mateus 15:5; 19:19, Marcos 7:10; 10:19, Lucas 18:20, Efésios 6:2

  • Não matar (6 vezes)

Mateus 5:21; 19:18, Marcos 10:19, Lucas 18:20, Romanos 1:29; 13:9, Tiago 2:11

  • Não adulterar (12 vezes)

Mateus 5:27, 28, 32; 19:9,18, Marcos 10:11,19, Lucas 16:18; 18:20, Romanos 13:9, Tiago 2:11, 2 Pedro 2:14

  • Não roubar (4 vezes)

Mateus 19:18, Marcos 10:19, Lucas 18:20, Romanos 2:21; 13:9, Efésios 4:28

  • Não dar falso testemunho (4 vezes)

Mateus 15:9; 19:18, Marcos 10:19, Lucas 18:20

  • Não cobiçar (9 vezes)

Marcos 7:22, Lucas 12:15, Romanos 1:29; 7:7; 13:9, Efésios 5:3, Colossenses 3:5, Hebreus 13:5, 2 Pedro 2:14

Em nenhuma parte do Novo Testamento é dito para manter o Sábado como Sabbath. O Antigo Testamento tinha uma aliança de Deus com Seu povo (Israel). Mas o Novo Testamento tem uma Nova Aliança, trazida na morte e ressurreição de Cristo.

Todas as Leis foram substituídas por Leis maiores na Nova Aliança. Uma pessoa que que não tem pensamentos adúlteros (Lei nova) jamais adulterará (Lei antiga). Similarmente, um Dia de Descanso foi substituído por um Descanso no Criador. A antiga Lei foi substituída por uma versão melhor.

Normalmente, a palavra usada para o Sabbath em grego é Sabbaton. Porem, aqui em Hebreus 4 é usada a palavra Sabbatismos. Essa palavra significa “descanso ‘sabbatico’”. Não é especificado um dia aqui. Isso porque Cristo é nosso Sabbath. A passagem nos diz que “hoje”, podemos entrar no descanso de Deus. Vivendo em Cristo, vivemos no descanso de Deus.

Êxodo 34:28 diz que os Dez Mandamentos eram palavras da aliança. Porem, Hebreus 8:7-13 diz que a primeira aliança foi substituída.

Apocalipse 14:7, 12

Vejamos então aos textos que supostamente dizem que quem não guardar o Sábado irá adorar a Besta:

“Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. […] Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”  – Apocalipse 14:7, 12

“O dragão irou-se contra a mulher e saiu para guerrear contra o restante da sua descendência, os que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus.” – Apocalipse 12:17

Um dos princípios de interpretação bíblica é este: Se você quer saber o que o autor quer dizer com uma palavra, veja como o autor usa essa palavra! Os mandamentos aqui não são os Dez Mandamentos. A palavra em Grego para os Dez Mandamentos é “Nomos”, mas aqui é usada a palavra “Entele”, que significa “Ensinamentos”. E o próprio João nos diz quais são esses ensinamentos:

“Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus, e todo aquele que ama o Pai ama também ao que dele foi gerado. Assim sabemos que amamos os filhos de Deus: amando a Deus e obedecendo aos seus mandamentos. Porque nisto consiste o amor a Deus: obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados.” – 1 João 5:1-3

Em 1 João 3, João nos diz quais são esses “mandamentos”:

“Amados, se o nosso coração não nos condenar, temos confiança diante de Deus e recebemos dele tudo o que pedimos, porque obedecemos aos seus mandamentos e fazemos o que lhe agrada. E este é o seu mandamento: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo e que nos amemos uns aos outros, como ele nos ordenou.” – 1 João 3:21-23

Nas dez vezes que João usa esse termo no Evangelho de João, ele nunca se refere a Torá (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio). E quase sempre Jesus diz “aquele que guarda os MEUS mandamentos”. Seus novos mandamentos que estão sendo dados. E sempre que a palavra “Entele” é usada em 1 João, se refere ao Novo Mandamento do Amor.

Conclusão

Eu amo meus amigos Adventistas. De verdade. Mas vendo os perigos das doutrinas Ellenwhitianas eu comecei sentir a necessidade de mostrar o por que de sair de la. Se você é Adventista e leu isso, levante o seguinte questionamento: Você adora no sábado, ou você adora O sábado? Você adora no sábado porque quer fazer o que Deus pediu, ou porque Ellen White disse? Ou porque tem medo de ser aniquilado? Cristo é o bastante pra você? Então, porque a obrigação em seguir essa lei? Você quer comprar sua salvação, ou vai confiar em Cristo que já o salvou de graça?

Autor: NQI por email


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