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EUA subestimou militantes na Síria, diz Obama

por Artigo compilado - dom set 28, 5:20 pm

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As agências de inteligência dos Estados Unidos subestimaram a atividade do Estado Islâmico dentro da Síria, que se tornou um “marco zero” para jihadistas globalmente, disse o presidente Barack Obama em entrevista ao canal de televisão “CBS” transmitida neste domingo (28).

Além disso, os EUA superestimaram a capacidade do exército iraquiano de enfrentar os grupos militantes, disse Obama em entrevista gravada na sexta-feira (26), dias após o presidente defender a intervenção na Organização das Nações Unidas.

Citando declarações do diretor de inteligência nacional, James Clapper, Obama reconheceu que a inteligência dos EUA subestimou o que está acontecendo na Síria.

Militantes islâmicos se esconderam quando o exército dos EUA enfrentou a Al-Qaeda no Iraque com a ajuda de tribos iraquianas, disse ele.

“Mas ao longo dos últimos anos, durante o caos da guerra civil síria, onde essencialmente você tem grandes fatias do país completamente desgovernadas, eles foram capazes de se reconstituir e tomar vantagem desse caso”, disse Obama.

“Então isso se tornou um ‘marco zero’ para jihadistas em todo o mundo”, acrescentou.

Ataques
A coalizão internacional anti-jihadista atacou neste domingo novas refinarias de petróleo controladas pelo grupo Estado Islâmico (EI) na Síria.

Três pequenas refinarias utilizadas pelo EI foram destruídas por ataques com mísseis na madrugada deste domingo no norte da Síria, na fronteira com a Turquia, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

A coalizão já havia visado ao menos 12 refinarias controladas pelo grupo extremista nos últimos dias no leste da Síria, região em grande parte controlada pelo EI.

Esses ataques destinam-se a secar a fonte financeira que representa o petróleo para os jihadistas, que o contrabandeia especialmente para a vizinha Turquia, de acordo com especialistas. Este comércio movimentaria cerca de US$ 3 milhões.

Os bombardeios na Síria seguem-se aos ataques contra o Iraque, iniciados em agosto.

Extraído do G1 em 28/09/2014


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