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Evidências em favor da consciência eterna do perdido

por Pr. João Flávio Martinez - ter set 04, 2:53 pm

Seitas como os Adventistas e as Testemunhas de Jeová afirmam que depois da morte somos reduzidos ao silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir. Mas será isso correto de acordo com a Bíblia?

Evidências em favor da consciência eterna do perdido

Primeiro, o rico que morreu e foi para o inferno tinha plena consciência de seu tormento (Lc 16:22-28), e não há indicação alguma no texto de que esse tormento um dia iria terminar.

Segundo, Jesus falou repetidamente que, para as pessoas no inferno, “haverá choro e ranger de dentes” (Mt 8:12; 22:13; 24:51; 25:30), o que indica que elas estarão lá conscientes.

Terceiro, a Bíblia diz que o inferno tem a mesma duração que o céu, ou seja, é “eterno” (Mt 25:41).

Quarto, o fato de o castigo ser eterno indica que as pessoas também são eternas. Não se pode sofrer o castigo, a menos que a pessoa exista, para ser punida (IITs 1:9).

Quinto, a besta e o falso profeta serão lançados vivos dentro do lago de fogo quando começar o milênio (Ap 19:20), e ainda estarão lá, conscientes e vivos, depois de mil anos (Ap 20:10).

Sexto, as Escrituras afirmam que o diabo, a besta e o falso profeta “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Mas não há como ser atormentado pelos séculos dos séculos sem estar consciente pelos séculos dos séculos.

Sétimo – Jesus repetidamente referiu-se ao inferno como um lugar onde o fogo não se apaga (Mc 9:48), onde os próprios corpos dos ímpios nunca morrerão (cf. Lc 12:4-5). Mas não faria sentido algum haver chamas eternas, se os corpos não tivessem alma, que é necessária para a pessoa sofrer o tormento.

Oitavo, a mesma palavra usada para o verbo “perecer”, a respeito do ímpio, no AT (abad) é empregada também a respeito da morte do justo (veja Is 57:1; Mq 7:2). A mesma palavra é usada para descrever coisas que simplesmente tenham sido perdidas, mas depois encontradas (Dt 22:3), o que prova que “perdido” no texto em questão não significa deixar de existir. Assim, se “perecer” significasse “sofrer uma aniquilação total”, então o salvo seria aniquilado também. Mas sabemos que isso não acontece.

Nono, seria contra a própria natureza dos seres humanos a sua aniquilação, já que eles são feitos à imagem e semelhança de Deus, o qual é eterno (Gn 1:27). Para Deus, aniquilar a sua imagem no homem seria atacar o reflexo dele mesmo.

Décimo, a aniquilação seria algo que diminuiria tanto o amor de Deus como a natureza do ser humano como uma criatura moralmente livre. Seria como se Deus dissesse ao homem: “Vou permitir que você ‘seja livre somente se você fizer o que eu digo! Senão, acabarei de uma vez com a sua própria liberdade e com a sua existência!” Seria como um pai que dissesse ao filho que queria que ele se tomasse médico e, quando o filho decidisse ser guarda florestal, o pai o matasse! O sofrimento eterno é um eterno testemunho da liberdade e da dignidade do homem, mesmo daquele que não se arrependeu.


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

7 Comentários

Comentários 1 - 7 de 7Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. que inocência de interpretação bíblica! Muito superficial.

  2. Desmascarou muito bem as seitas adventistas e russelitas! Muito bom!

  3. Esse artigo desfaz os erros da IASD acerca da eternidade do perdido. Diante dessa verdade explícita na Palavra, é típico dessa seita inventar “doutrinas várias e estranhas” (Hebreus 13:9) que tentam corromper o ensino bíblico para agradar os corações incrédulos. Apologeta

  4.  Mitologicamente, o “choro e ranger de dentes”, são para os pessoais na ressuscitados segunda ressurreição (no lago de fogo, não num lugar espiritual), pois seria que corpos espirituais teriam dentes e rangiam-os ?

  5. “Aconselho deixar os filhos de vocês três dias sem comer”( Ele White). Ah, vai te catar “igreja verdadeira” hehehe. Cara, me poupa!

  6. Se não fosse o cristianismo, trazido ak a pau e ferro, como séria o inferno ocidental (Europa e América), um “Umbral espírita”, cheio de anjos-demônios, os “Melahins”q nada tem haver com Satanás e seus anjos, num lugar trevoso e águas escuras podres e congelantes ?

  7. “…ele se tomasse médico e, quando…”
    “..se tornasse…
    Muito bom o artigo, deixei uma observação, espero não estar errado.
    Até logo.

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