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Evolução: O Vale Tudo em Nome da Ciência

por Artigo compilado - sex jan 29, 12:33 pm

Desde 1859, quando Charles Darwin publicou seu livro “A Origem das Espécies”, a teoria da evolução iniciou uma jornada que a levaria ao status de a única explicação acerca das nossas origens ensinada em nos­sas escolas e aceita pela grande mai­oria dos homens de ciência do nosso tempo. Curiosamente, porém, tudo isso se dá a despeito dos 140 anos de investigação científica que não têm sido muito lisonjeiros para essa teoria que insiste em se travestir de ciência.

Alguns anos antes, Darwin, muito jovem, havia se envolvido com ami­zades pouco recomendáveis que o levaram a desistir do curso de Medi­cina. Como a família insistisse, ele retornou à universidade, desta feita para cursar Teologia. Seis meses após o término de seu curso, Darwin acei­tou o cargo de naturalista a bordo do navio Beagle, numa expedição ao redor do globo. Foi observando a flora e a fauna de lugares tão exóticos para um cidadão de língua inglesa, como a Floresta Amazônica, a Patagônia, as ilhas Galápagos, que Darwin registrou em seus apontamentos os dados que mais tarde integrariam o conteúdo do seu livro.

Ficaram famosas as observações de Darwin sobre os tentilhões que ele encontrou nas ilhas Galápagos. Ele observou que tentilhões de ilhas dis­tintas se diferenciavam entre si pelo tipo de bico que possuíam, constru­indo mais tarde a hipótese de que eles tivessem se diferenciado por causa do isolamento geográfico, tendo todos partido de um ancestral comum. A verdade, porém, é que não temos aqui um único fato em que possamos nos apoiar para constatar a veracidade dessas conclusões, a não ser o fato de que os bicos se diferenciam entre si. De qualquer modo, eles continuam tentilhões e tais diferen­ças não justificam, em hipótese alguma, o alcance pretendido pela teoria da evolução.

Não havia, no tempo de Darwin, qualquer condição de pesquisa mais sofisticada que pudesse permitir o estudo das espécies observadas além de suas formas físicas. Apesar disso, o mundo científico de então aceitou as pressuposições de Darwin, defen­didas pela incomum eloquência de Thomas H. Huxley, com uma certa passividade, como se a ciência pu­desse, em favor de meras reflexões de ordem filosófica, dispensar a pre­sença de provas para justificação de seus conceitos.

Apesar de crer em suas “teorias” evolucionistas, Darwin sabia que algo muito errado começava a tomar for­ma e a subverter os caminhos da ver­dadeira ciência. Cientistas, contrariando a formação que haviam recebi­do nas instituições de ensino em que haviam obtido seus graus acadêmicos, abriam mão da demonstração cientificamente inequívoca em favor do que consideravam razoável como forma de pensamento. Não foi sem razão, portanto, que o próprio Darwin te­nha se queixado de que ele havia ape­nas proposto uma hipótese para a origem das espécies e que, os que depois dele vieram, as tenham abra­çado como a uma religião.

Cerca de 100 anos mais tarde, foi dado ao biólogo Julian Huxley, neto de Thomas H. Huxley, o privilégio de ser o orador das festividades de co­memoração do centenário da publicação do livro de Darwin, evento re­alizado na Universidade de Chicago. Apesar dos 100 anos de investigação científica não terem impulsionado a teoria da evolução com fatos persuasivos, assim se expressou na ocasião o destacado cientista:

“No sistema evolucionista de pensamento não há mais necessi­dade ou lugar para o sobrenatural. A Terra não foi criada, mas evo­luiu. Assim ocorreu com todos os animais e plantas que a povoam, incluindo nossos egos, mente e alma, bem como o cérebro e o cor­po. Desse modo evoluiu também a religião. O homem assim evoluído não pode mais se refugiar de sua solidão, procurando abrigo nos braços de uma figura de pai divinizada que ele mesmo criou” Huxley, J., Associated Press Dispatch, Novembro 27, 1959.

Por aí se percebe que há? Toda uma orquestração no sen­tido de nos mostrar o que é apenas uma hipótese, como se fosse a verdade acerca de nossas origens. A cada dia, porém, cientistas evolucionistas esbarram ao tentar ex­plicar as origens por um ângulo estri­tamente materialista. A própria natu­reza se constitui num sério impedi­mento às suas tentativas. Ela nos con­duz, não ao casualismo, mas a um Criador, o sustentáculo de tudo, o Deus todo poderoso que, do nada, sábia e inexplicavelmente, fez plantas, animais e homens, completos, distin­tos, prontos para o pleno desempe­nho de suas funções (Jo 1.3).

PROVAS CIENTÍFICAS?

Antes de Darwin, Lamarck pro­pôs a ação do meio ambiente sobre os seres vivos como o fator capaz de causar a evolução das espécies. As­sim, a girafa teria ficado com o pes­coço mais comprido na tentativa de comer as folhas mais altas das árvo­res. Estudos posteriores, entretanto, mostraram que possíveis modificações que poderiam se processar dessa for­ma tinham caráter apenas individual, não sendo transmitidas às futuras ge­rações pelo simples fato de não esta­rem codificadas geneticamente. Ape­sar disso, volta e meia vemos algum texto evolucionista mencionando esse tipo de possibilidade, obviamente à procura de incautos que desconheçam a natureza dessas transformações.

Depois veio Darwin, justificando a evolução através da luta pela so­brevivência que observamos na natu­reza e da seleção natural entre seres vivos. Na mesma época, um monge beneditino, de nome Gregor Mendel, fazia algumas experiências com plan­tas que lhe valeram mais tarde a alcu­nha de “pai da genética” e que caíram como verdadeiros torpedos sobre as ideias de Darwin. Estava provado que os dois fatores apontados por Darwin não guardavam em si mesmos o po­tencial deles esperado. Qualquer con­ceito evolucionista exigia o surgimento do “novo” e os fatores mencionados apenas permitiam a manifestação de caracteres já devidamente codificados no contexto de cada espécie.

Nesse meio tempo, as similarida­des começaram cada vez mais a se­rem apontadas como evidência ine­quívoca da evolução. Concordamos que o valor de tais evidências seria bastante aumentado se não houvesse qualquer outro modelo para explicar nossas origens. Na presença do mo­delo criacionista, entretanto, elas se diluem por completo, já que similari­dades são esperadas também nesse modelo. Apesar disso, de tempos em tempos, a mídia volta à carga com esse mesmo tipo de evidência logicamente refutado. Exemplo disso é o uso que fazem das constatações de quase to­tal similaridade entre a constituição genética de homens e chimpanzés. Isto, entretanto, é apenas sair da morfologia pura e simples para um nível molecular, com o mesmo tipo de evidência à base de similaridades já antes questionadas. Por que teriam homens e chimpanzés que apresentar necessariamente códigos ge­néticos distintos no contex­to do modelo criacionista?

Foi assim que toda esperança evolucionista acabou por se con­centrar nas mutações, estes sim, fenômenos da natureza capazes de introduzir novas características em uma dada espécie. Mutações, en­tretanto, são agentes aleatórios atu­ando em sistemas altamente organizados como o organismo dos seres vivos. A segunda lei da termodi­nâmica, expressa em termos probabilísticos, nos afirma exatamente isso, que as mutações, ao invés de condu­zir tais sistemas a níveis estruturais mais organizados, na verdade, são respon­sáveis pela desorganização que ob­servamos na estrutura de seres vivos que sofrem transformações de cará­ter mutagênico. Veja o que diz a esse respeito H. J. Muller, geneticista de­tentor do prêmio Nobel pelo seu tra­balho de uma vida com mutações:

“Está inteiramente em acordo com a natureza acidental das mu­tações, que extensivos testes têm corroborado em mostrar a vasta maioria delas como deletéria aos organismos no seu desempenho de sobreviver e de se reproduzir, do mesmo modo como mudanças acidentais introduzidas em qualquer mecanismo artificial são, predomi­nantemente, prejudiciais à sua ope­ração – boas mutações são tão ra­ras, que podemos considerá-las to­das más” Muller, H. J., “How Radiation Changes the Genetic Constitution”, Bulletin of the Atomic Scientist, 11 (1955), p. 331.

Apesar do tempo decorrido des­de que este depoimento foi feito, a verdade do seu enunciado continua em pé, porque se trata de uma ques­tão básica, e não de um mero fato a ser atualizado cientificamente com o decorrer do tempo. Na verdade, es­sas palavras são ainda mais abrangentes e atingem o universo como um todo. As leis da termo­dinâmica apontam de modo inequívo­co para um universo em contínuo pro­cesso de degeneração. Como poderiam, então, essas mesmas leis que hoje causam sua desestruturação, te­rem sido um dia responsáveis por sua evolução?

A teoria da evolução apregoa, com base em um mecanismo que evolu­cionistas até hoje não conseguiram explicitar, que simples átomos de hi­drogênio (praticamente o único subproduto da suposta explosão do Big-Bang) acabaram por se transfor­mar em seres humanos e, de passagem, deram origem a tudo o mais que compõe este imenso universo que nos abri­ga. Só não vê o óbvio quem não quer: a teoria da evolução não passa de um mito que, do século passado, invadiu também o nosso século.

Criacionistas não tem a menor pretensão de se insurgir contra a verda­de científica, nem tampouco têm a intenção de se afastar do campo da batalha intelectual em que de­fendem seus pontos de vista. A melhor arma contra a teoria da evolução é a própria ciência, isen­ta de fantasias e preconceitos.

E VALE-TUDO MESMO!

Há alguns anos a mídia noticiou a conclusão a que haviam chegado al­guns cientistas evolucionistas a respei­to de certas características na dentição em seres humanos. Eles afirmaram que a população mundial se divi­dia em quatro grandes segmentos quando consideradas as diferenças encontradas nas arcadas dentárias de seres humanos e que isso se devia aos costumes alimentares em diferentes re­giões. Afirmaram também que hoje essas diferenças já haviam se toma­do uma característica genética desses grupos populacionais, transmitidas de geração em geração como resultado da evolução experimentada pela es­pécie humana ao longo dos últimos milhares de anos.

Ora, admitir essa possibilidade é o mesmo que ressuscitar conceitos lamarckianos que há muito já estão mortos e enterrados pelos próprios evolucionistas. Com base neste mes­mo tipo de raciocínio se poderia es­perar que um dia as cirurgias que fazemos em cães para que fiquem com suas orelhas em pé não se­riam mais ne­cessárias, ou que descen­dentes de pessoas que praticam levantamento de peso ao cabo de um certo número de gera­ções praticando essa atividade já nasceriam com seus corpos modelados. Isto é impossível e quem o afirma é a verdadeira ciência porque, para serem perpetuadas, tais transformações teriam que primei­ro serem devidamente escritas em nossos códigos genéticos.

Por aí se pode perceber que esta é uma luta do tipo vale-tudo mesmo. Evolucionistas parecem entender que para fazer valer seus pontos de vista tudo é permitido, até mesmo desen­terrar conceitos por eles mesmos se­pultados. Mas será que esta é uma conduta que se poderia classificar de científica?

Recentemente a imprensa noticiou que os neandertalenses, supostos primos distantes do homem na escala da evolu­ção, comiam seus semelhantes. (Veja, n° 1618,06/10/99, p. 114) A reportagem começava dizendo que: “Os mesmos homens de Neandertal que toca­vam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100.000 anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na se­mana passada, paleantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas con­tundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30.000 anos, praticavam cani­balismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie”.

A reportagem prosseguia di­zendo que os pesquisadores Alban Defleur, da Universida­de do Mediterrâneo, em Mar­selha, e Tim White, da Universi­dade da Califórnia, em Berkeley, haviam conseguido reconstituir, a par­tir de ossos de 120.000 anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de serem comi­das. Dizia também que a riqueza de detalhes levantados pelos cientista’ era impressionante, obtidos a partir de restos encontrados numa caverna da França que pertenciam a dois adul­tos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16.

Isso, porém, só pode ser algum tipo de brincadeira! Qualquer livro de probabilidades e estatística vai lhe di­zer, logo em suas primeiras páginas, que não se pode obter conclusões estatisticamente válidas a partir de uma amostra tão incipiente. Ficamos en­tão imaginando que dirão cientistas deste mesmo quilate que viverem a centenas de anos no futuro, quando descobrirem nossos esqueletos com tórax cirurgicamente secionados para dali extrairmos, de pessoas acidenta­das, seus corações para serem trans­plantados em pacientes cardíacos. Nesse dia, talvez passemos para a his­tória como os canibais do final do se­gundo milênio, que praticavam cani­balismo, comendo somente os cora­ções de seus semelhantes. E o vale tudo mostrando suas garras novamente para extrair dos achados paleontológicos o que quer que seus descobridores julguem válido, a des­peito do que realmente pode ser con­siderado como resultado da aplica­ção válida das normas e métodos de que se vale a verdadeira ciência.

Impressionante mesmo é a constatação de que homens de ciên­cia, treinados para admitir somente o que reúne condições de ser classifi­cado como científico, abandonem es­ses parâmetros para aceitar, de livre e espontânea vontade, o que não re­siste a um mínimo de análise à luz de leis reconhecidamente científicas. A lei da biogênese, por exemplo, afirma que cada ser vivo que encontramos na natureza descende de outro seme­lhante a ele. Em outras palavras, isto significa que a geração espontânea, hi­pótese que afirmava o surgimento de seres vivos diretamente da matéria ina­nimada, é inteiramente falsa. Veja, po­rém, como o evolucionista George Wald coloca esta questão:

“A respeito da evolução espon­tânea, ela continuou encontrando aceitação até ser finalmente descar­tada pelo trabalho de Louis Pasteur – E curioso que, até bem recente­mente, professores de biologia ha­bitualmente contavam essa histó­ria como parte de suas introduções a estudantes de biologia. Eles en­tão terminavam o relato excitados pela convicção de que haviam dado uma demonstração do aniquila­mento de noções místicas através da experimentação científica e pura. Seus estudantes costumavam ficar tão inebriados que se esque­ciam por completo de perguntar ao professor como ele explicava a ori­gem da vida. Esta teria sido uma questão embaraçosa, pois há so­mente duas possibilidades: ou a vida surgiu através da geração es­pontânea, o que o professor já ha­via refutado, ou então surgiu atra­vés da criação sobrenatural, o que ele provavelmente teria considera­do como anticientífico. De minha parte, penso que a única posição ci­entífica sustentável é que a vida ori­ginalmente surgiu mesmo através da geração espontânea. O que a história revista demonstrou é que a geração espontânea não ocorre mais nos dias de hoje ”

Vemos, portanto, que evolucionistas são os modernos adeptos da “teoria” da geração espontânea. Eles não afirmam, é óbvio, que isso esteja ocorrendo em nossos dias. Dizem, porém, que há bilhões de anos a vida surgiu espontânea e direta­mente da matéria inanimada, num lan­ce casual que teria dado origem a um organismo unicelular, do qual descenderiam todos os outros que hoje vi­vem ou que já viveram no passado. E outra vez o vale-tudo em ação, afir­mando algo que não pode ser prova­do, uma vez que postulado no mais remoto passado.

POR QUE ESSA DISCUSSÃO É IMPORTANTE?

Basicamente porque nossa ótica em relação às origens determina o modo como vemos a realidade à nos­sa volta. Se somos criacionistas, en­tendemos que somos obra das mãos do Criador, o que certamente lhe con­fere o direito de propriedade sobre cada um de nós. Ninguém está mais plenamente habilitado a nos dizer o que é melhor para nós e quais são os valores que devemos cultivar, o modo como devemos proceder em nossa jornada pela vida. Se, porém, somos evolucionistas, somos também filhos do acaso. Nada há por trás do uni­verso, a não ser leis naturais. Nesse caso, não existem também valores absolutos e, leis para a sociedade, nós as admitiremos conforme nossas con­veniências.

Temos continuamente afirmado que se a teoria da evolução fosse ver­dadeira, esta seria, ainda que amarga, uma pílula que teríamos que engolir. Entretanto, nossos anos de investigação nessa área têm nos comunicado que a teoria da evolução é pseudociência.

Por isso é importante assumir uma po­sição frente a esta controvérsia. Por isso é preciso lu­tar para que nos­sos jovens te­nham o direito de aprender, também em sala de aula, que o Criador existe.

Algumas pessoas tem indagado se afinal não é possível har­monizar a teoria da evolução com a da criação. A resposta é que este tipo de tentativa tem sido levado a efeito de vários modos distintos, todos eles dando nascimento a modelos híbridos das origens, com sérios problemas de ordem científica e inevitáveis choques com conceitos bíblicos da criação. Na verdade, proceder a uma compara­ção entre os enunciados da evolução e os da criação é uma forma demasi­adamente simplista de abordarmos esta questão. O grande equívoco dos cientistas é pensar que tudo na natu­reza pode ser explicado de modo na­tural, o que obviamente não funciona nos momentos em que o Criador fez uso de seu poder sobrenatural.

Assim, a questão relacionada com uma possível harmonização de con­ceitos se transforma em: “Pode o so­brenatural ser explicado através de processos naturais?”. Se a res­posta óbvia a esta pergunta é não, e é assim que penso, então também não poderemos explicar a origem da ma­téria, da vida, do universo como um todo, através de processos naturais. Explicações evolucionistas são esfor­ços para explicar, através de proces­sos naturais, o que só pode ser expli­cado sobrenaturalmente, razão pela qual não podem expressar a realida­de objetiva da natureza. Já o criacionismo científico recorre ao po­der sobrenatural do Criador para ex­plicar os resultados de Seus atos?

CONCLUSÃO

A fé cristã tem, nos últimos 140 anos, desde a publicação do livro de Darwin, sofrido o ataque mais abran­gente, mais agressivo e mais sutil de todos os tempos.

Mais abrangente porque todos, indistintamente, nas escolas de todo o mundo são levados a crer que só o evolucionismo explica de modo coe­rente as nossas origens. Em casa, jor­nais, revistas, livros, programas de televisão e até mesmo desenhos animados apresentam a teoria da evolução como um fato acima de qualquer suspeita.

Mais agressivo porque os primeiros passos da caminhada evolucionista são dados nos primeiros anos esco­lares, quando os alunos, crianças em tenra idade, não dispõem de condições para questionar o que lhes está sendo ensinado.

Mais sutil porque, sem falar em Deus, pretendendo explicar todas as facetas da história do universo e da vida por meios estritamente naturais, o evolucionismo não deixa espaço para o sobrenatural, conduzindo, as­sim, muitos incautos, senão ao ateís­mo e ao materialismo, pelo menos a um Deus inoperante, que pouco se preocupa com sua criação.

Nós, os cristãos, entendemos como Davi, que no Salmo 148 exal­ta a Deus como o criador de todas as coisas, e exorta-nos: “Louvem o nome do Senhor, pois mandou, e logo foram criados. E os confirmou para sempre e lhes deu uma lei que não ultrapassarão” (vers. 5 e 6).

CHRISTIANO P. SILVA NETO

FONTE: REVISTA “DEFESA DA FÉ” ANO 3 – N° 17


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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