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Homem veio do pó da terra

por Artigo compilado - qui mar 18, 11:59 am

 

CIÊNCIA DESCOBRE EVIDÊNCIAS E TEORIA DA EVOLUÇÃO ESBARRA EM MAIS UMA CONTRADIÇÃO

Vira e mexe e cientistas lan­çam uma nova ideia sobre a origem do universo, de vidas vegetais e animais, do ho­mem entre outras “descobertas”. Desven­dar o mistério da origem de todas as coisas é uma tarefa difícil – e mostra-se cada vez mais impossível ao homem, pela própria complexidade formada por dois milhões de seres vivos no planeta, incluindo o ser humano.

A última trapalhada foi publicada pela Folha de São Paulo – Ciência (14/1/05): Estudo nega evidência mais ve­lha da vida. O antitítulo afirma: Nova análise mostra que assinatura química de bactérias em rocha de 3,8 bilhões de ano da Groelândia não existe.

“Em 1996, uma rocha encontrada na inóspita Groelândia ganhou fama e causou polêmica por supostamente abri­gar os traços mais antigos de vida na Ter­ra: cristais de carbono orgânico datadas do 3,8 bilhões de ano atrás”, começa o artigo assinado pelo editor Cláudio Ân­gelo. A descoberta subsequente indica que o carbono realmente não estava lá.

E a explicação para tais supostas descobertas e também para os mesmos erros, é simples: “Os fósseis costumam ser preservados nas chamadas rochas sedimentares, formadas pela lenta acu­mulação de areia, lama ou outros sedi­mentos em presença de água. Acontece que a Terra é uma imen­sa panela, onde rochas são espremidas, cozidas e distorcidas o tempo todo. Essa transformação acaba destruindo fósseis.”, informa ainda a matéria publicada pelo jornal.

“(…) Mesmo que o grafite existisse, outros estudos sobre as rochas de 3,8 bi­lhões de anos já sugeriam que o carbo­no pudesse ter outra origem, que não fosse biológica.” Este texto transcrevi por que achei interessante o que a Bíblia diz a esse respeito, e o por quê a desenfreada procura jamais chegará a um termo. O que o homem consegue, no máximo, é atiçar o humor divino, pois “… os mun­dos, pela palavra de Deus, foram cria­dos; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”, 11.3.

Origem do homem

Houve um começo, um princípio, sim. E é justamente isso que a Bíblia afir­ma: “No princípio criou Deus os céus e a Terra”, Gn 1.1.0 hebraico usa o verbo no infinitivo barra, que significa do nada.

Quanto a origem da vida animal e do próprio homem (faço questão de separar) a Bíblia deixa claro que veio da própria terra: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; é o ho­mem foi feito alma vivente”, Gn 2.7, “Havendo, pois, o Senhor Deus forma­do da terra todo o animal do campo…” Gn2.18.

Para corroborar com as Sagradas letras temos a tífica: Pesquisa publicada pela revista Science (out/2004), estabeleceu que, tal como afirmam muitas religiões, a vida na Terra possivelmente tenha surgido do barro.

Um grupo de cientistas do Instituto Médico Howard Hughes e do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, as­sinala na Science que reuniu materiais típicos do barro que são fundamentais no processo inicial de formação biológi­ca.

Entre elas figura uma substância chamada montmorillonite que participa da formação de depósitos gordurosos e ajuda às células a compor o material genético chamado ARN (ácido ribonucleico), indispensável para a ori­gem da vida.

Segundo os cientistas, a argila ou o barro podem ser catalizadores das rea­ções químicas para a criação do ARN a partir dos nucleotídeos.

Também descobriram que a argila acelera o processo de criação de ácidos grassos em estruturas chamadas vesículas, até as quais se chega ao ARN.

“A formação, crescimento e divisão das primeiras células pode haver ocorri­do como resposta a reações similares de partículas minerais e agregados de ma­terial e energia”, disseram os pesquisa­dores.

Criador inteligente

“Nós ainda estamos no amanhecer da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente. Nós fizemos desco­bertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamen­tada no conhecimento estamos nos apro­ximando de uma consciência de Deus”, declara o ex-presidente da Academia de Ciências de Nova Iorque, A. Cressy Morrison.

Ele diz ainda que por meio da lei matemática é possível provar sem erro que o universo foi projetado e executa­do por uma grande inteligência de en­genharia.

Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada. Depois tente pegá-las na ordem de um a dez, uma moeda a cada vez que você agita o bolso. A chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em sequência é de um em cem; de pegar a um, dois e três em sequência é de um em mil e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em sequência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são neces­sárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.

A Terra gira em seu eixo 1.000 mi­lhas por hora no Equador. Se ela girasse 100 milhas por hora, os dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria a vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qual­quer broto que sobrevivesse.

O Sol tem uma temperatura de su­perfície de 10.000 graus Fahrenheit, e a Terra está distante bastante para que esse astro nos aqueça só o necessário. Mas se o Sol refletisse somente metade de sua radiação atual, o homem ficaria con­gelado e se distribuísse muito mais, quei­maria todos.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus proporciona o estabeleci­mento das estações. Se a Terra não ti­vesse sido inclinada assim, vapores do Oceano se moveriam norte e sul, trans­formando tudo em continentes de gelo.

Caso a Lua fosse só 50.000 milhas mais longe do que hoje, as marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergi­dos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam. Não haveria oxigênio para a vida, se a crosta da Terra fosse mais espessa, e se o oceano fosse só mais fundo o gás carbônico e o oxigê­nio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

Criacionismo

As teorias ateístas e evolucionistas são da modernidade e não têm lastro na história da humanidade, enquanto as informações que dão conta do Criador percorrem o tempo. Os dois papas do evolucionismo são Charles Darwin (1809-1882) e Alfred Russel Wallace (1823-1919).

A falha científica e a corrida desen­freada para apresentar algo novo e con­vincente chovem no molhado, porque, na verdade, o Senhor criou todas as coi­sas. “Porque falou, e tudo se fez; man­dou, e logo tudo apareceu”, SI 33-9- “Buscai no livro do Senhor, e lede. Ne­nhuma destas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a minha pró­pria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará”, Is 34.16.

É inconsequente pensar que pode- se construir algo que se pressupõe par­tir de uma cabeça pensante sem esta. Ou que se jogarmos para cima, ou dei­xarmos no espaço e no tempo, um amontoado de cimento, ferro, areia, barro e água – já na concepção moderna de construção – teríamos como resultado uma obra prima sem a figura do arqui­teto!?

Algumas teorias evolucionistas caí­ram por terra, como a do Homem de Neandertal (“um dos fósseis mais bem conhecidos”, que indicava a fase do homo erectus. Pobre teoria!), que não passa de um mito, a partir da descober­ta da falsificação de um fóssil. Com isso, a cadeia de hominídeos também ficou prejudicada. A falha do Carbono 14 é outro fator que derruba algumas preten­sões, e por fim citamos a descoberta de um esqueleto de milhões de anos, mas ao darem sequência à escavação, encon­traram um botão – era da farda de um soldado nazista (!?).

Muitos cientistas têm apresentado argumentos científicos que derrubam a Teoria da Evolução. Os ossos do homem e do macaco, o sangue, os artelhos e tantas outras evidências provam que não há qualquer relação entre os dois.

Em nenhum momento da História do mundo pôde-se ver um homem meio-macaco ou um macaco meio-homem, ou qualquer outro animal em mutação, até mesmo na natureza. As mutações possíveis ocorrem dentro de uma única espécie, jamais dela para outra, como os Tentilhões-das-galápagos, que inspiraram Darwin a propor a teo­ria evolutiva. É uma tese que não tem sustentação. O máximo que se conse­gue são fatos isolados, muitas vezes úni­cos e que podem indicar uma série de possibilidades, como uma deformação congênita.

O Senhor criou a Terra

Informação importante foi dita sob inspiração pelo profeta messiânico: “Por­que assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez. Ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor e não há outro”, Is 45.18.

A Ciência diz que a Terra tem 4 bilhões de anos. É uma projeção que se encaixa perfeitamente à Teoria da Evo­lução, pois esta precisa de tempo para tentar provar a própria tese.

Admitimos haver um mistério divi­no, ainda não revelado, quanto ao tem­po da formação do Cosmo. A Bíblia de Estudo Pentecostal traz um quadro das Criações, em que do dia 1 ao 4, “Deus põe em ordem a criação”.

Alguns afirmam existir milhares de anos entre os versículos 1 e 2 de Gênesis 1: “No Princípio criou Deus os Céus e a Terra” (v1), “E a Terra era sem forma e vazia” (v2). Isso para firmar a declara­ção acima de Isaías. E Jó também profe­tiza: “Onde estavas tu quando eu funda­va a terra? Faze-mo saber, se tens inteli­gência. Quem lhe pôs medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?”, 38.4-5. E Davi diz: “Para Deus, mil anos é como um dia, e um dia como mil anos”.

O que se tem de concreto e cienti­ficamente comprovado é a questão da Criação a partir do relato de Gênesis 1.3, quando Deus começa a colocar tudo em ordem (no grego kosmos – o mundo organizado). A divisão do dia/noite foi estabelecida no quarto dia (Gn 1.14), e a primeira menção da criação do ho­mem, em Gênesis 1.26-27, diz que “ma­cho e fêmea os fez”. No capítulo 2.5 a Bíblia diz que não havia homem para lavrar a terra, e no 7, Deus forma o ho­mem.

Nota-se o estabelecimento de tudo quanto Deus planejou e passou a pôr em ordem, conforme seus planos.

Dentro da ótica do mundo organi­zado, na obra da Criação, o cientista Kent Hovind, autor da série de vídeos Creation Science Evangelism, afirma, com 12 teses científicas, que o mundo não tem além de 6 mil anos, conforme a estrutura exposta na história bíblica.

Suas teses, publicadas pela revista Chamada da Meia Noite (março/2002), não só derrubam como mostram que a Teoria da Evolução não tem nenhum fundamento científico, e figura tão-so­mente como uma religião.

  • População

Desde os primeiros registros, o au­mento populacional do mundo se man­tém estável. Se partirmos dos atuais 6 bilhões de habitantes, e fazermos os cál­culos retroativos, chegaremos ao núme­ro de 4,4 mil anos. É justamente o tem­po necessário para a respectiva multipli­cação a partir dos oito sobreviventes do Dilúvio, até chegar aos atuais 6 bilhões. Mas se o homem já estivesse na Terra por milhões de anos, como tenta provar algumas teorias, os números seriam ou­tros. O número mínimo seria de 150 mil pessoas por quilômetro quadrado.

  • Os planetas

Com os planetas perdem calor, se tivessem sido formados há milhões de anos, não mais possuiriam a temperatu­ra interior atualmente conhecida pela Astronomia. O exemplo deixado pelo doutor Kent Hovind é que se deixarmos uma xícara de café parada durante o período de 400 anos, perderia todo o seu calor próprio.

  • Saturno

O planeta Saturno perde seus anéis porque estes se afastam lentamente. Caso este planeta tivesse milhões de anos, o material que forma os anéis já teria se desagregado há muito tempo.

  • Poeira cósmica na Lua

Passados 10 mil anos, a poeira cós­mica na Lua teria alcançado em tomo de 3cm de espessura, contra os cerca de l,5cm que os astronautas encontraram. Este é o exato número para o período de 6 mil anos.

  • Idade da Lua

Como a Lua se afasta lentamente da Terra, fosse ela muito velha, como se tenta provar, no seu início teria estado tão próxima da Terra; que teria provo­cado marés extremamente altas, o suficiente para afogar toda a vida terrestre, duas vezes por dia.

  • Os cometas

Os cometas perdem massa contí­nua e constantemente, durante sua via­gem pelo espaço. Qualquer um deles, que estivesse viajando pelo Universo por mais de 10 mil anos, já teria se desinte­grado há muito tempo.

  • Campo magnético

A cada período que passa, o cam­po magnético da Terra toma-se mais fra­co. Caso a Terra fosse tão velha, de acor­do com a velocidade de sua redução, hoje não haveria mais nenhum magne­tismo no planeta.

  • Rotação da Terra

Com o aumento de um milésimo de segundo por dia, a velocidade da rotação da Terra – com base nos cálcu­los dos anos impostos pelos evolucionistas, chegaria a incrível rapidez que as forças centrífugas resultantes jogari­am a Terra para fora de sua órbita.

  • Petróleo

O petróleo no subsolo da Terra encontra-se sob enorme pressão. Mas as rochas petrolíferas são porosas. Se o petróleo se encontrasse ali há milhões de anos, a pressão teria desaparecido há muito tempo.

  • Vegetais

Os vegetais mais antigos existem na Terra, sequóias e recifes de corais, têm idade máxima de “apenas” 4,5 mil anos. Mas por que não há árvores mais velhas, se a Terra já existe há bilhões de anos?

  • Salinidade nos mares

O teor de sal nos mares, atualmen­te de 3,8%, deveria ser muito mais ele­vado. Considerando a atual taxa de salinidade, pode-se calcular que o sal chegou as mares há aproximadamente 6 mil anos.

  • Os estalactites

Estalactites em cavernas são usadas pelos evolucionistas como prova da idade avançada da Terra. No subterrâneo do Memorial de Lincoln, porém, existem estalactites que cresceram mais de um metro em menos de 100 anos (Estalactite é formado por uma “Precipitado mineral alongado, que se forma nos tetos das cavernas ou dos subterrâneos.”).

Alguns fatos podem ser percebidos até por um cego, mas o homem natural prefere ignorá-los. Contudo, a verdade continuará a mesma, e o Senhor também, queria o homem aceitar ou não. Embora o homem duvide “ os céus declaram a glória de Deus e o firmamento as obras de suas mãos”.

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ANTONIO MESQUITA, FONTE: REVISTA “RESPOSTA FIEL” ANO 4 –  N°15


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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