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Alcorão chama Judeus de “porcos e macacos”?

por Artigo compilado - seg fev 24, 2:06 pm

A relação do Islã com os judeus e o ódio pregado textualmente no Alcorão vem desde o tempo de Maomé que, insatisfeito com a resistência dos judeus que viviam na Arábia, e que não queriam se converter à nova religião por ele criada, passou a hostilizá-los, a combatê-los e a nomeá-los como inimigos.

O Islã majoritário fundamenta-se no Alcorão e pelos Hadiths (que formam as Sunas) – que são comentários alcorânicos e exemplos da vida de Maomé, considerado o mais perfeito dos seres humanos que já habitaram o planeta.

O Alcorão é imutável, não pode ser reescrito, o que faz com que não exista diferença entre seus seguidores ou fiéis, isto é, não existem os radicais nem os moderados, como tolamente ficam apregoando a mídia e os políticos ocidentais  apaziguadores. O que há são muçulmanos que já adotaram o estilo de vida ocidental, com suas liberdades e costumes, ou seja, que se tornaram laicos. Não há no Alcorão qualquer alusão à moderação ou radicalização.

No livro sagrado do islamismo há passagens bem claras que pregam o ódio aos judeus, como, por exemplo, a Surata (o equivalente ao versículo da Bíblia) 4:46 que diz:

Entre os Judeus, há os que deturpam as palavras, e dizem; “ouvimos e desobedecemos”; ou: “Ouve como quem não ouve”; ou: “Observamos.” Torcem assim o sentido das palavras e difamam a religião. Se, ao contrário, dissessem: “Ouvimos e obedecemos” e “Escuta” e ““Olha-nos”, seria melhor para eles e mais reto. Mas Deus amaldiçoou-os por descrença. E não acreditarão, salvo um pequeno número dentre eles. (Tradução de Mansour Challita)

As referências à perfídia e à inimizade dos judeus para com Maomé são inúmeras ao longo do texto alcorânico, e algumas particularmente interessantes na medida em que são usadas ainda hoje pelos pregadores muçulmanos nas mesquitas do mundo todo, particularmente nos sermões das sextas-feiras, que é o dia de descanso dos muçulmanos, correspondente ao sábado dos judeus ou ao domingo dos cristãos.

Ao mencionar a transgressão dos judeus que não aceitavam os novos ensinamentos de Maomé, o Alcorão diz na Surata 7:166:

“E quando persistiram, com a insolência, no que lhes fora proibido, transformamo-los em macacos desprezíveis” (Tradução de Mansur Chalita)

Os judeus são, portanto, macacos… Essa Surata, aliás, vem repetir a 2:65 que logo no início do livro sagrado já diz que Allah amaldiçoou o povo judeu “Sede símios” por terem transgredido o sábado:

“Já sabeis o que ocorreu àqueles, dentre vós, que profanaram o sábado; a esses dissemos: ‘Sede símios (macacos) desprezíveis!’” (Tradução Arresala)

Como se não bastasse, na Surata 5:60 o Alcorão equipara judeus a macacos e porcos:

“Dize: “Revelar-vos-ei do que é pior que isso, como retribuição, junto de Allah? Os que Allah amaldiçoou e contra quem Se irou, e de quem fez macacos e porcos, e os que adoram At-Taghut, o sedutor…” (alusão aos judeus e a Satanás ou ídolos). (Tradução Mansur Chalita)

Nas pregações feitas nas mesquitas, os mulás não se cansam de repetir o que o livro sagrado deles determina, bem como exigir que os fiéis sigam o exemplo do Profeta que ensinava que os muçulmanos combateriam os judeus até o dia da ressurreição ou julgamento final. Até lá só sobraria um judeu que estaria escondido atrás de uma pedra, e a pedra (!) diria aos muçulmanos “há um judeu escondido atrás de mim. Venha e mate-o”. Isto está num dos mais famosos Hadiths, o de Bukhari, e é constantemente citado pelos que insistem em inflamar corações e mentes no Oriente Médio e em outros países.

Não é, pois, apenas antissemitismo gratuito, ódio irracional ou jogo político o que move milhões de muçulmanos pelo mundo afora. É, na verdade, mandamento do Alcorão, e vê-se que o islamismo não é a tal religião de paz e tolerância que se apregoa.

O espaço aqui não permite o aprofundamento da questão, sendo minha intenção apenas mostrar ao leitor que há muito mais coisas na complicada política do Oriente Médio do que se vê na mídia escrita, e a religião sem dúvida alguma é fator que não se pode descartar em nenhuma análise.

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NOTA:

  • O texto foi ajustado, adaptado e a tradução alcorânica usada foi a de Mansour Challita. As modificações foram realizadas pelo Profº Martinez

Fonte: https://www.institutomillenium.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/


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1 Comentário

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  1. Onde o islã chega trás ódio, discriminação, intolerância, perseguição, destruição, atraso, sangue, morte…

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