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Islã: Salvação pela morte

A salvação no islamismo é pelo fatalismo de Alá e pelas obras de cada crente. O fato é que, de um jeito ou de outro, o muçulmano não sabe se é ou não salvo.

O escritor Ankerberg comenta o seguinte sobre isso: “À primeira visa, parece haver um caminho pelo qual o muçulmano pode garantir sua salvação. Isso está ligado ao conceito muçulmano de Jihad, ou guerra santa. Para ter certeza da salvação é preciso morrer em batalha – ‘E, em verdade, se morrerdes ou fordes mortos, em combate, a Alá sereis reunidos’” (Fatos sobre: O Islã, Editora Actual).

O Alcorão corrobora com esta ideia:

Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e  serão mortos. É uma promessa infalível, que está registrada na Tora, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel à sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício. (Surata 9.111)

Ankerberg continua argumentando: “Aparentemente, os muçulmanos têm a promessa do céu para os que morrem em batalha. Mas mesmo essa certeza de salvação está condicionada a outra coisa – a bravura: Ó fiéis, quando enfrentardes (em batalha) os incrédulos, não lhes volteis as costas – a menos que seja por estratégia ou para reunir-se com outro grupo – incorrerá na abominação de Deus, e sua morada será no inferno (Surata 8.15,16). Até na hora da morte a promessa muçulmana de salvação continua sendo algo incerto (mas isso não é dito a nenhum muçulmano quando ele amarra um cinto cheio de explosivos)”. (Idem)

A verdade é que um incontável número de muçulmanos está sendo levados ao inferno pelas mentiras da teologia islâmica. Não existe salvação pelas obras ou por meio do fatalismo, muito menos salvação através de atos terroristas. A salvação está em Cristo e na sua Graça!

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