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Jesus é o Filho de Deus e não o próprio Deus?

por Prof. Paulo Cristiano da Silva - seg fev 02, 12:07 am

tj testemunhas-de-jeova-200x300Argumento das Testemunhas de Jeová: “Jesus é o Filho de Deus e não o próprio Deus”

Resposta Apologética:

Longe de uma negação de ser Deus, a expressão “Filho de Deus”,confirma mais ainda este fato.Jesus não se declarava apenas como “um filho de Deus” e nem “filho de Deus” mas como “O Filho de Deus” e está implícitos o fato de igualdade em natureza, essência, substância, poder e eternidade, tudo que Deus Pai é, Cristo é, tudo que Deus Pai faz, Cristo o faz igualmente, e os judeus compreenderam isso porque pegaram em pedras para o matar e finalmente Ele foi julgado por causa dessa declaração, Marcos 14:61 a 64.

O erro das TJ é pensar que quando chamamos Jesus de Deus, estamos afirmando (na concepção delas) que Ele é o Pai, coisa absurda e incoerente do ponto de vista bíblico.

Em nenhum lugar descobrimos que Jesus proclamou ser Ele mesmo o Filho de Deus de um modo que desse a entender uma simples relação religiosa e ética para com Deus,a qual outros poderiam possuir também. É verdade que a expressão “filhos de Deus” é empregada para homens (Oséias 1:10) e para anjos (Jó 1:6). Mas no NT, o título “Filho de Deus” é empregado por Jesus com um sentido bem diferente. Em cada ocasião a frase deixa explícito que Ele é co-igual e co-eterno com o Pai.

Jesus sempre ao se referir a Deus como seu Pai, Ele usa a expressão “Meu Pai” mas quando se refere aos discípulos Ele diz: “vosso Pai” e não “NOSSO PAI”. Ele nunca se associa aos discípulos e às pessoas pela maneira normal “nosso Pai”. Mesmo naquelas ocasiões quando Jesus se une aos discípulos e que deveria de se esperar a expressão “nosso Pai” Ele usa “Meu Pai” conferir, Mateus 25:34 ; 26:29 – Lucas 24:49 pela mentalidade judaica dos discípulos e dos inimigos de Jesus,eles entendiam claramente  que a expressão “Filho de Deus” era Divindade.

É digno de nota também, o fato de Jesus usar a palavra “Aba“, para se relacionar com Deus, pois nenhum judeu usava essa palavra.        Quando algum judeu falava Pai ele usava a palavra “Abhinu, uma forma de tratamento que era mais um apelo pela misericórdia de Deus. Mas “aba” é a palavra de uso familiar que expressa a mais íntima comunhão com Deus o Pai e somente Jesus a usava por isso freqüentemente era acusado de blasfêmia.

Assim como um filho recebe a natureza de seu pai humano, Jesus também possuía a natureza de seu Pai celestial, em essência Jesus era igual a Deus, embora que na condição de homem, sujeito a Este.

Os judeus entenderam claramente que a expressão “Filho de Deus” como foi empregada por Jesus, dizia explicitamente que Ele  fazia se passar por Deus, sendo igual a Deus (em natureza).

O que Jesus rejeitou foi à idéia (bem parecida a das TJs) de que Ele era Deus Pai, pois os judeus não entendiam a trindade, a qual foi veementemente rejeitada com a afirmação de “Filho de Deus” e não o próprio Deus Pai; então Ele passa a mostrar que sendo igual a Deus Ele pode fazer só o que Deus (Pai) faz, nem mais nem menos.

“…porque tudo quanto Ele faz, o filho o faz igualmente”.João 5:19

Isso porque: “Eu e o Pai somos um” João 10:30

porque: “…quem me vê a mim, vê o Pai” João 14:9

Para que: “todos honrem o filho como honram o Pai” João 5:23

Agora… “Aquele que me aborrece, aborrece também a meu Pai.”

A propósito, no livro de Revelação na pág.36 está escrito o seguinte:

No cancioneiro publicado pelo povo de Jeová em 1905, havia duas vezes mais cânticos louvando a Jesus do que havia em louvor a Jeová Deus…1928, o número de cânticos que exaltavam a Jesus era mais o menos o mesmo que os que exaltavam a Jeová. Mas…1984, Jeová é honrado com quatro vezes mais cânticos do que Jesus…O amor a Jeová precisa sobressair…

Mas Jesus deixou bem claro: “Para que todos honrem o filho,como (da mesma maneira,do mesmo modo que)  honram o Pai”

A Organização sempre procura inferiorizar o filho em detrimento de JEOVÁ, contudo, ledo engano.

Frequentemente o título: “Deus” é mais empregado em relação ao Pai do que ao filho, mas nem por isso o filho deixa de ser Deus.Vejamos uma analogia fictícia: Eu me chamo Paulo Cristiano e meu filho também têm o mesmo nome , em uma ocasião alguém poderia dizer assim: “Aqui está o Paulo Cristiano e seu filho” mas não é porque só eu fui chamado pelo nome pessoal e meu filho pelo nome de Filho que ele não se chamaria também Paulo Cristiano. Assim também acontece com Deus Pai e seu filho Jesus Cristo, apesar do nome “Deus” ser aplicado mais ao Pai do que ao filho, outras partes das escrituras porém, deixam bem claro que Jesus é Deus.


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