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João Pedro Stedile, um inimigo do Brasil

por Artigo compilado - sáb mar 14, 4:48 pm

Nota do Facebook do Prof° João Flávio Martinez: 

Algumas verdades sobre o impeachment:
Primeiro, pra Dilma ser impedida em seu mandado existe muitos indícios, e o mais grave é o de improbidade administrativa, omissão e prevaricação. Segundo, o impeachment não é um ato jurídico, embora haja motivos pra isso, mas político. Terceiro, não cassar Dilma é dar um aval para o PT continuar roubando – não cassaram Lula no Mensalão, veio o Petrolão… se não cassarmos Dilma agora, o que virá? Quarto, o impeachment é parte da regra política e sempre foi defendido pelos petralhas, ou seja, se valeu pro Collor, se valeu pro FHC, valerá pra Dilma… Quanto aos cristãos que ficam preocupados com Romanos 13 e o ensino de ser submissos às autoridades, lembrem-se, o impeachment não é antibíblico, pois faz parte do nosso processo democrático, ou seja, respeitar o cargo de presidente é também exigir que esse mandatário saia quando cometer crimes graves, como no caso de Dilma. A bíblia manda sermos obedientes às autoridades, e isso, no nosso caso, inclui a Constituição, ou seja, podemos como cristãos exigir o impeachment de Dilma Rousseff e sem agredir a piedade cristã. Então, oremos e tenhamos coragem de sermos bons cidadãos brasileiros.

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A boa vida de João Pedro Stedile, o burguesão do capital alheio

João Pedro Stedile no "protesto a favor" do Rio: libre da maldição bíblica de suar para ganhar o pão, ele ri à-toa

Eita! Sob certo ponto de vista, deve ser bom ser João Pedro Stedile — eu, com meus três empregos, não suportaria… Mas ele, visivelmente, adora. Stedile pertence àquele seleto grupo de homens que se livraram da maldição bíblica, que está no Gênesis: “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e pó te hás de tornar.”

Pois é… Um monte de gente não sua o rosto para comer o pão: os bandidos, os corruptos (que são bandidos), os preguiçosos (que ainda se tornarão bandidos) e os… militantes políticos de esquerda. Digam-me: qual é o trabalho de Stedile? Quando ele acorda, qual é a sua agenda? Quando ele vai dormir e faz o balanço do dia, o que produziu para o país? Que contabilidade ele faz? Quantas propriedades ele invadiu? A quantas pessoas ele causou prejuízo? Que atraso teve a ciência naquele dia em razão da ação de seus seguidores?

Por que falo dele? O rapaz discursou no ato de “protesto a favor” no Rio, que reuniu, no máximo e com boa vontade, 1.500 pessoas. Ainda assim, uma boa parcela tinha vindo de outros Estados, trazidos em ônibus do MST. Em sua fala, esse gênio da raça afirmou o seguinte, segundo a Folha: “Já chega de infiltração de capitalista no governo. Não aceitamos a infiltração de um tal de [Joaquim] Levy. Não podemos fazer ajuste às custas do trabalhador. A crise que o Brasil vive é culpa dos capitalistas. Não aceitamos a redução do direito da classe trabalhadora. Dilma, saia do palácio e venha para rua ouvir os trabalhadores”.

Alguém que fala em nome dos trabalhadores num protesto numa sexta à tarde é certamente um cínico. Alguém que é considerado um líder nacional sem que se conheça exatamente a sua atividade é um folgazão. Alguém que é tido como uma voz influente, cujos sequazes invadiram há dias um laboratório, destruindo anos de pesquisa científica, tem absoluta confiança na impunidade.

Como? Stedile é contra o capitalismo? O capitalismo que gera o dinheiro que irriga o MST? O capitalismo que gera as cestas básicas distribuídas ao MST? O capitalismo que permite a este senhor transitar por aí, como líder do maior latifúndio improdutivo do mundo, que são as terras sob o controle direto ou indireto do MST?

Stedile é aquele que foi instado por Lula a botar seu “exército” na rua. Junto com a CUT, a UNE, uma penca de organizações de esquerda e movimentos sociais — todos vivendo, de algum modo, de dinheiro público, gerado por quem trabalha —, a gente viu do que são capazes. E são capazes de muito pouco. De resto, se Stedile acha mesmo que Levy é um infiltrado, e dada a centralidade do ministro no governo, qual seria a sua única atitude decente: romper com Dilma! Mas ele não vai fazer isso, é claro! Sem o capilé oficial, o MST não existe — já que, por óbvio, os sem-terra não existem. E não existem mais há muito tempo.

Para encerrar, noto: as esquerdas fizeram um belo trabalho de propaganda das manifestações de domingo.

Por Reinaldo Azevedo do blog da veja em 14/03/2015


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1 Comentário

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  1. Avante Paulistas, Dilma fora antes do 9 Julho … a constituição será válidada como foi promulgada.
    Fora por incompetência administrativa culposa, e se no Dolo cadeia !

    https://www.youtube.com/watch?v=zSfIPS0XMcg

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