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Judeus na fundação dos Estados Unidos

por Julio Severo - qui jan 29, 12:03 am

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Em 1492, Colombo foi enviado para descobrir uma rota marítima para a Índia e China. Ele foi enviado pelos monarcas espanhóis Fernando e Isabel, que haviam acabado de libertar a Espanha de 700 anos dos exércitos muçulmanos de ocupação.

Alguns judeus foram para o Império Otomano, e alguns foram para Portugal e então foram para Amsterdã. De Amsterdã, alguns judeus acompanharam, de navio, mercadores holandeses para a América do Sul, se estabelecendo na cidade de Recife. Em Recife, eles construíram a primeira sinagoga do continente americano, a Sinagoga Kahal Zur Israel.A Espanha então forçou os judeus sefarditas a fugir.

Quando a Espanha e Portugal atacaram Recife, os judeus fugiram de novo.

Vinte três foram de navio para Port Royal, na Jamaica. Daí, no navio francês Sainte Catherine, eles chegaram em 1654 à Colônia Holandesa de Nova Amsterdã, se tornando os primeiros judeus da América do Norte.

O governador holandês Peter Stuyvesant tentou expulsá-los, mas eles tiveram permissão de ficar, pois a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais na Holanda considerava a Espanha e Portugal seus principais inimigos, não os judeus ou outros dissidentes.

Os holandeses estavam numa disputa mundial com a Espanha e Portugal para possuir a Indonésia, a Índia, a África e a América do Sul, de modo que eles queriam rapidamente povoar a colônia da Nova Holanda para defendê-la e fazê-la dar lucro.

Em 1663, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, embora estivesse estabelecendo oficialmente a fé reformada holandesa, instruiu Peter Stuyvesant com relação aos quacres “e outros membros de seitas”: “Precisamos favorecer a imigração… nesta fase inicial da existência do país. Portanto, você pode fechar seus olhos, pelo menos não forçando nada na consciência das pessoas, mas permitindo que todos tenham suas próprias crenças, enquanto se conduzirem de forma pacífica e de acordo com as leis, não afrontando seus vizinhos e não se opondo ao governo.”

Os judeus na Nova Amsterdã não tinham permissão de fazer reuniões religiosas fora de seus lares nem de se juntar ao exército municipal que protegia a cidade.

Então, em 1664, exércitos britânicos assumiram o controle da Nova Amsterdã, mudando seu nome para Nova Iorque, e os judeus ganharam mais liberdade.

Em 1730, os cidadãos judeus de Nova Iorque compraram terra e construíram a pequena “Sinagoga da Rua Mill,” a primeira sinagoga da América do Norte.

Durante a era colonial, a população dos Estados Unidos aumentou para 3 milhões, com uma população judaica de cerca de 2 mil em sete congregações sefarditas:

  • A congregação Shearith Israel, na cidade de Nova Iorque, começou em 1655;
  • A congregação Yeshuat Israel, em Newport, Rhode Island, começou em 1658;
  • A congregação Mickve Israel, em Savannah, Georgia, começou em 1733;
  • A congregação Mikveh Israel, na Filadélfia, começou em 1740;
  • A congregação Shaarai Shomayim, em Lancaster, Pensilvânia, começou em 1747;
  • A congregação Kahal Kadosh Beth Elohim, Charleston, na Carolina do Sul, começou em 1749;
  • E a congregação Kahal Kadosh Beth Shalom, Richmond, Virgínia, começou em 1789.

Desde o terceiro século, o ensinamento do Rabino Samuel da Babilônia, de que “a lei da terra é a lei,” resultou em que os judeus se refreavam de tentar mudar sua situação política. A Guerra Revolucionária Americana foi a primeira vez desde o exílio deles de Jerusalém que os judeus lutaram ao lado de vizinhos cristãos como iguais na luta pela liberdade.

Mercadores judeus, como Aaron Lopez de Newport e Isaac Moses da Filadélfia, manobravam seus navios através dos bloqueios britânicos para fornecer roupas, armas, pólvora e alimento para os necessitados soldados revolucionários. Alguns mercadores perderam tudo.

Um número estimado de 160 judeus lutaram no Exército Americano Continental durante a Guerra Revolucionária, tais como o tenente Solomon Bush e Francis Salvador da Carolina do Sul, o primeiro deputado estadual judeu, que foi morto numa batalha da Guerra Revolucionária; Mordecai Sheftall de Savannah era vice-diretor do serviço de intendência para as tropas americanas, em 1778; Abigail Minis supria provisões para os soldados americanos em 1779; e Reuben Etting de Baltimore lutou e foi nomeado delegado federal para Maryland pelo presidente Jefferson, em 1801.

O Dr. Philip Moses Russell, médico judeu de George Washington, sofreu com ele no Vale Forge.

O presidente Calvin Coolidge relatou em 3 de maio de 1925: “Haym Solomon, financista judeu polonês da Revolução. Nascido na Polônia, foi feito prisioneiro dos exércitos britânicos em Nova Iorque, e quando escapou estabeleceu seus negócios na Filadélfia. Ele negociou para Robert Morris todos os empréstimos levantados na França e Holanda, empenhou sua fé e fortuna pessoal em prol de quantias enormes, e pessoalmente adiantou grandes montantes para homens como James Madison, Thomas Jefferson, Baron Steuben, General St. Clair e muitos outros líderes patriotas que testificaram que sem a ajuda dele eles não teriam conseguido avançar a causa.”

Em 1975, um selo postal dos EUA honrou Haym Solomon, com a mensagem: “O empresário, financista, corretor e herói Haym Solomon foi responsável por levantar a maior parte do dinheiro necessário para financiar a Revolução Americana e mais tarde salvou a nova nação do colapso.”

George Washington enviou cartas para a Congregação Judaica de Newport, Rhode Island, e de Savannah, Georgia, declarando: “Que a mesma Deidade operadora de maravilhas, a qual muito tempo atrás livrou os hebreus de seus opressores egípcios, os plantou numa terra prometida, cuja intervenção providencial foi nos últimos tempos evidente na fundação dos Estados Unidos como nação independente, continue a regá-los com orvalhos do céu.”

Judeus asquenazes eram poucos nos EUA até que uma perseguição na Bavária na década de 1830 resultou na imigração de muitos milhares.

O presidente Martin Van Buren enviou uma carta aos turcos otomanos muçulmanos pedindo-lhes que parassem de matar os judeus na Síria. Foi uma carta “em prol de uma raça oprimida e perseguida, que tem parentes que são alguns dos cidadãos americanos mais dignos e patriotas.”

David Yulee, “Pai das Ferrovias da Flórida,” foi o primeiro judeu eleito ao Senado dos EUA em 1845. Ele foi acompanhado em 1853 pelo senador Judah P. Benjamin da Louisiana.

O governador David Emanuel da Georgia foi o primeiro governador judeu de um estado dos EUA.

Em 1818, Solomon Jacobs foi prefeito de Richmond, Virginia.

Uriah P. Levy foi o primeiro comodoro judeu da Marinha dos EUA, lutando na Guerra de 1812 e comandando a esquadra do Mediterrâneo. Ele foi responsável por acabar com a prática de punição de chicote na Marinha. Uma capela em Annapolis e um destroier da 2ª Guerra Mundial ganharam o nome dele.

Quando a casa Monticello do presidente Jefferson estava caindo em ruínas, Levy a comprou em 1836, consertou-a e a abriu ao público. Ele comissionou a construção da estátua de Jefferson que está na rotunda do Capitólio dos EUA.

Samuel Mayer Isaacs, editor do jornal Jewish Messenger (Mensageiro Judaico), escreveu acerca dos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1860: “Esta república foi a primeira a reconhecer nossas reivindicações de igualdade, com homens de quaisquer denominações religiosas. Aqui podemos nos sentar cada um debaixo de sua videira e figueira, sem ninguém para nos amedrontar.”

Em 1862, o jornal London Jewish Chronicle (Crônica Judaica de Londres) noticiou: “Agora temos algumas palavras dos judeus dos Estados Unidos em geral… Tendo a Constituição estabelecido perfeita liberdade religiosa, os judeus eram livres nos EUA… Eles… num tempo comparativamente curto, prosperaram e tiveram sucesso ali num grau que nunca aconteceu na Europa.”

Na época da Guerra Civil, a população dos Estados Unidos era 31 milhões, inclusive em torno de 150 mil judeus. Um número estimado de 7 mil judeus lutou no exército da União e 3 mil lutou no exército confederado, com cerca de 600 soldados judeus morrendo em batalha.

Os generais judeus da União eram: Leopold Blumenberg; Frederick Knefler; Edward S. Salomon e Frederick C. Salomon.

Os oficiais confederados judeus incluíam: Judah P. Benjamin, ministro da Guerra; coronel Abraham Charles Myers, general intendente; e o Dr. David Camden DeLeon, ministro da Saúde. O Dr. Simon Baruch, que era cirurgião, serviu na equipe pessoal do general Robert E. Lee.

O major Raphael J. Moses era o Oficial Comissário da Georgia e depois da guerra começou uma indústria de pêssegos na Georgia.

Enquanto que o primeiro capelão católico do Exército dos EUA foi nomeado durante a Guerra entre EUA e México, o primeiro capelão judeu foi nomeado durante a Guerra Civil, o Rev. Jacob Frankel, da Congregação Rodeph Shalom da Filadélfia.

Em 1 de março de 1881, o czar Alexandre II da Rússia foi assassinado e um pogrom começou contra os judeus, fazendo com que mais de 2 milhões fugissem para os EUA.

Em 1916, a população dos Estados Unidos era 100 milhões, dos quais 3 milhões eram judeus.

Durante a 1ª Guerra Mundial, o presidente Woodrow Wilson escreveu: “Enquanto que em países em guerra há 9 milhões de judeus, a maioria dos quais estão destituídos de comida, abrigo e roupas; expulsos de suas casas sem aviso… provocando fome, doença e sofrimento imensurável… o povo dos Estados Unidos ficou sabendo, com tristeza, dessa horrível situação… Proclamo 27 de janeiro de 1916 como dia para fazer contribuições, mediante a Cruz Vermelha Americana, para a assistência dos judeus assolados.”

Traduzido por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Jews prove critical to founding of America

Fonte: www.juliosevero.com


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

27 Comentários

Comentários 1 - 27 de 27Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. Resumo da ópera: EUA uma nação judaica, daí o capitalismo e o amor ao dinheiro. Infiltração e domínio de todos os setores da indústria (bélica principalmente), financiamento da escravidão, os donos dos navios negreiros eram judeus (fato histórico). Só não vê que não quer.

    1. Deus te julgará usando o mesmo senso que vc teve de escrever essa bobagem.

  2. Resumo da ópera: os EUA são uma nação judaica, eles controlam toda a indústria (principalmente bélica) e se infiltram em todos os setores da sociedade. Não é a toa que o capitalismo e o amor ao dinheiro são grandes lá. Eles financiaram até a escravidão (fato histórico).

    1. EU TAMBÉM SOU VITIMA DE UM FALSO INTERNAUTA, MENTIROSO, (FILHO DO DIABO), NÃO É MINHA IDEOLOGIA QUE ESSE SAFADO DO INTERNAUTA IlSON ESTÁ FAZENDO. 
      VOCE Q.Q.DIA VAI ACORDAR NO INFERNO DIZENDO SER UM ANJINHO DO CÉU … LÁ VOCE NÃO VAI CONSEGUIR ENGANAR O DIABO, SEU BOILA.

  3. E nos dias de hoje ainda há quem diga que é esse povo que trás o mal para o mundo. Em todos os povos existem os maus e os bons, mas julgar por alguns um povo inteiro é espúrio e anti-cristão. Será que porque a Dilma e o PT não prestam todo povo brasileiro não presta também?

  4. O problema é: os judeus entram em um país, enriquecem, empobrecem o povo local e os subjuga nos sistemas bancários. Por causa disso foram e são expulsos e vários países até hoje. Quem não se deixa guiar pela mídia, toda deles, e pela história, escrita por eles, não se engana.

  5. Sr. Mauro, eu também já li essas informações. Sabe onde? Em sites de extrema direita (neo nazismo) e de esquerda comunista. Creio que o senhor não deve ser cristão, pois a Bíblia é judaica, os profetas, Jesus o Messias, os apóstolos, todos judeus. Deus se declara o Deus de Israel.

  6. E me perdoe os replies, mas o caso de alguns entre um povo fazerem errado não significa que todos fazem também. Existem grandes nomes judaicos na medicina, pesquisa científica, literatura, música erudita, legislação, artes cênicas. Todos esses foram ou são maus também?

  7. Sr. Luiz, mil riplies não mudarão a verdade. Sei que existem pessoas “boas”, apesar que só Deus é bom, entre os judeus, assim como também os mesmos profissionais citados pelo sr. existem entre os árabes, mesmo assim são julgados como todos sendo terroristas.

  8. Eu me mesmo me trato com um dentista judeu e é um profissional idôneo e muito consciente. Mas, em matéria de política não é assim. O texto faz parecer que os judeus são a salvação de qualquer povo, mas na verdade eles os oprimem com suas artimanhas economicas.

  9. Sr. Mauro, sei que não são todos os árabes terroristas. Mas sei também do perigo de certos discursos e ideias. Foi assim na Alemanha pós guerra. Sei que existem famílias judaicas envolvidas na economia do mundo que tem uma história de trapaças.

  10. Vide Rothschild, Rockefeller e outras. Mas isso não dá a ninguém o direito de julgar um povo inteiro. Jesus não negou sua origem judaica, apesar dos judeus maus daquela época.

  11. Ilson, até quando você vai obedecer seu pai satanas e vai continuar falando mentiras …?
    bicha mentirosa.

  12. Sr. Luiz o sr. me deixa doente ao colocar os nomes desses dois personagens junto ao nome do Senhor Jesus. E o sr. foge do contexto ao falar sobre a nacionalidade do Senhor. Não é isso que está em cheque aqui. E sim mentiras históricas.

  13. E ainda, sr. Luiz, não pense que sou daqueles que querem tirar Israel da Bíblia. Apenas quero mostrar que a ideia de judeus heróis, salvando as nações é uma mentira histórica.

  14. Sr. Mauro, lhe incomoda o fato da nacionalidade de Nosso Senhor pois você é antisemita. Tenta negar isso mas deixa transparecer em cada comentário o ranço do nazismo e das teorias conspiratórias que culpam os judeus, enquanto os verdadeiros culpados ficam impunes.

  15. As provas de que o sr. fala só se encontram em materiais nazistas e extremistas de direita. Vi muitos desses materiais em site arianos. Se sua fonte é essa, por favor, nem publique aqui pois aí sim você irá deixar todos doentes.

  16. Sr. Luiz desculpe a demora em responder. Minhas fontes de pesquisa são livros e documentos antigos, sou professor de história, e não necessito de material nazista para me basear. Se o sr. quiser terei prazer em lhe enviar cópias dos meus materiais.

  17. Sr. Mauro, diga o que quiser a verdade é: a importância dos Judeus no mundo está bem documentada e em documentos sérios. Quem vê só mal no povo Judeu está sob influência de Satanás, inimigo de Israel desde o início.

  18. E sabe quais são e quantos são os documentos que mostram a importância dos Judeus no mundo? São 66 livros e o sr. nem precisa comprar em separado pois eles vem juntos na Bíblia.

  19. Sr. Luiz, a Bíblia eu conheço bem e amo muito a Palavra de Deus. Nunca li sobre essa importância dos judeus no mundo. Lá aparece muito os erros deles. E aparece mais ainda a importância de Jesus para o mundo e não dos judeus, para eles o Evangelho nem existe.

  20. Sr. Mauro, o sr. tenta mas seu antisemitismo sempre transparece. Prove-me com a Bíblia, se conseguires, que a importância dos Judeus não existe? No Reino Messiânico Israel será a terra onde todos os povos irão adorar e os Judeus serão exaltados e receberão o cumprimento das promessas.

  21. Sr. Luiz, favor medite nestes textos Mateus 21:43, Mateus 18:15, Colossenses 3 e Gálatas 3:28. Se o sr. observar bem verá e talvez acabará supondo antisemitismo em Jesus e Paulo também

  22. Cristãos antisemitas? Cristãos com discursos neo nazistas? Cristãos petralhas ? São mais falsos que nota de R$ 3,75. Eles podem ter lido a Bíblia 25 vezes, mas o discurso será sempre o mesmo: carregado de ódio contra judeus,EUA e capitalismo.

  23. Ai pessoal esse tal de Mauro é Louco . . . Pena que eu li que ele é professor, pena mesmo para o seus alunos e para a sociedade, vejam os comentários dele nessa outra matéria aqui mesmo nesse site. http://www.cacp.org.br/a-bomba-relogio-da-divida-dos-estados-unidos/#viewreplies 

  24. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro, é Jesus condenando o capitalismo. O socialismo surgiria naturalmente de qualquer maneira, mas o judeu Marx idealizou a sua forma odiosa.

    1. “Não pensemos que a palavra de Deus falhou. Pois nem todos os descendentes de Israel são Israel.” romanos 9:6

      não é porque marx suposto judeu todo judeu seria igual, deixe de generalizar tendenciosamente.

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