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Keaton atua em filme sobre escândalo sexual católico

por Artigo compilado - qui jan 15, 7:04 pm

Michael Keaton

Escalado para protagonizar um longa que narra a história de um escândalo de abuso sexual católico, o ator Michael Keaton revelou que estudar em uma escola católica o ajudou a formá-lo como pessoa.

Ao descrever a experiência, Keaton conta que tudo correu muito bem, e que ao invés de sofrer repressões, o catolicismo o moldou a ser o que é e o que ele acredita.

O ator ainda explicou sobre seu personagem no filme Spotlight, baseado em fatos reais e previsto para estrear nos cinemas até o fim deste ano.

Na produção, ele interpreta Walter ‘Robby’ Robinson, um editor do jornal Boston Globe, encarregado de cobrir um escândalo de abuso sexual na Igreja Católica do estado de Massachusetts, leste do EUA.

Ao apurar os fatos, Robinson desvenda uma série de encobrimentos relacionados a tais crimes de assédio sexual dentro da arquidiocese da cidade de Boston.

O escândalo em questão resultou em vários relatórios da arquidiocese, detalhando casos de abuso sexual que atingiram a igreja ao longo dos últimos setenta anos.

Em 2011, a arquidiocese divulgou uma lista de 159 sacerdotes que foram acusados de abusar sexualmente de crianças, prometendo transparência para lidar com a questão controversa.

Na época, o arcebispo Sean O’Malley revelou que a liberação dos arquivos veio como resposta para atender centenas de vítimas que tiveram que conviver com as consequências do abuso por anos.

“Eu carrego comigo a cada dia a dor das falhas da Igreja. Quero expressar mais uma vez a minha tristeza para as suas dores e pedir desculpas de qualquer maneira, pois a Igreja e seu clero falharam com vocês”, destacou O’Malley.

Dentro das circunstâncias do enredo da produção, Michael Keaton admitiu que o assunto do filme é obscuro, e que ele estava com medo de os fatos o deixarem irritado e deprimido.

Extraído do site http://portugues.christianpost.com/ em 15/01/2015


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

2 Comentários

Comentários 1 - 2 de 2Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. Esse filme com certeza teve o conhecimento prévio do Papa e “IMPRIMATUR DA IGLESIA” (deixem-no ser impresso);passa-se pelo censor da diocese, que dá o “Nihil obstat” (nada contra);e finalmente  o “Imprimi potest” (pode ser impresso). É uma tentativa pifia de “explicar” os abusos.

  2. Na indústria de filme tem seu lado político, por exemplo, filmes Platoon e Rambo tentaram pifiamente “explicar” por que perderam a guerra no Vietnã. E esse filme do Michael Keaton também é uma cousa semelhante, pois ele mesmo disse que estudou em escola católica e é católico.

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