Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP
As testemunhas de Jeová e
Lucas 23.43
Um estudo hermenêutico da narrativa
bíblica
Por Robert M. Bowman Jr.
Tradução de
Elvis Brassaroto Aleixo (www.icp.com.br)
Nesta matéria,
analisaremos o modo como as testemunhas de Jeová interpretam
um único versículo da Bíblia, Lucas 23.43, e os argumentos que
oferecem em defesa da sua interpretação. Esta análise
contemplará dez princípios de interpretação que esse grupo
viola constantemente na manipulação que impetram à
Bíblia.
Começaremos com a exposição do texto
bíblico na versão jeovista e na versão convencional, empregada
pelos crentes:
Lucas 23.43 |
Tradução do Novo Mundo (TNM) |
“E ele lhe disse: Deveras, eu te digo hoje:
Estarás comigo no paraíso” |
Almeida Corrigida Fiel (ACF) |
“E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que
hoje estarás comigo no
paraíso” |
Como
se nota prontamente, o único ponto de discordância relevante é
se o termo “hoje” pertence à expressão “Deveras, eu te digo”
(TNM) ou à expressão “estarás comigo no paraíso” (ACF).
Isso pode parecer sem importância, mas é crucial para
as testemunhas de Jeová sustentarem seu posicionamento
doutrinário. Como alguns outros grupos religiosos
controversos, os jeovistas acreditam que os homens deixam de
existir após a morte. Negam que haja uma alma imaterial ou
espírito que pode existir como um ser pessoal à parte do
corpo. Essa posição é, obviamente, rejeitada por Jesus, que
promete ao ladrão arrependido que esse homem estaria com Ele
no paraíso “hoje” (no dia da crucificação). Mas, alterando-se
a posição da vírgula, essa noção fica totalmente subvertida,
fazendo que a idéia de que Jesus e o ladrão foram
imediatamente para o paraíso, após suas respectivas mortes,
seja eliminada.
A própria posição da vírgula não pode
ser determinada por uma simples apreciação do texto grego,
porque, no texto grego antigo, não havia nenhuma marca de
pontuação: todas as palavras foram justapostas sem nenhum
espaço entre elas e todo o texto foi escrito em letras
maiúsculas.
A partir disso, poderia parecer, então,
que não há nenhum fator probatório que estabeleça qual é,
afinal, a tradução correta, portanto, o que se lê na TNM seria
uma possibilidade legítima. Contudo, esse não é o caso, como
mostraremos nesta matéria. E é justamente isso que nos conduz
à nossa primeira observação sobre a interpretação das
testemunhas de Jeová:
1 Os jeovistas,
freqüentemente, assumem o seguinte: se a tradução deles for
gramaticalmente possível, então não pode ser
criticada.
Mas, geralmente, buscam justificar a
interpretação que se ajusta à doutrina que pregam em vez de
procurarem buscar a interpretação que melhor se ajusta ao
texto. O que não consideram é que estão em pauta muitos outros
fatores que requerem muito mais do que somente uma
“possibilidade gramatical de tradução”. No caso de Lucas
23.43, há outras considerações que, decisivamente, provam a
tradução habitual e correta ignorada pela TNM.
“Em
verdade eu te digo”
As palavras “Deveras, eu te
digo hoje” são traduzidas mais literalmente como “Em verdade
eu te digo”, em grego, amem lego soi. Essa é uma expressão
introdutória ou fórmula que Jesus apenas empregava ao
introduzir uma verdade que fosse muito importante e/ou,
talvez, difícil de ser acreditada (no evangelho de João
encontramos o mesmo tipo de ênfase: 5.25; 8.34, 51,58; 10.7).
Uma expressão paralela e igualmente enfática que nos ajudaria
a entender melhor esse ponto, e que se encontra no Antigo
Testamento, seria: “Assim diz o Senhor” (1Sm 2.27; Is 7.7; Jr
2.2,5; Ez 11.5,7,16,17, entre outros).
É sintomático e
suspeito o fato de essa expressão (amem lego soi) aparecer 74
vezes na Bíblia e a TNM observá-la 73 vezes, sendo a única
exceção em Lucas 23.43 (a maioria das traduções segue o mesmo
padrão em todas as 74 ocorrências).
Ora, a menos que
haja evidências incisivas de que o contexto registrado em
Lucas 23.43 se trata de uma exceção ao padrão das demais
referências bíblicas, o texto deveria ser traduzido de acordo
com o emprego habitual que Jesus fazia da expressão. Isso nos
conduz à nossa segunda observação hermenêutica, que se
relaciona com a primeira:
2 Os jeovistas,
normalmente, interpretam o texto bíblico dedutivamente em vez
de indutivamente.
O que estamos querendo dizer é
que eles, normalmente, constroem sua interpretação a partir
daquilo que já concluíram ser a “verdade” (raciocínio
dedutivo) em vez de examinar todo o material bíblico
pertinente antes de assumir uma conclusão (raciocínio
indutivo).
A posição da palavra “hoje” no
texto
Em defesa da TNM, as testemunhas de Jeová
dizem o seguinte: no texto grego, Lucas posiciona o termo
“hoje” (semeron) imediatamente após a expressão “Deveras, eu
te digo” (Amem lego soi). Mas se Lucas quisesse que a palavra
“hoje” fosse entendida como parte da expressão inicial na
sentença de Jesus, poderia tê-lo feito simplesmente escrevendo
“Em verdade, hoje eu digo a ti”; Ou, ainda: “Em verdade eu
digo a ti hoje que” (adicionando a palavra grega hoti, nosso
pronome relativo “que”). Essas reformulações se harmonizariam
perfeitamente com a interpretação jeovista. Mas o fato é que o
evangelista não empregou nenhuma dessas alternativas. Isso nos
conduz à terceira observação hermenêutica:
3 Os
jeovistas, notadamente, não consideram se a interpretação que
escolhem é a que mais se ajusta ao teor preciso do texto
bíblico.
Apenas se interessam em selecionar uma
interpretação que, se possível, não contradiga o texto em
questão de maneira muito explícita e, ao mesmo tempo, esteja
de acordo com a posição doutrinária que adotam.
Uma
nota de rodapé da edição de 1984 da TNM mostra que a versão
siríaca (tradução do Novo Testamento datada do século 5o) traz
o seguinte texto: “Em verdade, eu digo a ti hoje que comigo
estarás no Jardim do Éden”. Ironicamente, essa não é nenhuma
evidência a favor da pontuação adotada pela TNM, mas contra
ela. Como Bruce Metzger, renomado especialista em grego da
Universidade de Princeton, explica: “É justamente porque a
versão siríaca rearranja a ordem das palavras (não a
pontuação) do que é achado no manuscrito grego original que se
pode colocar ‘hoje’ na primeira parte da oração”. Então, a
nossa quarta observação hermenêutica é:
4 Os
jeovistas, freqüentemente, consideram as variações textuais
mais pobres e as versões antigas mais suspeitas para que
possam apoiar seus posicionamentos doutrinários, mas somente
quando essas variações e versões antigas não constituem um
àquilo que crêem.
O significado do termo
“hoje”
A razão de as testemunhas de Jeová
insistirem no texto “Deveras, eu te digo hoje” se firma no
seguinte fato: defendem que Jesus estava enfatizando que sua
promessa ao ladrão foi proferida naquele dia; isto é, no dia
da crucificação deles, quando a fé exercida pelo ladrão
arrependido maravilhou o Cristo. Embora isso possa parecer
plausível, não há nenhuma evidência para tal explicação no
contexto bíblico imediato. O texto não faz nenhuma referência
à fé do ladrão, nem há no texto bíblico qualquer outro
elemento que apóie essa interpretação.
A interpretação
ortodoxa entende que o significado do termo “hoje” remete à
petição que o ladrão faz por um lugar no reino futuro e
material de Jesus (v. 42), ao que Jesus responde lhe
oferecendo um lugar com Ele, naquele mesmo dia, em um paraíso
espiritual (v. 43). Essa visão se encaixa diretamente no
contexto imediato, por isso é adotada, o que nos leva à nossa
quinta observação hermenêutica:
5 Os jeovistas,
regularmente, abusam do conceito de “contexto” alargando sua
circunstância imediata com um único propósito: reconstruir
suas hipóteses.
O significado do termo
“paraíso”
A palavra “paraíso” possui uma história
variada no contexto bíblico. Na Septuaginta, a tradução grega
do Antigo Testamento, empregada pelos judeus que falavam essa
língua no século 1o, a palavra “paraíso” se refere ao Jardim
do Éden (Gn 2.8-10, etc.). E também a uma transformação futura
da terra de Israel, que se assemelharia ao Jardim de Éden (Is
51.3; Ez 36.35). Contudo, para o judaísmo do século 1o a noção
de “paraíso” remetia, principalmente, a um lugar “escondido”,
de bem-aventuranças, destinado aos justos no interlúdio de sua
morte e futura ressurreição. Esse é claramente o uso empregado
na referência que Jesus faz ao paraíso em Lucas 23.43.
Na tentativa de mostrar que essa não era a compreensão
judaica nos dias de Cristo, as testemunhas de Jeová citam o
Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento,
que declara: “Com a influência grega exercida na doutrina da
imortalidade da alma, o paraíso se tornou o lugar de habitação
do justo durante seu estado intermediário”. Mas no contexto da
mesma citação, a obra em análise declara que o conceito de um
paraíso intermediário para o morto tinha sido desenvolvido
antes da influência grega, pelo judaísmo, depois do período do
Antigo Testamento, e que era justamente essa a visão judaica
vigente nos dias de Jesus: “Em Lucas 23.43, [a palavra
paraíso] está indubitavelmente subordinada às concepções
judaicas contemporâneas, e se refere à habitação intermediária
do justo”.
Em duas ocasiões diferentes, relacionadas a
Lucas 23.43, as testemunhas de Jeová citam o Dicionário da
Bíblia, de James Hasting, para provar que há “pouco apoio”
para a “teoria” que afirma que o judaísmo do século 1o tenha
concebido um paraíso intermediário. Mas,na verdade, o que
Hasting diz é propriamente o oposto: “É certo que a crença em
um paraíso inferior prevaleceu entre os judeus, assim como
também a crença em um paraíso superior ou divino”. O
dicionário também declara, concernente a Lucas 23.43, que
“Cristo se referiu ao paraíso celestial”.
Esses dois
exemplos do abuso das fontes de estudo das testemunhas de
Jeová nos levam à sexta observação hermenêutica:
6
Os jeovistas, normalmente, citam, de modo conveniente, as
fontes acadêmicas fora de seus respectivos contextos. E, com
isso, fundamentam uma conclusão oposta àquilo que a fonte
consultada apresenta.
Projetam em suas citações um
teor científico de pesquisa para dar a impressão enganosa de
que a fonte citada está em harmonia com suas
doutrinas.
As únicas outras referências ao termo
“paraíso” no Novo Testamento são encontradas em Apocalipse 2.7
e 2Coríntios 12.4, e ambas são instrutivas:
Outras duas menções de “paraíso” no Novo
Testamento |
2Coríntios 12.4 |
“Que foi arrebatado para o paraíso e ouviu
palavras inefáveis, as quais não lícitas ao homem falar”
(TNM) |
Apocalipse 2.7 |
“Àquele que vencer concederei comer da
árvore da vida, que está no paraíso de Deus”
(TNM) |
As
próprias testemunhas de Jeová confirmam que o “paraíso de
Deus”, em Apocalipse 2.7, é o paraíso divino, entretanto, não
o reconhecem como um estado intermediário usufruído por uma
pessoa entre sua morte e sua ressurreição. O texto de
2Coríntios 12.4 é até mais interessante. O paralelo entre o
“paraíso” e “o terceiro céu” indica que o paraíso citado se
refere a um reino divino, como quase todos os exegetas
bíblicos reconhecem. De fato, na literatura judaica que
circulava no século 1o era recorrentemente dito que o paraíso
se localizava no terceiro céu.
Mas as
testemunhas de Jeová ensinam que nesse texto Paulo está se
referindo a “um estado espiritual experimentado pelo povo de
Deus” durante “o tempo da colheita”, que só viria antes do
fim. Em outras palavras, declaram que quando Paulo teve a
visão do paraíso, o que ocorreu, na verdade, foi uma visão
profética acerca das testemunhas de Jeová hoje! Essa
manipulação baseada no texto de 2Coríntios 12.4 nos leva à
sétima observação hermenêutica:
7 Os jeovistas,
freqüentemente, alegorizam as profecias e as visões da Bíblia
para associá-las aos eventos históricos de seu próprio
movimento religioso.
O significado do termo
“comigo”
Jesus prometeu ao ladrão arrependido:
“Estarás comigo no paraíso”. E essa declaração contradiz a
doutrina das testemunhas de Jeová de duas maneiras.
Primeira, a expressão “estarás comigo” atesta que
todos os crentes em Cristo viverão em sua presença,
contrariando a crença jeovista, de que a maioria dos crentes,
inclusive o ladrão em questão, viverá na terra, enquanto uns
poucos selecionados viverão no céu com Cristo.
Segunda, a expressão “comigo no paraíso” também atesta
que Cristo foi para o paraíso, contrariando o que as
testemunhas de Jeová ensinam sobre o paraíso que, para elas,
será terrestre, permanecendo Cristo no céu.
Os
jeovistas explicam: “Ele [Jesus] estará com aquele homem no
sentido de que Ele o ressuscitará dentre os mortos e cuidará
de suas necessidades físicas e espirituais”. Mas em outros
textos bíblicos, nos quais Jesus igualmente fala que os
crentes estarão com Ele, os jeovistas interpretam literalmente
(Lc 22.28; Ap 3.21; 14.1; 20.4,6). Não existe nenhuma boa
razão para o mesmo não ser observado também em Lucas 23.43.
Estamos diante de uma deixa que nos leva à nossa oitava
observação hermenêutica:
8 Os jeovistas são,
freqüentemente, forçados a interpretar expressões simples de
maneira altamente figurativa, sem autorização do contexto,
para que possam manter seu posicionamento
doutrinário.
Para onde Jesus
foi?
Quando Jesus
morreu, a Bíblia indica que Ele desceu ao inferno, no “abismo”
(Mt 12.40; At 2.27,31; Rm 10.7; Ef 4.9; Ap 1.18). Como, então,
Jesus poderia prometer ao ladrão que os dois estariam juntos
em um paraíso divino? Além disso, Jesus não disse a Maria,
mesmo depois de sua ressurreição, que ainda não tinha
ascendido aos céus? “Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque
ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e
dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e
vosso Deus” (Jo 20.17). As testemunhas de Jeová dizem que
esses versículos são incompatíveis com a interpretação
ortodoxa de Lucas 23.43.
Antes de responder a esse
argumento, chamamos a atenção do leitor para algo importante.
Em vez de lidarem com Lucas 23.43 em suas próprias condições e
em seu próprio contexto, os jeovistas afirmam que Lucas 23.43
não pode querer dizer o que parece significar, porque isso
contradiria a compreensão de outras passagens bíblicas. Isso
poderia ser entendido positivamente como uma indicação do
compromisso que as testemunhas de Jeová têm com a veracidade
absoluta de toda a Bíblia. Mas não há dúvidas de que esse
argumento revela, na verdade, um movimento sutil e
estratégico, que faz os mais indoutos se perderem na
argumentação. Aqui, deparamo-nos com a nossa nona conclusão
hermenêutica:
9 Os jeovistas recortam partes da
Bíblia e as confrontam entre si, a fim de que possam concordar
com seu posicionamento doutrinário.
Uma pequena
pesquisa sobre o uso histórico do termo “paraíso” elucida essa
discrepância aparentemente difícil. No século 1o, o paraíso
intermediário judaico era pensado como se fosse o céu
propriamente dito, um lugar de venturas, mas, às vezes, também
era pensado como um compartimento “feliz”, “bom”, do inferno.
As palavras de Jesus em Lucas 23.43, provavelmente, recorrem
ao paraíso como uma parte do inferno destinada ao justo,
conforme ocorre em Lucas 16.22-26: “E aconteceu que o mendigo
morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e
morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os
olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro
no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia
de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu
dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta
chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste
os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este
é consolado e tu atormentado. E, além d
isso, está posto um
grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem
passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá
passar para cá”.
Quer dizer, Jesus não estava
prometendo que o ex-ladrão e Ele estariam juntos no céu
naquele dia, mas num lugar separado, descansando. Quanto a
2Coríntios 12.4, pode ser adicionado aqui que Cristo,
realmente, levou consigo o paraíso ao céu, por ocasião de sua
ascensão.
Apresentando as coisas dessa maneira,
devemos nos lembrar de que o céu habitado por Deus não é um
local físico, fixado no nosso universo espacial-temporal. Os
“céus” físicos não podem conter Deus (1Rs 8.27; Is 66.1; At
7.48-49). Nem mesmo se pudéssemos viajar na velocidade da luz
poderíamos achar Deus ou sua habitação, procurando-a entre as
estrelas. Assim, falar sobre “para onde” Jesus e o ladrão
“foram” não deveria ser considerado literalmente.
Isso
sugere a nossa décima e última observação:
10 Os
jeovistas interpretam as realidades espirituais bíblicas de
maneira racionalista.
Por “racionalista”, não
queremos nos referir simplesmente ao emprego da razão para
compreensão, pois também fazemos isso. Aliás, seria impossível
não fazê-lo. Mas as testemunhas de Jeová vão além e exigem que
os ensinos da Bíblia se reduzam à compreensão limitada humana.
A compreensão humana é finita, mas Deus, em sua essência e
entendimento, é infinito. Em qualquer assunto relativo à
essência de Deus ou que relacione Deus e sua criação é natural
que esperemos paradoxos. O sistema interpretativo das
testemunhas de Jeová busca eliminar todo o paradoxo. Os
jeovistas exigem um Deus que possam entender em sua
completude, em suma: um deus pequeno, diametralmente diferente
daquele que cultuamos.
Notas:
1 Tradução
do Novo Mundo das Escrituras Sagradas: com referências.
Brooklyn: Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados,
1984.
2 METZGER, Bruce M. Comentário textual do Novo
Testamento grego. Nova York: United Bible Societies, 1971,
p.181-2.
3 Ajuda ao entendimento da Bíblia. Brooklyn:
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1971, p.1269.
4 JEREMIAS, Joachim. Verbete paradeisos, em Dicionário
Teológico Novo Testamento, Vol. V. Ed. Gerhard Friedrich.
Tradução: Geoffrey W. Bromiley. Grand Rapids: William B.
Eerdmans Publishing Cia., 1967, p.766-9.
5 BIETENHARD,
Hans; BROWN, Colin. Verbete “paraíso”, em Novo dicionário
internacional de teologia do Novo Testamento, Vol. II. Ed.
Colin Brown. Grand Rapids: William B. Eerdmans Publishing
Cia., 1976, p. 761, citado na obra jeovista Raciocínios à base
das Escrituras. Brooklyn: Sociedade Torre de Vigia de Bíblias
e Tratados, 1985, p. 286.
6 Ibid., p. 761.
7 HASTING,
James. Dicionário da Bíblia, Vol. III. Edimburgo: T&T
Clarke, 1900), III: 669-70, citado em Ajuda ao entendimento da
Bíblia, p. 1269, e Raciocínios à base das Escrituras, p.
286.
8 Ibid., p. 671.
9 Ibid.
10 Ajuda ao
entendimento da Bíblia. Brooklyn: Sociedade Torre de Vigia de
Bíblias e Tratados, 1971, p.1270.
11 JEREMIAS, Joachim.
Verbete paradeisos, em Dicionário Teológico Novo Testamento,
Vol. V. Ed. Gerhard Friedrich. Tradução: Geoffrey W. Bromiley.
Grand Rapids: William B. Eerdmans Publishing Cia., 1967, p.
768.
12 Ajuda ao entendimento da Bíblia. Brooklyn:
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1971, p. 1270.
13 Poderá viver para sempre no paraíso na Terra. Brooklyn:
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1982, p.171.
Veja também Raciocínios à base das Escrituras. Brooklyn:
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1985, p. 287.
14 JEREMIAS, Joachim. Verbete paradeisos, em Dicionário
Teológico Novo Testamento, Vol. V, ed. Gerhard Friedrich.
Tradução: Geoffrey W. Bromiley. Grand Rapids: William B.
Eerdmans Publishing Cia., 1967, p. 768.
15 LOCKYER,
Herbert. Inferno e paraíso antes de e depois da ascensão de
Cristo. Grand Rapids: Baker Book House, 1975, p.
94-9.
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