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Mais um erro da teoria da evolução

por Artigo compilado - dom set 09, 9:51 pm

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Erro da Evolução: suposta espécie de hominídeo era só um homem comum baixinho

“Homo sapiens” isolado em ilha diminuiu de tamanho

Pela segunda vez em menos de duas semanas, o achado mais sensacional da paleoantropologia nas últimas décadas é colocado sob suspeita. Esqueletos descobertos no arquipélago de Palau, na Micronésia, sugerem que o hominídeo anão Homo floresiensis –apelidado de “Hobbit” — pode não ser outra espécie, apenas um humano moderno pequeno. O “Hobbit” sacudiu o mundo dos estudos de evolução humana quando seus fósseis foram descobertos na ilha indonésia de Flores, e descritos em 2004. Ali estava um hominídeo adulto com um metro de altura e o menor cérebro conhecido na linhagem humana.Essa criatura viveu há 18 mil anos e possivelmente só se extinguiu há 12 mil anos, tendo coexistido com humanos modernos. O fato de haver outras espécies anãs na mesma ilha, como elefantes menores que uma vaca, fez os descobridores do H. floresiensis teorizarem que lá a evolução andara “para trás”, reduzindo o tamanho dos mamíferos. Pouco depois da descoberta do “Hobbit”, cientistas rivais passaram a sustentar que ele não passava de um Homo sapiens comum com microcefalia, doença que reduz o tamanho do crânio. Começava ali uma guerra acadêmica. Na semana passada, uma dupla de médicos australianos apresentou uma nova hipótese para mostrar que os “Hobbits” não seriam uma outra espécie. Eles seriam, disseram, Homo sapiens com desnutrição crônica –“gabirus”, apelidado dado a pessoas com esse problema no Nordeste do Brasil. Nesta semana, a identidade do H. floresiensis leva uma nova bordoada: cientistas da África do Sul e dos EUA afirmam, com base em esqueletos achados em cavernas de Palau, que os Hobbits não precisavam ser uma espécie diferente nem uma população doente para ter aquele tamanho. Eles podem simplesmente ter sido humanos modernos que diminuíram em razão da vida na ilha. Os traços físicos que supostamente lhes garantiriam um posto como espécie distinta seriam só efeito colateral da redução.Esqueletos de 0,94 m a 1,20 m achados em Palau têm até 3.000 anos, e parecem ser de anões insulares -humanos que ficaram pequenos em razão da vida ilhoa. “Diversas características morfológicas consideradas ou primitivas para o gênero Homo (por exemplo, cérebro pequeno, toros supraorbitais [osso da sobrancelha] aumentados ou ausência de queixo) ou únicos no Homo floresiensis em relação ao resto do gênero Homo (megadontia [tamanho grande dos dentes] relativa) podem emergir como correlatos de desenvolvimento de um tamanho corporal pequeno”, escrevem os cientistas. A conclusão foi publicada na revista “PLoS One” (www.plosone.org). Segredo nas cavernasLee Berger, da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo, e seus colegas dizem que não podem explicar os esqueletos de Flores, mas que a população encontrada em Palau –sobre a qual não resta dúvida tratar-se de Homo sapiens modernos- pode ser um bom termo de comparação. As rochas em Palau formam diversas cavernas e abrigos rochosos, e vários desses sítios contêm restos humanos total ou parcialmente fossilizados.”Pelo menos dez cavernas com sepultamentos foram descobertas nas ilhas, e escavações em uma delas (Chelechol ra Orrak) produziu os vestígios de pelo menos 25 indivíduos”, prosseguem os cientistas. Assim como os esqueletos descobertos em Flores pelos australianos, os palauanos de 3.000 anos atrás seriam muito pequenos e com características consideradas primitivas para Homo sapiens modernos. O cérebro desses ilhéus primitivos, por exemplo, embora fosse maior que o dos hominídeos de Flores, era bem menor que o do Homo sapiens hoje. Os menores cérebros humanos têm 1.000 centímetros cúbicos, enquanto a média é 1.600.O debate sobre o “Hobbit”, porém, continua. “Ainda acredito que o material de Flores é algo distinto e primitivo”, disse à revista “National Geographic” William Jungers, antropólogo que classificou o fóssil da ilha como outra espécie.



Fonte de pesquisa:

http://blognoticiasdafe.blogspot.com

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u380650.shtml

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