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Maldições quebradas na cruz

por Artigo compilado - qui jul 12, 6:47 am

A teoria da maldição de família, também conhecida como maldição hereditária, ensina que as maldições agem em diversas áreas de nossa vida: espiritual, física, financeira, conjugal e pessoal. Sua atuação na área espiritual, segundo seus ensinadores, se dá quando herdamos dos antepassados os castigos pelos seus pecados, e o que é pior, herdamos as opções pecaminosas que fizeram. Por exemplo, se uma moça teve uma trisavó envolvida com prostituição, são infinitas as possibilidades de que seja acompanhada por um demônio de prostituição, quem sabe uma “pomba-gira cigana”, ou “pomba-gira sete-saias”, ou outro nome que esta corrente teológica pega emprestado da umbanda ou de outro setor do espiritismo, numa espécie de sincretismo religioso.

Na área de saúde ensinam que se um antepassado teve problemas de vista, a maldição da deficiência visual segue de geração em geração, até que seja quebrada com frases espirituais específicas. Neste caso, questões como por exemplo a genética são ignoradas e tudo é tratado no âmbito espiritual. No campo conjugal, pregam que a pessoa cujos pais ou avós se separaram, dificilmente não terá também um casamento fracassado. E assim vai no setor financeiro etc.

Entretanto, o pior ainda está por vir. Mesmo que a pessoa já tenha se convertido ao Evangelho de Cristo, mesmo que já tenha sido lavada no sangue de Jesus, perdoada de seus pecados, nascida de novo e com seu nome escrito no Livro da Vida, mesmo com tudo isso, segundo tal ensino, a pessoa ainda carrega consigo a maldição hereditária, que só é quebrada com “regressões” até gerações anteriores através de revelações, seguidas de declarações verbais ensinadas por irmãos que afirmam ter um ministério de quebra de maldição.

A origem deste movimento tem raízes profundas noutra heresia, a do gnosticismo. Entretanto, ganhou corpo nas últimas décadas e vem atingindo muitas denominações em suas lideranças, até mesmo as mais sérias e conservadoras.

 

QUATRO EQUÍVOCOS NO ENSINO SOBRE MALDIÇÃO HEREDITÁRIA

Em pelo menos quatro situações distintas, a teoria da maldição hereditária se equivoca, isto para não dizer que seus adeptos estão indo muito além do limite dado àqueles que interpretam a Palavra de Deus. Analisemos:

  1. Confunde Maldição Hereditária com Pecado.

De acordo com a Bíblia, uma maldição é uma sentença que vem da quebra da lei moral de Deus, isso porque toda maldição é resultado do pecado — um mal que a palavra não cria. Isso posto, não é a maldição proferida que gera o pecado, mas o pecado que gera a maldição, de modo que está absolutamente equivocada a ideia que as palavras criam maldição.

 

  1. Confunde Feitiço com Consequência de Pecados Cometidos.

O que os ensinadores da herética teoria da maldição falam é que acordos e pactos feitos pelos nossos ascendentes são transmitidos aos filhos de forma automática. O que é passado para as gerações seguintes é a consequência dos pecados praticados pelos antepassados — o que é algo bem diferente, ou seja, ninguém nasce sob “encantamento” de uma maldição resultante de uma aliança feita por um antepassado distante. Isso é kardecismo.

De fato, uma criança nascida em um lar de pessoas extremamente desregradas, dadas a todo tipo de deformação moral, terá como consequência um caráter moldado pessimamente. Mas daí achar que alguém assim está sob o encantamento de seus pais é pura temeridade.

Segundo Êxodo 20.5, nem a maldição nem a bênção se transmitem automaticamente, mas acontecem como resultado exclusivo da experiência pessoal que cada um tem em relação à obediência e à desobediência às leis morais de Deus. Isso significa que se uma pessoa está debaixo das consequências do pecado de seus ancestrais, e deseja reverter tal situação, basta aproximar-se de Deus, mediante Jesus Cristo, e pedir-lhe perdão dos seus próprios pecados. A melhor atitude a tomar nesses casos não é transferir a culpa para os pais, como fez o povo de Israel depois da destruição de Jerusalém pelos babilônios: “Nossos pais pecaram e já não existem; nós levamos as suas maldades” (Lm. 5.7).

Mas cada um devia assumir a responsabilidade pelos seus próprios erros. Assim disse o profeta Jeremias: “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados” (Lm. 3.39).

  1. Confunde Paixões Humanas com Ações Diabólicas.

Os ensinadores da maldição hereditária insistem em interpretar a natureza humana pecaminosa como sendo uma ação direta do diabo. Mas a natureza humana corrompida é consequência da queda de Adão, acrescida dos pecados pessoais de cada ser humano ao longo de sua existência, e não o resultado de um encantamento lançado sobre alguma família, através de palavras.

Lembremos do conselho de Deus a Caim, por ocasião do primeiro crime cometido na história: “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? Todavia, se procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn. 4.7).

Por esse equívoco é que tanta gente vive expulsando demônios imaginários de pessoas que não fazem nada para mudar de vida. Muitos vão à frente dos púlpitos de suas igrejas pedir oração de libertação, apenas para justificar sua religiosidade. Intimamente não desejam nenhum tipo de transformação, não dominam seus desejos pecaminosos.

 

  1. Confunde Língua Perversa com Feitiço.

Tiago nos adverte que a língua pode transformar-se num instrumento de perversidade e destruição. A língua é vista na figura de um fogo incontrolável que devasta toda uma floresta (Tg 3.5-6). Não é lançando feitiço sobre alguém que a língua se torna maldita, mas sim quando blasfema, faz intriga, calunia, difama, mente e dá falso testemunho.

 

BASES SUPOSTAMENTE BÍBLICAS

Para o ensino da doutrina da maldições hereditária, o movimento da Teologia da Prosperidade apresenta supostas bases na Bíblia. Alegam, por exemplo, que o texto de Êxodo 20.5, que diz “sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” e correlatos, como Êxodo 34.7 e Deuteronômio 5.9, comprovam tal ideia.

A interpretação dos teólogos da prosperidade é no mínimo equivocada, visto que, em primeiro lugar, esta espécie de pacto de geração Deus manteve somente com a nação de Israel e até certo momento da sua história. É o que diz a Bíblia em Jeremias 31.29-32, entre outras coisas afirma que “cada um morrerá pela sua iniquidade”, e que o Senhor faria “um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá”.

Pelo menos três argumentos teológicos e um argumento matemático desfazem a interpretação da maldição hereditária nos textos acima.

Primeiro argumento teológico: Como ficou a situação da Igreja de Cristo antes da interpretação desta corrente teológica? Será que todos os salvos foram para o céu com as maldições que herdaram dos antepassados?

Segundo argumento teológico: Se as maldições são transmitidas hereditariamente para os descendentes, as bênçãos também o são. Sendo assim, se sofremos pelos pecados de uns ascendentes, somos ainda mais abençoados pela obediência de outros, pois no mesmo texto Deus diz: “e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êx. 20.6 e Dt. 5.10). Ou será que só temos ascendentes ímpios, sem nenhuma raiz temente a Deus até milhares dos que nos antecederam?

Terceiro argumento teológico: Se é Deus quem “visita a maldade dos pais nos filhos”, e não o diabo, surgindo daí a maldição de família, será que uma simples declaração verbal do tipo “declaro quebrada essa maldição” seria suficiente para por fim a uma cadeia de males numa geração? Logicamente que não.

Argumento aritmético: Toda pessoa tem ou teve dois pais, quatro avós, oito bisavós, 16 trisavós, 32 tataravós etc. Segundo cálculos realizados por estudiosos, até a décima geração temos 1.424 antepassados. Se entrarem os tios, como ensinam alguns, a proporção se torna incalculável. Sendo assim, seria impossível quebrarmos verbalmente cada maldição herdada de todos os antecessores. Glória a Jesus que na cruz quebrou todas elas!

Ainda há outros argumentos bíblicos, conforme diz a Palavra de Deus sobre este assunto em Isaías 53.4-5, Romanos 8.1-2,15; IICoríntios 5.17, Gálatas 3.13-14 e Efésios 1.3.

 

TEORIA DA NOTA PROMISSÓRIA

Na falta de mais textos bíblicos que pudessem servir de pretexto para seus ensinos, os defensores da doutrina da maldição hereditária apresentam o argumento da nota promissória. Eles explicam que, quando um antepassado faz um pacto com forças do mal, age como se tivesse assinado uma promissória para o Diabo e, consequentemente, a dívida nos é transferida. Ora, a transferência de dívida de um falecido para seus descendentes é bastante questionável juridicamente. Entretanto, mesmo que não fosse, não serviria como argumento doutrinário, pois o que constatamos na Palavra de Deus é que Cristo cancelou toda dívida que era contra nós, como lemos em Colossenses 2.13-14.

A “promissória”, “cédula” ou “escrito da dívida” mais antigo e de maior valor que existia contra nós, assinada pelo nosso antepassado chamado Adão, Jesus “tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”. O texto de Colossenses é claro, afirmando ainda que Ele perdoou todas as nossas ofensas.

Como já vimos, se um castigo ou maldição vem de Deus, não é uma simples declaração de quebra de maldição que irá desfazê-lo. Declaração nenhuma que fizéssemos teria maior efeito que a morte de Jesus na cruz. Não devemos temer o maligno, visto que somos nascidos de Deus, e Satanás não pode nos tocar conforme o que diz a Bíblia em IJoão 5.18: “Mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca”.

 

DOUTRINA PERIGOSA

Esta doutrina oferece dois seríssimos riscos. Primeiramente, nos torna de certa forma irresponsáveis, pois se algum pecado nos acompanha a culpa não é totalmente nossa, deve ser dividida com nossos antepassados. O segundo risco é muito pior que o primeiro, visto que invalida o sacrifício de Cristo, à medida que ensina que a morte do Cordeiro não é suficiente para cancelar pecados, devendo ser complementada por declarações de quebra de maldições.

Pode até ocorrer que pessoas venham a Jesus trazendo maldições ocasionadas por seus próprios pecados. O que não pode ocorrer, de maneira nenhuma, é essas maldições nos acompanharem depois da nossa conversão. Como poderia um corpo habitado pelo Espírito Santo carregar maldições demoníacas? “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (ICo. 3.16).

Nossas maldições foram lançadas em Cristo e por Ele derrotadas na cruz (Cl. 2.13-14). Na cruz houve a quebra de todas as maldições existentes contra nós. O profeta Ezequiel reitera o princípio da responsabilidade pessoal no capítulo 18 de seu livro, versículos 18 a 21: “Seu pai, porque praticou a extorsão, roubou os bens do irmão, e fez o que não era bom no meio de seu povo, eis que ele morrerá pela sua iniquidade. Mas dizeis: Por que não levará o filho a iniquidade do pai? Porque o filho procedeu com retidão e justiça, e guardou todos os meus estatutos, e os praticou, por isso certamente viverá. A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá” (grifo nosso).

 

UMA PESSOA LANÇA MALDIÇÃO EM OUTRA?

Diante do exposto, ficam algumas perguntas: maldição realmente existe? O que é este mal? Pode uma pessoa lançar maldição sobre outra, de acordo com a Bíblia?

A palavra maldição ocorre pelo menos 61 vezes nas Escrituras, sendo 50 no Antigo Testamento e 11 no Novo Testamento.

O Diccionario Ilustrado de la Biblia define maldição como “a palavra ou expressão que deseja o mal para alguma pessoa ou objeto. Espera-se que a maldição libere uma força negativa e maligna que atue trazendo infelicidade e propicie o fracasso do que é amaldiçoado podendo, inclusive, estes maus efeitos passar a outras pessoas (Js. 6.26 e 7.24)”.

A Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia salienta que uma maldição provém de “palavras duras proferidas com intuito de prejudicar, geralmente com a ideia de que forças extraterrenas, demoníacas ou divinas, são invocadas para tornar a maldição efetiva”. Esta definição já nos mostra o quanto a maldição ameaça, mas vejamos algumas outras informações sobre o tema.

A Bíblia nos leva a entender que Deus pode abençoar ou amaldiçoar uma pessoa ou nação, de acordo com procedimento desta para com seu povo. Segundo Gênesis 12.3, quem abençoa o povo de Deus é abençoado por Ele, assim como aquele que o amaldiçoar é amaldiçoado: “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Nos diz ainda a Bíblia que as maldições lançadas por Deus contra alguém, ou mesmo contra a nação de Israel, no Antigo Testamento, eram juízos contra o pecado, conforme vemos em Números 5.21-23. Podemos conferir o mesmo em Deuteronômio 28.15-68.

Jesus grande importância à questão da maldição. Não obstante ter lançado maldição contra uma figueira, como vemos em Marcos 11.14, Ele instruiu que a ninguém amaldiçoássemos. Ao contrário, a orientação foi para que abençoássemos sempre. Em Lucas 6.27-28, lemos: ”Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem; orai pelos que vos caluniam”. Em Romanos 12.14 o apóstolo Paulo diz: “Abençoai aos que vos perseguem e não amaldiçoeis”.

O termo “maldizem” de Lucas 6.28, no grego e kataromenous, de katára, que significa maldição. É o mesmo que aparece em Romanos 12.14. Sendo assim, “maldizem” em Lucas 6.28. traz ideia de “lançar maldição contra” e não simplesmente “falar mal de”. Aqui a palavra “maldizem” seria melhor traduzida por “amaldiçoam”.

Eis o grande desafio do Evangelho: amar os inimigos; agir de modo a beneficiar pessoas que nos nutrem ódio sempre que estiver ao nosso alcance beneficiá-las (Pv. 3.27); proferir palavras de paz, felicidade, prosperidade e saúde em favor dos que investem contra nossas vidas com palavras de agouro, nos desejando toda espécie de mal; orar em favor daqueles que vivem nos perseguindo e caluniando. A bem da verdade, não podemos dizer que somos verdadeiros cristãos enquanto não conseguirmos vencer este grande desafio.

Esta prática proposta pela ética do Cristianismo é evidentemente neotestamentária, e por isso contrasta com a prática exercida no Antigo Testamento, onde era comum uma pessoa lançar maldição contra a outra, assim como também era comum rebater uma maldição com palavras imprecatórias de outra maldição. Para citar alguns exemplos temos os Salmos 35, 59 e 109.

Lamentavelmente, são comuns casos de crentes que se valem de orações imprecatórias do Antigo Testamento para rebater, ou mesmo para lançar de alguma maldição, quando nosso papel de cristãos é sempre abençoar. Estamos sob as normas do Novo Concerto, da Nova Aliança, do Novo Testamento, que nos ensina a abençoar. Não é por acaso, conforme lembra Werner G. Marx, que a última palavra do Antigo Testamento é maldição, enquanto o Novo Testamento encerra com a graça de Deus: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém!”

Uma maldição lançada contra alguém, um objeto ou um lugar, e que brota de um coração ferido, magoado, irado, invejoso ou ocupado por qualquer outro sentimento maligno, pode até trazer infelicidade e fracasso para sua vítima, mas a vontade de Deus para nossas vidas é que sejamos emissários das suas bênçãos para todos os que nos rodeiam, inclusive os nossos inimigos. Champlin diz acertadamente que “uma maldição pode ser um tiro saído pela culatra”.

 

NADA A TEMER QUANDO ESTAMOS COM DEUS

Nós não devemos esquecer que aos que temem ao Senhor, Ele os abençoa quando por alguém são amaldiçoados. É o que vemos em IISamuel 16.7,11-12, quando Simei lançava palavras de maldição contra o rei Davi, e no Salmo 109.28. Talvez por este motivo a Lei determinava que não se podia amaldiçoar um surdo, pois, não ouvindo ele a maldição que lhe fora lançada, não tinha como defender-se pela oração (Levítico 19.14). Tomando a linha deste raciocínio, pode-se arriscar a conclusão de que uma maldição só tem efeito se lançada na presença da pessoa que é seu alvo. Se a ilação for acertada, seria como se a “força negativa e maligna liberada pela maldição” envolvesse a tal pessoa numa aura de má influência.

Isso reforça o que diz o comentarista J. D. Douglas no livro O Novo Dicionário da Bíblia: “Para os hebreus, entretanto, assim como a palavra não era meramente um som que saia dos lábios, mas um agente enviado, assim também a maldição proferida era um agente ativo que fazia dano. Por trás da palavra havia a alma que a criara. Assim, a palavra que não é baseada em qualquer capacidade espiritual de realização, é mera ‘vã palavra’ (IIRs. 18.20); porém, quando a alma é poderosa, então a palavra se reveste desse poder (Ec. 8.4 e ICr. 21.4)”.

Mas, graças a Deus, não temos nada a temer quanto a isso, pois conforme já vimos, se andarmos nos caminhos do Senhor, Ele transformará em bênção qualquer maldição lançada sobre nós (Nm. 23.23). Além do mais, sabemos que bênção e maldição estão diretamente associadas à obediência e à desobediência, respectivamente. Vejamos as palavras de Moisés ditas ao povo de Deus em Deuteronômio 30.19-20, nas fronteiras de Canaã, válidas hoje em todo o mundo para os que temem ao Senhor: “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti, que tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente, amando ao Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e te chegando a ele; pois ele é a tua vida e a longura dos teus dias”.

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Bibliografia:

Maldições Quebradas na Cruz, revista Obreiro

Quebra de Maldição, Uma Prática Supersticiosa?, Paulo César Lima, CPAD, 1999.


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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