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Marcionismo Moderno

por Pr. Natanael Rinaldi - sáb maio 17, 12:01 am

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O escritor do livro de Eclesiastes declara que não existe nada de novo debaixo do sol. “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.” (Ec 1.9-10).
É que doutrinas já condenadas no passado como heréticas estão ressurgindo em certas igrejas declaradas evangélicas, como revelações dadas por Deus para os nossos dias. É o caso do ressurgimento do marcionismo. É um outro evangelho de que fala Paulo em Gl 1.8-9, o Evangelho de Márcion, que era uma forma modificada do evangelho de Lucas, adaptada à doutrina marcionista, com o corte do que ele não aceitava e a adição do que ele bem quis.

MÁRCION DE SINOPE

Não se sabe a data de seu nascimento, embora seja sabido que ele faleceu em cerca de 165 A D. Nasceu ele em Sinope, no Ponto, Ásia Menor. Foi um influente mestre cristão que fundou uma escola gnóstica, que rivalizava com o cristianismo. Foi excluído em 144 A D. Seu movimento, no Ocidente, desapareceu cerca do século IV A D. Mas no Oriente, persistiu até o século VII A D.
Dentre outras, algumas das idéias heréticas pregadas por Márcion e hoje pregadas como novas revelações são:

a) Marcion rejeitava o Antigo Testamento como se o mesmo tivesse sido produzido pelo demiurgo, um deus justo e iracundo, que pôs o seu povo sob o império da lei. Esse demiurgo sob hipótese alguma seria o poder divino mais alto, mas seria apenas o Deus do Antigo Testamento; e este mundo, como sua criação, naturalmente tinha seus problemas, porquanto não fora criado pelo poder divino maior. O Deus do Antigo Testamento, segundo Márcion, precisa ser distinguido do Deus mais alto e Desconhecido da revelação neotestamentária.

b) O Deus mais alto do Novo Testamento, observando a miséria humana, enviou seu Filho a fim de redimir a raça humana. Mas o demiurgo, o Deus do Antigo Testamento, irado, cuidou para que Cristo fosse crucificado.

c) Paulo seria o único verdadeiro apóstolo de Cristo; e sobre Paulo repousa toda a autoridade escriturística. Paulo pregou o verdadeiro evangelho, fazendo contraste com a versão judaizante dos outros, pseudo-apóstolos. Márcion, autonomeou-se representante de Paulo, para levar avante a sua obra.

d) Márcion pregava que a salvação vem mediante a renúncia quanto ao demiurgo e seu tipo de mensagem, contida na ira e na lei mosaica. O Deus bom, do Novo testamento, agiu de modo inteiramente diferente. Ele opera através da graça, por meio de seu Filho. A vida cristã sincera é melhor cumprida quando o indivíduo segue o ascetismo. É recomendável não só que o homem evite a sensualidade, mas também que evite o casamento, que inevitavelmente é corruptor.

e) O cânon marcionista consistia em dez epístolas paulinas e em uma forma modificada do evangelho de Lucas. Nesse evangelho, Cristo simplesmente teria aparecido, e não nascido. De fato, esse foi o mais primitivo cânon cristão do Novo Testamento.

f) O batismo pelos mortos foi praticado pela primeira vez entre os marcionitas. .(p. 119-121)

Limitando-nos a apreciar seu ensino sobre a Divindade, observamos que Márcion acreditava na existência de dois Deuses. Um deles chamado de O Deus do Antigo Testamento e que precisava ser distinguido do Deus mais alto e Desconhecido da revelação neotestamentária. O Deus do Antigo Testamento é “um deus justo e iracundo”, que, “irado”, cuidou para que Cristo fosse crucificado…

O DEUS IRADO DO ANTIGO TESTAMENTO

Esse ensino de Márcion é hoje repetido entre os Espíritas. O codificador do Espiritismo conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec assim escreve:

“A parte mais importante da Revelação do Cristo, por ser a fonte primitiva, a pedra angular de toda a sua doutrina é o ponto de vista inteiramente novo sob o qual ele faz encarar a Divindade. Não é mais o Deus terrível, ciumento, vingativo, de Moisés; o deus cruel e implacável, que rega a Terra com o sangue humano, que ordena a tortura e o extermínio dos povos, sem excetuar as mulheres, as crianças e os velhos, e que castiga aqueles que poupam as vítimas; o Deus que Jesus nos revela não é mais o deus injusto, que pune um povo inteiro pela falta do seu chefe, que se vinga do culpado na pessoa do inocente, que fere os filhos pelas faltas dos pais; mas um Deus clemente, soberanamente justo e bom, cheio de mansidão e misericórdia, que perdoa ao pecador arrependido e dá a cada um segundo as suas obras; não é mais o Deus de um povo privilegiado, o Deus dos Exércitos, presidindo aos combates para sustentar a sua própria causa contra o Deus dos outros povos; mas o Pai Comum do Gênero humano, que estende a Sua proteção por sobre todos os Seus filhos e os chama todos a Si…”… “Mas era possível amar o Deus de Moisés? Não; só se podia temê-lo.”(A Gêneses, p. 908, ALLAN KARDEC Obras Completas, 2ª edição, 1985, Opus Editora Ltda.)

O Espiritismo de Kardec se coloca na mesma posição de Márcion quanto à existência de dois Deuses: Um dos Deuses é o “Deus terrível, ciumento, vingativo, de Moisés”; “o deus cruel e implacável”, que rega a Terra com o sangue humano, que ordena a tortura e o extermínio dos povos, sem excetuar as mulheres, as crianças e os velhos, e que castiga aqueles que poupam as vítimas…” Esse “Deus de Moisés” jamais era possível amar, pois só podia ser temido.
Já o Deus que Jesus revela “não é mais o deus injusto”. É sim “o Pai Comum do Gênero humano”, que estende a Sua proteção por sobre todos os Seus filhos e os chama todos a Si…”

Essas duas representações de Deus são incompatíveis. O caráter de Deus revelado na Bíblia é coerente do princípio ao fim. O Antigo Testamento não descreve um deus injusto, terrível, iracundo que tem prazer de destruir o seu povo. O Novo Testamento também não apresenta um Deus de amor que se recusa a julgar o pecado. O livro de Hebreus 10.31 declara, “Horrenda coisa é cair nas mãos dos Deus vivo.” Quando lemos o livro de Mateus, vamos encontrar o Senhor Jesus se dirigindo aos fariseus e doutores da lei de modo severo, “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno.” (Mt 23.33) Paulo escreveu aos tessalonicenses, declarando: “E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, Como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; Os quais por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder. (2 Ts 1.7-9) Tanto o Antigo Testamento como o Novo Testamento fazem uma descrição coerente de Deus. Seu amor e compaixão, bem como seu julgamento, podem ser encontrados no Antigo Testamento, enquanto que o julgamento do pecado, a compaixão de Deus e o seu amor são claramente evidenciados no Novo Testamento. (103 Perguntas que as pessoas mais fazem sobre Deus, p.117-118, 5ª edição, Juerp)

JEOVÁ FALSO DEUS?

Seguindo na mesma linha de Márcion, eis que surge um livro controvertido que tem escandalizado os meios evangélicos brasileiros. Trata-se do livro com o título JEOVÁ FALSO DEUS? Não é uma afirmação, certamente. Mas, lendo-o, ficamos espantados com a arrogância dos escritores desse livro em responder à pergunta do título do livro com uma enfática afirmação de que realmente existem dois Deuses: o Deus do Antigo Testamento, identificado como um deus falso e cruel com o nome de Jeová e o Deus do Novo Testamento, este conhecido como o Pai de Jesus. Vamos considerar, em primeiro lugar, as declarações do autor ou autores anônimos do citado livro, embora se leia na sua contra-capa, o seguinte: “Durante 40 anos de leituras, pesquisas e debates fomos estudando cada trecho das Sagradas Escrituras, o que resultou neste livro que escrevemos sob o título, JEOVÁ, FALSO DEUS?”… “Este livro é o resultado de uma minuciosa e demorada pesquisa dos textos bíblicos do Velho e Novo Testamento. Pesquisa esta, feita por estudiosos associados à ABIP, e fornecida à Editora Códice para publicação.”

O NOME JEOVÁ

A única coisa que os escritores do livro JEOVÁ, FALSO DEUS? não se importaram de descobrir é se tinha procedência ou não a pronúncia do nome de Deus. Se a pronúncia Jeová era correta ou não. Todos sabemos que o Antigo Testamento foi escrito em hebraico e o que um dos nomes de Deus era indicado pelas letras consonantais JHVH. Como o alfabeto hebraico não tinha vogais, a pronúncia do tetragrama se perdeu com o tempo. Hoje, ninguém sabe qual a correta pronúncia correta de um dos nome de Deus. Com isso, um dos nomes de Deus pode ser pronunciado Jeová, Javé, Iavé.

DECLARAÇÕES COMPROMETORAS DO LIVRO

Conhecemos as Testemunhas de Jeová que tratam o Senhor Jesus como um segundo deus, inferior ao seu Pai cujo nome, para elas, é Jeová. Dizem as Testemunhas de Jeová que esse nome aparece quase sete mil vezes nas Escrituras Hebraicas ou no nosso Antigo Testamento: “6.827 o tetragrama foi vertido para Jeová; 146 vezes de restabelecimentos adicionais, num total de 6.973 vezes”. Tanta preocupação tem as Testemunhas de Jeová com esse nome, que passaram para as Escrituras Gregas nada menos do 237 vezes o nome Jeová na Tradução do Novo Mundo. Isto onde aparecem as palavras gregas Kurios e Theos relacionadas com o texto do Antigo Testamento e neste aparece o tetragrama JHVH. Esse grupo religioso, no propósito de rebaixar o Senhor Jesus Cristo, interpreta que os nomes Apolion e Abadon, citados em Ap 9.11, identificado como o anjo do abismo, que corretamente é aplicado a Satanás, é interpretado pelas Testemunhas de Jeová como sendo o Senhor Jesus.

Isso é encontrado no livro REVELAÇÃO, Seu Grandioso Climax Está Próximo!, p.148 (STV), “Jesus, como ‘anjo do abismo’ e ‘Destruidor’, deveras soltara um aí atormentador sobre a cristandade.”
Identificamos esse anjo do abismo como Satanás e não como Cristo, porque Apolion ou Abadon significa destruidor, o que veio para matar, roubar e destruir, enquanto o Senhor Jesus Cristo veio para dar vida e vida com abundância (Jo 10.10). Jesus veio para desfazer as obras do Diabo (1 Jo 3.8-10). Além disso em Ap 9.1 declara “vi uma estrela que do céu caiu na terra…” e essa estrela que caiu do céu foi Lúcifer (Is 14.12-14; Ez 28.14-16).
Pois o livro JEOVÁ, FALSO DEUS? identifica Apolion ou Abadon como sendo Jeová do Antigo Testamento.
Assim está escrito no livro JEOVÁ, FALSO DEUS? nas p. 96-97:

“O Apóstolo João conta que uma estrela caiu do céu na terra e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Aberto esse poço do abismo, subiu fumo, como de uma grande fornalha, de tal maneira que escureceu o ar e o sol. Do fumo vieram gafanhotos atormentadores cujo poder era como o dos escorpiões para atormentar os homens de tal forma que eles buscam a morte. Esses gafanhotos tinham coroas nas cabeças e rostos como de homens, e cabelos como mulheres, e tinham poder para atormentar os homens por cinco meses. O pior de tudo é que tinham sobre si um Rei, cujo nome é Abadom, em hebraico, e em grego Apoliom, que se traduz por perdição. Pois é fantástico e inconcebível que Jeová se declare Rei neste abismo de perdição. O que complica a mente de quem estuda as Escrituras é o fato de Jeová proclamar-se Deus e reinar sobre uma terra assolada pelo diabo. Jesus afirma que o Pai só vai reinar após o Juízo final…” … “Entendamos que o Pai não é Jeová.”

Inadmissível alguém interpretar, irreverentemente, que Jeová seja o Rei desse lugar abismal, cujo nome é Abadom, em hebraico, e em grego Apoliom. Quando lemos tais declarações nos lembramos da expressão que aparece em Ap 16.11, “blasfemaram do Deus do céu”. Tão inominável que só poderia ser desculpada admitindo-se ignorância de quem assim escreveu.

E, depois, prossegue o livro na página 99, “E o escritor aos Hebreus nos alerta dizendo que nós, os cristãos, nada temos a ver com aquele negócio de Jeová.” Perguntamos: como pode alguém pessoalmente chegar a essa conclusão e atribuir que nós cristãos também pensamos do mesmo modo e nada temos ‘com aquele negócio de Jeová’ lendo o sublime livro de Hebreus? Declaração leviana e sem fundamento bíblico.

Na verdade, lendo o livro de Hebreus vamos encontrar declarações constantes do Antigo Testamento atribuídas a Jeová, como sendo o mesmo Deus revelado no Novo Testamento. Algumas dessas referências do livro de Hebreus são transferidas pelos escritores do Novo Testamento para o Senhor Jesus Cristo, identificando-os como o mesmo Deus Jeová.

1º Exemplo:
Logo no começo do livro lemos uma citação ( Hb1.5) que é uma repetição do Sl 2.7 “Proclamarei o decreto: o SENHOR (JHVH) me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.” No livro de Salmos o que fala do seu Filho, “eu hoje de te gerei” é identificado como Jeová pois no texto aparece o tetragrama onde em nossas Bíblias aparece SENHOR. E ele é o Pai de Jesus Cristo.

2. Exemplo:
No livro de Hebreus (1.6) lemos “E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” Este texto é uma citação de Sl 97.7, que declara, “Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses.” Aqui a adoração se aplica a Jeová Deus, como declara o v. 1, “O SENHOR (JHVH) reina; regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas.” Lá, em Hb 1.6 essa adoração é aplicada a Jesus. O Pai de Jesus é Jeová, ambos merecem adoração pelos seres angelicais.

3º Exemplo:
De novo no livro de Hebreus (1.8) lemos “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de equidade é o cetro do teu reino. Este texto é uma citação do Sl 45.6, que diz , “O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de equidade.” Esse texto é aplicado a Jesus no livro de Hebreus: v. 8) O Deus Jeová do Antigo Testamento chama o seu Filho Jesus, de “Ó Deus”! O Pai de Jesus é Jeová, o mesmo Deus, porém pessoas distintas, “… e o Verbo estava com Deus.”(Jo 1.1) “Eu e o Pai somos um.”(Jo 10.30-33)

4º Exemplo:
“Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra. E os céus são obra de tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; E todos eles, como roupa, envelhecerão, E como um manto os enrolarás, e serão mudados. Mas tu és o mesmo, E os teus anos não se acabarão. (Hb 1.10-12). Essas palavras são uma citação do Sl 102.25-27, que reza “Desde a antigüidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim.” A criação do mundo é atribuída a Deus Jeová no Salmo indicado e aplicada a Jesus como o criador do mundo em que habitamos (Jo 1.3). A imutabilidade de Deus Jeová no Antigo Testamento (Ml 3.6) é aplicada a Jesus (Hb 13.8). Trata-se do mesmo Deus, embora pessoas distintas.

5º Exemplo:
“Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hb 7.21)
É uma citação do livro de Salmos 110.4, que diz: “Jurou o SENHOR (JHVH), e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.” O SENHOR que jurou neste Salmo é Deus Jeová que indica seu Filho Jesus como sacerdote eternamente na ordem de Melquisedeque. Perguntamos: então não é ele o Pai de Jesus? Trata-se, pois, do mesmo Deus, embora pessoas distintas.
Como afirmar então que “nós, os cristãos, nada temos a ver com aquele negócio de Jeová.”?

EXEMPLOS FORA DO LIVRO DE HEBREUS

Como pode Deus Jeová ser um falso Deus se Jesus ensinou que o maior de todos os mandamentos é ama-lo, “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.”(Mt 22.37)
Ele cita o texto de Deuteronômio 6.4-5, “Ouve, Israel, o SENHOR (JHVH) , nosso Deus é o único SENHOR(Jeová). Amarás, pois, o SENHOR (JHVH) teu Deus de todo teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” Como admitir que Jesus ensinasse amar um deus falso chamado Jeová?

2. exemplo:
“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR (JHVH) ; endireitai no ermo vereda a nosso Deus.”(Is 40.3) Esse texto foi citado por João Batista quando apresentou Jesus ao público e o aplicou a ele, dizendo: “Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas.”(Mt 3.3) Jesus era apresentado como Deus Jeová.
Há uma infinidade de textos referentes a Deus Jeová no Antigo testamento e aplicados a Jesus no Novo Testamento, mostrando claramente que o Pai de Jesus não é outro senão o Deus Jeová do Antigo Testamento.

3º Exemplo:
“Anunciai, e chegai-vos, e tomai conselho todos juntos; quem fez ouvir isto desde a antigüidade? Porventura não sou eu, o SENHOR (Tetragrama JHVH)? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus e não há outro. Por mim mesmo tenho jurado, já saiu da minha boca a palavra justiça, e não tornará atrás; que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará toda a língua.” (Is 45.21-23) Nada menos do que o apóstolo Paulo aplicou esse texto de Is 45.21-23 ao Senhor Jesus. Declara Paulo, “Por isso, também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Fp 2.9-11)
É um absurdo dos maiores que pode até ser comparado a uma blasfêmia. Por que atribuir aos cristãos esse posição descabida?

CARACTERÍSTICAS ATRIBUÍDAS A JEOVÁ

Da forma como ninguém que fala pelo Espírito de Deus pode afirmar “Jesus é anátema”, também ninguém que fala pelo Espírito de Deus pode afirmar que “Jeová é anátema” pois o Deus Jeová do Antigo Testamento é o mesmo Deus Jesus do Novo Testamento

Entendemos, pois, que os escritores do livro JEOVA, FALSO DEUS? não estavam guiados pelo Espírito Santo quando escreveram esse livro. Declaram, “concluímos que Jeová também não é Jesus…”(p. 60)
É de se levar em conta ainda que atribuições verdadeiramente blasfemas foram dirigidas ao Deus do Antigo Testamento, como passamos a expor:

DECLARAÇÕES BLASFEMAS

1. “A serpente não aparece no capítulo 1, o que dá a entender que, da união entre Jeová e Elohim, surgiu a serpente.” (p. 28)

NOTA: Jeová e Elohim são dois nomes do mesmo Deus que é ainda conhecido por outros nomes como, El Shaday, Adonay, El Eliom, El Olam. Entretanto, para os escritores desse livro JEOVÁ FALSO DEUS? esses nomes são atribuídos a outras divindades.

2. “No Velho Testamento, à primeira vista, em hebraico, parece haver muito deuses, cujos nomes, são: Elohim, El Shaday, Adonay, El Eliom e Jeová.” (p. 103)

NOTA: É decepcionante alguém alegar que possui quarenta anos de estudo da Bíblia e afirmar que existem muitos deuses e dar a esses supostos deuses, nomes que pertencem exclusivamente ao Deus verdadeiro. Esses deuses são falsos poios só são deuses nas mentes dos seus adoradores. Para nós existe um só Deus, Todavia para nós há um só deus, o Pai; de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.”(1 Co 8.6) Os três nomes básicos de Deus Antigo Testamento hebraico são Elohim, Adonai e Jeová, sendo duvidosa a pronúncia Jeová, onde aparece o tetragrama JHVH.”

JEOVÁ DEUS É CHAMADO PAI

É inadmissível que alguém pesquise a Bíblia por anos e anos e desconheça que Jeová Deus é chamado de Pai no Antigo Testamento. Só podemos desculpar isso por admitir ter sido feita uma pesquisa superficial.

1. “Cantai a Deus… pois o seu nome é SENHOR (JHVH), E EXULTAI DIANTE DELE. Pai de órfãos e juiz das viúvas é Deus, no seu lugar santo.”(Sl 68.5)
“Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.”(Sl 89.26)
2. “Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR (JHVH) se compadece daqueles que o temem.”(Sl 103.13)
3. “Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece; ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó SENHOR (JHVH) és nosso Pai; nosso Redentor desde a antigüidade é o teu nome.”( Is 63.16)
4. “Ao menos desde agora não chamarás por mim, dizendo: Pai meu, tu és o guia da minha mocidade?”(Jr 3.4)
5. “Porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito. (Jr 31.9) É interessante observar que este texto é citado por Paulo em 2 Co 6.18, “E eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o senhor Todo-Poderoso.”

Como aceitar essa interpretação tão desastrosa de que Jeová Deus seja um deus diferente do Pai de Jesus, se ele é também chamado de Pai no Antigo Testamento? Será, repetimos, que os escritores do JEOVÁ, FALSO DEUS? não tiveram tempo de consultar uma concordância bíblica antes de escreverem esse livro? Como ousar afirmar,

1. “Nas nossas pesquisas, ao confrontar Jeová com o Pai de Jesus Cristo, encontramos algumas discrepâncias gritantes, revelando que são pessoas diferentes.”(p. 73)?

2. “Jesus é exatamente o que o Pai é; os dois são completamente diferentes de Jeová, e iguais entre si.”(p. 63)

CITAÇÕES BLASFEMAS

1. “ Se Jeová é o autor das duas medidas de perfeição, então é mentiroso…”(p. 73)

NOTA: Jesus identificou o Diabo como o pai da mentira (Jo 8.44). Deus Jeová é apontado como o Deus da verdade, “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito; tu me redimiste, SENHOR (JHVH) Deus da verdade.”(Sl 31.5). Só repetindo o que disse o profeta Isaías de tais pessoas que blasfemam de Deus, chamando-o de “mentiroso” quando declara, “Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos.”(Is 5.21) Naturalmente estamos nos referindo à sabedoria de que fala Tiago, … terrena, animal e diabólica.”(3.15)

2. “Jeová estréia no cenário da criação como Deus das maldições.” (p. 29)

3. “Muitos cristãos misturam as trevas de Jeová com a luz de Cristo, isto é, o joio com o trigo.” (p. 41)

4. “Jeremias, nas suas lamentações, acusa Jeová de ser um deus cruel, pois um verdadeiro Deus jamais se torna inimigo dos homens, especialmente de seus filhos, e jamais lança maldições.”(p. 55)

5. “Jesus declara que aqueles que aborrecem os inimigos são filhos de Jeová.”( (p. 55)

6. “Quando Jesus manda orar dizendo: ‘Não nos deixes entrar em tentação, ou cair em tentação. Mas livra-nos do mal’, pode ser entendido assim: não nos deixes cair na mão de Jeová ou na mão do diabo, porque os dois são tentadores. E quando: livra-nos do mal, também deve dizer: Livra-nos do mal do diabo e do mal de Jeová…” (p. 58)

7. “O que se pode esperar de um deus cuja lei manda apedrejar um homem sem lhe dar chance de arrependimento? Muitos crêem que Jeová é o Pai, e por causa do nascimento do Filho unigênito, ficou maravilhosamente bonzinho. Se aconteceu esse milagre, que revela que deus sofre mutações, por que então permitiu no Novo Testamento que os seguidores da lei mosaica apedrejassem Estêvão? Isto prova que Ele não mudou, pois quando era mau, endureceu o coração de Faraó e seu povo, e, quando ficou bom, por que não amoleceu o coração dos anciãos e escribas para não matarem Estêvão? Estêvão foi apedrejado pelos servos de Jeová.”(p. 62)

8. “Se um pai mau é incapaz de um comportamento cruel com o filho, que se pode dizer de um deus que age pior que o homem mau? Só mesmo se estiver interessado em macular o nome do Pai Celestial.”(p.62)

9. “Se são dois os caminhos, o de Jeová e o de Cristo, largo é a lei de Jeová, que conduz à perdição, que é o caminho da morte e da perdição. É arrepiar os cabelos. Jeová mesmo declara que deu estatutos maus.” … “Um é a lei de Jeová e outro, a graça de Jesus Cristo. 10. Jesus nada tem a ver com Jeová, mas veio do Pai para resgatar de Jeová e de suas maldições.”(p. 65)

11. “A casa edificada sobre a areia é a de Jeová.”(p.68)

13. “Se Jeová é o Pai, fica configurada a mentira de Jesus e de seus discípulos. Como esclarecer a questão? Jesus sempre teve uma só palavra. A do amor. Jeová sempre teve duas palavras.”(p. 76)

14. “Dá para acreditar num Deus que tem duas palavras?” (p. 77)

NOTA: Jesus declarou ao contrário acerca de Deus Jeová, “A tua palavra é a verdade.”(Jo 17.17) “Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo…, mostrando “…a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa…”(Hb 6.13,16)

15. “Vamos configurar o Reino dos mortos de Jeová, que é também o império de Satanás…”(p. 81)

16. “Tanto Jeová quanto Satanás fazem parte do mesmo reino das trevas. E quando Deus liberta os homens das potestades das trevas, transportando-os para o Reino do Filho do seu amor, está libertando não só do diabo, mas também de Jeová.”(p. 83)

NOTA: Tiago aconselha a chegar-nos a Deus, “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.”(Tg 4.7-8) Os escritores do livro JEOVÁ, FALSO DEUS? aconselham a libertar-nos não só do diabo, mas também de Jeová. Como ensinam diferente da Bíblia esses escritores desse livro!

17. “Este diálogo entre Jeová Elohim e a serpente revela que não são a mesma pessoa. Assim, temos de maneira clara, três pessoas distintas neste texto (Gn 3.14,15): Jeová, a serpente e Elohim, pois Jeová afirma que é superior a Elohim…” … “Estes três personagens estão ligados à desgraça e à condenação de Adão e de seus descendentes. Há entretanto um detalhe a ser observado neste quadro: a serpente enganadora é Satanás, ou o diabo, ou dragão, segundo a Bíblia.”(p. 84)

18. “O detalhe interessante é que, para a serpente, o homem e Jeová são iguais, pois tentou a ambos, e ambos caíram nas suas malhas. No livro de Jó, tentado não foi o homem, mas sim Jeová, que enganado pela serpente, feriu a Jó duas vezes, na expectativa de que, sendo ferido, blasfemaria diante da face de Jeová, o que não aconteceu. Foi enganado, porque Jó não blasfemou e as desgraças foram inúteis. Pode um Deus verdadeiro ser enganado pelo diabo? Pode um Deus bom ser manipulado pelo diabo e submeter seus servos fiéis à suplícios atrozes sem razão?”(p. 84)
19. “Pode um Deus real ser tentado pelo mal, se está escrito que não pode?” … Ou Deus se contradiz, ou Jeová e o Pai de Jesus Cristo não são a mesma pessoa.”(p. 84-85)

20. “… Jeová ensinava a pecar, pois o justo, vendo o ímpio agradar a Jeová com o cheiro suave da gordura das cabras, acabava seguindo o caminho do ímpio para não sair sempre perdendo.” (p. 88)

21. “Quando os filhos de Deus vieram apresentar-se perante Jeová, Satã estava entre eles para os cirandar. Quem colocou Satanás entre os filhos de Deus? Foi Jeová; o criador do mal.”(p. 88)

22. “Jeová afirma que criou o bem e o mal, a luz e as trevas.” (p. 89)

23. “Quem pode se fiar nos profetas que são enganados por Jeová? Jeová se faz de enganador? Um falso médico é enganador, um falso pastor é enganador e um falso Deus é enganador. Jeová é Deus, o Deus de Israel como diz Paulo; como pode ser enganador?”(p. 90)

24. “Em hebraico, a palavra usada para estes anjos é ELOHIM. Em Deut. 10.17, lemos que Jeová é o Elohim dos Elohins, isto é, Deus dos deuses ou Anjo dos Anjos. Ora, os anjos têm corpos, e três deles estiveram com Abraão.” … E o profeta Oséias declara que esse anjo é Jeová; logo Jeová é anjo.”(p. 90)

25. “Oséias diz que esse Elohim é Jeová: se Jeová tem corpo como os anjos, é anjo, e Deus não tem corpo, logo, Deus, o Pai de Jesus, não é Jeová. E também o Deus Pai é Espírito e é invisível.”(p. 91)

26. “O que acabamos de provar é que Jeová se revelou como Deus, mas não é Deus pois deus não dá testemunho de si mesmo.”… “Todos os que olham para Jeová pensar ver Deus nas suas palavras, mas vêem o adversário nas suas obras.”
27. “Se Jeová, sendo anjo, se apresenta como Deus, então quem é? Se o diabo é o pai da mentira, como diz Jesus em Jo 8.44, porque foi Jeová que pôs o espírito da mentira na boca dos falsos profetas? Se no mesmo texto de João, Jesus afirma que o diabo é o homicida, por que Jeová era o matador do Velho Testamento? Matar pecadores é fazer justiça, mas matar inocentes é homicídio em massa.”(p. 91)

28. “Porque me chamas bom? Bom, só há um, o Pai que está no céu.”(Mat. 19.16,17) O Pai, sendo melhor que Jesus, jamais atormentaria a Saul com espírito mau. (p. 93)

NOTA: É bom observar que foi trocada a palavra Deus para o Pai que está no céu… Por que? Se Jesus declara que Deus, sim, o Deus do Antigo Testamento é bom, como ficaria todo o arrazoado de que ele é mau sustentado pelo livro em tela? Assim, fez-se uma substituição da palavra Deus para o Pai para que esse ensino fosse mantido e essa alteração não fosse percebida. Outra troca da palavra Deus para Pai, no sentido de apontar que este não é o Deus Jeová do Antigo Testamento está na p’. 127, onde se lê: “Também Paulo nos revela que o Pai prova o seu amor para conosco, pois Cristo morreu por nós, mesmo nós sendo pecadores.” No texto se lê que ‘Deus prova o seu amor’ e não ‘o Pai prova o seu amor…”

29. “Tudo o que Satanás pediu a Jeová não lhe foi negado. Concluímos que quem entregou os Reinos desta mundo ao diabo foi o próprio Jeová.” (p. 94)

“Os demônios não são anjos caídos. Assim como o diabo, foram criados perversos.” (p., 95)

NOTA: A serpente foi criada por Deus como todas as demais criaturas e foi usada pelo diabo para tentar Eva e Adão. O diabo, cujo nome primitivo era Lúcifer (Luzeiro), não permaneceu na verdade tendo sido criado perfeito (Gn 1.31) Manifestou orgulho quando pretendeu ser igual a Deus e foi lançado por terra. (Is 14.12-14; Ez 28.14-16).
30. “Entendamos que o Pai não é Jeová. Mas, então, quem é na realidade Jeová? … Jeová é Deus, Pai, ou anjo? Para Lucas é anjo.” … Paulo diz que os anjos querem separar os homens de Deus.”… “E o escritor aos Hebreus nos alerta dizendo que nós, os cristãos, nada temos a ver com aquele de Jeová.” (p. 98-99)

31. “O fato dos apóstolos não terem declarado publicamente que Jeová não é o Pai não nos dá o direito de afirmar que ele é o Pai.”. (p. 100)

32. “Concluímos que os apóstolos, e o próprio Senhor Jesus Cristo, não revelaram quem era Jeová por dois grandes motivos. O primeiro era que Jeová despontava como o grande e glorioso Deus dos Hebreus por espaço de 1.600 anos… Durante esse período, Jeová se promoveu como num verdadeiro merchandising do século XX, pois o seu nome ocorre no Velho Testamento quase sete mil vezes. Só o método espetacular usado por Jeová no Egito faria inveja a qualquer agência de propaganda.” (p. 101) Quando Jesus se manifestou a este mundo, foi cancelado o nome de Jeová.” (p. 101)

33. “Em II Cor. 8.5,6, Paulo revela que na terra e no céu há deuses e senhores. Se no céu há, não são de mentira, mas o grande apóstolo diz que, para nós, os cristãos, há um só Deus, e um só Senhor, Jesus Cristo.” O povo de Israel e todos os profetas serviam a Jeová no Velho Testamento, e Paulo, em Gal.4.4 a 8, afirma que eles serviam aos que por natureza não são deuses. …

34. “Qual é o fruto de Jeová? Destruição de toda a humanidade no dilúvio, maldição de toda humanidade a partir do pecado de Adão.”… O fruto da árvore boa é graça, perdão, auxílio, salvação. JEOVÁ E O PAI NÃO SÃO A MESMA PESSOA.” (p. 110)

35. “Quem afirmar que Jeová não muda está mentindo ou nunca leu a Bíblia, e se Jeová muda quem mente é ele mesmo.”(p. 114)

36. “(Nas horas vagas, Jeová fica inventando pragas.) (p. 118)

37. “Será Jeová o pai de Jesus, o Deus mau, que depois de males sem conta, praticados contra seu próprio povo, manda o Filho, manso e humilde, para mudar sua imagem?”(p. 120)

38. “A água que saiu da rocha no deserto era água da morte, água de maldição, dada por um Deus iracundo, que recebia qualquer pedido de má vontade.”(p. 125)

39.“Comparar Jeová a Jesus ou ao Pai deveria ser pecado mortal. Um habita nas trevas, outro na luz; um reina sobre a morte e outro é o senhor da vida.” (p. 126)

40. “A imagem de Jeová, era a de um Deus tirânico, cruel, vingativo, destruidor, furioso, injusto. Os judeus, decepcionados, ficaram inimigos desse Deus…”(p. 127)

41. “Ora, se o Espírito Santo e o Pai são um, e o Pai a ninguém tenta, nem é causa dou veículo de tentação, concluímos que o espírito que conduziu Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo não é o Espírito Santo. Observando com atenção a narrativa de Luc. 4.1, percebemos que ali havia dois espíritos: o Espírito Santo, que era o Pai dentro dele para resistir e vencer Satanás, e o espírito do adversário, que o atraia para o deserto, para a grande batalha.”(p. 129-130)

42. “Para um Deus que se auto-proclama criador dos céus e da terra, não fica bem a mentira e, muito menos, colocar na boca de falsos profetas espíritos de mentira. Com o perdão dos fiéis de Jeová, permitam-me afirmar com palavras dele mesmo, que ele mente.”(p.146)

CONCLUSÃO

TRINDADE MALIGNA

Com muita razão escreveu Davi, “Um abismo chama outro abismo…”(Sl 42.7). Depois de todas as declarações acintosamente blasfemas contra Deus, os escritores do livro ora comentado, declaram que Jeová Deus faz parte de um TRINDADE MALIGNA. Sim, escreveram tudo em maiúsculo para ressaltar sua blasfêmia.

“Não é possível, nem aceitável que Deus e o diabo usem as mesmas armas a não ser que sejam a mesma pessoa, ou, sendo dois, formarem uma TRINDADE MALIGNA, isto é, JEOVÁ, SATANÁS, E O ESPÍRITO QUE OS UNE. (Espírito da ira, do furor, da destruição, da confusão e da vingança.”(p. 93)

É preciso indicar de que espírito estão possuídos os que tiveram a coragem de escrever tamanha blasfêmia. Esse livro, JEOVÁ, FALSO DEUS? só pode ser o resultado de ouvir “espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1). Apostasia teológica!


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