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Ministério Graça e Apostolado

por Artigo compilado - sáb set 08, 12:33 pm

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Refutando o Ministério Graça e Apostolado 

Introdução

O presente estudo tem por objetivo expor e trazer à tona as doutrinas heréticas sustentadas pelo Ministério Graça e Apostolado, bem como suas severas críticas às Igrejas Cristãs. Abordaremos aqui apenas alguns dos pontos heréticos defendidos pelo apóstolo Marco Gomes, fundador e líder do Movimento, com uma análise simples e sincera da Palavra de Deus.

Parte I: Os dois tipos de Apóstolos

O testemunho de “conversão” de Marco Gomes.

Prólogo

Toda a confusão desse ministério começou através de uma única interpretação distorcida de um versículo bíblico, fato pelo qual geralmente surgem as principais seitas e heresias. O versículo que se trata, não serve apenas como discussão doutrinária, trata-se da base pela qual Marco Gomes denominou-se a si mesmo apóstolo1 (além de depois ter se auto denominado Profeta, Evangelista, Pastor e Mestre. Impressionante, não?), segundo ele, pelo chamado de Deus.

Analisemos então o Sagrado Texto de I Coríntios 3:10:

“Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele”.
Segundo o Apóstolo Marco Gomes, o outro que edifica é o APÓSTOLO DE EDIFICAÇÃO, enquanto o primeiro é o APÓSTOLO DE FUNDAÇÃO – Paulo. Marco Gomes chega até a tomar para si mesmo o texto de I Coríntios 9:2-3 fazendo da defesa do apóstolo Paulo sua defesa2.
Uma simples análise do texto em enfoque desanuviará as dúvidas de um leitor leigo e atraído pelo discurso herético desse pregador.

Vejamos o contexto:

Pela inveja e contenda existentes na Igreja de Corinto (v.3), Paulo adverte que os coríntios eram “carnais”. Havia declaradamente (v.4) uma intriga entre os que foram batizados por Paulo e os que o foram por Apolo. Paulo os adverte dizendo que ambos eram apenas “homens e servos pelos quais crestes” (v.5). Nesse cenário, Paulo fazendo-se igual a Apolo, ilustra o relato com uma lavoura e um edifício, dizendo: “Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus” (v.9). Então chegamos no ponto da discussão: “… pus eu como sábio arquiteto, o fundamento (semeei a palavra – v.6), e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele”. Embora os teólogos contemporâneos afirmem que “o outro” é Apolo, não podemos aplicar essa interpretação a qualquer pessoa que diz ter uma revelação apostólica de Deus. Isso é contra a própria Bíblia (Apocalipse 22:18). Ademais, contanto que o texto trate no v. 10 de Apolo, em nenhum momento dá brechas para que Marco Gomes veja a si mesmo como um “apóstolo de edificação”. A Bíblia não faz tal divisão de apostolado. Na continuação do contexto, os versos 12 a 15 deixam claro que a construção do edifício simboliza a contribuição de cada membro para essa finalidade, visto que expressões pessoais (esse sofrerá prejuízo, entre outras) fica patenteada no contexto demonstrando que cada um prestará contas da sua parte no edifício levantado sobre o fundamento que é Jesus Cristo. Aí começam as heresias do Ministério.
P.S.: Não relatarei aqui o seu “sonho com Jesus”, seu “ensino ministrado excepcionalmente pelo Espírito”, sua “carta de recomendação do Espírito” entre outras pois estas e outras descrições podem ser encontradas no site do Ministério: www.gracaeapostolado.com.br no tópico “Ministério” com o título Meu Testemunho meu chamado.

Parte II: O ministério de Paulo

Prólogo: É do conhecimento de todos que os romanistas nutrem demasiada veneração pelo apóstolo Pedro, chegando até mesmo colocá-lo num pedestal acima dos demais discípulos do Mestre. Pois bem, com o M.G.A. (sigla utilizada daqui em diante para identificar o Ministério Graça e Apostolado) dá-se semelhantemente o mesmo fato, mudando apenas de protagonista. Seu apóstolo-mor é Paulo, aliás, diga-se de passagem, a maior e única autoridade em matéria de Escritura, a única porção da Palavra onde se pode encontrar a sã doutrina3.

Numa porção de 14 textos (Rm 8:1; I Cor 3:9; II Cor 3:18; Gál 3:26; Ef 2:10; Fp 2:13; Col 1:22; I Tes 5:9; II Tes 2:16; I Tim 3:16; II Tim 1:9; Tt 2:11; Fm 25 e Hb 10:10) o apóstolo tenta provar a soberania da sã doutrina (cartas de Paulo) sobre os demais livros do Novo Testamento4. Com uma interpretação forçada de Gál 1:11-125, uma defesa do apostolado de Paulo, o apóstolo Marco Gomes taxa as demais partes da escritura num segundo plano, chamando-as “carnais”, em comparação com as “espirituais” epístolas paulinas. É interessante notar que quando um texto bíblico (seja um evangelho ou outro texto qualquer) apóia suas idéias heréticas, o apóstolo o agarra com excessiva veemência, porém quando este vai de encontro às suas conclusões, descarta-o instantâneamente. Há uma certa acepção!
Os textos citados não demonstram de maneira alguma que o compêndio de epístolas paulinas sejam superiores a qualquer outra parte da Bíblia Sagrada. Não existe o “desnível” proposto pelo Sr. Marco Gomes, entre a Teologia de Paulo e o restante da Bíblia, sendo esta inferior àquela. A Bíblia se completa. Não pode haver uma teologia fundamentada apenas nas epístolas de Paulo e “subordinadas” (quando convém) ao restante das Escrituras.

Segundo o apóstolo, o ministério de Paulo é dividido em “três etapas”: aos judeus, reis e gentios, sendo o último, o verdadeiro alvo do chamado de Paulo, conforme Atos 13:47. Sem dúvida que Paulo foi por Deus designado “Apóstolo dos Gentios”, contudo, em todas as suas viagens missionárias, a primeira atitude tomada em qualquer lugar que ele chegasse era única: dirigir-se a uma sinagoga e pregar aos judeus (Atos 14:1 em Icônio, Atos 17:1-2 em Tessalônica, Atos 18:4 em Corinto, Atos 19:8 em Éfeso, etc) segundo o costume. Podemos concluir então que, embora Paulo tenha sido designado apóstolo dos gentios, não negligenciou a pregação aos judeus e gregos, pelo contrário, colocou a pregação à casa de Israel em primeiro lugar em todas as suas atividades.
Quanto à afirmação de que a graça só é verdadeira debaixo do apostolado6, podemos concluir que debaixo de um apostolado como o de Marco Gomes, a graça divina trasformou-se em uma graça transgênica em vista de todas as doutrinas que o ministério expõe7.


Parte III: Batismos

Prólogo

Segundo o Sr. Marco Gomes, o verdadeiro batismo é o declarado em Gál 3:278. De acordo com suas declarações, batismo nas águas é obra da lei e, assim, todas as Igrejas que o praticam são rotuladas por ele mesmo como igrejas da lei9. Vejamos!
Primeiramente, é preciso esclarecer que o batismo de João e o batismo da Igreja Cristã após o Pentecostes são dois fatos distintos. Em Atos 2, as pessoas já eram batizadas em nome de Jesus ( sendo depois batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo). O erro doutrinário desse Ministério tem nesse fato sua porta de entrada. De acordo com o apóstolo, o batismo foi uma ordenança de Jesus apenas para os judeus e se cumpriu em Atos 2:5, 38-41, conforme Mateus 28:19. As afirmativas do herege vão ainda ao extremo de afirmar que Paulo batizou-se e batizou a outros com o fim de ganhar alguns, como declarado em I Coríntios 9:19-2210.

Sabemos por inúmeros testemunhos bíblicos dos livros de Atos e das próprias cartas paulinas que o batismo nas águas era o meio de exteriorizar a conversão de um cristão. Não se trata de obra da lei. Quando Jesus ordenou o batismo, já estava ressureto11, portanto, a humanidade já estava na dispensação da graça, pois Cristo foi o último homem a cumprir a lei12. Qualquer leitor sincero das Sagradas Escrituras perceberá que Atos 2:5; 38-41 não pode ser o cumprimento definitivo da ordenança de Jesus, pois todo o restante do livro traz cristãos gentios e judeus sendo batizados após sua conversão, já na Era da Graça (segundo ele, os evangelhos não fazem parte do Novo Testamento, de acordo com uma interpretação forçada de Hebreus 9:16-17)13.

Não se pode tabular o batismo com o texto favorito de Marco Gomes – Hebreus 10:1 – como uma obra da lei, uma sombra.

Continuando em suas conclusões, Marco Gomes afirma que, “uma vez que Cristo morreu pelos pecados” (Romanos 4:25; 5:20; Hebreus 10:12) não há pecado em nós e não havendo pecado, vamos nos arrepender de que?14 É impressionante como I João 1:8 é totalmente desprezado nessa “Teologia da Graça”. Frequentemente encontro um “cristão em graça” fumando e dizendo as palavras do apóstolo: “em mim não há pecado”. Também pudera, para um líder que afirma categoricamente que o diabo não existe e que este nada mais era do que Adão! Pode uma coisa dessas?15 As fábulas que Marco Gomes inventa para dizer que João Batista era profeta e, como tal, trazia uma mensagem profética com o batismo e que este, ao ser Cristo ressureto foi abolido do seu propósito, não tem a mínima base bíblica e só podem ser criadas por uma mente que não vê as mais claras doutrinas nas Sagradas Escrituras.

I Coríntios 1:17 é outro versículo frequentemente usado pelo herege

É certo que nos versos em questão, Paulo diz que Cristo não o enviou para batizar, porém o apóstolo, fazendo uso de suas interpretações absurdas afirma que, pelo fato de João Batista trazer uma mensagem profética, Paulo não veio trazer essa mesma mensagem (o batismo), pois esta mensagem já havia sido abolida16. O contexto, contudo, mostra claramente que Paulo não subestimou o batismo, antes exortou que não houvesse na Igreja contenda quanto a inveja dos membros que foram batizados por Paulo, Apolo ou outro qualquer, além de elucidar outros problemas exitentes naquela Igreja. Isso não deixa de ser uma prova de que a Igreja coríntia, predominantemente gentílica, tinha recebido o batismo nas águas por diversos líderes.

Prosseguindo na análise, Marco Gomes afirma que os batismos efetuados por Paulo (Atos 16:28-33; Atos 18:8; Atos 19:4-5) foram realizados por “falta de revelação”, uma vez que Paulo ainda não havia sido arrebatado ao terceiro céu (II Coríntios 12:1-4) quando recebeu a “revelação da Nova Aliança” 17 (Gálatas 1:11-12), a sã doutrina18. Sabemos, no entanto que o que Paulo condenou em suas cartas foram as obras da lei e que o batismo nas águas foi seguido tanto por Paulo quanto por todos os cristãos durante esses mais de dois mil anos, testemunhando dele os escritores sagrados e seculares, uma confissão pública de fé ordenada por Jesus e seguida pelos cristãos verdadeiros, sucedida ao arrependimento.
Apêndice: Uma vez que só os salvos podem ser batizados, o batismo não tem como finalidade a salvação do batizando. O ato do batismo se constitui num testemunho público de que, aquele que a ele se submete, foi regenerado pela fé em Jesus Cristo. Assim, pelo batismo, o novo crente dá prova de haver morrido para o mundo, estando pronto para ser sepultado e ressuscitado para uma nova vida em Cristo. No entanto, se o crente vier a morrer antes de ser batizado nas águas, a sua condição de salvo continua inalterada (Lucas 23:42-43). Uma vez que o batismo não se constitui uma opção, mas uma ordenação do Senhor, todos os que crêem devem ser batizados.

Parte IV: Ceia do Senhor

Prólogo

Ao iniciar a Apostila Volume 22 – Santa Ceia? ou Páscoa Judaica?, o apóstolo declara que seu conhecimento e entendimento acerca da Palavra de Deus é o mesmo que Paulo obteve quando foi arrebatado ao terceiro céu, completando que não pediu a Deus revelação, Deus revelou-se a ele porque é Soberano (é impressionante notar que essa é uma das características marcantes do surgimento das seitas na história: um homem se auto declara ungido de Deus e afirma que recebeu instruções e revelações especiais do Altíssimo só para si). Assim, ele não deve satisfação a ninguém e só sob esse tipo de unção – a unção apostólica – pode-se compreender as Escrituras. É impressionate ainda como o apóstolo usa termos de Paulo aplicando-os à sua própria vida, fazendo uma analogia ridícula.

Analisemos a argumentação do herege sobre o tema agora proposto:

Hebreus 10:1-2

1 PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam.

2 Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado.
Novamente a ceia é taxada como “obra da lei”.

A interpretação apostólica de I Coríntios 11:17-34 de Marco Gomes é das mais esdrúxulas que já vi. Segundo ele, no trecho, Paulo está falando estritamente com os judeus19. Sabemos, no entanto, que essa conclusão é uma conjectura das mais bizarras, visto que a Igreja de Corinto era composta de judeus, gentios, gregos e mesmo estrangeiros que desembarcavam nessa cidade portuária (Atos 18:4). Ademais, Marco Gomes faz do verso 20 uma ordem e dos versos 26 e 29, conclusões que nem o mais atrapalhado leitor poderia tirar (chama isso de interpretação apostólica)20.

O verso 20 é uma advertência, uma exortação ao abandono do comportamento carnal dos coríntios. É do conhecimento de todos que a Igreja coríntia era uma Igreja cheia de intrigas e contendas (I Coríntios 3:3). Desse modo, ao celebrar o memorial da Ceia, os coríntios incidiam em glutonarias e bebedices, além de tremenda desunião e divisão. É isso o que Paulo condena. Ele não ordena que não fosse realizada, mas que houvesse ordem e moderação. No v. 26, o apóstolo declara que quando celebramos a Ceia anunciamos que Jesus vai morrer. Assim, desenvolve o argumento das três vindas de Jesus (absurdo, diga-se de passagem). A primeira foi para cumprir a lei, a segunda na sua ressurreição e a terceira para buscar sua Igreja21. Desse modo, conclui, a primeira e a segunda vinda já se cumpriram (o que segundo Marco Gomes, Jesus quis dizer em Mateus 26:29), não sendo mais necessário celebrar a Ceia. Agora pense comigo: qual o sentido de Jesus ordenar a celebração da Ceia anunciando sua morte se quando ressuscitasse, a ordenança se tornaria nula? Três dias após a última Ceia Jesus ressuscitou. Será que Jesus se referia a esse curtíssimo espaço de tempo ao dizer: fazei isto em memória de mim? Claro que não! Quando anunciamos a morte de Jesus, anunciamos que seu corpo foi dado em nosso favor e seu sangue é o único método sobremaneira eficaz para lavar os pecados dos homens que a Ele se achegam.

O v.29 é tido pelo Sr. apóstolo como a diferença entre os dignos e indignos. Indignamente, como diz Paulo, aos olhos do herege quer dizer sem discernimento de que o simbolismo da Ceia já passou, não é mais para ser realizado22. Sabemos, contudo, que quando Paulo usa a expressão indignamente, diz respeito ao comportamento carnal dos membros coríntios.

Finalizando o assunto, embora a Bíblia descreva a primeira Ceia como “Páscoa” (Mateus 23:17), todos sabemos que na sua mesa aquele dia, a Ceia foi diferenciada em seus ingredientes e em seu significado (compare Êxodo 12:3 com Mateus 26:26-27). Marco Gomes se agarra com unhas e dentes no texto de Êxodo 12:43 para afirmar que nenhum estrangeiro (gentio) comeria dela e em Êxodo 12:3 para concluir que a Páscoa era realizada nas casas, não na Igreja23. Voltemos a atenção para a continuação do texto
48 Porém se algum estrangeiro se hospedar contigo e quiser celebrar a páscoa ao SENHOR, seja-lhe circuncidado todo o homem, e então chegará a celebrá-la, e será como o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela.
Desse modo, vemos que os estrangeiros poderiam comer a Páscoa conquanto obedecessem a Lei de Israel (do SENHOR).

Apêndice: A Ceia do Senhor – Passado, Presente e Futuro:

Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem com Ele da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente e o futuro.
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de nossa salvação.
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir à tentação é fortalecida.
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança, e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.

Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.

Conclusão:

Podemos notar que o M.G.A. se encaixa perfeitamente no conceito dos falsos mestres descrito em I Timóteo 4:1. É um ministério agressivo e herético, além de altamente orgulhoso que tem por base, doutrinas facilmente refutadas à luz da Palavra de Deus. Mas como toda boa seita que se preze, faz uso de versículos bíblicos com interpretações distorcidas e fora do contexto para dar uma “aparência” de Bíblia, enganando até mesmo os cristãos. As conclusões que Marco Gomes tira são em muitos casos absurdas, em outros, perigosas, em vista do seu 1% de verdade. Oremos a Deus para que ele tenha misericórdia desses “novos revelados” que insistem em distorcer as Escrituras para a própria perdição e afrontar o Cristianismo desde se nascimento até os dias de hoje com suas doutrinas antibíblicas.

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Notas:

1. Quanto às suas autodenominações ver Apostila Volume 22 – Santa Ceia? ou Pascoa Judaica? no site www.gracaeapostolado.com.br . Quanto às demais apostilas mencionadas aqui, ver site no tópico Apostilas.
2. Ver site supra citado ícone Ministério, artigo entitulado Meu testemunho Meu Chamado.
3. Apostila Volume 15: O Ministério de Paulo. II Timóteo 3:17 – aqui, o próprio Paulo (o Espírito através de Paulo) declara que toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino. Não revoga, em momento algum, autoridade superior dos seus escritos perante os demais escritores neotestamentários.
4. Apostila supra citada.
5. Apostila supra citada. Paulo não tem a intenção de colocar-se como autoridade suprema sobre toda a Igreja. Apenas defende seu apostolado perante os judaizantes agressivos que insistiam em condená-lo. Conforme Gál 1:1 era importante que o apostolado de Paulo fosse autenticado de forma a não mais ser posto em dúvida, uma vez que a veracidade de sua mensagem era importantíssima para a Igreja primitiva e contemporânea.
6. Apostila supra citada.
7. Entre elas: a inexistência do diabo, as suas interpretações apostólicas, o reino de Deus já veio (apologia contra a oração do Pai Nosso), a quarta dimensão, entre outras.
8. O batismo interior – mortos em Cristo para o pecado e ressuscitados para a Vida.
9. Apostila Volume 17: Graça mostrando o erro e porque está errado – os batismos.
10. Apostila supra citada.
11. Mateus 28:19.
12. Romanos 10:4.
13. Leia os versículos e responda: acaso os evangelhos foram escritos durante a vida terrena de Jesus? Não é preciso nem responder! É claro que não. Ademais, o apóstolo afirma com tanta certeza que Paulo é o autor da epístola aos hebreus…
14. Apostila supra citada.
15. Por que não cremos que o diabo existe – Parte I: Pregação de Marco Gomes encontrada no site supra citado tópico Mensagens em Graça.
16. Apostila supra citada.
17. Conforme raciocínio apresentado na nota n° 13.
18. É impressionante a maneira como Marco Gomes pode tirar tais conclusões…
19. Apostila Volume 22: Santa Ceia? ou Páscoa Judaica?
20. Apostila supra citada.
21. Apostila supra citada.
22. Apostila supra citada.
23. Apostila supra citada.

*Evandro José Lui,21 anos é membro da Primeira Igreja Batista em Louveira, onde serve a Deus como músico. É Técnico Químico e está bacharelando em teologia pela Faculdade Teológica Batista.

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