Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP
Existe muçulmanos
"bonzinhos"?
Um
comentário sobre os últimos atentados terroristas em Londres
Por Mary Schultze
Os países
ricos - da Europa e da América do Norte - estão vivendo
um pesadelo, diante do terrorismo internacional que os muçulmanos
fanáticos têm praticado, a fim de pressionar o mundo a
expulsar Israel do lugar que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó
lhe concedeu, há mais de 3 mil anos.
A partir do dia 11/09/2001, Israel e o Ocidente nunca mais dormiram
tranqüilos, mantendo sempre a respiração presa, com
medo de serem atacados pelos fanáticos seguidores de Maomé.
Quem propala, ingenuamente, que os muçulmanos são bonzinhos
e que existe apenas uma pequena turma de fanáticos, na qual estão
incluídos os homens-bomba, é muito crédulo. Muçulmano
bonzinho não existe. A uma simples ordem de um líder extremista,
qualquer muçulmano se torna um perigoso assassino de judeus e
cristãos, porque matar esses "infiéis" é
um dever que Maomé impõe a todos os seus seguidores.
Dave
Hunt, escritor erudito em Oriente Médio, nos diz em um dos seus
artigos: "Os líderes muçulmanos, tanto os políticos
como os religiosos, mais publicamente do que Hitler repetiram a convocação
para o extermínio de todos os judeus... O Islã exige a
morte de todos eles, antes que o julgamento do "Último Dia"
aconteça. Em 28/11/1937, o Rei Ibn Saud da Arábia Saudita
falou: "A um muçulmano que matar um judeu sua entrada no
céu fica assegurada". O líder da OLP, Farouk Kaddoumi,
jurou: "Esse gueto sionista de Israel deve ser destruído"
Os palestinos que marcharam em apoio a Saddam Hussein, na invasão
do Kuwait, cantavam: "Saddan, você é um herói!
Ataque Israel com armas químicas".
Depois
das guerras do Afeganistão e do Iraque (executadas pelos USA),
o mundo ficou ainda mais perigoso, pois o terrorismo recrudesceu e agora
os terroristas já não respeitam país algum, atacando,
sem piedade, tanto no Oriente como no Ocidente. Jesus nos adverte em
Mateus 24:6-8: "(MT 24:6) "E ouvireis de guerras e de rumores
de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister
que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação,
e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos,
em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio
de dores".
Nunca houve tantos terremotos, fome, pestes e guerras como nos últimos
anos e a volta dos judeus à Palestina comprova que a figueira
renasce e os tempos dos gentios estão chegando ao fim. Esta geração
deve ser a última e estamos aguardando a volta do Senhor Jesus
Cristo para nos libertar de tanta iniqüidade.
Depoimento
de quem conviveu com o terror
Certa
irmã, filha minha na fé residente na Inglaterra, onde
já esteve por dois anos e agora voltou para aprimorar o seu inglês,
escreveu-lhe contando coisas interessantes sobre os quatro homens-bomba
que explodiram as estações do metrô e um ônibus,
em Londres.
Ela
conta o seguinte:
"Aqui o clima ainda é de surpresa, pois na verdade, desde
os atentados do IRA, a Inglaterra não esperava tal acontecimento.
Os jornais de ontem trouxeram detalhes sobre os culpados, quatro rapazes,
sendo três nascidos aqui, de pais paquistaneses, e um da Jamaica!!!
Todos eles são muçulmanos, da classe média, sem
motivo aparente para o que fizeram. Um deles tinha apenas 18 anos, outro
era casado e tinha uma filha de 14 meses. A mãe deste havia sido
homenageada pela Rainha por serviços voluntários prestados
à comunidade pobre. Ninguém jamais poderia imaginar que
o filho dessa mulher pudesse fazer o que fez. Ele era uma bom rapaz,
professor primário, tímido e meigo, tanto que os amigos
dele, até agora, não conseguem acreditar no fato, pois
nem muçulmano fanático ele era, e ninguém jamais
desconfiou que ele fizesse parte da Al Kaeda.*
Mas a indignação britânica é que os líderes
do governo abriram as portas do país aos árabes e a outros
muçulmanos, recebendo hoje esse tipo de pagamento. Alguns ingleses,
indignados, apedrejaram algumas mesquitas, e até um templo hindu
foi afetado (os ignorantes não sabem nem ver a diferença
entre um árabe e um indiano). A Inglaterra, na verdade, está
pagando o preço devido pela sua apostasia. Muitas igrejas nacionais
foram fechadas e se transformaram em mesquitas. Pior é que esses
novos residentes pagam o preço da acolhida inglesa com bombas!
Ninguém zomba de Deus sem pagar um alto preço (Gálatas
6:7). Os árabes foram recebidos aqui como se fossem britânicos,
tendo agora os melhores empregos, as melhores lojas e casas. Por causa
disso, o nome de Allá é aqui mais repetido do que o de
Jesus e o numero de mesquitas se tornou maior que o das igrejas. O número
de membros nas Mesquitas ultrapassa em muito o dos cristãos,
nas igrejas.
Eles se perguntam: 'Porque os muçulmanos estão cuspindo
no prato em que comeram?'. Já escutei essa pergunta várias
vezes, desde a fatídica quinta feira - 07/07/2005.
Os ingleses acreditam que aqui existam por volta de 250 membros do grupo
do Bin Laden, pessoas geralmente cultas e da classe média. O
esquema não funciona aqui como com os palestinos, cujas famílias
recebem dinheiro, depois dos seus filhos se explodirem. Esses quatro
jovens se explodiram no ônibus e no metrô, sem receber qualquer
pagamento por isso. Eles o fizeram voluntariamente. O que eles tinham
em comum era o fato de terem - todos quatro - voltado, recentemente,
de um curso muçulmano, no Paquistão (incluindo o jamaicano),
onde, provavelmente, foram treinados para praticar esse hediondo crime.
Esse acontecimento ainda vai render muita conversa...
Mas como cristã bíblica, tenho certeza de que se a Inglaterra
tivesse se mantido cristã e firme no evangelho, como o foi no
passado, talvez as coisas não tivessem chegado a esse pronto
crítico. Deus está castigando o povo britânico (e
os outros povos ditos cristãos, no Ocidente) do mesmo modo como
tem castigado Israel por 2000 anos, em razão da sua infidelidade."
Realmente não existem muçulmanos bonzinhos! O terror
está no cerne da doutrina islâmica.
*Fora este primeiro atentado até o momento já explodiram
mais 4 bombas em locais diferentes de Londres. Alguns suspeitos foram
presos e um homem foi morto pela polícia britânica dentro
do metrô acusado de ter envolvimento com os atentados.
Mary Schultze, é pesquisadora de catolicismo,
escritora e tradutora.
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