ADVENTISTAS: POR QUE NATAL SIM, DOMINGO NÃO?

 

Os Adventistas do Sétimo Dia gostam de explorar o lado “pagão” do Domingo. Em quase todos os seus livros que tratam do assunto trazem afirmações por demais severas com respeito ao primeiro dia da semana. Por exemplo, Ellen G. White - a profetisa do movimento – disse a respeito do domingo: “...foram os passos por que a festividade pagã alcançou posição de honra no mundo cristão” (O Conflito dos Séculos, pág. 573). Outro autor adventista citando uma autoridade em história diz: “Lemos na North British Review, vol. 18, pág. 409, a seguinte declaração: "O dia era o mesmo de seus vizinhos pagãos e compatriotas; e o patriotismo de boa vontade uniu-se à conveniência de fazer desse dia, de uma vez, o dia do Senhor deles e seu dia de repouso...” (A. B. Christianini, Subtilezas do Erro, 2.ª ed., 1981, pág. 234.)

Mas Constantino adorava o sol no dia consagrado ao deus sol: o domingo.” (O Terceiro Milênio, Alejandro Bullón)

Bem, não restam dúvidas de que os adventistas acreditam mesmo que quem adora a Deus no domingo está na verdade adorando a Deus num dia pagão. A rejeição ao domingo se firma em três pressupostos básicos, a saber:

1.    Escrituristica: Dizem que não há mandamento para se guardar o domingo na Bíblia.

2.    Histórica: dizem que outrora tal dia era venerado pelos pagãos como “dies solis” ou dia do deus Mitra – deus solar. E por isto não devemos guarda-lo pois traz o estigma do paganismo.

3.    Eclesiástica: dizem que a igreja romana mudou o sétimo dia da semana para o primeiro dia afim de congregar cristãos e pagãos debaixo da mesma bandeira. A conseqüência disso está em que muitos pagãos aceitaram o cristianismo nominalmente.

Semelhante o que fizeram as Testemunhas de Jeová com respeito aos alegados costumes “pagãos”, não festejando aniversários, ano novo, dia das mães mas em contrapartida usando aliança de casamento a qual dizem ser provinda do paganismo; os adventistas vão na mesma direção, de mãos dadas com respeito ao domingo.

Veja as declarações bombásticas de Ellen White sobre o Natal:   

 

O Natal

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O Natal Como Dia de Festa

"Aproxima-se o Natal", eis a nota que soa através do mundo, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Para os jovens, de idade imatura, e mesmo para os de mais idade, é este um período de alegria geral, de grande regozijo. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção?

O dia 25 de dezembro é supostamente o dia do nascimento de Jesus Cristo, e sua observância tem-se tornado costumeira e popular. Entretanto não há certeza de que se esteja guardando o verdadeiro dia do nascimento de nosso Salvador. A História não nos dá certeza absoluta disto. A Bíblia não nos informa a data precisa. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para a nossa salvação, Ele Se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.

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A adoração da alma deve ser prestada a Jesus como o Filho do infinito Deus. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.

O Dia não Deve Ser Passado por Alto

Sendo que o dia 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, será difícil passar por alto este período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.

Natal - Ocasião Para Honrar a Deus (Capitulo 77 do livro: O Lar Adventista.)

 

Prestou bem atenção no que ela diz sobre o Natal? Em suma ela crê que:

 

1.    Não existe base bíblica para comemora-lo;

2.    Sua observância é popular e não bíblica;

3.    A História não ajuda em nada;

4.    Mesmo assim (não tendo base bíblica ou histórica) o dia NÃO DEVE ser passado por alto mas é uma ocasião para honrar a Deus.