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O alcorão é digno de crédito?

por Artigo compilado - sex jul 24, 11:37 am

De acordo com o islamismo, o Alcorão não só é digno de crédito como também é a única revelação pura de Deus. Desta forma, segundo os eruditos muçulmanos, se tiver de ser feita alguma comparação com o Cristianismo, deve ser comparado com Cristo, e não com a Bíblia. Na verdade, porém, pode-se demonstrar que a Bíblia é divina, e não humana, em sua origem. Não se pode dizer o mesmo do Alcorão. Além disso, diferente da Bíblia, ele está repleto de princípios de ética defeituosos e erros factuais.

Primeiro, diferente do Alcorão, a Bíblia está repleta de profecias que não poderiam ter se cumprido por acaso, boas adivinhações ou engano deliberado. De modo surpreendente, a natureza profética de muitas passagens bíblicas já foi um argumento popular entre os liberais contra a confiabilidade da Bíblia. Os críticos defendem que várias passagens foram escritas depois do que os textos bíblicos indicam, porque relatam eventos que aconteceram, às vezes, séculos depois de terem sido supostamente escritos. Eles concluíram que, após os eventos, editores literários voltaram atrás e “consertaram” os textos não-proféticos originais. Mas isso simplesmente está errado. A pesquisa cuidadosa afirma a exatidão profética das Escrituras. Como Cristo é o tema culminante do Antigo Testamento, e o Verbo vivo do Novo Testamento, não devemos nos surpreender com o fato das profecias sobre Ele excederem em número a todas as outras. Muitas dessas profecias teriam sido impossíveis para Jesus cumprir tramando deliberadamente — tais como sua descendência de Abraão, Isaque e Jacó (Gênesis 12.3; 17.19; Mateus 1.1-2; Atos 3.25); seu nascimento em Belém (Miqueias 5.2; Mateus 2.1-6); sua crucificação com criminosos (Isaías 53.12; Mateus 27.38; Lucas 22.37); suas mãos e pés serem pregados na cruz (SaImo 22.16; João 20.25); os soldados lançando sortes por suas vestes (SaImo 22.18; Mateus 27.35); o ferimento em seu lado (Zacarias 12.10; João 19.34); o fato de que seus ossos não foram quebrados em sua morte (SaImo 34.20; João 19.33-37); e sua sepultura entre os ricos (Isaías 53.9; Mateus 27.57-60).

Em nítido contraste, profecias que demonstram a origem divina do Alcorão são notórias por sua ausência. Embora o Alcorão contenha uma quantidade de profecias auto-realizadoras, como a previsão de que Maomé voltaria a Meca (Sura 48.27), isso é bem diferente das profecias esboçadas acima. Outras profecias como a previsão de Maomé de que os romanos derrotariam os persas em Issus (Sura 30.2-4) são igualmente inexpressivas. Diferente dos exemplos bíblicos apresentados acima, essa profecia não se cumpriram em um futuro distante e, por isso, podem ser facilmente explicadas como boa adivinhação ou uma percepção de condições militares predominantes.

Além disso, o Alcorão está repleto de princípios éticos questionáveis — em particular quando se trata da igualdade feminina. Por exemplo, em Sura 4.3, Maomé supostamente recebeu uma revelação de Deus permitindo aos homens “casar com mulheres de sua escolha, duas, três ou quatro”. Ironicamente, em Sura 33.50, Maomé recebe uma sanção divina para se casar com “qualquer mulher crente que dedique sua alma ao Profeta se este desejar se casar com ela”. Assim, embora outros homens tivessem permissão para se casar com, no máximo, quatro esposas, Alá deu a Maomé uma divina exceção para casar-se com, no mínimo, doze mulheres — incluindo Aisha, com quem se casou quando ela tinha a tenra idade de onze anos (veja A Vida de Maomé, de Muhammad Husayn Haykal). Também é confuso o fato de que o Alcorão permita que os homens “batam” (levemente) em suas mulheres a fim de que elas “retomem à obediência” (Sura 4.34). Quando comparamos a moralidade pessoal de Maomé no Alcorão com a de Jesus na Bíblia, a diferença é notória. O Alcorão exorta Maomé a pedir “perdão por seus erros” (Sura 40.55). De modo oposto, os princípios éticos de Cristo em relação a cada aspecto da vida—incluindo seu modo de tratar as mulheres — eram tão impecáveis que Ele pôde perguntar: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (João 8.46; 2Coríntios 5.21; 1João 3.5).

Por fim, ao contrário da Bíblia, o Alcorão está cheio de erros factuais. Um caso clássico envolve a negação da crucificação de Cristo. Isso está registrado em Sura 4.157 de forma explícita e enfática: “Eles não o mataram, nem o crucificaram, mas foi assim para que lhes desse a impressão… pois com certeza eles não o mataram”. Na verdade, porém, o sofrimento fatal de Jesus Cristo como o Novo Testamento relata é um dos fatos mais bem provados da história antiga. Mesmo na moderna era de esclarecimento científico, há um consenso entre os estudiosos do Novo Testamento, tanto conservadores como liberais, de que Jesus morreu em uma cruz romana.

Descobertas arqueológicas recentes não só confirmam o relato, mas autenticam os detalhes bíblicos em torno da trilha que levou ao tormento fatal de Jesus Cristo — incluindo a pedra com a inscrição de Pilatos e o sepulcro de Caifás, o sumo sacerdote que presidiu os julgamentos de Cristo. Essas descobertas têm sido bastante aclamadas como uma afirmação convincente de que os judeus responsáveis pela morte e sepultamento de Jesus Cristo pressupunham a realidade do túmulo vazio. Em vez de negar que o túmulo estava vazio, os adversários de Cristo acusaram os discípulos de terem roubado o corpo.

Um último tópico deve ser apontado. A negação feita pelo Alcorão da crucificação de Cristo conduz a uma multidão de outros erros. Da perspectiva muçulmana, Jesus nunca foi crucificado e, portanto, nunca ressuscitou. Em vez disso, no islamismo Deus fez alguém se parecer com Jesus e essa pessoa foi crucificada por engano em seu lugar. A ideia de que Judas se tornou parecido com Jesus foi popularizada entre os muçulmanos por uma invenção medieval intitulada O Evangelho de Barnabé.

Resumindo, a distância entre o Alcorão islâmico e a Escritura cristã é infinita. Não só o valor profético da Bíblia se eleva muito acima dos livros sagrados de outras religiões, mas novas descobertas arqueológicas estão revelando a veracidade das Escrituras, bem como ressaltando a falibilidade de embusteiros.

Princípios de ética defeituosos, e erros factuais, demonstram que o Alcorão está destituído de aprovação divina. Em nítido contraste, princípios éticos e evidências factuais demonstram que a Bíblia é divina, e não humana, em sua origem.

“Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1.1-3)

HANK HANEGRAAFF


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4 Comentários

Comentários 1 - 4 de 4Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. 72 houris. Os homens fiéis ao Islã “receberão no céu” (super oasis) esse número de donzelas; tanta devoção tem o sexo como principal objetivo espiritual. Está explicado porque os caras se matam doidamente por aie. vê se maraja petroleiro rico faz isso, doutrinam só tontos pobres.

    1. “[islamicos] serão reclinada sobre tronos alinhados, e vamos casá-los para as mulheres justas com grandes [belas] olhos.[houris]” quran 52:20

      [para eles “islamicos” são] as mulheres justas com grandes [belas] olhos,[houris] quran 56:22

    2. “Vamos admiti-los em jardins, abaixo dos quais correm rios, onde morarão eternamente. Para eles aí estão cônjuges [houris] purificados, e vamos admiti-los a aprofundar sombra.” quran 4:57

      os caras acreditam nisso, tá explicado porque fazem tanto ataques suicidas : mulherada.

    3. sr icabode
       e por que tem cristão que bota a mão em cobra venenosa e morre?
      o problema é o livro ou são as pessoas?
      minhas abobrinhas tão melhores que essa análise rasteira sua

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