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O determinismo exaustivo em calvinistas posteriores

por Artigo compilado - ter ago 12, 12:01 am

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Infelizmente, os calvinistas posteriores mantiveram o determinismo de Calvino e, por conta disso, tal ensino (que é a base da predestinação) é abundante nas obras de qualquer calvinista. Eles creem nele de forma tão apaixonada que R. C. Sproul chegou até mesmo a dizer que quem não é determinista é ateu[1]. A doutrina determinista foi aprovada em Westminster, cujo catecismo diz:

“Os decretos de Deus são o seu eterno propósito, segundo o conselho da sua vontade, pelo qual, para sua própria glória, Ele predestinou tudo o que acontece”[2]

Arthur W. Pink disse que “Deus decretou onde cada um irá viver: o país específico no qual deve nascer, e a própria cidade, comunidade, vila e casa na qual irá habitar, e quanto tempo irá permanecer lá”[3]. Ele ainda diz que “uma mosca não pode pousar sobre você sem a ordem do Criador”[4]. David West adiciona que “Deus predestina todas as coisas, animadas e inanimadas. Seu decreto inclui todos os anjos, bons e maus”[5].

John Gill especifica ainda mais:

“Em resumo, tudo a respeito de todas as pessoas do mundo, que existiram, existem e existirão, está em harmonia com os decretos de Deus, e está de acordo com eles; a vinda e a hora da vinda dos homens ao mundo e todas as circunstâncias que a acompanham; todos os eventos e acontecimentos com que eles irão deparar, durante todo o tempo de sua vida; seus locais de moradia, suas posições, ocupações e emprego; suas condições de riqueza e pobreza, de saúde e doença, adversidade e prosperidade; seu tempo de sair do mundo, com tudo que está envolvido; tudo está de acordo com o determinado conselho e vontade de Deus”[6]

No calvinismo, não apenas as ações, mas até mesmo os pensamentos estão predestinados:

“Todas as coisas ocorrem conforme a predestinação divina; não apenas as obras que fazemos exteriormente, mas até mesmo os pensamentos que pensamos interiormente”[7]

Que os calvinistas continuaram crendo no determinismo é algo tão óbvio que nos poupa a necessidade de passar mais citações. Vamos direto ao que interessa: Deus determina o pecado ou não?

• O problema do pecado e do mal

Certa vez, Calvino disse aos anabatistas:

“Quem não se sentirá estupefato diante dessas monstruosidades?”[8]

O que ele não esperava é que a sua própria teologia, muito mais do que a dos anabatistas, fosse realmente monstruosa. Contra ela, Wesley declarou que “o Deus misericordioso aparece como um tirano excêntrico mais enganoso e cruel do que o próprio diabo; e a pessoa humana como um autômato”[9]. De fato, até mesmo as atitudes do diabo nada mais seriam senão o resultado direto do decreto de Deus.

No calvinismo, o diabo não passa de um instrumento nas mãos daquele que é realmente o responsável por aqueles atos, pois Satanás não faz nada que Deus já não tivesse predestinado de antemão que ele deveria fazer. Sendo assim, se há algo de mal no diabo ou em suas atitudes, é muito mais porque Deus determinou que seria assim do que por qualquer ato livre do diabo, visto que nem mesmo o diabo é livre.  Isso levou o mesmo John Wesley a dizer:

“Tu, tolo, por que estás rosnando há tanto tempo? Tua mentira, em esperar pelas almas, é tão desnecessária e inútil, quanto nossas pregações”[10]

De fato, qualquer “rosnado” do diabo, qualquer ataque, qualquer tentação, qualquer enganação ou qualquer ímpeto dele contra nós não seria nada mais senão o que Deus determinou que ele deveria fazer. O diabo não é realmente a causa primeira de seus atos. Seus atos já estavam pré-determinados. Não havia nada que ele pudesse fazer a não ser aquilo que ele faz. As suas mentiras, tanto quanto a pregação dos cristãos, são inúteis. Estão apenas cumprindo um decreto. O diabo é um servo passivo nas mãos de Deus, nunca um inimigo. Qualquer coisa que o diabo faça, é porque Deus determinou que faria. O fato do diabo ser mal é mera consequencia. A causa primária é Deus.

Nenhum calvinista diz que Deus não determina o pecado. Se ele dissesse isso, não seria calvinista, ou, no mínimo, estaria fugindo para bem longe de Calvino, e para bem perto de Armínio. Um calvinista indeterminista é algo tão coerente quanto um calvinista arminiano. Mas nem todos os calvinistas afirmam isso de forma explícita. Alguns, como Sproul, preferem usar o termo “permissão” quando em relação ao pecado, mas não o usam no mesmo contexto que os arminianos o usam.

Quando os arminianos dizem que Deus “permite” o pecado, eles estão querendo dizer exatamente aquilo que o termo “permissão” transmite. Algo não-determinado, não-ordenado, não-inculcado, não-incentivado, não-decretado, mas meramente permitido. E a razão para essa permissão é exatamente em função do livre-arbítrio humano, pois se Deus não permitisse nenhum pecado ele estaria tirando dos seres humanos a capacidade de livre-arbítrio que Ele lhes concedeu.

De fato, Deus tinha apenas quatro opções antes de criar o mundo. Ele poderia não ter criado nada, poderia ter criado apenas seres irracionais, poderia ter criado seres robotizados ou poderia ter criado seres livres. Como Deus queria criar o homem para um relacionamento de amor com ele, a primeira opção e a segunda não eram viáveis. Deus não seria amado por uma criação irracional ou inexistente. Não haveria nenhum tipo de relacionamento.

A terceira opção é a opção calvinista. Deus poderia ter criado, caso assim quisesse, um mundo com tudo pré-determinado, com seres humanos que pensassem estar agindo livremente quando, na verdade, seus pensamentos e ações foram todos decretados de antemão. Seres que, na melhor das hipóteses, seriam como marionetes e robôs, sem livre-arbítrio.

Não haveria um verdadeiro relacionamento em amor, pois o próprio amor destes seres a Deus seria predestinado. Ninguém escolheria amar a Deus. Deus não seria amado, não teria um relacionamento e seria visto como um tirano. Deus seria um grande manipulador de marionetes e nós seríamos as marionetes. Deus seria um grande roteirista de cinema e nós seríamos os atores, cujo destino e ações já estão traçados. Seria amado com um amor forçado, e se relacionaria com sua criação de uma forma tão profunda quanto um jogador de vídeo game se relaciona com um personagem selecionado, que está programado para apenas seguir comandos dados. Não, Deus não desejou criar isso.

Finalmente, havia uma quarta e última opção para Deus. Ele poderia criar seres inteligentes e livres, capazes de tomar decisões, de optarem pelo bem ou pelo mal, pelo certo ou pelo errado, de amarem ou não amarem, de crerem ou não crerem, de se relacionarem com ele ou de o rejeitarem. Assim, o relacionamento existiria, o amor seria sincero, a comunhão seria livre, e os seres seriam moralmente responsáveis por seus atos, pois teriam capacidade de tomar decisões e de agir contrário à forma com que agiram.

Mas havia um risco: se os seres criados seriam realmente livres, e poderiam realmente fazer escolhas, então eles poderiam optar por não buscarem um relacionamento com Deus. Eles poderiam amar mais a si mesmos do que a Deus. Poderiam virar as costas para ele e rejeitarem a graça oferecida. E esse afastamento entre o homem e Deus seria reconhecido como pecado. E o pecado, quando consumado, geraria a morte. Sim, era um risco que Deus teve que correr, mas era a única forma de fazer este mundo e esta vida ter algum valor.

Então, quando um arminiano diz que Deus permite o pecado, ele não está dizendo nada parecido como quando um calvinista diz o mesmo. Permitir é simplesmente não impedir, por não restringir um ato livre. Já o calvinista tem um conceito contrário, onde permitir é algo que o próprio Deus planejou, decretou e determinou de antemão que teria que acontecer. É algo que faz parte do plano e da “soberania” divina[11].

Portanto, que o leitor não se iluda quando lê um autor calvinista dizendo que Deus permite o pecado. Ele não está dizendo que Deus somente permite. Ele não está dizendo que Deus não determinou aquilo. Ele não está dizendo que aquilo está fora dos decretos divinos feitos antes da fundação do mundo, nem que essa permissão não inclua nada como “tornar certo” ou que seja puramente passiva. O próprio contexto das citações deles mostra que eles têm um conceito distinto de permissão, que nada mais é senão um termo mais leve para representar aquilo que eles realmente creem: em Deus determinando o pecado.

Alguns calvinistas são mais corajosos e admitem isso abertamente, sem rodeios, assim como Calvino fazia. Gomarus, o principal inimigo de Armínio, disse que “Deus move as línguas dos homens para blasfemar”[12].  O Dr. Gill afirmou que “a queda de Adão foi pelo determinado conselho e presciência de Deus”[13]. Peter Jong vai mais longe e diz que “Deus claramente pré-ordena o mal”[14], e Edwin Palmer ainda diz que “a Bíblia é clara: Deus ordena o pecado”[15]. O defensor da soberania de Deus, John Feinberg, diz que “é impossível para Deus remover o mal”[16], porque o mal já está no “decreto” divino.

Arthur W. Pink escreveu uma das mais célebres declarações sobre isso:

“Não apenas Seu olho onisciente viu Adão comendo do fruto proibido, mas Ele decretou antecipadamente que ele devia comer”[17]

E ele ainda diz:

“Claramente foi a vontade de Deus que o pecado deveria entrar neste mundo, de outra forma ele não teria entrado, pois nada acontece salvo conforme o que Deus eternamente decretou. Além do mais, foi mais do que uma mera permissão, pois Deus somente permite aquilo que tem proposto”[18]

Gresham Machen também é bem ousado:

“Todas as coisas, incluindo até mesmo as ações malévolas dos homens perversos e dos demônios, são trazidas à existência de acordo com o propósito eterno de Deus”[19]

Henry Atherton vai além e diz que Deus não apenas decretou, mas desejou o pecado:

“Certamente, se Deus não tivesse desejado a Queda, Ele poderia – e sem dúvida teria – ter impedido que ela acontecesse, mas Ele não a impediu: logo, Ele a desejou. E se Ele a desejou, Ele certamente a decretou”[20]

John Feinberg não para por aí e diz que “a pobreza também é decretada. O que quer que seja que causa essa pobreza também foi decretado como meios conducentes a essa pobreza”[21]. Ele faz questão de dizer que “Deus decreta todas as coisas, inclusive os meios e os fins”[22]. E então dispara:

“Embora possa parecer estranho que Deus decretasse algo contrário a Seus desejos, é exatamente assim que acontece. É certo que o pecado é algo contrário aos desejos de Deus; no entanto, é uma realidade, e Ele o decreta, se Efésios 1:11 é verdade”[23]

Vicent Cheung repudia os calvinistas que dizem que Adão era livre antes da Queda. Ele diz que Adão não tinha nenhuma liberdade, nem mesmo antes da Queda, e que Deus causou o pecado:

“Também, os calvinistas frequentemente afirmam que Adão foi livre antes da Queda. Mas, novamente, eu sempre falo de liberdade com relação a Deus, e desta perspectiva, eu diria que Adão não teve nenhuma liberdade, seja qual for, nem mesmo antes da Queda. Ser ‘livre’ para pecar é irrelevante. A questão é se Adão era livre de Deus para escolher permanecer livre do pecado – ele não era. Além disso, eu não diria que Deus permitiu Adão cair, mas que Deus causou a Queda”[24]

Até mesmo o reformador Ulrich Zwínglio não escapou de dizer que “a obra do pecado não parte de qualquer outra pessoa a não ser Deus”[25], e que “Deus sozinho é a única causa sobre tudo, de maneira que outras assim chamadas causas são simplesmente instrumentos do trabalhar divino”[26]. Palmer também confirma que “todas as coisas, incluindo o pecado, são causadas por Deus”[27]; Boettner não fica atrás e destaca que “a queda de Adão, e através dele a queda da raça, não foi por acaso ou acidente, mas foi assim ordenada nos conselhos eternos de Deus”[28].

E ele ainda acrescenta:

“Deus muito obviamente predeterminou todo evento que aconteceria, de sorte que até mesmo os atos pecaminosos do homem estão inclusos neste plano”[29]

John Piscator é outro que diz que Deus deseja que nós pequemos e que causa esses pecados:

“Deus propriamente deseja que cometamos pecados, e de fato absolutamente deseja que eles sejam cometidos; não somente isto mas ele também causa no tempo estes mesmos pecados”[30]

Não conformado com isso, Palmer ainda diz que esse ensino é “bíblico”:

“É até bíblico dizer que Deus preordenou o pecado. Se o pecado estivesse fora do plano de Deus, então nem uma única questão importante da vida seria governada por Deus”[31]

Nem mesmo John Piper se salva dessa. Ele diz que, “de alguma maneira que nós não podemos entender plenamente, Deus é capaz, sem ser culpado de ‘tentar’, de garantir que uma pessoa faça o que Deus ordena que ele faça ainda que isso envolva o mal”[32]. Ele também afirma que “Deus decreta um estado das coisas [incluindo o mal] ao passo que também deseja e ensina que um estado de coisas diferentes deva acontecer”[33], e que “até mesmo uma bomba com material radioativo que destrua Mineápolis seria de Deus”[34]. Ele também disse que Deus não apenas permitiu os ataques de 11 de Setembro, mas os causou[35].

Palmer diz que Deus determina coisas maravilhosas. O movimento de um dedo, a batida de um coração, o riso de uma menina… e então coloca o pecado no meio:

“Ele predeterminou tudo ‘segundo o conselho da sua vontade’ (Efésios 1:11): o movimento de um dedo, a batida de um coração, o riso de uma menina, o erro de um datilógrafo – até mesmo o pecado”[36]

Claro, o pecado não poderia ficar de fora. Mas, como disse Wiliam Shedd, “o pecado é um dos ‘tudo quanto’ acontece, todos os quais são ‘ordenados’”[37]. O mesmo acrescenta que “nada acontece contrário ao seu decreto. Nada acontece por acaso. Até o mal moral, que ele abomina e proíbe, ocorre pelo determinado conselho e presciência de Deus”[38]. Jonathan Edwards dispara que “ao desejar o mal, Deus não faz o mal”[39], como se o simples fato de desejar o mal já não fosse suficientemente condenável, ainda mais em se tratando de Deus.

Teodoro de Beza, o discípulo de Calvino, afirmou que “Deus predestinou qualquer pessoa que Ele desejou não somente para a condenação, mas da mesma forma para as causas da condenação”[40]. De uma forma paradoxal, Palmer acresce que “Deus deseja o pecado e a descrença indesejosamente; ele não se deleita neles”[41]. Mas, como disse Olson, “como Deus não se deleita naquilo que ele mesmo preordenou e tornou certo para a sua glória? Ele não se deleita em ser glorificado?”[42].

Pink é outro que diz que o pecado foi da vontade de Deus, e não apenas de seu decreto:

“Claramente foi da vontade de Deus que o pecado entrasse neste mundo, caso contrário não teria entrado, pois nada acontece, exceto o que Deus eternamente decretou. Além disso, houve mais do que uma simples permissão, pois Deus só permite coisas que realizam o seu propósito”[43]

A razão pela qual vemos tantos calvinistas seguindo Calvino e Edwards na tese de que Deus não apenas decretou o pecado, mas o desejou, é que não faz qualquer sentido Deus decretar algo que não deseja. É a mesma coisa que dar uma folha em branco para uma pessoa escrever qualquer coisa e ela decidir escrever coisas que ela não deseja escrever.

Deus poderia ter determinado qualquer coisa que quisesse, mas decidiu determinar o mal e o pecado. O mal e o pecado, então, não são apenas parte integrante do decreto divino, mas também constituem a vontade de Deus, que ele desejou que acontecessem, senão não teria determinado que ocorressem. Crianças morrendo de fome na África, a malária e outras doenças terríveis, o estupro de bebês, o homicídio, a tortura, tudo seria determinado por um Deus que poderia ter determinado o contrário se quisesse. Mas não quis.

Feinberg tenta resolver sobre este problema, dizendo:

“É preciso que se faça a distinção entre a perfeita vontade de Deus e aquilo que se denomina, com freqüência, vontade permissiva de Deus. A primeira diz respeito àquelas partes do decreto que estão de acordo com os desejos de Deus e as melhores coisas que Ele almeja para nós. A vontade permissiva de Deus refere-se àquelas coisas que, embora integrando o decreto, são contrárias aos desejos de Deus e às melhores coisas que Ele almeja para nós”[44]

Então vemos que no calvinismo existem coisas que Deus decretou e deseja, enquanto há coisas que ele decretou e odeia. Se isso não é um deus bipolar e falso, eu não sei o que é. Deus decreta coisas que ele detesta, e depois diz para nós não as praticarmos, mas não há como não as praticarmos pois ele já as decretou.

Além disso, como Deus pode “almejar melhores coisas para nós” se elas são contrárias àquilo que ele decretou sobre nós? Se o decreto é imutável, a declaração de que Deus deseja algo diferente e melhor para nós é algo puramente superficial e sem sentido. É como dar uma ordem para um serial killer matar alguém, tomar todas as precauções do mundo para que este assassinato ocorra mesmo e depois que essa pessoa for assassinada dizer que “almejou coisas melhores para ela”. Almejou como, decretando o contrário? É uma distinção sem sentido, absolutamente irrisória. Seria melhor deixar as coisas como estão e jogar a questão para o “mistério”.

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[1] SPROUL, Robert Charles. Eleitos de Deus. Editora Cultura Cristã: 1998, p. 16-17.

[2] Breve Catecismo de Westminster.

[3] Arthur W. Pink, Gleanings in Joshua (Chicago: Moody Press, 1964), p. 338.

[4] Arthur W. Pink, Gleanings in Exodus (Chicago: Moody Press, 1981), p. 78.

[5] (David S. West, “The Baptist Examiner Forum II”, The Baptist Examiner, 18 de março de 1989, p. 5.

[6] GILL, John. Divinity, p. 174.

[7] Philip Melanchthon, citado em Boettner, Predestination, p. 15.

[8] Institutas, 3.3.14.

[9] WESLEY, John, in OLDEN, Thomas. John Wesley’s Scriptural Christianity, p. 253.

[10] WESLEY, John. Graça Livre, XVII.

[11] Iremos ver mais adiante se soberania é sinônimo de determinismo.

[12] Franciscus Gomarus, citado em A. H. Newman, A Manual of Church History (Valley Forge: Judson Press, 1933), vol. 2, p. 339.

[13] GILL, John. Divinity, p. 319.

[14] Peter Y. de Jong, Crisis in the Reformed Churches (Reformed Fellowship, Inc.), p. 148.

[15] PALMER, Edwin H. The Five Points of Calvinism. Grand Rapids: Backer, 1872. p. 85.

[16] FEINBERG, John Samuel. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Editora Mundo Cristão: 1989, p. 56.

[17] Arthur W. Pink, Sovereignty, p. 249.

[18] Arthur W. Pink, Sovereignty, p. 147.

[19] J. Gresham Machen, Man, p. 46.

[20] Henry Atherton, Introdução a Jerom Zanchius, The Doctrine of Absolute Predestination (Grand Rapids: Baker Book House), p. 88.

[21] FEINBERG, John Samuel. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Editora Mundo Cristão: 1989, p. 58.

[22] FEINBERG, John Samuel. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Editora Mundo Cristão: 1989, p. 57.

[23] FEINBERG, John Samuel. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Editora Mundo Cristão: 1989, p. 60.

[24] Vicent Cheung, Autor do Pecado, p. 15.

[25] Ulrich Zwínglio, “On the Providence of God – Sobre a Providência de Deus”, The Latin Works of Huldreich Zwingli (Philadelphia: Heidelberg Press, 1922), II:203-204.

[26] Ulrich Zwingli, On Providence and Other Essays, eds. Samuel Jackson and William John Hinke (Durham, NC: Labyrinth, 1983), 157.

[27] PALMER, Edwin H. The Five Points of Calvinism. Grand Rapids: Backer, 1872. p. 101.

[28] Boettner, Predestination, p. 234.

[29] Loraine Boettner, The Reformed Doctrine of Predestination, p. 24.

[30] John Piscator, citado em Newman, A. H. Newman, A Manual of Church History (Valley Forge: Judson Press, 1933), vol. 2, p. 338.

[31] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism, ed. amp. (Grand Rapids: Baker Book House, 1980), p. 82.

[32] PIPER, John, “Are There Two Wills in God,” in Still Sovereign: Contemporary Perspectives on Election. Foreknowledge, and Grace, eds., Thomas R. Schreiner and Bruce Ware (Grand Rapids: Baker, 2000), p. 123.

[33] PIPER, John, “Are There Two Wills in God,” in Still Sovereign: Contemporary Perspectives on Election. Foreknowledge, and Grace, eds., Thomas R. Schreiner and Bruce Ware (Grand Rapids: Baker, 2000), p. 109.

[34] John Piper, “God’s God-centeredness,” sermão pregado na Passion conference (Nashville, TN; Jan. 2 – 5, 2005.

[35] OLSON, Roger. Contra o Calvinismo. Editora Reflexão: 2013, p. 34.

[36] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism, p. 24-5.

[37] SHEDD, William. Calvinism, p. 31.

[38] SHEDD, William. Calvinism, p. 31.

[39] EDWARDS, Jonathan. Freedom of the Will, 411 – 12.

[40] Teodoro de Beza, vol. I, fl. 417.

[41] PALMER, Edwin. The Five Points of Calvinism, p. 107.

[42] OLSON, Roger. Contra o Calvinismo. Editora Reflexão: 2013, p. 182-183.

[43] Arthur W. Pink, The Sovereignty of God, p. 162.

[44] FEINBERG, John Samuel. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Editora Mundo Cristão: 1989, p. 59-60.

Extraído do livro Calvinismo X Arminianismo: que está com a razão? cedido pela comunidade de arminianos do Facebook


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