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O Exterminador do Ecumenismo

por Pr. Natanael Rinaldi - qui ago 30, 10:31 pm

O Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, de repente ficou tão famoso como Adolf Hitler e seu parceiro Pio XII, (no início da década de 40), ao proclamar o documento doutrinário Dominus Jesus.

O Teólogo Católico Leonardo Boff, tão internacionalmente famoso como o seu confrade alemão Hans Kung, ambos oficialmente silenciados pelo Vaticano, afirma que Ratzinger é o “exterminador do futuro do Ecumenismo”. Embora não concorde totalmente com a Teologia da Libertação do ilustre teólogo Leonardo Boff, ao ler o seu trabalho publicado no JB de 04 a 06/10/2000 nas páginas 9 e 11, concordei plenamente com o título dado ao Cardeal Ratzinger. Como diz Leonardo Boff:

“agora, todos homens e mulheres de boa vontade, pessoas religiosas e espirituais, igrejas cristãs e cada fiel sabem o que devem esperar ou não da Igreja hierárquica vaticana com referência ao futuro do diálogo micro e macro ecumênico. Esse futuro é aterrador, mas absolutamente coerente com o sistema que a Igreja hierárquica vaticana elaborou ao longo dos últimos séculos e que agora alcançou sua expressão pétrea. É o sistema romano férreo, implacável, cruel e sem piedade”.

Há mais de três anos eu já vinha dizendo que o ecumenismo da Igreja de Roma não passa de uma tremenda farsa, que apelidei de EUCOMOMESMO. Agora Leonardo Boff, respeitado mundialmente por católicos e evangélicos, vem comprovar neste trabalho muitas coisas que eu havia afirmado. Ele diz:

“para a Igreja de Roma, Cristo é o único caminho de salvação e a Igreja é o pedágio exclusivo. Ninguém percorrerá o caminho sem antes passar pelo pedágio”. Em outras palavras, explica o teólogo: “Cristo é o telefone, mas só a Igreja é a telefonista. Todas as ligações de curta e de longa distância necessariamente passam por ela”.

A Igreja de Roma tem se apossado das consciências humanas, desde o século IV, quando Eusébio declarou que Constantino, o imperador romano que oficializou o Cristianismo, iria “governar o mundo ao lado de Cristo”. Eusébio, discípulo fervoroso de Orígenes, o teólogo platônico, criador do texto alexandrino da Bíblia Católica, entregou ao mundo uma igreja possessiva e dominadora, sob a égide do pagão Constantino. Não é, pois, de admirar, segundo Leonardo Boff, que “o sistema hierárquico romano seja completo, fechado e total” e tudo é posse privada da Igreja (hierarquia vaticana) que deve expandi-lo ao mundo inteiro”.

Às igrejas ortodoxas que seguem os mesmos costumes hierárquicos e eucarísticos, conforme Leonardo Boff, Roma enviou este fax:

“Vocês são apenas igrejas particulares, sem plena comunhão por não aceitarem o primado do papa… e vocês igrejas evangélicas saídas da Reforma e outras surgidas depois, escutem bem esta sentença: vocês não são igrejas em sentido próprio”.

Continuando a citar várias cláusulas do infeliz documento que diz: “a única verdadeira religião se verifica na Igreja Católica e Apostólica, à qual o Senhor Jesus confiou a missão de difundir a todos os homens”… Diz o documento de Ratzinger:

“Saibam que unicamente nela está a verdade. Todas as pessoas estão obrigadas a procurar a verdade que outra não é senão Cristo e a Igreja. Uma vez conhecida [a verdade], vocês são obrigados a aderir a ela, pois fora dessa verdade todos vocês se encontram irremediavelmente na errância”.

Como diz Leonardo Boff:

“esse documento, expressão suprema do totalitarismo, dirá a todos de forma cruel e impiedosa: sem Cristo e a Igreja vocês todos não possuem nada de próprio; se, porventura tiverem algum elemento positivo, não é de vocês, mas de Cristo e da Igreja. A vocês não resta outro caminho senão a conversão. Fora da conversão só há o risco objetivo da perdição”.

Como eu já disse num artigo anterior, o Cardeal Ratzinger, que segundo o escritor e pesquisador cristão Dave Hunt, é um ex-nazista declarado, deseja transformar a Igreja de Roma no III Reich Vaticano não conseguido por Adolf Hitler. Depois de ter assassinado cerca de meio bilhão de inocentes, durante os seus 16 séculos de existência, o Vaticano através de sua Igreja sempre foi, é e continuará sendo o grande exterminador de cristãos, judeus e ortodoxos. Das três Américas descobertas a única a não ser literalmente engolida pela fome de ouro do Vaticano foi a América do Norte, por ter sido colonizada pelos puritanos ingleses. As Américas Central e do Sul tornaram-se presa fácil da “auris sacra famis” dos papas, a começar de Alexandre VI, um dos papas mais corruptos e imorais da história da Igreja, para quem “no princípio era a verba”…

Os Estados Unidos cresceram e se fortaleceram na democracia e na espiritualidade, graças aos colonizadores britânicos que ali chegaram armados de coragem, empunhando a Bíblia King James, para formar um povo que iria atingir o ápice da importância mundial.

Infelizmente, no final da II Guerra Mundial, quando o Vaticano conseguiu contrabandear todo o ouro nazista, através do famoso “Trem da Misericórdia”, para a Suíça e os Estados Unidos, ele começou a maior escalada econômica, política e religiosa de todos os tempos, a qual culminou com a posse de mais de um terço de toda a riqueza do Hemisfério Ocidental.

Com o objetivo de enfraquecer os sistemas democráticos e econômicos ocidentais, as raposas globais do Vaticano, os jesuítas, têm promovido, desde o início de sua existência (século XVI) a Contra Reforma Protestante em todos os sentidos. Usando o seu enorme poder religioso, essas astutas raposas foram aos poucos se apossando de todo o sistema educacional, de saúde e econômico do Ocidente, enfraquecendo as nações mais ricas e ditando regras que elas têm sido obrigadas a obedecer. Enquanto isso, as ricas nações por eles dominadas vão transformando as nações pobres do terceiro mundo em países miseráveis.

A maior arma que as raposas jesuítas usaram para enfraquecer as democracias inglesa, alemã e norte americana foi o patrocínio dos textos alexandrinos nas Universidades de Cambridge e Oxford, através de seus dois professores anglicanos apóstatas, Westcott e Hort, que elaboraram o texto grego do Novo Testamento, no final do século XIX, e daí têm surgido todas as novas versões modernas européias e americanas das Bíblias King James, Luterana e de Genebra.

Enfraquecendo as consciências cristãs com essas versões modernas da Bíblia, as quais chegam a negar a divindade de Cristo, Seu nascimento virginal, Sua ressurreição e ascensão corporal, a Trindade e outras verdades fundamentais., os editores dessas bíblias minúsculas têm trabalhado ombro a ombro ao lado dos jesuítas, promovendo o Ecumenismo de mão única na direção de Roma.

No Brasil estas “bíblias” estão sendo, há muito, usadas pela incauta população evangélica, cuja maioria dos pastores ignora o perigo que elas representam, conduzindo o rebanho de Cristo para o aprisco do papa. Felizmente, ainda existem edições confiáveis da santa e infalível Palavra de Deus, como a Bíblia Corrigida Fiel de Almeida, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, cujo E-mail é: sbtb@bíblias.com.br – telefone (011) XX- 533-3792.

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Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

1 Comentário

Comentários 1 - 1 de 1Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. FICO CHATEADO AO VER QUE UM INSTRUMENTO QUE PODE E DEVVE SER USADO PARA EVANGELIZAR FICA ATACANDO SERTAS ENTIDADES CRISTAS MAS RESPEITO COM A FE ALHEIA POIS ATE HOJE EM TODAS IGREJAS CATOLICAS QUE EU FUI JAMAIS VI ATACAREM ALGUMA ENTIDADE ENVAGELICA COMO OS EVANGELICOS ATACANA POR CERTAS ATITUDES F

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