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O Islã político – Lição 4

por Artigo compilado - qui jul 06, 10:25 am

A JIHAD

A Jihad foi a maior invenção de Muhammad. A Jihad o fez bem-sucedido. Jihad é uma palavra mal entendida. A maior parte da jihad é feita com dinheiro e persuasão, não com violência. É a jihad que enche [o estado americano de] Washington DC com dinheiro para comprar influência. É a jihad que faz com que nossos livros escolares em nossas escolas nunca mencionem qualquer coisa negativa sobre o Islã.

Jihad é certamente uma das palavras árabes mais famosas. Jihad não significa apenas a ideia de guerra santa, embora inclua a guerra santa. Jihad realmente significa luta, que é uma maneira muito melhor de vê-la porque jihad inclui muito mais do que a guerra com a violência. A Jihad pode ser feita com a espada, com a boca, com a caneta e com dinheiro. O Alcorão define a jihad como uma luta na causa de Allah.

Quantidade de textos da Trilogia devotados a Jihad:

  • O Hadith dedica 21% do espaço
  • A Sira dedica 67% do espaço
  • O Alcorão dedica 9% do espaço
  • Somando um total de 31% da Trilogia

O Alcorão expõe a visão da jihad. A Sira (biografia de Mohammed) estabelece a grande estratégia da jihad. Os hadiths (as Tradições) dão as táticas – todos os pequenos detalhes sobre o que precisa ser feito. E a forma de agir em todas estas coisas são seguidas conforme o modelo de Maomé, porque Maomé não é apenas o muçulmano perfeito para o Islã, ele é também o jihadista perfeito. Você pode ver o quão importante a jihad é quando você lê a biografia de Mohammed. A Jihad ocupa cerca de dois terços da Sira. Houve apenas um período de nove anos em que ele perseguiu a jihad intensa, mas o número de páginas que são dedicadas a jihad lhe dá uma idéia de como era importante. A importância é esta: Mohammed não teve êxito até ele se voltar para a jihad. É natural que os muçulmanos olhem para a jihad como sua estratégia mais bem-sucedida e portanto, registrem mais sobre ela.

 

A VERDADEIRA JIHAD

Vamos agora analisar um problema. Os muçulmanos frequentemente dizem: “Bem, a verdadeira Jihad é luta interna, a luta espiritual.” Essa é a Jihad Maior. A jihad da espada e da guerra é a Jihad Menor. Mas os hadiths nos falam sobre a jihad maior – a luta espiritual interior. Mas apenas 2%[1]  dos hadiths são dedicados a este tipo de luta. Os outros 98% são sobre a matança dos Kafirs. A jihad é a luta interior? Sim. A jihad está matando os Kafirs? Sim. Observe novamente que temos uma dualidade. Há duas maneiras de ver a jihad. Um muçulmano pode escolher o que ele precisar em determinado momento. Vejamos um exemplo que todos se lembram. Em 11 de setembro de 2001, o World Trade Center e o Pentágono foram atacados por muçulmanos em um ato de jihad. Os muçulmanos disseram que os jihadistas haviam representado mal sua religião. Mas [quando] vamos olhar, percebemos, porque quando você entende a jihad exatamente como ela flui do Alcorão, da Sira e do Hadith, você descobrirá que tudo sobre 11/09 foi [feito] de acordo com estes livros.

Esta não foi a primeira vez que o World Trade Center foi atacado por jihadistas. Em 1993, uma tentativa foi feita para derrubar as Torres Gêmeas com uma enorme bomba colocada no porão. Isso não funcionou, mas não importa porque a segunda vez funcionou. A segunda vez foi tentada repetidamente. Quando tudo aconteceu em 11 de setembro, eles tinham tentado muitas vezes. Esta insistência também seguiu o modelo no exemplo de Maomé.

Quando Mohammed se voltou para a jihad, a primeira vez que ele enviou seus homens em uma missão para matar e roubar, eles falharam. Eles não encontraram ninguém para roubar. A segunda tentativa foi também um fracasso, como foi a terceira e várias tentativas subseqüentes. Mas Quando saíram pela oitava vez, foram bem-sucedidos. O 11/09 é apenas semelhante a jihad de Maomé.

Outra maneira de ver como a jihad era foi que os muçulmanos após o 11/09 disseram que “nós somos as verdadeiras vítimas. Os muçulmanos foram os que ficaram realmente feridos.” Isso foi exatamente como Mohammed fez. Quando seu oitavo ataque foi bem sucedido ele foi acusado pelos árabes de violar todas as regras da guerra porque ele atacou durante o mês sagrado do Ramadã. O Alcorão respondeu a isto e disse que o que os habitantes de Meca – os Kafirs – tinham feito a Maomé era muito mais sério do que serem mortos. Foi verdade que os árabes de Meca haviam expulsado Mohammed da cidade, mas não fizeram mal a ninguém. Quando os muçulmanos mataram os Kafirs, eles disseram: “Nós somos as verdadeiras vítimas aqui, não os Kafirs mortos.”

Outra maneira em que o 11/09 seguiu o modelo de Mohammed foi esta: Os muçulmanos reivindicaram “Oh, nós somos a religião da paz.” O véu da religião do Islã foi usado para esconder o ato político da jihad. Isto foi feito antes também. Maomé sempre cobriu suas ações políticas com uma necessidade religiosa.

O World Trade Center foi escolhido como alvo por duas razões. A primeira razão é que as torres gêmeas eram um centro de negócios. A esperança da Al Qaeda e de Osama bin Laden era que destruir o World Trade Center paralisaria a economia americana. Porque se você prestar atenção, onde quer que seja possível, a jihad é um ataque econômico. Os ataques de Maomé às caravanas eram para ganhar riqueza para si mesmo e para remover a riqueza dos Kafirs.

 

A JIHAD CLÁSSICA E O 11/09

Quando Muhammad atacou cidades, ele destruiu as fazendas fora da cidade. Como o 11/09, esta era uma forma de guerra econômica. Agora, a segunda razão pela qual o World Trade Center foi atacado foi que Zawaheri, aparentemente o planejador principal, soube que havia muitos judeus lá. Esse novamente foi o modelo de Mohammed porque Mohammed perseguiu os judeus de Medina, Khaybar e Ladak.

Outra maneira que o 11 de setembro foi espelhado e seguiu as ações de Mohammed é esta: Os homens que fizeram o ataque eram imigrantes neste país. Mohammed não assumiu a jihad até ele passar a ser um imigrante. Quando ele se mudou para Medina, ele chamou isso de “imigração”. Quão importante é essa imigração? Bem, o “Período Islâmico” começou quando ele entrou em Medina e se tornou um político e guerreiro. Essa é a razão pela qual todos os calendários islâmicos começam nesse tempo e não com o tempo da primeira revelação de Maomé, que pode parecer ser o Tempo Zero para o Islã. O Tempo Zero foi escolhido por causa da imigração, o início do sucesso político de Maomé.

Como um ataque furtivo, o 11/09 também seguiu o método de Mohammed. Ele usou ataques furtivos sempre que possível. Assim em 11/09 quando nós despertamos ao terror e ao fogo, era como se Mohammed tivesse ordenado.

O ataque ao World Trade Center violou as regras da guerra, outra das táticas de Mohammed. Uma das razões pelas quais Mohammed sempre abateu os árabes era porque eles, os árabes, esperavam que ele, Muhammad, seguisse as regras. Afinal, antes de Maomé, havia regras de guerra estabelecidas. Mas quando Mohammed desenvolveu a jihad, ele desprezou todas as regras.

Irmão mataria irmão, pai mataria filho, membro da tribo iria para a guerra contra outro membro da tribo. Isto violou todas as regras da guerra árabe, mas Maomé Sabia como vencer, e a forma era violar as regras (Assim ele se tornou um assassino cruel).

Outra maneira de o 11 de setembro ter sido muito muçulmano foi que não houve nenhuma vergonha ou remorso dentro da comunidade islâmica. O livro mais popular no mundo árabe depois do 11 de Setembro foi escrito por um homem que dividiu uma cela com Zawaheri. E sua crítica de Zawaheri não foi que o que eles tinham feito era imoral. Não. O errado foi acordar o Tigre do sono, a América. Muitos muçulmanos não expressaram nenhum remorso sobre os 3000 Kafirs mortos porque em nenhum momento na vida de Maomé ele jamais expressou o menor remorso pela morte de um Kafir. Na verdade, temos registros em que ele ria e aplaudia quando os Kafirs sofriam.[2]

Aqui está uma coisa interessante sobre o ataque ao World Trade Center. Dois dias depois, os telefones começaram a tocar nas igrejas da América, e quando os membros da igreja atendiam o telefone, a outra pessoa dizia, “Eu sou um muçulmano e gostaríamos de ir à sua igreja e dar um seminário sobre o Islã, a religião pacífica.”

Agora, este era um grande engano, mas também foi feito com incrível velocidade e poder. Pense nisso. Você conhece algum outro grupo, Democrata, Republicano, militares – qualquer coisa no mundo – que poderia, em apenas 48 horas, lançar um ataque uniforme de relações públicas a toda uma nação?

Outra pista que o 11/09 segui o model e exemplo de Mohammed é que fomos chamados ao Islã [chamados à conversão] antes do ataque. Esse foi um modo de agir de Mohammed também. Osama Bin Laden publicou um vídeo em que condenou a América e depois convidou a América para o Islã. Se a América tivesse se convertido ao Islã – acho que neste caso, se George Bush tivesse decidido se tornar muçulmano – não haveria um ataque. O chamado ao Islã foi emitido em primeiro lugar. Isto foi padronizado seguindo a jihad “perfeita” de Maomé.

O 11 de setembro foi um ataque defensivo segundo o Islã. Toda jihad é defensiva porque o Kafir cria a primeira ofensa negando Mohammed. Assim, o Kafir ofendeu Alá primeiro. Portanto, o que segue a ofensa é um ataque defensivo. Se não fosse pelo Kafir, não haveria jihad.

E isso nos leva a algo a mais que precisamos saber. De acordo com a doutrina islâmica, a jihad é eterna e incumbe a todos os muçulmanos. A Jihad não deve cessar até que o último Kafir tenha se submetido. Enquanto houver Kafirs haverá jihad.

Tão logo depois do 11 de setembro, o Islã começou a atacar os Kafirs chamando-os de Cruzados. Agora, as Cruzadas são retratadas como más pelo Islã. Mas por que os cruzados foram para um Oriente Médio árabe e muçulmano? Eles foram ajudar o Cristãos que clamavam por socorro. Foi assim que tudo começou. Não foi um bando de Europeus que selaram seus cavalos e foram matar muçulmanos. Eles foram lá em resposta a uma súplica por ajuda, porque o sofrimento dos Cristãos no Oriente Médio era muito grande de suportar. Devemos lembrar como o Islã se espalhou para o Oriente Médio. O Islã veio ao Oriente Médio e conquistou pela espada, uma espada empunhada por Umar o Segundo Califa. Houve grande destruição. De fato, as Cruzadas são uma das poucas vezes que os Kafirs se voltaram para ajudar outros Kafirs que estavam sendo atacados pela jihad.

 

A OUTRA JIHAD

Dissemos que a jihad incumbe a todos os muçulmanos. No entanto, quando você vai para o trabalho, se há um muçulmano que trabalha com você, lá ele não entra com dinamite amarrada ao peito e explode todo mundo, mas ele ainda pode participar na jihad. Depois do 11/09, o FBI começou a seguir o dinheiro. E descobriu-se que muitos muçulmanos em todo os Estados Unidos estavam doando muito generosamente para o que se chama caridade, e quando o dinheiro era dado foi entendido que era para apoiar a jihad. Assim, quando um muçulmano preenche um cheque para apoiar a jihad, ele é um jihadista. Quando um muçulmano diz: “Oh não, não, jihad, guerra santa, este não é o nosso caminho. Nosso caminho é a religião de Paz”. Essa negação é um ato de jihad.

A grande jihad acontecendo na América hoje é praticada pela Arábia Saudita e outros países do Oriente Médio. E eles não estão usando a espada, eles estão usando o dólar. Os Sauditas – a Arábia Saudita – gastam três vezes mais dinheiro a cada ano do que a União Soviética gastou para espalhar o comunismo.[3] O que os sauditas estão espalhando é o Islã e a Sharia. Eles injetam enormes montantes de dinheiro nos EUA. A maioria das mesquitas são construídas com dinheiro Saudita e então é ocupada por um Imam escolhido pelos sauditas.

Mas o que é mais problemático é o dinheiro que está sendo gasto para afetar a política dos EUA. Washington, D.C. está cheia de dinheiro do Oriente Médio e o dinheiro é usado para comprar votos, influenciar pessoas e lançar campanhas políticas. Se você é muçulmano e quer candidatar-se a cargos políticos nos EUA, você não terá problemas com o financiamento de sua campanha. Qualquer Muçulmano que quer fazer qualquer coisa para promover o Islã nos Estados Unidos recebe um cheque em branco. A Jihad pode ser travada com dinheiro e os sauditas estão usando dinheiro extensivamente, como Mohammed. As palavras moribundas de Mohammed foram essas: “Nenhum Judeu nem Cristão será deixado na Arábia. Continue dando dinheiro para influenciar os embaixadores dos Kafirs”. E isto é o que os Sauditas estão fazendo. Eles estão influenciando os embaixadores Kafir e estão fazendo muito bem.

Outro lugar em que os muçulmanos usam o dinheiro para fazer avançar a jihad é em nosso sistema educacional. Nenhum livro que ensine sobre o Islã em nossas escolas pode ser usado sem ser aprovado por um comitê muçulmano. Como conseqüência, o único Islã que é estudado em nossas escolas é a gloriosa religião, não um glorioso sistema político. Nenhuma menção é feita sobre o assassinato de 270 Milhões de Kafirs ao longo de 1400 anos. Não há menção nestes livros didáticos sobre o Dhimmi, um Kafir que é um semi-escravo. De acordo com nossos livros didáticos, o Islã conquistou sem nenhum sofrimento. Nenhuma menção é feita de como o Islã tem desempenhado um papel-chave na escravidão por 1400 anos. Esta propaganda que glorifica o Islã em nossos livros escolares é a jihad. Mas jihad educacional não pára com os livros didáticos. Os sauditas têm injetado uma grande quantidade de dinheiro em nossos departamentos de história sobre o Oriente Médio em nossas universidades, Departamentos Árabes e cursos sobre religião. Estas grandes quantias de dinheiro são para influenciar sobre como a história, a religião e a política são ensinadas. Grandes somas de dinheiro também são injetados para cátedras apoiadas pelos sauditas.

Estudar o Islã em nossas universidades é feito com um currículo aprovado pelos sauditas.

Assim, a jihad pelo dólar em nosso sistema educacional é muito mais perigoso do que a jihad pela espada. Outro exemplo de jihad é o fato de que qualquer um na mídia que fizer um comentário será pressionado e ameaçado com ações judiciais. Os muçulmanos estão usando nossas próprias leis de direitos civis com grande efeito para intimidar e certificarem-se de que ninguém nunca mais dirá nada sobre o Islã que os muçulmanos não gostem. Porque como você vê, a liberdade de expressão não está na Sunna, o caminho de Maomé.

Por fim, não é a jihad da violência que é tão importante na nossa cultura. O que é importante é que não temos nenhum entendimento do que está acontecendo. Não entendemos que quando o dinheiro é usado para influenciar nossos políticos, os meios de comunicação e as escolas, isso é jihad. Portanto, não é que o Islã seja tão forte, mas é que sabemos tão pouco e isso nos torna muito fracos.

Jihad é o conceito político mais forte do Islã. Pode ser feito com a espada, com a caneta, com a boca e com dinheiro. A vida de Maomé fornece ao Islã um exemplo “perfeito” de táticas e estratégias para a jihad. O ataque ao World Trade Center é um livro texto sobre a jihad, mas a jihad mais poderosa é a islamização de nossa civilização.

Autor: Por Bill Warner; Tradução Walson Sales

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Notas:

[1] http://cspipublishing.com/statistical/TrilogyStats/Greater-jihad.html

[2] The Life of Muhammad, A. Guillaume, Oxford University Press, Karachi, 1982, pg. 675

[3] “Saudi Arabia: Fueling Religious Persecution and Extremism”, Nina Shea, palestra dada diante da the Religious Freedom Caucus dos representantes da US House, 01 de Dezembro de 2010, http://www.hudson-ny.org/1717/saudi-arabia-religious-persecution/


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