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O Islã político – Lição 8

por Artigo compilado - qui jul 27, 11:26 am

MUHAMMAD EM DETALHES

  • O Islã é inteiramente baseado em Maomé. A maneira mais fácil e segura de conhecer o Islã é estudar a vida e as palavras de Mohammed.
  • Mohammed nasceu em Meca há 1400 anos. Ele era um órfão que se tornou homem de negócios. Com cerca de 40 anos de idade, ele começou a ter visões e ouvir vozes. A voz lhe disse que ele era um profeta de Allah. Ele começou a contar aos outros sobre a mensagem de Allah. Depois de 13 anos, os habitantes de Meca o expulsaram da cidade e ele se mudou para a Medina.
  • Em Medina, ele se tornou um político e um líder de guerra. Ele desenvolveu a jihad, a violência sagrada para Allah. Durante os próximos 10 anos, Mohammed esmagou seus inimigos e tornou-se o primeiro governante de toda a Arábia.
  • Conhecemos os menores detalhes da maneira como ele comia, sobre sua ira, sua aparência e até mesmo sua vida familiar.

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É possível expressar o Islã político em uma só palavra – Mohammed.

A VIDA DE MOHAMMED

A vida de Maomé é tão importante para os muçulmanos quanto a vida de Cristo é para os Cristãos. O Alcorão diz mais de 70 vezes que os muçulmanos devem imitar a vida de Maomé nos menores detalhes. Todo muçulmano é um Maometano. Eles o imitam em todos os aspectos da vida, desde a adoração até os hábitos do banheiro. Grande parte da “Bíblia” muçulmana é sobre Maomé, não Allah.

Mohammed nasceu em 570 d.C., em Meca na Arábia. Ele nasceu em um clã de classe alta, mas ficou órfão e foi criado por seu tio. Seu tio era um comerciante e ensinou a Mohammed o negócio de ir para a Síria para trazer mercadorias para vender em Meca. Maomé se casou com uma viúva bem sucedida, mais velha que ele, Khadija.

Mohammed tinha uma mente religiosa e perguntava sobre o Cristianismo e o Judaísmo em suas viagens de negócios para a Síria. A Síria estava ao norte da Arábia, as margens do mar Mediterrâneo e era Cristã, parte do bizantino Império.

Naquela época, a Arábia tinha Judeus na parte norte e alguns cristãos espalhados na região. A grande maioria dos árabes eram politeístas. Muitas tribos ou cidades tinham suas próprias divindades. Quando uma pessoa se casava com outra, ambas as divindades seriam adoradas. Meca era um centro de peregrinação religiosa com um santuário chamado Kaabah. A Kaabah era um edifício de pedra em forma de cubo. Havia uma imagem de Jesus e Maria dentro, junto com símbolos de 360 ​​deuses.

Mohammed fez alguns retiros religiosos em uma caverna perto de Meca. Quando ele tinha por volta de 40 anos, teve uma visão de um anjo que mais tarde chamou de Gabriel. Este foi o início das visões e visitas relatadas por Mohammed. No início o deus de Gabriel não tinha nome. Mais tarde, esse deus recebeu o nome de Allah.

Allah era o deus da tribo Quraysh, a tribo de Maomé. O nome do pai de Mohammed era Abdullah (ou seja, escravo de Allah). Seus outros irmãos receberam nomes de outros deuses árabes. Os Quraysh eram os supervisores [guardiães] da Kaabah e eram encarregados das peregrinações. Os Quraysh eram semelhantes à tribo sacerdotal dos levitas. Allah era o deus lua dos Quraysh e era o deus principal dos muitos deuses em Meca. Mohammed promoveu Allah de deus principal a único deus.

PROFETA

Mohammed começou a contar aos amigos e familiares sobre suas visões e recitou a primeira poesia do Alcorão que ele disse ter vindo do anjo Gabriel. Mais tarde, Maomé pregou sua doutrina a todos de Meca. No começo, os habitantes de Meca não se preocuparam com a pregação de Maomé. Eles tinham 360 religiões e mais uma estava bem para eles.

Mohammed pregava a doutrina do Dia do Juízo Final e que todos os árabes que já haviam morrido iriam ao inferno. Isso enfureceu os moradores de Meca. Os ancestrais dos árabes tinham uma importância crucial para eles e serem informados de que seus antepassados ​​estavam indo para o inferno era demais. Mohammed foi agressivo com sua mensagem e era costume ir todos os dias ao Mercado e a Kaabah para discutir com todos. Meca Estava em tumulto sobre o Islã.

Medina

Após 13 anos de pregação [diária], Mohammed ganhou apenas 150 seguidores. Os moradores de Meca expulsaram Mohammed e todos os muçulmanos para fora da cidade, e eles foram para Medina, cerca de cem milhas ao norte. O Islã chama esse evento de Imigração; os que saíram de Meca para Medina foram chamados de imigrantes.

O evento é tão importante que o calendário islâmico começou nesta data. A palavra árabe para imigração é hijra, então o calendário islâmico é AH (Anno hijra). Um dos Cinco Pilares do Islã é a peregrinação a Meca, O Hajj. O migrante é uma figura sagrada e a primeira etapa da jihad é migração.

Depois de estarem em Medina por um ano, os muçulmanos eram muito pobres. Mohammed enviou invasores armados para tentar roubar as caravanas de Mecca que passavam em Medina. Na oitava tentativa, eles conseguiram e voltaram com o bens roubados e os cativos de Mecca para pedirem resgate.

Mohammed era generoso com o dinheiro, e compartilhou a riqueza com todos os muçulmanos. O Islã passou de uma religião para ser um sistema político com uma política de guerra chamada jihad. O Islã tornou-se a religião que pagava e pagava bem. Seus seguidores aumentaram para 250.

Jihad

Mohammed foi desde pequenas incursões em caravanas até começar a combater contra os Exércitos de Meca. A partir de então toda a natureza do Alcorão mudou. Em Meca, cerca de dois terços do Alcorão demonstravam ira contra os que não acreditavam em Maomé e condenaram todos eles ao inferno. Mas depois em Medina, o Alcorão começou a falar da espada, dos cativos, da escravização, dos resgates e do saque de guerra. Alá conclamou todos os muçulmanos a jihad contra aqueles que não acreditavam em Maomé.

Os Judeus

A maioria dos atos de jihad tinham sido contra os árabes. No entanto, depois que Mohammed estabeleceu os resultados pretendidos contra os árabes, ele se voltou para os Judeus. O Alcorão do período de Meca era cheio de histórias Judaicas que tinham sido recontadas para provar que Mohammed era o último na linha dos profetas Judeus. De fato, a reivindicação era que os profetas Judeus realmente eram muçulmanos e que o Antigo Testamento tinha sido corrompido para encobrir a natureza islâmica da mensagem de Deus.

O Alcorão do período de Meca também afirmava que o Deus dos Judeus era Allah. Em suma, Mohammed fez uso liberal das Escrituras Judaicas. A questão chave nisso tudo é que poucos Judeus moravam em Meca, então ninguém o contradizia. No entanto, em Medina, metade dos cidadãos eram Judeus, e eles não aceitaram Maomé como um profeta. O Alcorão se voltou então contra os Judeus e os condenou ao inferno.

Depois que o Alcorão amaldiçoou os Judeus em Medina [a medida que as revelações iam chegando], Mohammed aniquilou as três tribos Judaicas, uma por uma. Os Judeus de Medina eram separados pelo ódio mútuo e não se apoiariam na guerra.

Então ele atacou os Judeus que viviam a cem milhas de distância. No fim, todos os não-muçulmanos na Arábia foram exilados, assassinados, escravizados ou feitos semi-escravos chamados dhimmis [mais sobre os dhimmis depois].

Triunfo

Dez anos depois que ele foi exilado de Meca, Mohammed retornou como seu conquistador. Sua primeira ordem oficial foi orar na Kaabah.[1] Depois ele emitiu mandados de morte para todas as pessoas que se opuseram a ele, incluindo duas dançarinas que haviam cantado uma música que o satirizava. Ele também executou um de seus antigos secretários. Esse secretário havia suspeitado que Mohammed estava inventando as revelações do Alcorão, deixou o Islã e fugiu de Medina para Meca. Mohammed matou a qualquer um que falasse contra ele. Toda a Arábia tornou-se islâmica, e Mohammed tornou-se o primeiro governante de toda a Arábia.

Mohammed esteve envolvido com um evento de violência a cada 6 semana em média, por 9 anos e isso não inclui assassinatos, muçulmanos estuprando mulheres,[2] e execuções.

AS TRADIÇÕES DE MOHAMMED

Há muitas pequenas histórias sobre Mohammed chamadas de tradições ou Hadith. Todas estas tradições são escritos sagrados, uma vez que um muçulmano deve imitar Mohammed em todas as coisas. Cada uma das histórias tem um número semelhante ao capítulo-versículo da Bíblia. O próximo capítulo explicará mais sobre os hadiths. Para agora, Bukhari e Abu Muslim são os dois principais escritores de hadiths.

Sua Ira

Há muitos hadiths sobre a ira de Maomé. O exemplo dele é o motivo de que  muitos muçulmanos se irritam facilmente.

Bukhari 8,73,130 – Uma vez tinha uma cortina com imagens de animais na minha casa [de Aisha]. Quando Mohammed viu, seu rosto ficou corado de raiva. Ele a rasgou e disse: “Pessoas que pintam tais imagens receberão o castigo mais terrível no inferno no Dia do julgamento.”

Aos muçulmanos é permitido amaldiçoar seus inimigos, exatamente como Mohammed amaldiçoou.

Bukhari 9,85,73 – Mohammed imploraria a Allah nesta oração, “Allah, salve os muçulmanos fracos. Seja cruel com a tribo Mudar e fira-os com anos de escassez e fome, assim como você trouxe fome ao povo durante o tempo de José”.

Aqui vemos como Mohammed usou personagens do Antigo Testamento. Tudo sobre o Islã, exceto a jihad, veio do Judaísmo, do Cristianismo, das religiões tribais da Arábia e do Zoroastrismo. Mas as idéias não foram apenas tomadas emprestadas, mas alteradas para mostrar que Maomé era um profeta.

Esposas

Mohammed tinha cerca de onze esposas[3] e várias escravas usadas para sexo. Aisha era sua esposa favorita. Mohammed sonhava com sua esposa favorita, Aisha, quando ela tinha seis anos de idade e ele estava no início dos seus cinquenta anos.

Muslim 031, 5977 – Aisha cita Mohammed: “Três noites em uma fila eu vi você em um sonho. Um anjo entregou você envolta em sedas e disse: ‘Esta é a sua esposa.’ Ao desenrolar a seda, seu rosto apareceu. Eu disse: ‘Se este sonho é realmente de Allah, então, deixe que Allah o faça acontecer.'”

Seu casamento [ele tinha 53 anos na consumação]:

Bukhari 7,62,65 – Mohammed e Aisha se casaram quando Ela tinha seis anos. Eles consumaram o casamento quando ela estava com nove anos. Hisham disse: “Foi-me dito que Aisha ficou com Mohammed desde os nove até a sua morte”.

Aisha no harém:

Bukhari 8,73,151 – Minhas amigas e eu [Aisha] brincávamos com bonecas na presença de Maomé. Elas tentavam se esconder quando ele entrava, mas ele sempre as chamaria de volta para brincar comigo. Brincar com bonecas ou com qualquer coisa com uma imagem humana era proibido, mas porque eu era muito nova, ainda sem ter atingido a puberdade, era permitido.

Hábitos

O islamismo consiste em comportamento externo que imita Mohammed.

Bukhari 7,65,292 – Mohammed preferia começar as coisas do lado direito; pentear os cabelos, calçar os sapatos ou fazer a ablução.[4] Ele seguiria essa prática em tudo o que fazia.

Muslim 023, 5018 – Anas disse que Mohammed proibiu as pessoas de beberem em pé. Qatada relatou: nós o perguntamos: “E sobre comer em pé?” Anas disse: “Isso é ainda mais censurável”.

Muslim 023, 5029 – Anas relatou a história que Mohammed bebia seus refrescos em três goles.

Muslim 023, 5037 – Mohammed: “Quando um muçulmano come, eles não devem limpar suas mãos até que elas sejam lambidas e fiquem limpas, ou por si mesmos ou por outra pessoa”.

Muslim 024, 5231 – Mohammed: “Quando alguém coloca sandálias, ele deve colocar a direita primeiro. Quando alguém tira as sandálias, ele deve retirar a esquerda primeiro. Ou isso ou simplesmente as coloque ou as retire ao mesmo tempo.”

Muslim 024, 5234 – Mohammed tornou ilegal um homem comer com a mão esquerda ou andar com apenas uma sandália. Ele também proibiu um homem de usar uma peça de vestuário que não tivesse abertura para braços ou que não se sustentasse ao usar uma única peça de vestuário que pudesse expor suas partes íntimas.

O mundo deve imitar Mohammed nos menores atos.

Muslim 024, 5238 – Mohammed: “Ninguém deve deitar de costas com um pé colocado em cima do outro.”

Mohammed parece ter sido excepcionalmente modesto.

Bukhari 7, 72, 807 – Um dia, um homem espiou a casa de Mohammed e viu ele coçando a cabeça com um pente. Notando o homem, Mohammed disse: “Se eu tivesse percebido que você estava me espreitando, eu teria colado este pente no seu olho. O motivo que as pessoas devem pedir permissão é para evitar que vejam coisas que elas não deveriam”.

Humor na jihad.

Muslim 031, 5932 – Saed informou, sob a autoridade de seu pai, que o Apóstolo de Allah reuniu seus pais para ele no Dia de Uhud quando um Kafir atacou os muçulmanos. Aí, o apóstolo de Allah lhe disse: “(Saed), atire uma flecha, que minha mãe e meu pai sejam levados como resgate por você.” Arrastei uma flecha e atirei uma flecha sem penas no Kafir de Meca, visando o lado dele. Ele caiu e suas partes íntimas ficaram expostas. O Mensageiro de Allah riu de modo a ver os dentes da frente.

Crueldade com os não-muçulmanos.

Bukhari 2, 24, 577 – Algumas pessoas vieram a Medina e se submeteram ao Islã, mas o clima os deixou doentes, então Mohammed lhes deu permissão para ficar entre os camelos que foram coletados como impostos. Ele lhes disse para beberem a urina do camelo com leite, e assim ficariam curados. No entanto, as pessoas em vez disso assassinaram o escravo de Maomé que pastoreava os camelos e roubaram os camelos. Mohammed enviou homens atrás deles e foram rapidamente capturados. Mohammed ordenou que suas mãos e pés fossem cortados (e cauterizados, para impedir que sangrassem até a morte), e seus olhos perfurados com ferros quentes. Depois foram deixados para morrer de sede nas rochas de Harra.

Aqui estão dois dos muitos hadiths que relatam que Maomé era branco.

Bukhari 4 ,56, 765 – Quando Mohammed se prostrou para orar, ele abriu os braços o máximo possível, que podíamos ver suas axilas. Ibn Bukair descreveu isso como “a brancura de suas axilas”.

Bukhari 1, 3, 63 – Um dia estávamos sentados com Mohammed na Mesquita, quando um homem subiu em um camelo. Ele perguntou: “Qual de vocês é Mohammed?” Nós respondemos: “Esse homem branco apoiado no braço…”

DEPOIS DE MOHAMMED

Depois que Mohammed morreu, um novo líder teve que ser escolhido. Ele não nomeou ninguém para sucedê-lo, nem deixou nenhum processo para escolher um novo líder. Abu Bakr, o companheiro mais próximo de Mohammed, foi selecionado para ser o Califa, uma combinação de papa e rei. Após a morte de Maomé, muitos dos novos muçulmanos queriam deixar o Islã. No entanto, ser um apóstata (Deixar o Islã) exigia uma sentença de morte, e Abu Bakr passou os próximos dois anos matando todos aqueles que queriam sair.

Após sua morte, Umar, outro dos companheiros de Maomé, tornou-se califa. Umar passou os próximos dez anos em uma jihad violenta contra o Egito, a Síria, o Iraque e a Pérsia. O Cristianismo foi destruído nestas áreas. Um persa que foi escravizado por Umar o matou.

O próximo califa foi Uthman, outro Companheiro de Maomé. Ele reinou por doze anos e foi morto pelo neto de Abu Bakr ao longo de um disputa política. O corpo de Uthman foi colocado no depósito da cidade.

Ali foi o último dos Companheiros de Maomé a ser califa. Seu reinado estava preocupado com a política interna. Ele foi implicado como parte da conspiração que assassinou Uthman. Aisha, a esposa favorita de Mohammed, liderou uma guerra civil contra Ali. No final, Ali foi morto. No que tornou-se a fonte da divisão sunita / xiita,[5] seus dois filhos também foram mortos.

Abu Bakr foi o único dos companheiros de Mohammed que se tornou Califa e morreu uma morte natural.

O CRESCIMENTO DO ISLÃ

Mohammed teve dois períodos distintos de sua carreira. Em Meca, ele era um pregador da religião e converteu cerca de 150 árabes a sua mensagem. Quando ele se mudou para Medina, ele se tornou um político e um guerreiro. Quando ele morreu cada árabe em sua esfera havia se convertido. Aqui está uma pequena amostra do crescimento de Islamismo:

  1. Em 13 anos pregando em Meca, Maomé consegue 150 convertidos;
  2. Depois da Hégira, expulsão de Meca e mudança para Medina e da mudança da mensagem, em apenas 10 anos, Maomé passa dos 100.000 seguidores e se torna o senhor da guerra da Arábia.

Por Bill Warner, Tradução Walson Sales

[1] A Kaaba é um edifício de pedra em Meca, em forma de um cubo de pouco mais de 9 metros. É a direção que todos os muçulmanos rezam. Não há islamismo sem a Kaabah.

[2] O Islã tem uma doutrina muito detalhada de como as mulheres devem ser tratadas.

[3] Curiosamente, existem relatos diferentes sobre o número de esposas.

[4] Ablução é um ritual de purificação com água.

[5] A divisão entre Sunitas e Xiitas é, antes de tudo, religiosa. Para o Kafir, essa divisão não tem nenhuma consequência. Tanto os Suniras quanto os Xiitas tratam o Kafir da mesma maneira.


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

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