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O que dizem os adventistas sobre o castigo eterno

por Pr. Natanael Rinaldi - sex mar 22, 9:56 am

“Quão repugnante a todo sentimento de amor e misericórdia, e mesmo ao nosso senso de justiça, é a doutrina de que os ímpios mortos são atormentados com fogo e enxofre num inferno eternamente a arder; que pelos pecados de uma breve vida terrestre sofrerão tortura enquanto Deus existir!” (O Conflito dos Séculos, p. 540).

Refutação: A Sra. White afirma é “repugnante a todo o sentimento de amor e misericórdia, e mesmo ao nosso senso de justiça” admitir a doutrina do castigo eterno. A nossa resposta é: “Por que foi Deus ao ponto de salvar as almas perdidas, através do sacrifício do seu próprio Filho (Jo. 3.16; IJo. 3.16)? Qual a razão duma oferta tão valiosa para salvar os perdidos (Lc. 19.10) já que, de qualquer modo, os mortos perdidos estarão para sempre aniquilados? Em Mt. 3.7 e Lc. 3.7, João Batista aconselhava os homens a fugirem da ira vindoura (Mt. 25.41-46; IITs. 1.7-9).

Pode um ser, humano e pecaminoso, determinar como Deus deve retribuir aos que têm recusado seu plano de salvação gratuito (Tg. 2.11-13)? Está o homem capacitado para determinar a duração e a forma de castigo que ele mesmo merece?

Como se deve medir a gravidade de um crime no Direito Penal? Pela demora para praticá-lo ou pela sua gravidade? Crimes praticados com requintes de perversidade são castigados mais severamente do que aqueles com mais demora em serem executados, mas com menos gravidade.

Os Adventistas admitem que a justiça de Deus pode ser questionada por nós, mas não podemos esquecer de que Ele é o Juiz do universo (Gn. 18.25), e só no futuro poderemos saber algo que ainda não conhecemos quanto ao julgamento de Deus:

“O julgamento de que os santos participam serve ao propósito de responder qualquer questão que os justos possam ter em relação às causas que levaram outros a se perderem. Deus deseja que aqueles aos quais foi dada a vida eterna tenham plena confiança em Sua direção, de modo que Ele lhes revelará as operações de Sua misericórdia e justiça” (Nisto Cremos, p. 475).

E o que reconheceram?

“Perceberão quão negligente e obstinadamente os pecadores desprezaram e rejeitaram Seu amor” (Nisto Cremos, p. 475).


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2 Comentários

Comentários 1 - 2 de 2Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. a parte pratica do inferno, deveras não é agradável a ninguém,” … porque estou atormentado nesta chama.” Lucas 16:24b, mas não é por isso que qualquer individuo por achar isso uma situação grotesca que vai poder mudar o texto bíblico original ?

    1. Foi Jesus quem narrou o relato do “rico e lazaro” … e quem é essa EGW para vir distorcer o que Ele disse, os adventistas acham que EGW é um tipo de reformadora do que Jesus e o Espirito Santo disse no passado para a tal suposta “igreja remanescente” .. dá licença, conto do vigario.

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