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O que é a abominação da desolação?

por Enviado por email - ter jun 02, 9:10 am

A frase “abominação da desolação” se refere a Mateus 24.15: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)”. Essa passagem se refere a Daniel 9.27: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”. Veja também Daniel 12.31. Em 167 A.C., um governador grego pelo nome de Antióquio Epifanes preparou um altar a Zeus sobre o altar dos holocaustos no templo judeu em Jerusalém. Ele também sacrificou um porco no altar do templo de Jerusalém. Esse evento é conhecido como “a abominação da desolação”.

Em Mateus 24.15, Jesus estava falando uns 200 anos depois que a abominação da desolação descrita acima tinha ocorrido. Então, Jesus estava profetizando que em algum tempo futuro uma outra abominação da desolação iria acontecer no Templo de Jerusalém. A maioria dos intérpretes das profecias bíblicas acreditam que Jesus estava se referindo ao anticristo, que vai fazer algo muito parecido ao que Antióquio Epifanes fez. Isso é confirmado pelo fato de que parte do que Daniel profetizou em Daniel 9.27 não ocorreu em 167 A.C. com Antióquio Epifanes. Antióquio não confirmou uma aliança com Israel por sete anos. É o anticristo que, no final dos tempos, vai estabelecer uma aliança com Israel por sete anos e então quebrá-la ao fazer algo parecido com a abominação da desolação no Templo de Jerusalém.

Qualquer que seja a futura abominação da desolação, não vai deixar nenhuma dúvida de que aquele que está cometendo tal ato é o anticristo. Apocalipse 13.14 o descreve fazendo algum tipo de imagem à qual muitos serão forçados a se curvar e adorar. Tornar o templo do Deus verdadeiro em um lugar de adoração para si mesmo é uma abominação incrível aos olhos de Deus. Aqueles que estão vivos e permanecem durante a Tribulação devem ser vigilantes e reconhecer que esse evento é o início dos três anos e meio do pior do período da Tribulação e que o retorno de Cristo é iminente. “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (Lucas 21.36)

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Prof. Abdias Barreto


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