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O sábado e os adventistas

por Pr. Natanael Rinaldi - sáb jul 12, 1:47 pm

lei-de-deus

I –   A lMPORTÂNCIA DA GUARDA DO SÁBADO PARA OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA (ASD).

1. “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna” (Testemunhos Seletos, vol. III, pg.22, 2ª edição, 1956).

Comentário: Os ASD costumam afirmar que o sábado não salva, mas se alguém não guardar o sábado não se salva.

2. Embora aleguem base bíblica para essa atitude intransigente, na verdade estão alicerçados na autoridade de Ellen Gould White:

“Nos tempos antigos. Deus falou aos homens pela boca de seus servos e apóstoIos. Nestes dias Ele lhes fala por meio dos TESTEMUNHOS DO SEU ESPÍRITO. Não houve ainda um tempo em que mais seriamente falasse ao Seu povo a respeito de Sua vontade e da conduta que este deve ter” (o maiúsculo é nosso). Compare com Hb. 1.1; Jo. 5.39-40; Pe. 1.10-11.

 

II –  A DIVISÃO DA LEI EM DUAS LEIS – LEI MORAL E LEI CERIMONIAL.

1. Há diferença entre Lei Moral e Lei Cerimonial?

O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sobre a obrigação de guardar a Lei do Velho Testamento (Rm. 7.4-7; IICo. 3.6-11; Gl. 3.19-25; 4.1, 5.21-31; 5.4; Ef.2.14-15; Cl. 2.16-17; Hb. 7.13, 19; 8.7-13; 9.4). Os ASD e outros tentam escapar do significado dos textos indicados, inventando a diferença entre a Lei Moral, que eles chamam a Lei de Deus, e a Lei Cerimonial, que eles chamam a Lei de Moisés. Normalmente, eles ensinam que a Lei Cerimonial foi abolida por Cristo, mas a Lei Moral ainda está vigente. A distinção que fazem os ASD é a seguinte:

A LEI MORAL                                                                A LEI CERIMONIAL

a- foi proferida por Deus                                             a- foi ditada por Moisés

b- foi escrita pelo dedo de Deus numa pedra             b- foi escrita por Moisés num livro

c- foi posta na arca                                                      c- foi posta ao lado da arca

d- deverá permanecer firme para sempre                 d- foi cravada na cruz

e- não foi destruída por Cristo                                    e- foi ab-rogada por Cristo

 

2. Essa divisão é artificial como reconhecem os próprios ASD:

“Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1) lei moral; 2) lei cerimonial; 3) lei civil; 4) estatutos e juízos; 5) leis de saúde. Esta classificação é em parte artificial” (Lições da Escola Sabatina, p. 18, de 08.01.1980 – o grifo é nosso).

3. Outra confissão:

“Note que ‘A lei de Moisés’ (Atos 15.5) nas escrituras, refere-se a todas as leis dadas por meio de Moisés cerimonial, moral e civil”… A lei de Moisés (Hb 10.28) incluía os Dez Mandamentos” (Rev. Escola Sabatina, abril-junho 1990, p.11, lição de Adultos/ Professor).

4. Em Ne. 8.1,3,8,18 indistintamente aparecem as expressões: “lei de Moisés” (v.1); “livro da lei” (v.3); “lei de Deus” (v.8); “no livro da lei de Deus” (v.18).

5. Comparar Gl.3.10 com Dt.27.26 para se verificar que o livro da lei não continha só preceitos cerimoniais (começar pelo v.15).

6. Comparar Mt. 22:37-39 onde os dois maiores mandamentos citados por Jesus são encontrados no livro da lei de Moisés (Dt.6:5; Lv.19:18).

7. Além disso a Bíblia usa as expressões Lei do Senhor e Lei de Moisés, indiferentemente, nos mesmos casos:

1º Exemplo:

“Porque Moisés disse: honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser o pai ou a mãe, morrerá de morte” (Mt.7.10).

Comentário: Ora, nós sabemos por Ex. 20:12 que se trata do 5º mandamento do decálogo, no entanto é dito que “Moisés disse”. Desde que a lei de Moisés – dentro da divisão feita pelos ASD – se compõe de leis inteiramente cerimoniais e abolidas, ficamos desobrigados de respeitar pai e mãe.

2º Exemplo:

“Não vos deu Moisés a lei? E nenhum de vós observa lei. Por que procurais matar-me?” (Jo.7:19).

Comentário: Onde lei proíbe o homicídio? Em Ex.20:13, dentro dos 10 mandamentos, chamados por Jesus de Lei de Moisés, ou a Lei dada por Moisés. É preceito inteiramente cerimonial e abolido?

3º Exemplo:

“Pelo motivo que Moisés vos deu a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais) no sábado circuncidais um homem. Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignai-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem?” (Jo. 7:22-23).

Comentário: No Judaísmo a circuncisão era mais importante do que a guarda do sábado semanal, porque o rito da circuncisão marcava o varão judeu como descendente de Abraão (Gn.17:9-14) e era um concerto perpétuo. Se o sábado fosse um preceito moral, não poderia ficar subordinado à circuncisão, um preceito cerimonial e que não obriga mais os cristãos nos dias atuais (Gl. 6.15), da mesma forma que o sábado (Cl. 2:16-17).

4º Exemplo:

“Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moísés” (IICr. 34.14).

8. O argumento dos ASD sobre os 10 mandamentos:

Dizem os ASD: “O que têm os evangélicos contra os 10 mandamentos? Vocês gostariam de ter outro deus diante de Deus, curvar-se diante de imagens, ou tomar o Seu Santo nome em vão? Não desejam vocês honrar seus pais, ou querem matar alguém, cometer adultério, furtar, testemunhar falsamente, cobiçar? E aguardam então a nossa resposta, que obviamente é: Não! E então prosseguem: O problema não é o sábado?”

Comentário: O problema não é o sábado. O problema é que não estamos debaixo do Antigo Concerto (Hb. 8.6-13) e o Antigo Concerto abrangia toda alei dada por Deus a Moisés e que incluem mandamentos constantes do Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia). E esses preceitos incluíam: preceitos, holocausto, ofertas, formalidades sacerdotais, ritual do santuário, festas anuais, luas novas, abluções, manjares, sábados (Subtilezas do Erro, p. 70, 19ª Edição, 1965). Por outro lado, poderíamos devolver a pergunta do ASD da seguinte forma:

Em Mt 12.5 encontramos o seguinte relato: “Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?”

Perguntemos ao ASD: “Podiam os sacerdotes no templo, ter um outro deus diante de Deus e ficar sem culpa? Poderiam curvar-se diante dele e ficar sem culpa? Poderiam desonrar pai e mãe, matar alguém, cometer adultério, furtar, testemunhar falsamente, cobiçar e ficar sem culpa?” A resposta do ASD seria: Não! E prosseguimos:

“Poderiam os sacerdotes violar o sábado no templo e ficar sem culpa? A única resposta correta que poderiam dar é: Sim! Como Senhor do sábado, isto é, com autoridade sobre o dia para determiar qual o grau de culpabilidade de quem trabalha no sábado, como na acusação que os judeus faziam dos apóstolos, a palavra de Jesus foi “Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenareis os inocentes” (Mt.12.7).

Qual a culpa de um inocente? Nenhuma. Qual a transgressão de quem trabalha no sábado? Nenhuma.

III – A ABOLIÇÃO DO SÁBADO:

1. A profecia concernente à abolição do sábado, Os. 2.11: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados; e todas as suas festividades” (o grifo é nosso).

2. O cumprimento da Profecia era Cl. 2.14-17. Quando apontamos que essa passagem de Cl. 2.14-17 cumpre a profecia de Os 2.11 para a abolição do sábado semanal, os ASD costumam arrazoar que a palavra “sábados” de Cl.2.16 se refere aos chamados sábados cerimoniais ou anuais de Lv 23.

3. Razões que invalidam esse raciocínio:

a) A expressão de Cl. 2.16 “dias de festa” se relaciona com os feriados ou sábados cerimoniais ou anuais, denominados festas. São sete as festas judaicas:

1 .Festa da Páscoa – 15º dia do mês, Lv. 23.5-7;

2. Festa dos Asmos – 21º dia do 1º mês, Lv. 23:8;

3. Festa de Pentecostes – 50º dia depois da Páscoa, Lv.23:16;

4. Festa das Trombetas – 1º dia do 7º mês, Lv.23:25;

5. Festa da Expiação – 10º dia do 7º mês, Lv.23:26-32;

6. Festa dos Tabernáculos (1º dia da Festa) – 15º dia do 7º mês;

7. Festa dos Tabernáculos (última da festa), Lv.23:24-36.

b) A fórmula “dias de festa, luas novas e sábados” é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais; ou semanais, mensais e anuais:

1º exemplo:

Nm. 28.8-10 – sábados semanais;

Nm. 28.14 – luas novas;

Nm. 28.16-17 – festa anual

2º exemplo:

1Cr. 23.31 – “E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas novas (cada mês) e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente” (o parêntese é nosso).

3º exemplo:

2Cr. 2.4 – “Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante Ele incenso aromático, e para o pão contínuo da preposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde (cada dia), nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês) e nas festividades (cada ano)” – o parêntese é nosso.

Poderiam ser indicados ainda os seguintes textos: 2Cr. 8.13; 31.3; Ez. 45.17. Paulo usa o mesmo agrupamento em Cl 2.16. Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer que “sábados” significasse festas, quando elas já estão citadas na expressão “dias de festa”?

c) Usando de argumento muito citado pelos ASD, eles dizem aparecer os termos ‘sábados’, ‘sábado’ e ‘dia de sábado’ 60 vezes no Novo Testamento. Em cada caso exceto um, refere-se ao sétimo dia. Em qual o caso se faz exceção? Justamente o de Cl. 2.16. Então, se os termos “sábado, sábados e dia de sábado” aparecem 60 vezes, e sempre se referem ao sétimo dia, com exceção de um, dando-se à palavra sábados de Cl. 2.16 o sentido de sábado semanal, temos em apoio da nossa interpretação 59 casos. Logo, o sentido de sábado semanal para Cl.2.16 é de sábado semanal, que Paulo afirma ter sido cravado na cruz.

4. Opinião de um escritor adventista

Samuele Bacchiocchi: “Outra indicação significativa que contraria o sábado cerimonial anual é de que estes já estão incluídos na palavra “heortês” e se “sabbáton” significasse a mesma coisa, haveria uma repetição desnecessária. Estas indicações mostram fortemente que a palavra “sabbáton”, conforme usada em Cl. 2.16, não pode referir-se a nenhum dos sábados cerimoniais anuais” (From Sabbath To Sunday, p. 358,59,60 – 1977).

5. O significado Espiritual do sábado:

O dia de sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo, da mesma forma que a páscoa (1Co 5.7). O sábado significa descanso e libertação do trabalho. Cristo trouxe o descanso e libertação do pecado. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mt. 11.28-30).

IV – RESPONDENDO A OBJEÇÕES.

1. Jesus guardou o sábado:

Resposta: Certamente que sim. Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gl. 4.4) e, portanto, obedeceu a todas as leis do Velho Testamento. Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote pela purificação, guardou a páscoa etc. (Lc. 2.21-24; 5.12-14: Mt.26.18,19). Mas quando Jesus morreu, Ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha (Jo.19.30; Mt. 27.51). Se o fato que Jesus guardou páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.

2. Paulo guardou o sábado:

Resposta: As escrituras não ensinam isso. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (At. 18.4). O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas (1Co. 9.19-23). Assim, circuncidou a Timóteo (At. 16.3) e declara que a circuncisão nada vale (Gl. 6.15); observou o pentecoste (At. 20.16); tosquiou a cabeça guardando voto (At.18.18); fez ofertas segundo a lei (At. 21.20-26).

3. Jesus ordenou ao moço rico que guardasse os mandamentos:

Resposta: Não mandou Jesus que o moço rico guardasse o sábado (Mt. 19.16-22). Jesus citou mandamentos fora do decálogo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lv. 19.18) e “não defraudarás alguém” (Mc. 10.19), que se acha em Lv. 19.13. Se somos obrigados a guardar o decálogo, porque Jesus citou mandamentos do decálogo, somos obrigados somos obrigados também a guardar toda a lei de Moisés, pois Jesus citou mandamentos dela (Gl. 3.10-11; 2.16-17).

4. Jesus afirmou que não veio abolir a lei:

Resposta: A passagem de Mt. 5.17-19 não diz que cada jota ou til da lei vão permanecer até que o céu e a terra passem, mas diz que não passarão “sem que tudo seja cumprido”. É o que se lê em Lc. 16.16-17. A permanência da lei dependia de quem a cumprisse e Jesus a cumpriu integralmente (Jo. 19.30). O que Jesus asseverou não foi o tempo que a lei devia permanecer, mas a certeza do seu cumprimento (Lc. 24.44-45; At. 13.29; Rm. 10.4). A lei de que fala Jesus não é só o decálogo, mas toda lei e isso não interessa aos adventistas, pois para eles só os 10 mandamentos interessa, para justificar a guarda do sábado. Vejamos:

a) Jesus fala de três mandamentos do decálogo: fala do 6º no v.21; do 7º no v.27 e do 3° no v.33.

b) Jesus fala de mandamentos fora dos 10: “Olho por olho” (Lv.24.20 no v.38); do amor ao próximo (Lv. 19.18, no v.43) Jesus pois cumpriu toda a lei, inclusive o decálogo, que passou (Rm. 10.4).

5. O sábado é um preceito perpétuo:

Resposta: Se somos obrigados a guardar o sábado, por ser denominado um concerto (Ex.31.16-17) então seremos obrigados também a guardar os seguintes preceitos também denominados perpétuos:

a) páscoa (Ex. 12.14);

b) circuncisão (Gn. 17.1-7, 9-11);

c) celebrar sábados anuais ou cerimoniais (Lv. 23.31-37);

d) lavar as mãos e os pés (Ex. 30.21).

6. Ex. 20.1-17. Afirmam que o decálogo é perfeito e por ele seremos julgados.

Resposta: Os dez mandamentos não foram escritos em pedras por serem superiores, mas para servirem de testemunhe visível de toda a lei. Daí porque:

a) as táboas da lei são chamadas de táboas do testemunho (Ex. 31.18);

b) a arca na qual foram postas é chamada de arca do testemunho (Ex. 40.5);

c) e o tabernáculo, onde a arca era guardada, é chamada de tabernáculo do testemunho (Ex.38.21). Era costume na época erigir-se algo visível para testemunhar acontecimentos solenes (Gn. 28.18; 31.48).

V. A RAZÃO DA ESCOLHA DO DOMINGO COMO DIA DE ADORAÇÃO:

1. A instituição do Dia do Senhor:

Os ASD afirmam que a instituição do primeiro dia da semana (domingo) como dia do Senhor é espúria. Que diz a Bíblia?

“A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor: Regozigemo-nos e alegremo-nos nele” (o grifo é nosso).

Comentário: A pedra rejeitada, como sabemos, é Jesus Cristo (Mt. 21.42; At. 4.11,12);

Iniciou seu ministério declarando ser Filho de Deus ou Deus Filho (Jo.5:18; 8.58; 10.30-33);

Foi rejeitado e crucificado (Jo.19.1-7).

Isto se deu numa sexta-feira ( Mc. 15.42 47).

Ressurgiu no 1º dia da semana (Mc. 16.9; Jo 20.1,19,20; Mt. 28.18). “Este é o dia que fez o Senhor”. Ao Ievantar seu Filho dentre os mortos, fez Deus essa “coisa maravilhosa”. E essa “coisa maravilhosa” se deu no 1º dia da semana.

2. O significado da expressão “dia do Senhor” em Ap. 1.10:

“Eu fui arrebatado em espírito num dia de domingo…” (Antonio Pereira de Figueiredo);

“Num domingo, caindo em êxtase, ouvi atrás de mim uma voz…” (Edições Paulinas);

“Um dia de domingo, fui arrebatado em espírito” (Trad. Mattos Soares).

a) “Samuele Bacchiocchi realiza seminários do “Dia do Senhor” por igrejas adventistas do sétimo dia no território de associações, mas a que dia ele está chamando de Dia do Senhor?

Em seu livro From Subbath to Sunday (Do Sábado Para o Domingo) o “Dia do Senhor” é mencionado como sendo o domingo mais de 51 vezes, somente nas primeiras 160 páginas!

Contudo, esse livro é promovido por nossos líderes como uma obra extraordinária. (Sonhos e Visões, de Jeanine Sautron, p. 384/85).

b)    Provas adicionais dos pais da Igreja:

1. “Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o sábado, porém vivendo de acordo com o “dia do Senhor”. (Inácio, 100 A.D.).

2. “No dia chamado domingo há uma reunião num certo lugar de todos os que habitam nas cidades ou nos campos, e as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas são lidos” (Justino Mártir 140 A.D.).

3. “Nós guardamos o dia oitavo com alegria, no qual também Jesus ressurgiu dos mortos e tendo aparecido ascendeu ao céu”. (Barnabé, 120 AD.)

4. “Num dia, o primeiro da semana, nós nos reunimos”. (Bardesanes, 180 A.D.).

 

3.    Objeções arguidas pelos ASD:

a)    É um sinal da besta de Ap. 13.18;

CÔMPUTO ASD:            V I C A R I U S   F I L L I D E I

5+ 1+100 1+5+ 1+50+1+1+500+ 1=666

CÔMPUTO CORRETO:  5+1+100 + (IV)4+ 1+50+1+1+500+ 1=664

CÔMPUTO COM O NOME DE ELLEN GOULD WHITE

E L L E N   G O U L D   W H I T E

50+50+ 50+500+5+5+ 1 =666

b)    O domingo em inglês é sunday (dia do sol)

Pensam com isso colocar o domingo como de origem pagã.

Resposta: Se o domingo é pagão, por ser escrito dia do sol em inglês, então a origem do sábado também é pagã, pois em inglês escreve-se saturday, isto é, dia de Saturno, dedicado ao deus falso Saturno, com suas orgias características.


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  1. No sermão do monte, Jesus explanou toda a lei dando o sentido correto, até falou sobre “jejum” mas em nenhum momento sequer menciona “guardar o sabado”.´[o jejum é mais importante que o sabado?] tb no dialogo com o jovem rico Jesus não diz nada de sabado. 

  2. no magistério dos apostolos em nenhum lugar seja nas cartas de Paulo, Pedro, Tiago ou outros não mencionam nada que favoreça guardar sabado no N.T.  em galatas 4;10 Paulo lamenta o trabalho em vão entre eles porque os galatas guardavam “dias” .

  3. Nem mesmo quando João fala em “mandamentos de Deus” Ap. 14:2 não está incluso o sabado, porque no N.T os “mandamentos” foram substituidos pelos “mandamentos de Jesus”. João 14:21.

  4. E o desafio é : se alguém ainda quer guardar dias – sabado – por que não guarda O ANO SABATICO como fala em leviticos 25 ? o adventista que diz que guarda o sabado, com que moral fala isso se não guarda o “ano sabatico”. 

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