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O sono da alma e sua importância aos Adventistas

por Pr. Natanael Rinaldi - sáb dez 06, 1:38 pm

cemiterioooo

Existem duas doutrinas de fundamental importância para os adventistas do sétimo dia, que dificilmente falam sobre elas, mas em resultado dessas duas doutrinas, surge uma terceira definida como o Sono da Alma. As duas doutrinas a que nos referimos são: 1) O Santuário Celestial Centro da Esperança e 2) O Juízo Investigativo. Essas duas doutrinas têm relação com a obra da redenção realizada por Cristo no Calvário. Explicamos, numa linguagem mais acessível à mente dos leitores, o que eles definem como Juizo Investigativo e Santuário Celestial.

1 – O Santuário Celestial

A doutrina do Santuário Celestial é também conhecida como a doutrina do Bode Emissário como protótipo de Satanás, sobre quem os pecados dos adventistas serão lançados.

2 – O Juízo Investigativo

Jesus hoje está realizando no céu um trabalho denominado “Juizo Investigativo” iniciado em 22 de outubro de 1844. Este juízo está analisando os pecados dos crentes adventistas, para saber se eles têm direito aos benefícios da expiação realizada por Cristo no Calvário, obra esta ainda não concluída. Quando a obra da redenção estiver concluída, então Cristo lançará os pecados desses crentes sobre Satanás e quando este for aniquilado então os adventistas também terão seus pecados cancelados. Aí sim, passarão a gozar de vida eterna ou imortalidade. Logo entendem que vida eterna e a imortalidade são bênçãos ainda futuras. Diante disso o que ocorre quando um adventista morre, se ele tem em pendência uma causa ainda não decidida perante esse tribunal de juízo investigativo? Se a causa dele não está decidida ele, certamente, terá que esperar pela decisão da Juizo Investigativo para conhecer então se tem ou não a vida eterna ou a imortalidade. Daí a necessidade de um estado intermediário, quando a alma dorme no túmulo para ressuscitar para salvação, ou para a condenação, ou para imortalidade ou aniquilamento. Essas duas doutrinas paralelas são encontradas no livro “O Conflito dos Séculos”, de Ellen Gould White, como passamos a expor.

“JUÍZO INVESTIGATIVO

E como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais se poluíra, igualmente a purificação real do santuário celeste deve efetuar-se pela remoção, ou apagamento dos pecados que ali estão registrados. Mas antes que isto se possa cumprir, deve haver um exame dos livros de registro para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de Sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma investigação – um julgamento. Isto deve efetuar-se antes da vinda, de Cristo para resgatar Seu povo, pois que, quando vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras….

Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo à Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à Sua vinda.

Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão aposto seu nome nos livros do Céu: tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna. Como o sacerdote, ao remover ao santuário os pecados, confessava-os sobre a cabeça do bode emissário, semelhantemente Cristo porá todos esses pecados sobre Satanás…” (O Conflito dos Séculos, p. 420, 421, 487, CPB).

2.1 – A Morte É um Sono

Os adventistas do sétimo dia negam a sobrevivência da alma por ocasião da morte do corpo. Dizem: “A Morte é um Sono. Morte não é aniquilação completa; é apenas um estado temporário de inconsciência, enquanto a pessoa aguarda a ressurreição. A Bíblia identifica repetidamente esse estado intermediário como um sono” (NISTO CREMOS, p. 457, 1ª edição, CASA). Dizem mais: “Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão” (Subtilezas do Erro, 1ª edição, p. 272, CPB).

Na tentativa de salvaguardar sua doutrina da inconsciência da alma, os adventistas se valem de tudo. Vejamos o que disse o escritor Arnaldo Christianini com relação a Lc 16.19-31, onde Jesus falou da consciência da alma após a morte física tanto de Lázaro, no paraíso, em estado de consolo consciente; como do rico, em estado de tormento consciente no Hades: “Fosse real, não conteria enredo eivado de ideias pagãs… Eram ideias populares nos dias de Jesus, mas não eram conceitos bíblicos…. Jesus, como recurso didático, serviu-de ideias populares, embora errôneas, para chegar a conclusões corretas” (Subtilezas do Erro, p. 255, 1ª edição, CPB).

Imaginem só, Jesus se utilizou se de enredo eivado de ideias pagãs, de ideias populares, embora errôneas, mas não eram conceitos bíblicos. Atribuir isso a Jesus é o cúmulo da blasfêmia, e só pode admitir tal conceito quem está transtornado por ideias preconcebidas, sem apoio bíblico, e dizem que o caminho de Deus é errado, porque não se ajustam com o seu modo de pensar. Já sobre o assunto Deus falou por meio de Ezequiel, dizendo: “No entanto, dizeis: O caminho do Senhor não é direito. Ouvi, ó casa de Israel: Não é o meu caminho direito? Não são os vossos caminhos tortuosos?” (18.25).

2.2 – O Sentido da Palavra Morte

A palavra morte não tem o sentido de inconsciência. A palavra morte é a tradução da palavra grega thanatos e tem o sentido de separação. Embora discordem dessa opinião, declaram com relação ao pecado de Adão e Eva, quando no Eden desobedeceram a Deus tomando do fruto proibido. Afirmam os adventistas: “Mas depois de haverem transgredido a ordem divina, Adão e Eva descobriram que o salário do pecado é realmente a morte” (Nisto Cremos, p. 457). Morreram Adão e Eva no sentido em que os adventistas interpretam a palavra morte – um estado temporário de inconsciência enquanto a pessoa aguarda a ressurreição? Ou eles mesmos reconhecem que não ocorreu a morte nesse sentido de inconsciência? Dizem: “Foi tão somente a misericórdia de Deus que protegeu Adão e Eva da morte imediata” (Nisto Cremos, p. 457). Mas Deus não havia dito “…no dia em que dela comeres, certamente morrerás”? (Gn 2.17). Ocorreu realmente a morte física do casal? Não! Deus mentiu? Não! O que realmente ocorreu? Morreram sim, naquele mesmo dia, pois foram postos fora da comunhão com Deus (Gn. 3.8,9) e fora do Jardim do Eden (Gn. 3.24). Fisicamente, Adão veio a morrer com 930 anos (Gn. 5.5). Logo, a palavra morte pode ser empregada como separação e  esta separação de Deus ocorreu naquele mesmo dia. Esta morte é a que tem passado a toda humanidade. Mesmo o homem vivendo fisicamente, até o dia em que venha a morrer fisicamente. Vejamos o emprego da palavra morte no sentido de separação espiritual de Deus:

“Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me. Deixa aos mortos, sepultar os seus mortos” (Mt. 8.22).

“Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc. 15.24).

“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados” (Ef. 2.1).

“Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)” (Ef 2.5).

“A que se entrega aos prazeres, mesmo viva, está morta” (1Tm. 5.6).

“Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte” (IJo. 3.14).

“Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto” (Ap. 3.1).

2.3 – O Sentido da Palavra Alma

O conceito dos adventistas acerca da natureza da alma é tão grave que se dão ao luxo de afirmar: “O que o homem possui é o ‘fôlego de vida’ ou ‘vida’ (o que dá animação ao corpo) que lhe é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus. Mas não é entidade consciente ou o homem real como querem os imortalistas” (Subtilezas do Erro, p. 249, 1ª edição, CPB).

Entretanto, a palavra alma é a tradução da palavra hebraica nephesh e da palavra grega psyche, usada em vários sentidos na Bíblia. É como a palavra leite. Há pelo menos três sentidos em que se emprega a palavra leite na Bíblia:

  1. a) a palavra leite em seu sentido literal como alimento líquido, branco: “Tomou também coalhada e leite…” (Gn. 18.8).
  2. b) a palavra leite em sentido de bênção material: “Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e nô-la dará, terra que mana leite e mel” (Nm. 8).
  3. c) a palavra leite em sentido de alimento espiritual: “Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1Pe. 2.2)

Do mesmo modo, a palavra alma é empregada com vários sentidos: um sentido literal e dois sentidos ou mais figurados.

  1. a) A palavra alma, empregada com o sentido literal de entidade consciente e inteligente e que sobrevive à morte do corpo: 1) alma sobrevive à morte do corpo e se retira quando o corpo morre: “Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni...” (Gn. 35.18); 2) ao ressuscitar o corpo, a alma retoma ao corpo: “O Senhor, meu Deus, rogo-te que a alma deste menino tomar a entrar nele. O Senhor atendeu à voz de Elias: e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu” (1Rs. 17:21-22) a alma não pode morrer com o corpo: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mt. 10.28); 4) a alma do cristão vai estar com Cristo no céu: “Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do aliar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram” (Ap 6.9-11).
  2. b) A palavra alma empregada com o sentido figurado de pessoa: Todas as pessoas (almas) da casa de Jacó, que vieram para o Egito, foram setenta” (Gn. 46.27); “Todas as pessoas (almas), pois, que descenderam de Jacó foram setenta…” (Ex 1.5); Estávamos no navio duzentas e setenta e seis pessoas (almas) ao todo” (At. 27.47).
  3. c) a palavra alma empregada com o sentido figurado de vida: “E certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas” (Gn. 9.5); “Escapa-te por tua vida” (Gn. 19.17).

Entretanto, alma e vida são expressões distintas, Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33.18); “E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida ao que traz morte” (Jó 33.22).

2.4 – O Sentido da Palavra Dormir

A palavra dormir é a tradução da palavra grega koimaomai, e é usada em três sentidos:

  1. a) para referir-se ao sono natural do corpo: “Recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos dele e o roubaram enquanto dormíamos” (Mt. 13); “Levantando-da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza” (Lc. 22.45).
  2. b) para referir-se à morte do corpo: “E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados” (Mt. 27.52); “Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono” (Jo. 11.11); “Lázaro está morto” (Jo. 11.14); “Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias” (Jo 11.39).
  3. c) A expressão ‘dormir no Senhor’ é empregada apenas para os cristãos: “Não quero porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais que não tem esperança, porque se cremos que Jesus morreu ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele” (1Ts. 4.13. 14).

A palavra chave para o entendimento de 1Ts. 4.13,14 está na preposição grega sun (com) no v. 14. Declara que Deus os tornará a trazer com ele (sun auto), isto é, com Jesus na sua vinda, os que já provaram a morte física. Seus corpos são descritos como dormindo, uma linguagem de metáfora comum no Novo testamento para referir-se ao corpo nunca ao espírito e alma (Mt 27.52). A segunda vez que se usa sun (com) é no v. 17, referindo-se aos que sobrevivem até a vinda de Cristo e serão arrebatados juntamente com eles (sun autois). Isto é, com os mortos em Cristo (oi nekron en Christo) “a encontrar o Senhor nos ares”. Aqui, de novo, sun (com) não tem outro sentido senão juntamente com . A última vez que se usa a preposição sun é encontrada ainda no v. 17 “e assim estaremos sempre com o Senhor” (sun Kurio). É óbvio pois que aqueles que partiram estão com Cristo (Fp 1.21-23) e retornarão com ele (1Ts. 3.13) para a ressurreição de seus corpos imortalizados e incorruptíveis. Esses corpos, descritos como dormindo, serão instantaneamente metamorfoseados. Os primitivos cristãos se utilizaram da palavra koimaterion, usada como sinônimo de casa de repouso para estrangeiros, para indicar o lugar de repouso dos que já tinham morrido (cemitério ou dormitório), onde os corpos jaziam.

2.5 – A Esperança dos Adventistas no Estado Intermediário

“Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão” (Sutilezas do Erro, 1ª edição, p. 272, CPB). Repetimos o que afirmam: “um momento de silêncio e escuridão”. Dizemos nós, um momento que pode durar centenas ou milhares de anos. Diante disso, por acaso preciso crer:

  1. a) Que os redimidos no céu estão experimentando fartura de alegrias e delícias perpetuamente, enquanto dormem? “Far-me-ás ver a vereda da vida: na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente” (SI. 16.11).
  2. b) Que o homem rico, depois de sua morte, estava em tormentos, clamava, rogava (Lc.16.23) dormindo? “E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio”. E que Lázaro era CONSOLADO enquanto dormia? “Disse porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado…” (v.25), enquanto dormiam?
  3. c) Que, logo que nos ausentamos do corpo estaremos presentes com o Senhor, deleitando-nos com uma maravilhosa comunhão com ele. Enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor, mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor… (2Co. 5.6,8), enquanto dormimos?
  4. d) Que a morte, para nós, os cristãos, será lucro e muito melhor do que qualquer coisa que tenhamos experimentado aqui na terra: “Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é ganho… tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda melhor…”” (Fp. 1.21-23), embora estejamos adormecidos?
  5. e) Que a congregação dos primogênitos inscritos no céu, “A universal assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus…” (Hb. 12.23) é uma igreja de adormecidos?
  6. f) Que as almas, debaixo do altar, que clamam com alta voz: “Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra… (Ap. 6.10), embora estejam dormindo?

2.6 – Quando Recebemos Vida Eterna?

Vida eterna – dádiva de Deus para os homens não deve ser confundida com as palavras imortalidade e incorruptibilidade. Vida eterna é uma possessão presente, enquanto imortalidade e incorruptibilidade são possessões futuras. “Na verdade na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).

Por meio de Cristo somos tornados filhos de Deus, “a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo 1.12). “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus” (1 Jo 5.1); somos justificados pela fé: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1); e já não existe nenhuma condenação: “PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus…” (Rm 8.1); temos salvação e gozamos de vida eterna: “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1Jo. 5.11-13). O homem pode ter existência física e não possuir vida eterna, que é uma condição de vida de comunhão com Deus, porque esta é dada como resultado da aceitação de Cristo como Salvador único e pessoal.

2.7 – Imortalidade e Incorruptibilidade

Imortalidade é definida pelos adventistas da seguinte forma: “Imortalidade é o estado ou qualidade daquilo que não está sujeito à morte. Os tradutores das Escrituras usaram a palavra imortalidade para traduzir os termos gregos athanasia, ‘ausência de morte’, e aphtharsia, incorruptibilidade” (Nisto Cremos, p. 454, CPB).

Essa imortalidade e incorruptibilidade, nós a receberemos na ocasião da vinda de Jesus, como se lê em 1Co. 15.51-53: “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi morte na vitória”. Assim, hoje já desfrutamos de vida eterna, vida eterna e futuramente gozaremos de imortalidade e incorruptibilidade.


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