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Paulo e sua pregação aos sábados

por Artigo compilado - ter jan 02, 6:34 pm

ATOS 17.1-3 – PAULO PREGAVA AOS SÁBADOS NA SINAGOGA, O QUE PROVA QUE A GUARDA DO SÁBADO ESTAVA EM VIGOR?

Os Adventistas do Sétimo Dia argumentam que Paulo sancionou para os cristãos a prática da guarda do sábado, através de seu costume de frequentar e ministrar as suas pregações na sinagoga judaica aos sábados.

RESPOSTA APOLOGÉTICA: A prática de Paulo de discursar aos judeus era meramente parte de sua estratégia missionária, visando alcançá-los onde quer que estivessem reunidos, e a partir das próprias Escrituras deles. Esse fato não sancionou a guarda do sábado pelos cristãos, do mesmo modo que as reuniões de Paulo com os filósofos pagãos também não trouxeram nenhuma nova prática aos cristãos (At. 17.22-34). Ao contrário, Paulo disse aos Colossenses que o sábado era apenas uma “sombra”, que se foi quando a “substância” veio com Cristo (Cl. 2.16-17). O Novo Testamento, por diversas vezes, menciona que a lei judaica contida no Antigo Testamento foi cumprida por Cristo (Rm. 10.4). Por causa desse cumprimento da lei “se faz também mudança da lei” (Hb. 7.12).

O mandamento referente à guarda do sábado é o único dos Dez Mandamentos não enunciado no contexto da graça no Novo Testamento. Essa teria sido uma significativa omissão, caso esse mandamento devesse ser praticado pelos cristãos da atualidade. Antes, o Novo Testamento sanciona o primeiro dia da semana para a adoração cristã — como um costume do próprio Paulo. As razões para tal são óbvias. Foi o dia em que Cristo ressuscitou, dando início, desse modo, à comemoração cristã do primeiro dia da semana. As primeiras aparições de Jesus, após ter ressuscitado, aconteceram aos domingos, o que estabeleceu um padrão de expectativa de sua presença no primeiro dia da semana (Mc. 16.2; Jo. 20.19,26).

Assim, reunir-se no primeiro dia da semana tornou-se a prática da igreja apostólica (At. 20.7; ICo. 16.2). No último livro do Novo Testamento, o apóstolo João estava meditando em um domingo, o “dia do Senhor”, quando recebeu uma visão de Cristo (Ap. 1.10), mostrando que a prática continuou por muitas décadas após os dias de Jesus na terra. Na verdade, a igreja cristã tem dado continuidade a essa prática desde o primeiro século.

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Texto Base: Resposta às Seitas, Norman L. Geisler e Ron Rhodes, CPAD, 1997. Texto adaptado e compilado pelo Pr. Edison Miranda da Silva e Maria Candida Alves.


Cada autor é responsável pelo conteúdo do artigo.

2 Comentários

Comentários 1 - 2 de 2Primeira« AnteriorPróxima »Última
  1. Deveras os adventistas gostam de mencionar uma certa frequência de S.Paulo nas sinagogas em dia de sábado para sabadolatrar esse dia … porém, os adventistas evitam estudar a carta de S.Paulo aos Gálatas, a qual repreende severamente os legalistas cristãos.

    1. e a contradição adventista é tanta que em certos trechos de Êxodo, tais como 35:3 simplesmente ignoram ou fazem de conta que não existe tal verso.

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