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Paz, amor, liberdade. Eis o Islã

por Pr. Natanael Rinaldi - seg set 03, 9:42 am

O jornal A TRIBUNA*, na página A-8, traz uma notícia sobe o Islamismo dando as seguintes informações sobre essa religião. “Embora atualmente o Islamismo esteja bastante difundido fora do mundo árabe, o seu nascimento se deu no seio desse povo. E esse povo, por sua vez, descende de Abraão. De acordo com o Livro do Gênesis, o primeiro do Velho Testamento, Abraão teve dois filhos, Isaac e Ismael. Enquanto o ramo de Isaac deu origem aos hebreus, o de Ismael originou os árabes. Assim, judeus e árabes são primos. Já o islamismo foi codificado pelo profeta Maomé, dando origem ao Alcorão, o livro sagrado islâmico, que contém os preceitos de Allah (o mesmo Deus único de judeus e cristãos). Dessa forma, e curiosamente três das maiores religiões do mundo hoje, o Islamismo, o judaísmo e o Cristianismo, têm origem comum e se tangenciam, especialmente na prática do monoteísmo (crer num só Deus).

PR. NATANAEL: As informações que acabo de ler correspondem às verdades históricas e bíblicas sobre os irmãos do mesmo pai e não da mesma mãe?

Quanto ao nascimento dos dois filhos de Abraão chamados Ismael e Isaque realmente a Bíblia registra essa história e desde o início já havia incompatibilidade entre os dois irmãos. Gênesis 21:7 – “Disse mais: Quem diria a Abraão que Sara daria de mamar a filhos? Pois lhe dei um filho na sua velhice. 8 – E cresceu o menino, e foi desmamado; então Abraão fez um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado. 9 – E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual tinha dado a Abraão, zombava. 10 – E disse a Abraão: Ponha fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com Isaque, meu filho.”

Existe igualdade de crenças islâmicas e crenças cristãs a começar pelo deus Alá dos islâmicos ser o mesmo Deus dos cristãos ou judeus?

Não. Há diferenças fundamentais entre o deus Alá e o Deus Jeová dos hebreus e dos cristãos. Segundo a Bíblia, Deus pode ser conhecido. Jesus veio a este mundo para que conheçamos a Deus. “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviastes” (João 17: 3). No Islamismo, porém, Alá é desconhecido. É tão transcendente, tão exaltado, que nenhum homem sequer pode conhecer Alá pessoalmente. Para o Islamismo, a idéia de que Alá é uma pessoa ou um espírito, é blasfema, porque rebaixaria o exaltado. Jesus ensinou que “Deus é Espírito”. (Jo 4.24). O Deus da Bíblia é trinitário, uma só natureza em três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Mateus 28:19 – “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” Repetindo: uma só natureza em três pessoas.

Ainda o jornal A TRIBUNA apresenta em destaque as palavras “Paz, amor, Liberdade. Esse clima de paz, amor e liberdade existem nos países árabes ou dominados por uma maioria islâmica com outras religiões?

Quem escreveu em letras grandes essa declaração não está familiarizado nem como o Alcorão e nem com o Hadith que são ensinamentos, palavras ou atos de Maomé. Segundo o Alcorão Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome: “Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17). “Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).” Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através da vossa mão, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14). Há no Alcorão qualquer ensino atinente aos que não são islâmicos que fale em paz, amor e liberdade? Certamente que não. As palavras lutar e matar aparecem no Alcorão com mais freqüência do que as palavras oração

E o que ensinou Maomé no Hadith que são contrários aos cristãos?

Maomé também exige que os muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa – lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: que não há outro Deus além de Alá e que Maomé é o mensageiro de Alá. Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar da jihad pela causa de Alá” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 25). Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 13).

Como vivem os cristãos numa sociedade islâmica?

Os mais poderosos califas (seguidores de Maomé), que governaram a nação islâmica depois da morte de Maomé, foram Abu Bakr e Umar Ibn Khattab (conhecido como o Califa Justo). Os dois eram sogros de Maomé. Maomé costumava dizer: “Sigam o exemplo daqueles que vêm após mim, Abu Bakr e Umar” (Ibn Timiyya, Vol. 28, p.651). O Califa Justo defendia o seguinte, com a bênção de Maomé: Um muçulmano não pode ser condenado à morte por tirar a vida de uma pessoa da aliança (cristão ou judeu), de um homem livre (que não é muçulmano), ou de um escravo. Ibn Timiyya escreveu: “Nada na lei de Maomé diz que o sangue do infiel é igual ao sangue do muçulmano, porque a fé é necessária para haver igualdade. As pessoas da aliança não crêem em Maomé e no Islã, portanto, o seu sangue e o sangue do muçulmano não podem ser iguais… mas, um muçulmano livre deve morrer por tirar a vida de outro muçulmano livre, independentemente da raça” (Vol. 14, p. 85). “Não é permitido construir nem reformar igrejas, nem reconstruí-las se forem destruídas.”


Veja o vídeo – um comentário sobre o 11 de Setembro de 2001:

*jornal A TRIBUNA edição 15 de maio de 2011


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