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Perguntas e respostas sobre a Punição Eterna

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Perguntas e respostas sobre a

Punição Eterna

R: Sim, base bíblica: Mt 10.28; Lc 12.4,5.

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R: Em Lc 16.22, temos a parábola do rico e do Lázaro.

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R: Embora em nossa bíblia o título usado na passagem seja a parábola do rico e Lázaro, na verdade trata-se de uma narrativa, não é uma parábola.

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R: Porque em parábola não se citam nomes próprios, e ali havia um homem chamado Lázaro.

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R: É uma comparação, uma ilustração tirada da vida real que ilustra e esclarece um ponto espiritual. Jesus contou parábola e não fábula.

Mesmo que fosse uma parábola, não quer dizer com isso que o que Jesus contou não tivesse sentido, então o que Jesus contou é justamente isto, o que se segue após a morte.

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R: Um de felicidade, Seol, Hades dos justos chamado paraíso ; o seio de Abraão era mais acima e Seol, Hades dos ímpios era mais abaixo; seria propriamente o inferno (Lugar de Suplício).

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R: Seol – em hebraico Hades – no grego- são sinônimos e indicam o lugar da alma sem o corpo. Alguns ensinam que o Hades, Seol são apenas a sepultura, mas existem palavras hebraicas específicas para sepultura: Quever ou Kevurá.

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R: A palavra no hebraico que foi traduzida por inferno é Seol, e que não indica propriamente o lugar do corpo, mas o lugar da alma. No caso, dividida em duas partes, Jesus foi ao Seol; o lugar dos salvos proclamar a sua vitória sobre a morte, e não foi ao inferno propriamente dito.

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R: Alguns dizem que é a cessação da atividade consciente, inteligente. Os homens aniquilacionistas para eles morreu acabou, mas a palavra morte significa separação, a palavra grega para morte é Tanatos, onde surge a palavra tanatologia que é o estudo sobre a morte; isso no sentido físico material que estuda o corpo da pessoa, mas biblicamente falando a morte tem um sentido de separação.

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R: Não, Gn 2.16,17 – “No dia que delas comeres certamente morrerás”. Só que Adão comeu e não morreu fisicamente no sentido que alguns alegam que a morte é a cessação de atividade consciente, inteligente. Adão continuou vivo, mas aconteceu uma morte, Houve uma separação; em Gn 3.8,9 – Quando Deus perguntou a Adão onde estás?Ele disse: ouvi tua voz e temi porque estava nu. Ele estava vivo fisicamente, mas se afastou de Deus e em decorrência da sua desobediência. Então a morte ocorreu naquele dia em que ele pecou, só que foi uma morte espiritual.

Em Rm 5 . 1 2 – 0 homem quando nasce ele está morto espiritualmente até os 3,5 anos ele não tem consciência disso, é uma pessoa inocente. Em Mc 8.22 – Jesus entregou a palavra no sentido de mortos espirituais. Lc 15.24 – Estava vivo fisicamente e morto espiritualmente, longe do Pai. lTm 5.6 – Quem vive no pecado, vivendo está morto. Desse estado de morte Cristo nos livrou. Jo 5.24 – Passou da morte para a vida, então quando aceitamos a Cristo, saímos do estado de morte espiritual. 1 Jo 3.14- Passamos da morte para a vida receber a Cristo. Ap 20.14 – Fala da segunda morte.

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R: Éo lago de fogo. É a condenação eterna, e a separação eterna de Deus (Ap 20.15 ) Algumas pessoas dizem que o lago de fogo ou a segunda morte é o aniquilamento definitivo. Em Ap.19.20 – a besta e o falso profeta foram lançados vivos no lago de fogo e enxofre. No cap.20.3 – fala da prisão de Satanás. Versículo 7- será solto depois de mil anos. Ap.20.10 – mil anos depois Satanás encontrou os dois primeiros ainda vivos ( A besta e o falso profeta), o que indica que a segunda morte, não é o aniquilamento, é a separação definitiva de Deus. Então a primeira morte se deu no Éden, com a separação do homem de Deus espiritualmente, com decorrer dessa morte veio a morte física.

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R: Com 930 anos, depois que ele gerou o terceiro filho Sete, ele viveu fisicamente muito tempo (Gn 5.4,5).

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R: Eternamente, Mt 25.41, 46 – Nós temos aí o castigo eterno e vida eterna, da mesma forma que a vida é uma vida eterna sem fim consciente, há um tormento eterno castigo eterno, consciente. Muitos dizem: Deus não pode castigar eternamente, porque ele é amor.

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R: Porque tudo isso é consequência do pecado que entrou no mundo; o salário do pecado é a morte. Outros dizem: Deus não pode castigar eternamente, porque tal castigo será maior do que o pecado merece.

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R: Há duas maneiras de se responder: 1º -não se mede a gravidade do pecado pelo tempo que se demora para cometê-lo, mas se mede a gravidade do pecado pelo que realmente ele é. Ex: um bandido que vai assaltar uma casa, ele fica vigiando até que os donos saiam, e ele entra e rouba, ficaria até uns dois dias para realizar este crime. E uma pessoa que aborda outra na rua com revólver e porque não dá o que o ladrão esta pedindo, dá um tiro e mata.

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R: O que foi cometido em segundos, porque tirou a vida da pessoa. Então o que se mede não é o tempo em que se gasta para cometer o pecado, e sim pela gravidade. Sendo Deus um ser infinito, todo pecado é um pecado infinito, se esse pecado não for apagado, cancelado, então é um débito que a pessoa tem para com Deus.

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R: No inferno haverá grau de punição, nem todos vão ser punidos da mesma maneira (Mt.11.23), haverá mais rigor para Cafarnaum e menos rigor para ti Sodoma. 2º – Nós todos somos pecadores e não cabe determinar a forma como deveremos ser julgados. Ex: é como um menino que está em flagrante desobediência e rebelião contra o pai, ele pode determinar para o pai, como ele pode ser castigado?

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R: Não, só aquele que é sem pecado, pode resolver retamente qual será o castigo; e este é Jesus Cristo.

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R: Se perde, RM 2.12 – ninguém se salva na sua ignorância. Atos 17.30 – diz que se arrependam.

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R: Se salva (Mt 19.14), dos tais é o reino dos céus, a criança no estado de inocência, que ela não sabe discernir o bem e o mal, ora se a criança é pecadora porque todos pecaram, disse Davi no SI 51.5 – Em pecados me concebeu minha mãe.

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R: Ela se salva porque a provisão de Cristo, em favor da humanidade, beneficiou aqueles que não tem condições. IJo. 2.1,2 – Ele é a propiciação pelos nossos pecados, nós que o recebemos e o constituímos como Advogado, também pelo de todo o mundo. No caso das pessoas que não tiveram opção escolha pela idade, também podem ser salvas pela mediação de Cristo em favor delas.

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